sábado, março 16, 2024

Apesar de Você, Amanhã Será Outro Dia: A hipocrisia do Prefeito e a resiliência do Dr. Célio


Caros leitores,

Ao observar a foto do prefeito de Jeremoabo, Bahia, fazendo propaganda de seu sobrinho pré-candidato a prefeito, foto, esta da inauguração da clínica do Dr. Célio, um profissional que já foi humilhado, caluniado e pisoteado pelo mesmo prefeito.

O Dr. Célio, um homem de educação e gentileza notáveis, atendeu ao pedido do prefeito para sair na foto, mas jamais esquecerá a perversidade, a humilhação e o calote que sofreu nas mãos do político.

Em 5 de setembro de 2018, este blog publicou a matéria "O que fazer quando a prefeitura de Jeremoabo contrata e dá um calote em médico?". Nela, o Dr. Célio narrava a sua experiência humilhante com a gestão municipal:

"Hoje estou trabalhando em Tucano e Euclides da Cunha e ganho muito mais do que quando estava em Jeremoabo. Durante todos esses anos de formado sempre ganhei bem e trabalhei muito, nunca precisei e nem quis ganhar nada sem trabalhar. Se o Secretário quer ganhar mais do que os médicos que ele largue o cargo de secretário e vá trabalhar tanto quanto todos os médicos que estão no PSF e dando plantão no hospital. A porta da minha casa sempre esteve e estará aberta a todos aqueles que me procuram como médico...e isso só se consegue com respeito, amor e dedicação ao próximo que é o cidadão dessa terra que é a minha cidade Jeremoabo...e isso sr Secretário eu aprendi com o saudoso meu pai que sempre me ensinou a honrar o papel de homem e principalmente de médico em uma sociedade...não faço medicina como muitos o fazem por dinheiro."

A hipocrisia do Prefeito

É irônico que o mesmo prefeito que humilhou e caluniou o Dr. Célio agora o utilize em sua campanha política. É a hipocrisia em sua forma mais pura.

O Dr. Célio, porém, é um homem resiliente. Superou as humilhações e hoje trabalha com sucesso em outras cidades, ganhando muito mais do que quando era humilhado em Jeremoabo.

Amanhã será outro dia

As eleições se aproximam e o povo de Jeremoabo terá a oportunidade de escolher o seu futuro. É importante lembrar das ações do passado e escolher um líder que seja honesto, respeitoso e que valorize os profissionais que dedicam suas vidas à cidade.

Dr. Célio: um exemplo de resiliência

O Dr. Célio é um exemplo de resiliência e superação. Apesar das humilhações que sofreu, ele continua a servir a comunidade com amor e dedicação. Ele é um exemplo de como podemos superar as adversidades e construir um futuro melhor.

A escolha é sua

Nas próximas eleições, o povo de Jeremoabo terá a oportunidade de escolher um futuro melhor. Escolha um líder que seja honesto, que valorize o trabalho duro e que lute pelo bem da cidade.

Lembre-se: Apesar de você, amanhã será outro dia.

#JeremoaboMereceMais #Eleições2024 #ForaPrefeitoHipócrita #DrCélioExemplo

Nota da redação deste Blog -

 Matéria publicada neste Blog no dia  05.09.de 2018 intitulada  

O que fazer quando a prefeitura de Jeremoabo contrata e dá um calote em médico?"




quarta-feira, setembro 05, 2018

O que fazer quando a prefeitura de Jeremoabo contrata e dá um calote em médico?

Resultado de imagem para foto caloteiro


Diante de tanta falta de bom senso tenho a obrigação de esclarecer algumas coisas. Como estão espalhando mentiras (dizendo que eu estava ganhando mundos e fundos) e tentando denegrir minha imagem resolvi me pronunciar para esclarecer tudo que está se passando. 

Quando ocorreu a mudança na gestão me ofereceram o cargo de diretor clínico do hospital de Jeremoabo , e prontamente arregacei as mangas e comecei a trabalhar com o intuito de formar uma equipe capacitada para reerguer o hospital. Consegui contratar os médicos Dr. Lazaro , Dr. Ilo e Dra. Paula e conversei com os que já estavam para que estes não abandonassem o barco; além de que tinha conseguido os serviços de ressonância e tomografia de graça para prefeitura (trazendo economia para a atual gestão) .Como Médico fiquei responsável pelas visitas diárias no internamento (médico diarista), onde todos os dias avaliava cada paciente para realizar fechamento de diagnóstico e tratamento adequado. Sempre e em qualquer hospital o médico que realiza esse acompanhamento é pago por esta função.
Quando resolvi sair de Jeremoabo foi porque o secretário de saúde achava que eu tinha atribuições demais e disse que não existia a função de médico diarista , sendo que todo hospital na Bahia existe esse serviço e sendo esse serviço remunerado e indispensável para um bom funcionamento de um hospital. 
O mais engraçado de tudo é que atualmente eu ganhava menos do que quando trabalhava para gestão de Chaves e mais engraçado ainda é que a função de médico diarista que o secretário falou que eu não poderia exercer está sendo realizada e paga para Dra. Cleomara , que ironia não é. O que ninguém falou em momento algum é do empenho que tive e das mudanças que consegui em pouco tempo, do trabalho correto e que só tinha o intuito de beneficiar os pacientes que no hospital se encontravam, onde estava de prontidão a qualquer hora do dia , sendo um médico presente em todos os turnos , ajudando em tudo que precisasse , dessa forma Parem de falar pelas ruas que eu queria ganhar dinheiro demais, que não é verdade. Eu só sai da cidade porque realmente não tive condições de trabalho, porque fui perseguido e a todo momento ficou claro que era da vontade do secretário que eu saísse. Depois de trabalhar, exercer corretamente minhas funções e algumas vezes até fazer além do que era para ser feito o mínimo que espero é receber pelo meu trabalho. 
Através da cooperativa soube que o secretário falou que não pagaria minhas visitas do internamento e nem o valor acordado para direção clínica do hospital. 
Meu trabalho é respeitado não apenas em Jeremoabo mas em todos os locais que trabalhei, sinal disso é que quando precisei sair daqui não faltou cidades para me receberem. As pessoas que me conhecem sabem do 
meu caráter e conduta como profissional, da minha dedicação à todos os pacientes e logo não existe nada de salário altíssimo como alguns mal intencionados andam falando. O que existe é uma total incoerência por aquele que ocupa um cargo tão importante como o de Secretário de Saúde, o que existe é um total desrespeito ao trabalho de um profissional. Repito que trabalhei e quero receber pelo que realizei, nada a mais nem a menos do que é meu por direito. 
Para deixar mais claro ainda eu apenas recebi referente ao PSF e nunca existiu um acordo para realizar trabalho voluntário no hospital. 
Hoje estou trabalhando em Tucano e
Euclides da Cunha e ganho muito mais do que quando estava em Jeremoabo. Durante todos esses anos de formado sempre ganhei bem e trabalhei muito, nunca precisei e nem quis ganhar nada sem trabalhar. Se o Secretário quer ganhar mais do que os médicos que ele largue o cargo de secretário e vá trabalhar tanto quanto todos os médicos que estão no PSF e dando plantão no hospital. A porta da minha casa sempre esteve e estará aberta a todos aqueles que me procuram como médico...e isso só se consegue com respeito, amor e dedicação ao próximo que é o cidadão dessa terra que é a minha cidade Jeremoabo...e isso sr Secretário eu aprendi com o saudoso meu pai que sempre me ensinou a honrar o papel de homem e principalmente de médico em uma sociedade...não faço medicina como muitos o fazem por dinheiro. Faço por que amo minha profissão e tenho imenso respeito por aqueles que confiam sua vidas a minha pessoa...mas o que é justo é justo seja a quem for. Tenho um nome que sempre vou honrar como homem e médico que sou...

Celio Fontes de Aguiar Cardoso

Nota da redação deste Blog - Em homenagem ao grande, ético e inesquecível profissional da saúde que foi o saudoso Dr.  Fausto de Aguiar Cardoso, pai do Dr. Celio Fontes de Aguiar Cardoso, inicio esse meu comentário citando e "Parodiando Mário de Andrade, que escreveu em sua obra-prima, Macunaíma - O Herói Sem Nenhum Caráter, que os males do Brasil são muita saúva e pouca saúde, pode-se afirmar que os males do país são pouca ética e muita esperteza."
Para todos nós jeremoabenses que conhecemos o Dr. Célio desde criança, qualquer comentário que tentarmos fazer é insignificante diante a sua grandeza, principalmente quando se espelha nos ensinamentos do seu falecido genitor.
Porém, vamos nos ater ao presente, quando ano passado tecemos um comentário a respeito da sua coragem e competência ao executar um trabalho de parto no Hospital Municipal de Jeremoabo, verdadeiro ato de bravura e heroísmo, quando na cidade há mais de uma década as parturientes não tinham o direito de parir na cidade de Jeremoabo.
Mesmo enfrentando todas as dificuldades de um Hospital que encontra-se em fase terminal na UTI, demonstrou ser um grande profissional, competente e humano. 
Todaviam por ironia do destino, a recompensa que recebeu por prestar relevantes serviços a população de Jeremoabo, foi ser agraciado com um CALOTE.
Diante do calote, a unica coisa que posso dizer, é sem mais comentários.



1º Congresso de Direito Eleitoral da EMD

PF questiona ex-general sobre participação de empresários Luciano Hang e Meyer Nigri em plano de golpe

 Foto: Divulgação/Arquivo

Empresário Luciano Hang15 de março de 2024 | 14:48

PF questiona ex-general sobre participação de empresários Luciano Hang e Meyer Nigri em plano de golpe

BRASIL

A Polícia Federal questionou o ex-comandante do Exército Freire Gomes sobre a eventual participação de empresários no planejamento de um golpe para manter Jair Bolsonaro (PL) no poder.

Os policiais perguntaram ao general se ele havia sido procurado por Luciano Hang, da Havan, Meyer Nigri, da Tecnisa, Sebastião Bonfim, da Centauro, e Afrânio Barreira, da Coco Bambu, para pressionar por uma “virada de jogo” depois da eleição de Lula, em 2022.

O militar respondeu que não teve contato com os empresários.

Os quatro foram citados pelo tenente-coronel Mauro Cid em um áudio que ele enviou a Freire Gomes em 2022.

Nele, Cid relata as reuniões que Bolsonaro fazia no Palácio da Alvorada para discutir o cenário político depois da vitória de Lula.

Um dos encontros relatados pelo tenente-coronel foi justamente com os empresários, que teriam pressionado Bolsonaro para que ele exigisse do Ministério da Defesa a divulgação de um relatório “duro” contra as urnas eletrônicas e a integridade das eleições. Com isso haveria clima para “virar o jogo” e manter o então presidente no poder.

Cid disse o seguinte a Freire Gomes: “Na conversa que ele [Bolsonaro] teve depois com os empresários, ele estava, tava o Hang, estava aquele cara da Centauro, estava o Meyer Nigri. É, estava o cara do Coco Bambu também, ele também. Tipo, quem falou, ó… O governo Lula. Vai, vai, vai, vai cair de podre, né. Pessoal ficou um pouco de moral baixo porque os empresários estavam querendo pressionar o presidente a pressionar o MD a fazer um relatório, né, contundente, duro né? Pra virar jogo, aqueles negócios…”.

A reunião com o quarteto ocorreu em 7 de novembro, na época em que Bolsonaro teria discutido o teor da minuta golpista com assessores e juristas.

Os advogados de Hang dizem que ele nega com veemência as acusações e que jamais pressionou quem quer que fosse para adotar qualquer medida contra o ordenamento jurídico e as instituições democráticas.

A defesa de Meyer Nigri afirma que ele jamais atentou contra o sistema democrático, e que o país já presenciou, no passado recente, delatores afirmarem “disparates” mentirosos contra pessoas inocentes.

Afranio Barreira, da Coco Bambu, afirma que esteve com Bolsonaro apenas em 2020, e que não tinha seu telefone nem o de seus filhos.

O empresário Sebastião Bonfim, da Centauro, já disse em nota que “não participou da reunião citada e que jamais defendeu iniciativas para reverter o resultado das eleições ou atentar contra a ordem e as instituições democráticas”.

Mônica Bergamo, FolhapressPoliticaLivre

Bolsonaro faz carreatas com apoiadores no litoral do Rio e silencia sobre depoimentos de militares

 Foto: Reprodução/Instagram

Ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e aliados organizaram uma série de manifestações e carreatas em cidades do Rio de Janeiro15 de março de 2024 | 19:15


BRASIL

No dia em que o Supremo Tribunal Federal (STF) tornou públicos os depoimentos de militares e políticos à Polícia Federal (PF) sobre uma suposta tentativa de golpe de Estado, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e aliados organizaram uma série de manifestações e carreatas em cidades do Rio de Janeiro – base eleitoral do ex-chefe do Executivo.

O planejamento de Bolsonaro é percorrer sete cidades em cerca de 10 horas, num trajeto de 150 quilômetros entre Maricá e Armação dos Búzios, no litoral fluminense. Até às 17h, o ex-presidente passou por Cabo Frio, São Pedro da Aldeia, Iguaba, Araruama, Saquarema e Maricá.

O ex-chefe do Executivo fez rápidas aparições pelas cidades por onde passou, sem discursos ou manifestações sobre os depoimentos que vieram à tona nesta sexta-feira, 15. Bolsonaro e aliados registraram nas redes sociais vídeos de carreatas de apoiadores do ex-presidente nas cidades que a comitiva bolsonarista percorreu.

O périplo bolsonarista começou pelo município de Maricá, às 10h. Governada pelo petista Fabiano Horta (PT-RJ), a cidade fica a cerca de 50 quilômetros do Rio de Janeiro. De lá, Bolsonaro seguiu para Saquarema, às 12h, Araruama, às 14h, Iguaba, às 15h, São Pedro da Aldeia, às 16h, e Cabo Frio, por volta das 17h.

Em São Pedro da Aldeia, Bolsonaro foi recebido em uma escola cívico-militar, uma de suas bandeiras durante o mandato na Presidência da República. Em imagens divulgadas nas redes sociais, alunos da unidade de ensino receberam o ex-presidente aos gritos de “mito”.

Ao todo, Bolsonaro fez sete publicações no X (antigo Twitter) com imagens das carretas pelas cidades em que passou no Rio de Janeiro até as 17h, uma por hora ao longo do dia. Procurado pela reprotagem, o ex-presidente não se pronunciou.

Além de percorrer o litoral fluminense, o ex-presidente deve comparecer ao lançamento da pré-candidatura do deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), ex-chefe da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), à Prefeitura do Rio de Janeiro neste sábado, 16. O evento de lançamento está previsto para ocorrer na quadra da escola de samba Mocidade Independente de Padre Miguel, na zona oeste da cidade.

Rayanderson Guerra/Estadão

Prisão de Moraes seria necessária para normalidade, diz general em depoimento

 Foto: Nelson Jr/SCO/STF/Aquivo

Ministro Alexandre de Moraes (STF)15 de março de 2024 | 16:13


BRASIL

General da reserva, Laércio Vergílio afirmou em depoimento à Polícia Federal que a prisão do ministro Alexandre de Moraes (Supremo Tribunal Federal) seria “necessária para volta da normalidade institucional e a harmonia entre os Poderes”.

A minuta de golpe investigada pela PF previa a prisão de Moraes e a realização de novas eleições.

Vergílio faria parte do grupo de oficiais que usavam a patente militar para tentar instigar outros núcleos a apoiarem ações que mantivessem o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no poder.

O depoimento transcreve um áudio enviado pelo general da reserva ao ex-major Ailton Gonçalves Moraes Barros no qual ele diz que “nas portarias que tiverem que ser assinada (sic), tem que ser dada a missão ao comandante da Brigada de Operações Especiais de Goiânia de prender o Alexandre de Moraes no domingo, na casa dele, como ele faz com todo mundo.”

À PF, ele disse não sabe dizer como se daria uma suposta prisão do ministro “porque estava na reserva desde 2000”, e nega ter participado de qualquer monitoramento ou vigilância de Moraes.

O militar da reserva também disse que não havia nenhum planejamento de golpe de estado, mas afirmou que estava sendo organizada uma “operação especial” que “seria uma fase posterior e que tudo deveria ser realizado dentro da lei e da ordem embasado juridicamente com base na Constituição Federal, principalmente com os argumento apresentados pelo jurista Ives Gandra Martins.”

Segundo ele, essa operação especial seria para implementar a GLO (Garantia da Lei e da Ordem) temporariamente até que a “normalidade constitucional se reestabelecesse”.

Danielle Brant, Folhapress

Não é crime discutir minuta de decreto previsto na Constituição, diz Bolsonaro

Publicado em 15 de março de 2024 por Tribuna da Internet

Bolsonaro Foto colorida do ex-presidente Jair Bolsonaro, em Brasília - Metrópoles

Jair Bolsonaro segue uma linha de defesa bem estruturada

Paulo Cappelli
Metrópoles

Em depoimento à Polícia Federal (PF), o ex-comandante do Exército Freire Gomes afirmou que Bolsonaro apresentou três hipóteses para evitar a posse de Lula após a derrota eleitoral em 2022. Segundo o general, foram discutidas as implementações de Estado de Defesa e Estado de Sítio, além da decretação de uma Garantia da Lei e da Ordem (GLO).

Procurado pela coluna, Bolsonaro afirmou que “não é crime” falar sobre o que está previsto na Constituição Federal. E sustentou que nenhuma das medidas foi levada adiante.

DISSE BOLSONARO – “Sobre o Estado de Defesa e o Estado de Sítio, precisa convocar um conselho com diversos integrantes. Para que fosse implementado, precisaria convocar o conselho, inclusive com presidente da Câmara e do Senado. E não teve nenhum conselho convocado. Aqui não é Hugo Chávez, Maduro. Dados os considerandos, quem dá a palavra final é o Parlamento. Já a Garantia da Lei e da Ordem não se pode fazer do nada. Tem que ter fundamento.”

“Não é crime falar sobre o que está previsto na Constituição Federal. Você pode discutir e debater tudo o que está na Constituição Federal. O que falam em delação, em depoimentos, é problema de quem falou. É uma narrativa idiota [dizer que houve crime]”, disse.

No caso do Estado de Defesa, é necessária a convocação do Conselho da República e do Conselho de Defesa Nacional. Ele é instituído por meio de decreto presidencial, que deverá indicar a sua duração, as áreas a serem abrangidas e as respectivas medidas coercitivas. No caso do Estado de Sítio, além de reunir os dois conselhos, a decretação é submetida pelo presidente da República ao Congresso Nacional.

Já a Garantia da Lei e da Ordem (GLO) é uma ação militar que reúne as Forças Armadas a partir de ordem do presidente. A medida é aplicada em graves situações de perturbação da ordem, quando as forças tradicionais não conseguem equacionar o problema.

AMEAÇA DE PRISÃO – Outro trecho contundente nos últimos depoimentos coletados pela PF está em uma fala do ex-comandante da Força Aérea Brasileira (FAB) Carlos de Almeida Baptista Júnior.

Ele disse que Freire Gomes ameaçou prender Bolsonaro caso o então presidente “atentasse contra o regime democrático por meio de alguns institutos previstos na Constituição”.

Bolsonaro disse não ter acessado o depoimento de Baptista Júnior e que só se manifestará após ter conhecimento da íntegra do referido relato, que já está à disposição, com sigilo quebrado por Moraes.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – 
Bolsonaro tem cara de idiota, jeito de idiota, mas não é nada idiota quando precisa se defender. Sabe que planejar golpe não é crime. Seu problema será convencer o ministro Moraes e o Supremo, que são chegados a um contorcionismo para “interpretar” as leis. Na verdade, até agora não há nenhuma prova material contra Bolsonaro. Tudo é tipo minha palavra contra a dele. Enquanto isso, quem foi preso no 8 de Janeiro está pegando cadeia, num rigor tão excessivo que chegou a comover Elon Musk, que não demonstra maior interesse pela política brasileira. (C.N.)   


Baptista Jr. mandou Heleno avisar a Bolsonaro que FAB rejeitava o golpe

Publicado em 15 de março de 2024 por Tribuna da Internet

General Augusto Heleno confirma depoimento à CPMI de 8 de Janeiro - Estadão

Augusto Heleno pegou o avião e foi avisar Jair Bolsonaro

Edoardo Ghirotto
Metrópoles

O ex-comandante da Aeronáutica, brigadeiro Carlos de Almeida Baptista Junior, afirmou à Polícia Federal que o general Augusto Heleno, então ministro do Gabinete de Segurança Institucional, ficou “atônito” ao escutar a negativa do militar sobre participar de um eventual golpe de Estado.

Baptista Junior declarou, em depoimento, que conversou com Heleno sobre o assunto no dia 16 de dezembro de 2022, durante uma formatura do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA).

CONVERSA RESERVADA – Heleno participava da formatura do neto no ITA, mas havia sido chamado com urgência por Bolsonaro para uma reunião em Brasília.

O general, à época, comandava o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) e havia pedido que Baptista Junior cedesse uma vaga no avião da Força Aérea Brasileira (FAB) que retornaria à capital federal.

O ex-comandante da Aeronáutica disse à PF que estranhou a urgência de uma reunião no fim de semana e, por isso, levou Heleno a uma sala reservada.

RECADO A BOLSONARO – Na conversa, o então comandante Baptista Junior declarou “de forma categórica ao general Heleno que a FAB não anuiria com qualquer movimento de ruptura democrática”.

E que, por não ter sido convidado para a reunião, solicitou a Heleno que “reafirmasse ao então presidente, Jair Bolsonaro, a posição da Aeronáutica”.

Heleno, segundo consta do depoimento, “ficou atônito e desconversou sobre o assunto”.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Caramba! Eles falavam abertamente sobre o golpe, enquanto o povo estava empenhado em arranjar dinheiro para as compras de Natal… (C.N.)


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