quarta-feira, fevereiro 22, 2023

Inadimplente vai perder a CNH?| Bolsonaristas operam supergrupos| Daniela e Anitta se estranham

 

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Parceria Lula e Tarcísio após chuvas vira contraponto a Bolsonaro e incomoda aliados de ex-presidente

https://www.tribunadaimprensadigital.com.br/jornal-impresso

É importante buscar reduzir a temperatura política, para governar e esquecer o palanque


Lula isenta IR só para quem ganha até R$ 2.640, abaixo do prometido

Lula se comporta como quem está sempre no palanque

Murillo de Aragão
Veja

Pergunta-se, com frequência, se Joe Biden é de direita ou de esquerda. A indagação está contida em uma matéria publicada pelo UOL na semana passada. A resposta, como esperado, é a de que o presidente dos Estados Unidos é centrista, o que, de forma imprecisa, significa que ele pode adotar no país soluções propostas por ambos os polos ideológicos.

Aliás, as maiores potências adotam uma mescla de atitudes baseadas em seus interesses estratégicos. Por exemplo, a China financia pesadamente a expansão de suas indústrias e pratica uma espécie de capitalismo de Estado. Os Estados Unidos distribuíram dinheiro e estímulos em todas as graves crises deste século.

UM RETROCESSO – As melhores soluções para a economia e para o governo não devem ser discutidas ideologicamente, o que, considerando as circunstâncias do mundo, trata-se de um retrocesso. O dogma ideológico é uma forma arcaica de medir a efetividade de políticas públicas. É como querer usar bússola magnética navegando no espaço.

O Brasil de hoje resulta de uma mistura de conceitos de direita e de esquerda postos em sucessivas mesas de negociação. Os avanços dependem de consensos ou de crises. A mistura de conceitos e a necessidade de consenso amenizam radicalismos, mas, ao mesmo tempo, mitigam avanços.

No entanto, as crises levaram o senso de urgência para a mesa. Foi assim, por exemplo, com as reformas implementadas por Fernando Henrique Cardoso em seu primeiro mandato, com a sanção da Lei de Responsabilidade Fiscal, em 2000, e com o advento do teto de gastos, em 2016, entre outras. As crises nos impulsionaram a fazer reformas e buscar aperfeiçoamentos.

NUMA ENCRUZILHADA – Hoje, no Brasil, estamos em uma encruzilhada determinada pela possibilidade de sérios problemas internos e externos.

Dependendo das escolhas, podemos tomar o caminho virtuoso do crescimento sustentável ou cair na armadilha dos atalhos perigosos.

O que o Brasil deve fazer agora? Em primeiro lugar, promover uma leitura adequada do momento no mundo e no país, considerando os desafios políticos, as sequelas da pandemia e as suas repercussões sociais e fiscais. O segundo passo é entender que o Brasil pode estar contratando uma crise grave se não tomar as devidas providências nos campos fiscal, tributário e econômico.

O terceiro passo é admitir que existem boas e más soluções em praticamente todos os campos ideológicos. Muitas das soluções são as mesmas, ainda que venham embaladas em rótulos diferentes. As boas soluções devem ser implementadas sem preconceitos, por isso a preferência ideológica deve ser relativizada.

MENOS PRESSÃO – O mais importante é reduzir a temperatura política. É hora de governar e deixar o palanque para trás.

As devidas providências, acima mencionadas, apontam para: prudência fiscal; simplificação tributária com o reequilíbrio de sua carga; privatizações e concessões tendo em vista mais investimentos; reforma administrativa, para melhorar o perfil do gasto público e promover maior eficiência da máquina pública; desburocratização radical dos investimentos; implantação de programas assistenciais eficientes; e maior segurança jurídica para investimentos.

Pragmaticamente, não há muito o que fazer fora desse cardápio.

Sergio Moro ouviu o conselho de não ‘bater’ nos colegas nem perseguir a classe política


Sergio Moro

Moro já apreendeu muito desde que se tornou político

Marcela Mattos
Veja

Logo após tomar posse, o ex-juiz e agora senador Sergio Moro foi procurado por um cacique do seu partido, o União Brasil, que estava preocupado sobre o comportamento do recém-eleito parlamentar no Congresso. O principal temor era o de que a “bancada” da Lava-Jato, composta pelo ex-juiz e pelo ex-procurador Deltan Dallagnol (Podemos-PR), eleito deputado, tente reprisar o que consideram uma perseguição à classe política.

Agora pertencentes ao mesmo grupo social, avaliam, é hora de baixar a bola.

SEM CRIAR PROBLEMAS – “Não é bom esse negócio de ficar atacando parlamentar”, disse o dirigente do União Brasil a Moro. Ressaltando o corporativismo da causa, esse mesmo cacique apontou que tudo bem se Moro mantivesse os ataques ao ex-presidente Lula, que foi preso por ordem do ex-juiz, mas que não criasse problemas dentro de “casa”.

Conforme relatos, Moro acatou o conselho. “Ele entendeu, é político”, afirmou um parlamentar a VEJA.

Já com Deltan, o clima não é dos melhores. O ex-procurador e agora deputado ingressou com uma ação no Ministério Público questionando os gastos de campanha da também deputada Daniela do Waguinho (União-RJ), que assumiu o Ministério do Turismo no governo Lula. Em resposta, deputados ameaçam ingressar com uma representação contra Dallagnol no Conselho de Ética – resgatando, por exemplo, os gastos públicos despendidos com o ex-procurador durante a Lava-Jato.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– Sérgio Moro aprendeu bastante. Foi perseguido e boicotado desde que entrou na política. Logo deram um jeito de evitar sua candidatura a presidente. Respondeu a processos, teve cancelado seu domicílio eleitoral em São Paulo, enquanto a mulher Rosângela continuou candidata lá e foi eleita, quem pode entender essas maluquices jurídicas? Agora, já está bem mais cascudo e saberá se comportar politicamente, porque é um brasileiro digno, algo em falta na praça, e tem muito futuro pela frente. (C.N.)

Mulher de Rui Costa, a enfermeira Aline “disputa” salário vitalício de R$ 41 mil

Publicado em 22 de fevereiro de 2023 por Tribuna da Internet

Aline Peixoto e o marido, Rui Costa; enfermeira, a ex-primeira dama vai passar por sabatina na Assembleia Legislativa da Bahia na semana que vem

Aline Peixoto será a enfermeira mais bem paga do mundo

Regina Bochicchio
Estadão

A campanha informal do ex-governador e ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), para emplacar a ex-primeira-dama do Estado Aline Peixoto, sua mulher, como conselheira do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA), acabou se transformando em uma disputa entre as duas principais forças políticas do Estado.

Além disso, as articulações têm recebido críticas da própria cúpula petista baiana. Publicamente, na voz do senador Jaques Wagner (PT), que também já comandou o Executivo estadual.

CARGO DISPUTADO – De um lado da competição está a mulher de Rui Costa, um dos principais ministros do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ex-governador por dois mandatos. De outro, um ex-deputado estadual e ex-prefeito de município do interior do Estado, Tom Araújo, do União Brasil, partido do ex-prefeito de Salvador ACM Neto e do atual gestor da capital, Bruno Reis.

Ao vitorioso, a ser escolhido em votação na Assembleia Legislativa, caberá um cargo vitalício com salário de R$ 41 mil.

Para um dos postulantes ser escolhido como conselheiro, são necessários 32 dos 63 votos dos deputados estaduais; A escolha se dá por voto secreto e está marcada para 7 de março. Antes disso, os dois serão sabatinados na semana que vem, nos dias 27 e 28. O TCM possui sete conselheiros ao todo.

INDICAÇÃO DO LÍDER – “Oficialmente”, Aline Peixoto é uma indicação do líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado Rosemberg Pinto (PT). Ele disse ao Estadão que “a indicação aconteceu sem qualquer intervenção do ministro Rui Costa”.

Procurado pela reportagem, o ministro da Casa Civil respondeu, via assessoria, que não vai falar sobre o assunto. Em declaração a veículos locais, ele já afirmou que “não fez indicação nenhuma”.

“Em momento algum o governador Rui Costa me procurou para correr atrás de assinaturas. Comigo nunca aconteceu. Não é verdade que ele fez articulação ou pediu nada”, disse Rosemberg. Segundo ele, a ideia teria nascido em uma conversa informal entre deputados e Aline Peixoto, quando ela teria expressado o desejo de ocupar uma vaga no TCM.

INDICAÇÃO POLÍTICA – Já a indicação de Tom Araújo foi gestada em uma reunião com ACM Neto, Bruno Reis e deputados da oposição ao governo do PT, segundo apurou o Estadão.

O nome, inicialmente, seria o do ex-deputado federal Marcelo Nilo (Republicanos), rifado por ACM Neto em favorecimento de Tom Araújo, seu correligionário, configurando o caráter de disputa entre as principais forças políticas no Estado.

Deputados da base que preferem o anonimato afirmam que Rui Costa tem atuado com força em defesa do nome de Aline Peixoto, sobretudo em conversas com aliados e parlamentares, contando com a ajuda do governador Jerônimo Rodrigues (PT), do líder do governo e, ainda, do presidente da Assembleia, deputado Adolfo Menezes (PSD).

CANDIDATURA IMORAL – Nas palavras de opositores, a candidatura de Aline “é imoral, embora legítima”, como acusa o líder da oposição no Legislativo, deputado Alan Sanches (UB).

“É o absurdo dos absurdos. Além de ser uma imoralidade porque utiliza o poder que ele [Rui Costa] conseguiu como ex-governador, como ex-secretário de Relações Institucionais e, agora, como ministro da Casa Civil, tirando do bolso do paletó o nome da esposa, indicando para um cargo vitalício, até os 75 anos de idade, com remuneração de R$ 41 mil reais (…). Não há impedimento legal, mas é imoral”, afirmou Sanches.

A crítica também ocorre a partir de figuras do próprio PT baiano. Na madrugada da sexta-feira, 17, sobre o trio do bloco Os Mascarados, durante a festa de Carnaval, o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado, disse à imprensa local que é contra a indicação do nome de Aline Peixoto porque, em seu entendimento, “deveria recair sobre alguém da Casa”, referindo-se ao Legislativo baiano.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Como diria o grande Ataulfo Alves, a desfaçatez dessa gentalha é uma arte. E fazem essas armações nojentas às claras, certos de que se trata de uma reivindicação legítima para quem não tem as menores condições de exercer o cargo de conselheira. Este é o novo PT. (C.N.)


Em pé de guerra, ruralistas já colocaram até apelido no Ministério da Agricultura


Deputado Pedro Lupion (PP/PR) - Vem Pra Rua

Lupion diz que o Ministério da Agricultura foi esvaziado

Edoardo Ghirotto
Metrópoles

O Ministério da Agricultura ganhou o apelido de Ministério da Exportação entre os ruralistas. Os parlamentares ligados ao agronegócio alegam que não sobrou nada além disso para a pasta gerir. Ao reestruturar a Esplanada dos Ministérios, Lula decidiu transferir o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para o Desenvolvimento Agrário.

O Cadastro Ambiental Rural (CAR) foi parar no Meio Ambiente. Lula também recriou o Ministério da Pesca e o entregou para André de Paula, do PSD de Pernambuco.

A Frente Parlamentar da Agricultura (FPA), presidida pelo deputado Pedro Lupion, do PP do Paraná, apresentou emenda para o Ministério da Agricultura recuperar o organograma que tinha no governo Bolsonaro. Ou seja, estão propondo a extinção do Ministério do Desenvolvimento Agrário

Lupion tem dito que não conseguirá reverter todos os atos de Lula, mas garante ter votos suficientes para aprovar a volta da Conab e do Cadastro Ambiental Rural para a pasta da Agricultura.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Lula tem sido muito inábil nas questões da Agricultura. Também pegou mal a nomeação do ex-deputado gaúcho Edegar Pretto, que perdeu a eleição para o governo estadual. Lula o nomeou na marra para a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), apesar de o indicado não cumprir o requisito de ter curso de pós-graduação em área de relação das atividades da Conab. É o que está previsto no Estatuto Social da companhia. Lula passou por cima do Estatuto, e ficou tudo por isso mesmo, como se dizia antigamente. (C.N.)

terça-feira, fevereiro 21, 2023

"Vamos continuar como base de Lula", aponta Janones sobre federação do Avante com PP e União Brasil

 

Por Antônia Fernanda / Gabriel Lopes

Imagem sobre "Vamos continuar como base de Lula", aponta Janones sobre federação do Avante com PP e União Brasil
Deputado André Janones | Foto: Fhelipe dos Anjos / Fred Pontes / Bahia Notícias

Curtindo o Carnaval de Salvador nesta terça-feira (21), o deputado federal André Janones (Avante) conversou com a imprensa no Camarote Expresso 2222. Sem espaço no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o parlamentar sinalizou que vai contribuir de forma informal com o governo e destacou a importância de o chefe do Executivo ter uma base forte no Congresso.

 

"Nosso objetivo sempre foi estar lá na Câmara dos Deputados, os principais embates vão se dar ali, mas a gente está disposto a contribuir com o Governo informalmente sem deixar o nosso papel no parlamento, uma vez que é ali que vão se dar os debates mais acalorados, então vai ser importante o presidente ter uma base da apoio forte, antenada, com essa nova forma de comunicação", disse.

 

Ainda no âmbito político-partidário, Janones foi questionado pelo Bahia Notícias sobre a possível federação entre seu partido, o Avante, com o PP e União Brasil. Com o avanço das movimentações a nível nacional, o deputado se mostrou favorável ao desenho mas garante: independente da federação, o partido vai continuar sendo base do presidente Lula.

 

"Olha, eu acho que independente de o partido federar ou não, nós vamos continuar sendo base do presidente Lula, lutando na Câmara dos Deputados pra que ele possa aprovar as medidas necessárias pro nosso país. A federação só vem buscar fortalecer o partido, dar mais espaço, mais tempo pra que a gente possa falar. Então, sim, vejo com bons olhos e espero que se concretize", comentou.

 

Crítico ferrenho de Jair Bolsonaro (PL), Janones também comentou a longa estadia do ex-presidente nos Estados Unidos. "Eu espero que ele fique por lá [nos Estados Unidos] e que só volte quando tiver que cumprir a sua pena, acertar as contas com a Justiça, é isso que o Brasil espera e cabe a nós agora a gente trabalhar o máximo possível pra que a gente nunca mais viva períodos tão sombrios como o que a gente viu nos últimos quatro anos", disse.

Bahia Notícias

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