quinta-feira, fevereiro 01, 2024

Assistindo de perto à guerra das crianças entre o Hamas e Israel. na Faixa de Gaza


Israel, foto do memorial das vitimas executadas pelo Hamas em rave, Coluna Mario Sabino -- Metrópoles

Memoram aos israelenses mortos no ataque do Hamas

Mario Sabino
Metrópoles

Estou em Israel. Vim para ver de perto o resultado das atrocidades cometidas pelo Hamas em 7 de outubro do ano passado e também para reportar como Israel enfrenta os terroristas que executaram, torturaram, queimaram ou estupraram 1.200 dos seus cidadãos, além de sequestrar mais de duas centenas de israelenses, entre os quais mulheres, crianças, adolescentes e velhos.

No dia seguinte à minha chegada a Israel, o Hamas lançou dez foguetes contra Tel Aviv. Eu não estava na cidade, mas, se estivesse, teria de correr para um dos abrigos antiaéreos que fazem parte da paisagem israelense. Nos hotéis, aliás, os hóspedes recém-chegados são gentilmente orientados a não demorar mais do que dez minutos para chegar ao abrigo do prédio, em caso de alerta de bombardeio. Em cidades mais próximas de Gaza ou da fronteira com o Líbano, ninho do Hezbollah, esse tempo é bem menor.

NUM HOSPITAL – Durante a madrugada, horas depois do lançamento dos foguetes contra Tel Aviv, agentes de uma unidade especial do exército de Israel entraram em um hospital em Jenin, na Cisjordânia, disfarçados de médicos, e mataram três terroristas que se escondiam lá. O vídeo da ação logo circulou na internet.

O Hamas disparou os foguetes para reafirmar que continua com poder de fogo. Desde outubro, estima-se que Israel tenha matado, no máximo, 30% do efetivo do grupo.

Como os terroristas continuam a usar a rede de túneis que escavaram em Gaza, o exército israelense vai tentar destruí-la de uma vez bombeando água do mar para dentro dela. O trabalho já começou.

CESSAR-FOGO – Os líderes do Hamas querem o cessar-fogo total em Gaza. Para Israel, isso significaria abrir mão do seu objetivo declarado de acabar com o inimigo que executou os seus cidadãos e que prega a aniquilação dos judeus no Oriente Médio.

Há poucos dias, Estados Unidos, Catar e Egito, entre outros países, chegaram a um denominador comum com Israel em busca de um acordo de paz provisória. Será apresentado ao Hamas uma proposta de cessar-fogo de seis semanas, em troca da liberação de uma nova leva de reféns israelenses. Até o momento, ainda há 136 sequestrados.

Israel obteve na semana passada uma primeira vitória no Tribunal Penal Internacional, em Haia, onde enfrenta uma processo espúrio por genocídio em Gaza, instaurado por iniciativa da África do Sul, em conluio com o Hamas e outros países simpáticos ao grupo terrorista, inclusive o Brasil de Lula.

DIREITO DE DEFESA – Os juízes não acataram a demanda sul-africana de um cessar-fogo imediato em Gaza. Reconheceram o direito de Israel de se defender dos seus inimigos. Ao mesmo tempo, decidiram que autoridades do governo israelense devem se abster de fazer declarações que possam ser interpretadas como genocidas.

Parte da imprensa e os governos antissemitas relegaram ao segundo plano o dado principal — se Israel fosse mesmo genocida, o tribunal teria decidido pelo cessar-fogo — e fizeram barulho com o aspecto acessório. Tempos difíceis.

Outra vitória robusta foi no campo da ONU antissemita. Doze supostos funcionários da agência das Nações Unidas que teoricamente auxilia refugiados palestinos foram afastados porque eram terroristas do Hamas assalariados, como Israel vinha apontando. Os Estados Unidos suspenderam o financiamento desse antro e uma investigação interna foi aberta.

NO KIBUTZ – Visitei o kibutz Kfar Aza, a dois quilômetros de Gaza, um dos mais atingidos pelo ataque selvagem do Hamas. Apesar de imagens do massacre ocorrido ali terem circulado abundantemente, a visita ao local é uma experiência chocante. É como se os mortos ainda vagassem desnorteados pelas suas alamedas.

Quando fazem 18 anos, rapazes e moças dos kibutzim (plural de kibutz) passam a viver sozinhos, em pequenas casas que lhes são destinadas pela comunidade que ficam concentradas em determinada área. É um rito de passagem para a vida adulta. Lá, eles têm mais independência e iniciam os seus próprios núcleos familiares.

Nessa parte do Kfar Aza, o cenário é de completa destruição. As casas foram queimadas, metralhadas e evisceradas pelas armas pesadas dos invasores do Hamas. Eles mataram todos os jovens do kibutz hoje inabitado. Não sobrou nenhum para contar a história já sabida. O rito de passagem foi da vida pela frente para a morte cruel pelas mãos do Hamas.

GRITO DA BARBÁRIE – Os sinais no kibutz vazio são de um dia normalíssimo interrompido subitamente pela barbárie, paralisado em um grito que não sairá da garganta, congelado no tempo. O silêncio é quebrado de vez em quando pelo barulho do bombardeio e da artilharia do exército israelense em Gaza. Ouve-se também o zunido de drones que voam acima das nuvens de um país estranhamente chuvoso para os padrões climáticos habituais.

Depois da visita ao kibutz, fui à base de Nahal Oz, onde moças de 18 a 20 anos, em serviço militar obrigatório, monitoravam, por meio das câmeras de segurança, a fronteira cercada de Gaza. Uma delas nos conta como as colegas em serviço tentaram sobreviver ao ataque dos terroristas que invadiram a base.

Eles pareciam ter brotado da terra, já estavam praticamente dentro de Israel quando foram vistos nos monitores dos quais não sobrou quase nada, todos queimados. As moças refugiaram-se em um anexo da sala principal, mas foram sufocadas pela fumaça das bombas. Seis delas conseguiram escapar por uma janela estreita. Vinte e quatro morreram.

ESTAVAM DE PIJAMA – As outras moças, todas recém-saídas da adolescência, correram de pijama (eram 6h30 da manhã) para o abrigo antiaéreo da base. Pensaram que era apenas mais um ataque de foguetes. Foram surpreendidas pelos seus executores. Sete foram levadas para o inferno que as esperava no enclave palestino, do outro lado do muro. Uma morreu em Gaza e outra foi libertada. Cinco permanecem com os sequestradores.

No total, 70 militares israelenses morreram em Nahal Oz. Muitos tiveram um tempo exíguo para lutar, as marcas das suas balas cravejando as paredes, antes de serem abatidos pelos terroristas.

Como foi possível que uma base militar fosse invadida desse jeito? É que as moças encarregadas de vigiar Gaza não foram levadas a sério pelos seus comandantes. Elas vinham avisando fazia tempo que havia uma movimentação estranha junto ao muro, mas sempre ouviam que era normal. Não era.

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P.S. – Viajei a Israel a convite de uma integrante da comunidade judaica brasileira, Alessandra Safra, que está empenhada em combater o antissemitismo que grassa no nosso triste país(M.S.)

Não calaram o programa de Junior de Santinha, mas a voz do povo, inclusive com a queima de fogos patrocinada por um prefeito despreparado e sem ética

Companheiro Junior de Santinha, não se cala a democracia tentanto amordaçar a imprensa. Essa sua pausa temporária é patrocinada pelo dinheiro dos improbos surrupiado do povo; tem um gosto que remonta ao fascismo e à ditadura, preservado cuidadosamente nos porões do neopentecostalismo desde 1964.

Retaliações, intimidações, asfixia econômica e regulamentações oriundas de corruptos desonestos que visam enfraquecer a atividade jornalística e a liberdade de expressão são inaceitáveis.

A divulgação de informações sobre agentes públicos envolvidos em corrupção tem gerado debates incessantes e acalorados, o que é positivo, no entanto perseguido e hostilizado em eremoabo, onde os corruptos pensão que podem tudo.

Lamento que o proprietário da Jeremoabo FM continue permitindo que esse programa lixo da prefeitura " AVANÇA JERÊ", repleto de Fake News, bancado pelo dinheiro público para fazer promoção pessoa do prefeito e seu conluio, ainda tenha vez e voz nessa emissora que sempre elevou o nome de Jeremoabo até onde a internet alcança.

No Brasil, foi o Supremo Tribunal Federal que revogou a Lei de Imprensa, um resquício da ditadura militar que ficou em vigor até 2017.

Em Jeremoabo, a imprensa vive acuada e oprimida pelo poder dos corrupos e endinheirados com o dinheiro público, o que impede que a verdade seja revelada ao povo, como agota castraram o programa do Junior de Santinha.

A imprensa representa o verdadeiro poder do povo. Ela está presente antes mesmo do poder público, ouvindo as pessoas e dando voz aos seus clamores. Enquanto os políticos se escondem em suas salas refrigeradas e se banquetam com suas guloseimas, a imprensa está nas ruas, enfrentando sol e chuva, em busca da verdade dos fatos, trabalhando incansavelmente para se tornar o canal mais próximo do povo, com a "Tal Liberdade" (Rondinelle da Silva Ferreira).

Nota da redação deste Blog - Junior de Santinha - já vi muitos governos chegando e terminando, alguns de forma honrada, outros condenados ao esquecimento e à infâmia. No máximo, todo este episódio serviu para evidenciar que Jeremoabo ainda tem imprensa independente que não vive as custas do dinheiro público, mesmo em meio a todas as dificuldades vividas pela imprensa, sobretudo no interior, não negocia a isenção de sua linha editorial.

Quando se tem tanta história pela qual zelar, quando tantos nos brindam com sua inestimável confiança, quando o trabalho diário passa a ser legado de pessoas queridas que já se foram, uma empresa deixa de operar visando apenas lucro, e passa a atuar em nome do compromisso e da missão.

Enquanto A IMPRENSA INDEPENDENTE DE JEREMOABO estiver nas redes sociais  ou em telas com acesso a internet, quem quiser ser elogiado em suas páginas terá de fazer por merecer.

quarta-feira, janeiro 31, 2024

Não há governo! Nas ruas, todos seguem esmagados pelas patas do poder público

Publicado em 31 de janeiro de 2024 por Tribuna da Internet

Chuva alaga ruas do Rio; Paes pede que carioca evite sair - 21/01/2024 -  Cotidiano - Folha

Morador comprou gelo para tentar salvar os alimentos

Luiz Felipe Pondé

Folha

Em São Paulo temos algumas certezas. A cada dia seremos mais assaltados nas ruas, nos afogaremos mais nas tempestades, ficaremos sem luz mais vezes e por um número imenso de horas ou dias. E isso nada tem a ver com esquerda e direita. O mal do Brasil está para além dessa “dialética”. São Paulo está à deriva, o Rio está à deriva, o país soçobra na delinquência.

O atraso, como dizia Nelson Rodrigues, não cai do céu, há que construí-lo arduamente. Há séculos que investimos no atraso, na ignorância, na corrupção, no crime, na miséria.

PACIENTE TERMINAL – O Estado brasileiro faliu administrativamente e moralmente. A sociedade brasileira é um paciente terminal. O crime organizado paulatinamente toma conta de tudo, e o Estado fica pegando no pé do cidadão comum, enchendo o saco com temas de costumes.

Não pode usar a expressão “família tradicional”, tá? “Cuidado com os pronomes em sala de aula”. A judicialização da sala de aula é a próxima fronteira do mercado jurídico. Uma festa: em vez de processar bandidos profissionais, processaremos adolescentes mal-educados.

Aliás, a “família brasileira” é uma várzea. Ouvi, recentemente, num país da Europa, como era chocante ver muitas crianças brasileiras jogadas às traças —vale dizer que esse comentário surgiu num ambiente de profissionais da educação e saúde mental.

FÁCIL E DIFÍCIL – Confessemos: nada mais fácil do que atormentar gente comum porque disse X ou disse não se importar com Y. O difícil mesmo é pegar bandido, seja ele chique ou assassino pago. A “justiça” pode perseguir qualquer profissional por aí facilmente, tirar sua vida, seu ganha-pão, assediá-lo, condená-lo ao ostracismo, mas impedir que o país naufrague no crime organizado são outros 500.

Muito mais fácil acusar todo mundo disso, daquilo e daquilo outro do que conter o processo através do qual vários setores da economia no país vão sucumbindo à lavagem de dinheiro. Mais fácil discutir, elegantemente, a discussão da discussão —repetição proposital— da segurança pública do que, de fato, impedir que a sociedade brasileira marche para a condição do Equador.

PERDEU A BATALHA – Não há mais salvação na “luta” contra as drogas. O Estado perdeu a batalha. Todo mundo sabe disso, o resto é pra inglês ver.

Reconheçamos: o “projeto latino-americano” fracassou como sociedade na imensa maior parte do continente. O Brasil, uma terra de cínicos, se afoga em termos da moda saídos das mais inúteis ciências humanas, enquanto vê o país se transformar numa imensa usina de pessoas antissociais. Golpes, fraudes, assaltos, assassinatos, corrupção.

O Estado brasileiro é de uma inutilidade quase absoluta. Morre-se a rodo, ninguém na verdade tá nem aí, mesmo os que ganham eleições e dinheiro dizendo que estão.

ESQUERDA E DIREITA – E isso nada tem a ver com esquerda e direita, repitamos o mantra. A esquerda esteve no poder federal na maior parte do tempo nos últimos anos. Fracassou redondamente. Só não se diz isso claramente porque a inteligência pública brasileira é quase toda corrupta: lavam-se ideias sujas e comportamentos sujos, assim como o mercado lava dinheiro sujo.

A direita teve sua chance no governo federal e fracassou vergonhosamente, ridiculamente e de forma canalha durante a pandemia. Um dos maiores pecados do “experimento bolsonarista” foi ter nos levado ao horror de ver, em 2022, que a gangue petista era, naquele momento, um mal menor.

É MAIS TRANQUILO – Venhamos e convenhamos, é muito mais tranquilo perseguir, acossar, cobrar, destruir pessoas comuns, amedrontadas pelas patas do poder público, do que enfrentar gangues, narcotráfico, usuários de crack, assassinos, políticos safados, e grandes negócios regados a dinheiro sujo.

O Estado e seu clero de inteligentes ficam discutindo amenidades, tipo “Isso é gordofobia ou não é?”, “Isso é sexismo ou não é?”, “Os evangélicos são gente reacionária sem salvação ou não?”, enquanto nas ruas todas as gentes de todas as cores são esmagadas pelas águas, pela miséria, pela desesperança.

Temo que as autoridades desse país desistiram. Umas talvez por preguiça, a maioria seguramente por canalhice, vaidade e oportunismo.


Copom corta Selic em mais 0,5 ponto, para 11,25% ao ano, mantendo o ritmo

Publicado em 31 de janeiro de 2024 por Tribuna da Internet

Queda na Taxa Selic pode beneficiar economia brasileira

Charge do Orlando (Arquivo Google)

Renato Machado
Folha

O Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central decidiu nesta quarta-feira (31) por unanimidade reduzir em 0,5 ponto percentual a taxa básica de juros (Selic), para 11,25% ao ano. Dessa forma, o comitê manteve, em seu primeiro encontro de 2024, o ritmo do afrouxamento monetário aplicado desde agosto do ano passado. Este foi o quinto corte consecutivo de mesma magnitude.

O Copom também decidiu de forma unânime manter em seu comunicado o trecho em que os membros anteveem o mesmo ritmo de redução na taxa Selic em seus próximos encontros.

RITMO APROPRIADO – “Os membros do Comitê, unanimemente, […] avaliam que esse é o ritmo apropriado para manter a política monetária contracionista necessária para o processo desinflacionário”, afirma o texto.

O texto trouxe poucas mudanças em relação ao comunicado anterior, publicado em dezembro, mesmo com a participação de mais dois diretores do BC indicados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Paulo Picchetti e Rodrigo Teixeira assumiram seus cargos no dia 2 deste mês e participaram pela primeira vez do Copom nesta quarta.

Com isso, os indicados por Lula acompanharam as decisões e as sinalizações adotadas nos últimos meses pelo comitê, apesar de pressões do PT por um corte maior.

METAS FISCAIS – Entre os trechos mantidos, está inclusive a mensagem do Copom que defende que o governo persiga as metas fiscais já apresentadas.

“Tendo em conta a importância da execução das metas fiscais já estabelecidas para a ancoragem das expectativas de inflação e, consequentemente, para a condução da política monetária, o Comitê reafirma a importância da firme persecução dessas metas”, afirma o texto, repetindo o trecho dos textos anteriores.

Entre as poucas alterações trazidas em relação ao comunicado de dezembro, o Copom acrescentou, ao analisar o ambiente externo, que a conjuntura atual é marcada pelo debate sobre o início da queda dos juros nas principais economias. O colegiado manteve, em seguida, o diagnóstico de que o cenário exige “cautela por parte de países emergentes”.

METAS DE INFLAÇÃO – Apesar de manter as projeções para inflação em seus cenários de referência, em 3,5% em 2024 e 3,2% em 2025, o Copom modificou levemente as expectativas para os preços administrados —de 4,5% para 4,2% em 2024 e de 3,6% para 3,8% em 2025.

O colegiado também acrescentou a expressão “em grau maior” ao se referir a 2025 quando analisa a capacidade de inflação ficar ao redor das metas. De acordo com o comunicado, a decisão desta quarta é compatível com a estratégia de convergência para o objetivo traçado para o ano de 2024 e, “em grau maior”, para o de 2025.

De qualquer forma, o Copom afirma que o país está em trajetória de desinflação. Por outro lado, aponta que permanecem fatores de risco — como pressões inflacionárias globais e a resiliência na inflação de serviços.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– O comunicado do Copom destaca que é preciso manter “serenidade e moderação na condução da política monetária”. Em tradução simultânea, está dizendo que é preciso segurar a onda, para que o Brasil não se transforme numa gigantesca Argentina. Bem, talvez um dia os governantes entendam a necessidade do superávit primário, para evitar que a dívida siga aumentando ameaçadoramente. Enquanto isso não acontece, é preciso combater a irresponsabilidade fiscal. (C.N.)


DR. MOURA FALA SOBRE VARA CÍVEL DE JEREMOABO

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Até que enfim concordo com a denúncia desse advogado contra  a acumulação de muitos processos emperrados em Jeremoabo para apenas um Juiz dar conta, isso porque  "Justiça atrasada não é Justiça, senão injustiça qualificada e manifesta". Ruy Barbosa em Oração aos Moços, 1921.

A demora na execução de processos judiciais é um problema grave que afeta não apenas as partes envolvidas, mas também a sociedade como um todo.

A demora na execução de um processo pode causar uma série de prejuízos às partes envolvidas, tais como:

  • Perda de direitos ou bens;
  • Insegurança jurídica;
  • Danos morais e materiais;
  • Frustração e descrédito no sistema judiciário.

Além disso, a demora na execução de processos judiciais pode prejudicar o desenvolvimento econômico e social do país. Isso porque, quando as pessoas não têm confiança no sistema judiciário, elas deixam de investir e de gerar empregos.

O caso que o advogado Moura citou é um exemplo claro da necessidade de aprimoramentos no sistema judiciário. A demora na execução do seu processo está causando prejuízos a você e a outras pessoas que também foram beneficiadas pela decisão judicial.

Algumas medidas que poderiam ser adotadas para agilizar a execução de processos judiciais incluem:

  • Maior investimento em tecnologia;
  • Redução do número de recursos;
  • Maior celeridade na tramitação dos processos;
  • Melhoria da comunicação entre as partes envolvidas.

É importante que as autoridades competentes tomem medidas para resolver esse problema e garantir que as pessoas tenham acesso à justiça de forma mais rápida e eficiente.

Acredito que a sociedade como um todo deve se mobilizar para pressionar as autoridades competentes a tomarem medidas para resolver esse problema.


8º CONGRESSO BRASILEIRO DE LICITAÇÕES E CONTRATOS | DIA 03

Ao ser sincero, Lula acabou acirrando a briga feia entre Abin e Polícia Federal

Publicado em 31 de janeiro de 2024 por Tribuna da Internet

O meu compromisso é que esse país dê certo”, diz Lula em entrevista |  Partido dos Trabalhadores

Diria o senador Romário: “Lula calado é um poeta”

Bruno Boghossian
Folha

Lula cutucou uma disputa que evoluiu de intriga para briga feia entre a Abin e a Polícia Federal. Ao comentar as investigações que miram o órgão de inteligência, o presidente alertou que a PF não deveria fazer “show pirotécnico” em suas ações. Na sequência, o petista se virou para o outro lado e admitiu sua desconfiança em relação à agência.

O excesso de sinceridade do presidente dá conta do tamanho do problema que os dois aparelhos estratégicos representam para o governo.

UM BAITA PROBLEMA – Lula tem hoje uma Polícia Federal que se lançou numa cruzada para derrubar a cúpula da Abin. A chefia da agência, por sua vez, foi contaminada por acusações de arapongagem com fins políticos.

Em cerca de um minuto, o petista fez um diagnóstico bruto sobre a Abin. Disse que “nunca está seguro”, afirmou que escolheu um delegado da PF para dirigir a agência porque “não conhecia ninguém” lá dentro e reproduziu a suspeita de que o número dois do órgão atuou para blindar o grupo de Alexandre Ramagem.

Um presidente que descreve assim o departamento de inteligência do governo poderia extingui-lo no dia seguinte. Lula preferiu passar uma mensagem de insatisfação com o órgão que abrigou um braço de espionagem a serviço de Jair Bolsonaro. Além disso, reforçou a percepção de que o bolsonarismo continua presente em postos sensíveis.

NA GUILHOTINA – O próprio Lula posicionou na guilhotina o pescoço do número dois da Abin. Afirmou que não haveria clima para “esse cidadão” continuar no cargo se fossem comprovadas acusações de obstrução. A demissão saiu no fim do dia. Mas o mesmo Lula segurou os ânimos da PF ao manifestar “muita confiança” em relação ao chefe da agência.

Dentro dessa guerra, as críticas do petista à espetacularização de ações da PF, embora recorrentes, ganham um sentido particular.

Num momento em que os investigadores parecem mais do que dispostos a avançar sinais, o presidente tenta, ao menos, evitar novos danos domésticos.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– Como diria o senador Romário, que raramente fala alguma coisa que preste, “Lula calado é um poeta”. Se conseguisse ficar calado, o presidente mereceria fazer ala com Sarney e FHC na Academia Brasileira de Letras(C.N.)

O prefeito de Jeremoabo, numa atitude imoral, ilegal e irresponsável, usa um professor do município para através de execração, assédio moral e tortura psicológica, usar instagran oficial do município, pago com o dinheiro do povo, para fazer propaganda fora de epoca do seu partido político.



A atitude do prefeito de Jeremoabo é, de fato, imoral, ilegal e irresponsável. O uso do Instagram oficial do município para fazer propaganda fora de época do seu partido político é um abuso de poder e uma afronta à população.

O professor que está sendo coagido a fazer essa propaganda está sendo vítima de assédio moral e tortura psicológica. Ele está sendo pressionado a fazer algo que não quer, que vai contra os seus princípios e que pode prejudicar a sua carreira.

É lamentável que os vereadores de Jeremoabo estejam permanecendo omissos diante dessa situação. Eles têm o dever de fiscalizar o prefeito e garantir que os recursos públicos sejam usados de forma correta.

Aqui estão algumas medidas que podem ser tomadas para resolver esse problema:

  • O professor que está sendo coagido deve procurar a Justiça para denunciar o prefeito.
  • A população de Jeremoabo deve pressionar os vereadores para que eles fiscalizem o prefeito e tomem as medidas cabíveis.
  • Os órgãos de controle, como o Ministério Público e o Tribunal de Contas, devem investigar o caso e responsabilizar os envolvidos.

É importante que a população fique atenta a esses casos de abuso de poder e que não deixe que eles sejam impunes.

É inadmissível, que os vereadores se acovardem diante desse ato ilicito, permaneçam omissos e não levem o caso ao conhecimento do Ministério Público Eleitoral.



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