quinta-feira, dezembro 09, 2021

Guiana e Irlanda, os países mais beneficiados na crise da pandemia; Venezuela sofre o maior golpe




Entre as grandes economias, China, Turquia e Egito liderarão o crescimento acumulado no período 2020-2022 com índices acima de 10%, segundo o FMI. Brasil terá uma alta de 2,5%

Por Rodrigo Silva e Ignacio Fariza

Madri - “Recuperação desigual.” Os relatórios econômicos vêm há meses repetindo estas duas palavras ao se referir ao repique econômico pós-pandemia. Com as cifras em mãos, o temor se mostra justificado: 51 dos 192 países incluídos nas perspectivas econômicas do Fundo Monetário Internacional (FMI) não conseguirão voltar até o final do ano que vem ao PIB que tinham antes da crise. E alguns deles, como a Venezuela —tomada pela paralisia econômica desde muito antes da erupção do vírus— e Mianmar —lastreado pela crise política e o golpe de Estado de janeiro passado—, além de duas pequenas jurisdições da Ásia (Macau) e Oceania (Palau), ficarão muito longe da atividade econômica prévia ao surgimento da covid-19.

No lado oposto, a Guiana, que já apresentava uma trajetória de crescimento muito positiva desde antes da pandemia, graças a uma expansão petroleira que não chegou ao fim, e a Irlanda, onde a saída da crise está sendo fulgurante (apesar de o enorme peso dos setores tecnológico, farmacêutico e financeiro distorcer os dados reais de bem-estar), são os dois países que apresentarão maior expansão do PIB no final de 2022. O país sul-americano encerrará o ano que vem quase triplicado o nível de partida, e o tigre celta terá acumulado um crescimento de 24%, enquanto o resto da zona do euro sofria as penúrias da recessão.

Entre as economias de maior tamanho, o desempenho será igualmente heterogêneo entre 2020 e 2022. Depois de dois exercícios de forte recuperação (este e o próximo), três países —Argentina, Equador e Tailândia— fecharão o ano que vem ainda sem terem conseguido retornar à atividade econômica pré-pandemia.

A essa lista, entretanto, é preciso somar também a Espanha, se forem tomadas como referência as previsões da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) e da Comissão Europeia, que acabam de adiar a recuperação plena até 2023. Contudo, com as últimas cifras do FMI na mão —publicadas em outubro, e tomadas em consideração para a elaboração desta informação por serem as únicas que permitem comparar todos os países do mundo—, a Espanha recuperaria por pouco o PIB pré-pandemia já no final de 2022.

Por outro lado, quatro nações do bloco emergente —China, Turquia (apesar da enorme incerteza reinante em torno de sua política econômica e o desabamento de sua moeda), Egito e Índia— serão os que mais conseguirão avançar entre 2019 e 2022: 17%, 15%, 13% e 10%, respectivamente. O último caso, o da Índia, é especialmente paradigmático por se tratar de um dos países que mais sofreram os rigores da crise sanitária e econômica em um 2020 amargo. Já o Brasil terá uma recuperação de 2,5%.
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5 países conseguem reduzir a dívida pública na pandemia

São as exceções à regra geral que parece inscrita em pedra desde o começo da crise sanitária: 25 países terminarão 2022 com menos dívida da que tinham quando o vírus enterrou qualquer expectativa prévia. São, em sua maioria, países da Ásia e África, eminentemente pobres e cuja capacidade de endividamento para reviver a economia foi mínima. Mas também há alguns nomes curiosos, como o do Qatar, uma economia sustentada quase integralmente pelos dividendos do gás e petróleo, e que está podendo aproveitar o recente aumento de preços dos combustíveis fósseis para reduzir seu endividamento.

No lado contrário, os maiores aumentos de dívida se darão em pequenos países asiáticos e americanos muito golpeados pela seca total de turistas do início da pandemia, e que por isso tiveram que recorrer ao mercado de crédito quase como último recurso. Entre os grandes países, os maiores aumentos da dívida ocorrem nos Estados Unidos e Espanha, que serão os que mais passivos somarão (25 pontos percentuais do PIB) à sua já naturalmente elevada montanha de dívida.

Mas seus motivos são diferentes. O gigante norte-americano toma crédito para bancar seus ambiciosos planos de estímulo fiscal, que lhe permitirão não só recuperar o nível do PIB pré-crise como também melhorar o caminho de crescimento que exibia antes da pandemia. A Espanha porque será o país rico que mais demorará para se recuperar do golpe da covid-19. E o endividamento sobre o PIB, não se deve esquecer, é uma razão em que tanto faz aumentar o numerador —a dívida acumulada— como cair o denominador —a atividade econômica.

El País

Os 10% mais ricos com 76% do patrimônio do planeta, o retrato da desigualdade na pandemia




Homem revira lixo em Tegucigalpa, em novembro de 2021.

Relatório mostra que disparidade entre ricos e pobres continuou crescendo entre 2019 e 2021, a era da covid-19. Brasil é mais desigual que EUA e China, e parcela mais rica ganha quase 30 vezes mais do que a base de 50% mais pobre

Por Lluís Pellicer e Daniele Grasso

Madri - Um mundo mais desigual é o legado imediato da pandemia. A disparidade entre ricos e pobres continuou crescendo entre 2019 e 2021, quando a covid-19 impôs um abrupto parêntese na etapa de crescimento que a economia global vinha vivendo. No topo da pirâmide, um reduzido e seleto clube de multimilionários —0,001% da população— viu suas fortunas crescerem 14%. Em uma amplíssima base, 100 milhões de pessoas a mais caíram na pobreza extrema. Segundo um macroestudo elaborado pelo World Inequality Lab, ao qual o EL PAÍS teve acesso, nos últimos dois anos ocorreu uma aceleração do processo de concentração das rendas e da riqueza que começou na década de oitenta. “Observamos um mundo ainda mais polarizado: a covid-19 amplificou o fenômeno da ascensão dos multimilionários e deixou mais pobreza”, afirma Lucas Chancel, que liderou o estudo.

Esse prestigioso think tank francês, codirigido por Lucas Chancel, Thomas Piketty, Emmanuel Saez e Gabriel Zucman, expõe com clareza, mais uma vez, o processo de desigualdade de rendas e riqueza, que se agravou como resultado da onda de políticas desreguladoras e privatizadoras dos anos oitenta. Esse foi o começo. Nas duas últimas décadas, a distância entre a renda (incluindo trabalho e capital) dos 10% mais ricos da população e dos 50% mais pobres se duplicou. E a concentração da riqueza chegou a uma cota “extrema”, porque os 10% mais poderosos já possuem três quartos de todo o patrimônio mundial. O coronavírus não truncou essa tendência. Pelo contrário: acelerou o processo até chegar a uma espécie de nova belle époque para as elites de todo o mundo, porque a desigualdade entre os de cima e os de baixo nunca tinha sido tão grande desde o começo do século XX. “Não se observa que o processo iniciado no começo dos anos oitenta tenha mudado até agora. Essa tendência se mantém, e o que cabe esperar é que tenha se acentuado, especialmente em 2020″, afirma Luis Bauluz, pesquisador do World Inequality Lab (”laboratório da desigualdade mundial”, em inglês).

A globalização se apresentou como uma oportunidade para reduzir as desigualdades entre os países. E assim foi: ascenderam novas potências, como a China, a Índia e o Brasil. Mas as desigualdades dentro das nações continuaram se ampliando: o topo da pirâmide de todos os países segue nadando em abundância. “No capitalismo moderno, o grupo de renda de um indivíduo (se pertence aos 50% de baixo ou ao 1% de cima) importa mais que sua nacionalidade para determinar os níveis de desigualdade global”, aponta o relatório. Os 517 milhões de cidadãos que estão entre os 10% mais ricos captam 52% dos 550 trilhões de reais repartidos em renda e 76% do enorme bolo de 3,27 quatrilhões de reais que constitui o patrimônio mundial. Metade da população, por sua vez, continua lidando com a escassez. E boa parte dela, com a pobreza. Somada, a metade mais pobre dos habitantes adultos do planeta (2,5 bilhões) consegue reunir apenas 8% da renda e 2% da riqueza. O relatório constata, além disso, uma regra: quanto mais rico é um cidadão, mais sua riqueza cresce. Desde os anos noventa, o 0,01% mais rico viu seu patrimônio crescer 5% a cada ano; o 0,001%, 5,9%; e o 0,00001% mais rico (menos de 1.000 indivíduos no mundo), 8,1%. “Uma coisa é certa: se as taxas de desigualdade das últimas décadas continuarem no futuro, a desigualdade global continuará subindo até alcançar níveis enormes”, acrescenta o estudo.

Segundo o relatório, o Brasil é um dos países mais desiguais do mundo: os 10% mais ricos concentram 59% da renda nacional total, enquanto a metade inferior da população leva apenas cerca de 10%. O fosso é maior do que nos EUA, onde o ‘top 10%’ capta 45% da renda nacional total, e na China, onde essa parcela leva 42% da renda. No Brasil, a renda média nacional do adulto é de 43.680 reais. Enquanto a base de 50% ganha 8.800 reais por ano, os 10% mais ricos ganham quase 30 vezes mais (255.760 reais).

Redução da pobreza nos EUA e Europa

Essa tônica se repete em todas as regiões do mundo, embora algumas tenham tido maiores aumentos das desigualdades desde a década de oitenta (Estados Unidos, Rússia e Índia) que outras (Europa e China). Ainda é cedo para ver todas as cicatrizes deixadas pela pandemia, mas algumas já são patentes. O Banco Mundial estima que os sucessivos surtos de covid-19 tenham engrossado em 100 milhões a cifra de cidadãos que se encontram na pobreza extrema, totalizando 711 milhões, em especial na África e Ásia. E enquanto isso acontecia, um punhado de multimilionários, 0,001% da população, ampliou sua riqueza em 14%. Alguns estudos na França já mostram que os indivíduos com mais renda e patrimônio aproveitaram as restrições da pandemia para economizar ou reduzir suas dívidas, enquanto os mais pobres se viam obrigados a pedir empréstimos para enfrentar o temporal.

Entretanto, nem tudo são más notícias. A pandemia obrigou inúmeros países a estenderem redes de proteção aos seus cidadãos. Nos Estados Unidos, a eclosão da covid-19 atingiu desproporcionalmente os cidadãos mais vulneráveis. As taxas de emprego caíram 37%. “E, entretanto, vimos que não se produziu um aumento da pobreza. Pelo contrário: houve uma queda”, destaca Chancel. A atuação da Administração, fazendo gastos diretos e transferências sociais, não só protegeu esses cidadãos como também permitiu reduzir em 45% as taxas de pobreza no último ano em comparação a 2018. Ao todo, 20 milhões de pessoas escaparam dessa situação de vulnerabilidade. “O que significa isso? Que as políticas sociais são efetivas, que podemos reduzir a extrema pobreza nos países ricos. E isto enfatiza uma mensagem crucial: a desigualdade e sua redução não são uma questão de limitações econômicas, e sim uma escolha política sobre o tipo de sociedade onde queremos viver”, acrescenta o economista. Essas ajudas, porém, não são suficientes para reduzir as desigualdades, por causa da elevada taxa de crescimento da renda e patrimônio dos mais ricos.

Por outro lado, a pandemia acelerou outro processo que já vinha ocorrendo desde a crise financeira de 2008: a perda de patrimônio do setor público para o privado. Os Estados já vinham perdendo patrimônio nos últimos 50 anos, de modo que em países como os EUA e o Reino Unido toda a riqueza foi privatizada. “Os governos hoje são muito mais pobres do que há 40 anos. É uma tendência secular que observamos: o setor público se empobrece, e o privado se enriquece”, ressalta Chancel. A pandemia intensificou esse processo, porque os governos protegeram seus cidadãos elevando seus déficits públicos e endividando-se em grande escala, até chegar a níveis recordes. E esse aumentou da dívida corroeu ainda mais o setor público.

Esse fenômeno leva à seguinte pergunta: quem pagará essa dívida? A futura recomposição das finanças públicas começa a alimentar o debate sobre possíveis saídas: desde reestruturações até ajustes orçamentários e o efeito da inflação. Em suma: se os planos de austeridade serão retomados, como se fez há uma década, causando um aprofundamento ainda maior das desigualdades. “Está tudo aberto. Não sabemos se haverá mais impostos sobre o consumo, se os serviços públicos serão reduzidos, o que afetará os grupos de baixa renda… Seria lógico que se pedisse mais aos mais ricos em lugar de exigir às novas gerações, que são as que sofreram mais nesta crise”, conclui Chancel.

El País

O Cafezinho

 

O Cafezinho


Adotar…apenas outra maneira de soletrar amar.Venha p/ o Acalanto SE

  em 9 dez, 2021 4:04

Blog Cláudio Nunes: a serviço da verdade e da justiça

                “O jornalismo é o exercício diário da inteligência e a prática cotidiana do caráter.” Cláudio Abramo.

Link para se associar ao Acalanto: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSePMQgsKV3NFoGzD4QEijZg56ydwsSg-lqT0CHCXPhMSctAjA/viewform


Hoje o blog abre espaço para o Grupo de Apoio à Adoção Acalanto Sergipe que existe há seis anos com a colaboração e o trabalho voluntário de dezenas de abnegados no intuito de ajudar crianças e adolescentes. Como bem divulgam as campanhas em todo país “adotar uma criança ou um jovem é um ato de amor. É fornecer um lar, uma família e uma oportunidade a uma potência que, pelos mais diferentes motivos, teve tudo isso negado e passou a viver a dura vida em instituições de acolhimento.”

Em Sergipe, o Grupo de Apoio à Adoção Acalanto Sergipe foi um sonho que se tornou real por meio: Célia, Ana Paula e Marta. De lá para cá, mesmo com todas dificuldades enfrentadas, principalmente nos últimos dois anos por conta da pandemia o Grupo não parou e sempre realiza ações para ajudar mais crianças e adolescentes. Agora necessita aumentar o número de associados que contribuem mensalmente para que as ações sejam consolidadas e ampliadas.

Como o grupo informa nas suas redes sociais “a organização do terceiro setor é desafiador mas, ao mesmo tempo, é tão gratificante presenciarmos a formação ou o aumento das famílias. Poder perceber a felicidade das nossas crianças e adolescentes e com isso garantir o direito à convivência familiar e comunitária, seja pelo retorno dos mesmos à família de origem, quando possível, ou pela Adoção. Temos muitos desafios a vencer, mas as conquistas nos fortalecem para ultrapassarmos os obstáculos.” Um dos parceiros importantes em várias ações é o Poder Judiciário de Sergipe.

O Grupo de Apoio à Adoção Acalanto Sergipe é uma associação sem fins econômicos, filiado à ANGAAD (Associação Nacional dos Grupos de Apoio à Adoção), com sede na cidade de Aracaju, cujo objetivo é trabalhar para que o direito à convivência familiar e comunitária seja garantido a todas as crianças e adolescentes. A fim de atender esse objetivo, pode promover atividades relacionadas à prevenção ao abandono, ao atendimento dos já abandonados, ao incentivo à cultura da adoção e ao acompanhamento de famílias adotivas e biológicas, provendo assim orientação e apoio sociofamiliar.

O Projeto é composto por pais ou filhos por adoção, profissionais ligados à área, ou quaisquer pessoas que se dispõem, voluntariamente, a trabalhar em prol de seus objetivos, tornando-se um associado. Em nome da atual presidente do Acalanto Sergipe, Célia Machado Vieira e o marido dela, o médico Nivaldo Vieira – quem tem a oportunidade de conhecer e conversar apenas uma vez com Nivaldo tem a certeza que algumas pessoas estão neste plano espiritual para confortar e mostrar que tudo vale à pena – o blog parabeniza toda a diretoria, associados e abnegados do Acalanto Sergipe.

Aqui toda história, depoimentos de pais por adoções, toda legislação sobre adoção, cursos e como fazer uma doação e como se associar: https://www.acalantosergipe.org.br/ ou https://www.instagram.com/acalantosergipe/

Você sabia que mais de 200 crianças e adolescentes em nosso Estado moram em instituições de acolhimento, sem ter uma família para lhes das carinho e amor? Você pode ajudar a levar um pouco de acalanto ao coração delas, contribuindo com as ações do Projeto Acalanto Sergipe, ONG que atua há 6 anos, lutando para que elas tenham uma família! Seja associado! Seu coração ficará mais alegre porque você estará ajudando a abrir mais portas de lares para crianças e adolescentes. Pense nisso!


Justa homenagem a Reinaldo Moura que completaria 78 anos no sábado, 11 A Prefeitura de Aracaju vai entregar o novo eixo viário do bairro 17 de Março amanhã, 10. A nova avenida presta homenagem ao radialista e deputado estadual Reinaldo Moura que no sábado, 11, completará um mês de falecimento e seria também o aniversário dele de 78 anos. A via conta com ciclovia, calçada e iluminação de LED e vai ligar importantes avenidas na área sul de Aracaju.

Reconhecimento “Uma homenagem que muito me emociona por ser feita em uma obra tão importante para a comunidade que transita pela região do bairro Santa Maria. Em nome de toda a família e da memória do meu pai, Reinaldo Moura, agradeço este reconhecimento do prefeito da nossa capital, da Câmara dos Vereadores e de toda a população que validou esta homenagem”, destacou o ex-deputado federal André Moura nas redes sociais.

 

Bancos grosseiros para a turma da terceira idade no calçadão da João Pessoa Há muitos anos tem uma turma que se reúne à tarde do calçadão da João Pessoa para bater papo. Muitos já se foram, mas ainda tem uma turma boa da terceira idade com alguns mais novos que moram nas redondezas e se encontram para conversar sobre Sergipe. Pois bem, o prefeito Edvaldo Nogueira que não economizou nos pontos de ônibus horríveis da Avenida Hermes Fontes mandou colocar bancos grosseiros no local que também é ponto turístico da cidade. E ainda tem obsessão de ser governador… Só se for em outra freguesia…

Prefeitura de Aracaju relaxa no combate a pandemia: mercados municipais sem fiscalização Na última terça-feira o titular deste espaço esteve no mercado vereador Milton Santos, o principal da Zona Sul e constatou que muitos feirantes estão usando a máscara no queixo, clientes sem máscaras e até os dispensers de álcool do local estavam vazios. Os fiscais da Emsurb e os guardas municipais não fiscalizam. Ficam sentados ou então, quando circulam, é para pegar um cafezinho ou algo semelhante. O blog foi informado que nos mercados centrais está tudo largado também.


Itabaiana: vereadores ajuízam ação popular contra a Deso Os 14 vereadores da Câmara Municipal de Itabaiana entraram com uma ação popular, junto ao poder judiciário, contra a Companhia de Saneamento de Sergipe (Deso). O documento foi enviado à 1ª vara cível da Comarca de Itabaiana no último dia 03 de dezembro e tem o intuito de cobrar esclarecimentos sobre a cobrança da tarifa de esgoto. A tarifa vem sendo cobrada de maneira irrestrita à população itabaianense, em justificativa do tratamento de esgoto no município. No entanto, o valor cobrado corresponde a 80% da conta de água e, de acordo com a ação, não há uma planilha de custos com as informações sobre a tarifa.

Irregularidades De acordo com Marcos Oliveira, presidente da Câmara, a intenção é provocar a Deso para que a instituição se justifique e entre em um possível consenso. “A tarifa de esgoto vem sendo cobrada de maneira irrestrita a todas as pessoas, sejam elas baixa-renda ou não. A população vem passando por dificuldades e nós constatamos tais irregularidades. Acredito que nos próximos dias uma audiência deverá ser realizada”, disse o presidente.

INFONET

Chuvas causam estragos e deixam mortos no interior da Bahia

Chuvas causam estragos e deixam mortos no interior da Bahia
Foto: Reprodução / Arquivo pessoal

Resultado das fortes chuvas que tem atingindo a região sul da Bahia, um barranco deslizou na cidade de Itamaraju, no Extremo Sul baiano. Três pessoas da mesma família morreram soterradas e ao menos seis casas desabaram, nesta quarta-feira (8). As vítimas estavam dentro de um dos imóveis. Também enfrentando fortes chuvas, a cidade de Porto Seguro, na Costa do Descobrimento, registrou diversos pontos de alagamento. 

 

Conforme divulgou o Portal G1, o barranco deslizou por volta das três horas da manhã. Duas das seis casas atingidas pelo barranco eram de pessoas da mesma família. As vítimas foram identificadas como Ediel, de 26 anos, Ana Cecília, de 4, e Cícero, de 9. As crianças são irmãs e o rapaz é tio delas. 

 

De acordo com as informações da prefeitura municipal, a mãe de Ediel, os pais e o irmão mais velho das crianças foram socorridos por moradores e resgatados com vida. Os corpos das vítimas foram levados para o Instituto Médico Legal (IML), onde será feita a necropsia.

 

COSTA DO DESCOBRIMENTO

Também enfrentando fortes chuvas e com registros de pontos de alagamento, o município de Porto Seguro, na Costa do Descobrimento, decretou situação de emergência. “São visíveis os estragos que já identificamos na nossa cidade e desde as primeiras horas, já mobilizei todas as secretarias municipais para atuarem em conjunto com a Defesa Civil para mitigar os efeitos das chuvas. Não vamos cruzar os braços um só minuto. Vamos enfrentar e buscar resolver todos os problemas”, comentou o prefeito Jânio Natal.

 

De acordo com o boletim divulgado pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Porto Seguro e toda região estão em alerta vermelho para chuvas. A previsão é de mais de 60 milímetros de chuvas e ventos de até 100 km/h.

Bahia Notícias

Mais uma para a lista: Tebet aumenta para 9 o número de pré-candidatos oficiais à Presidência

por Felipe Dourado, de Brasília

Mais uma para a lista: Tebet aumenta para 9 o número de pré-candidatos oficiais à Presidência
Foto: Gastão Guedes | Wikimedia Commons

Após o anúncio da tarde desta quarta-feira (08) de que o nome do MDB para concorrer à Presidência da República nas eleições de 2022 será o da atual senadora Simone Tebet, o quadro de pré-candidatos ao pleito agora está com nove nomes confirmados.

 

Tebet se junta ao atual presidente Jair Bolsonaro (PL), ao ex-chefe do executivo entre 2003 e 2010 Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ao governador e ex-prefeito de São Paulo João Dória (PSDB), ao presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSD), ao ex-ministro da Justiça e Cidadania Sergio Moro (Podemos), ao deputado federal Andre Janones (Avante), além dos "debutantes" Felipe D'Ávila (Novo) e Leonardo Péricles (UP). Dos concorrentes em 2018, soma-se o já oficializado Cabo Daciolo (Brasil35).

 

Em 2017, um ano antes da eleição de Bolsonaro, o número de pré-candidatos oficializados era de 18, e 14 seguiram para a "disputa" do eleitorado Brasileiro. Apesar do número expressivo de concorrentes ao cargo do Executivo, a corrida foi liderada do início ao fim pelos representantes do PT e do PSL (à época partido de Bolsonaro), numa eleição marcada pela polarização e por acusações de compras de produção e disparo de notícias falsas, principalmente na internet, durante o período de campanha.

 

Além do cargo presidencial, estarão no pleito federal todas as cadeiras da Câmara, além de um terço das cadeiras do Senado. Também estarão em disputa em âmbito estadual o cargo de Governador e a ocupação das Assembleias Legislativas em 26 estados, além da Câmara Legislativa, para o Distrito Federal

Bahia Notícias

PM é baleado na porta de casa no Alto do Cabrito, em Salvador

PM é baleado na porta de casa no Alto do Cabrito, em Salvador
Foto: Divulgação / PM-BA

Um policial militar foi baleado na porta de casa no bairro do Alto do Cabrito, em Salvador, na noite de quarta-feira (8). Conforme o G1, a PM informou que o agente de segurança, que é lotado na 23ª CIPM, estava de folga, quando foi abordado pelo criminoso, em um carro, que anunciou o assalto.

 

O policial reagiu atirando no suspeito, que revidou. O PM foi atingido no ombro esquerdo e socorrido para o Hospital do Subúrbio. Informações iniciais são de que ele não corre risco de morte.

 

Uma guarnição da Polícia Militar foi acionada e perseguiu o carro onde o suspeito estava até a localidade conhecida como Prainha do Lobato. Houve troca de tiros, o suspeito foi baleado e levado para o Hospital do Subúrbio. Não há informações sobre o seu estado de saúde.

 

O homem que dirigia o veículo alegou que era motorista por aplicativo, que foi rendido pelo crimonoso e ameaçado para que fosse obrigado a dirigir. O motorista foi levado para delegacia para registrar boletim de ocorrência. O policiamento foi reforçado na região.

Bahia Notícias

Confira o desespero e a irresignação de Helio Fernandes em carta ao advogado Bermudes

Publicado em 9 de dezembro de 2021 por Tribuna da Internet

Tribuna' e Hélio Fernandes | Acervo

Helio Fernandes, em março de 1981, após o atentado a bomba

Carlos Newton

Conforme havíamos informado nesta quarta-feira, dia 8, aqui na Tribuna da Internet, recebemos autorização da família de Helio Fernandes para publicar uma das cartas que o grande jornalista enviou a seu advogado Sérgio Bermudes. O texto é de  fevereiro de 2009, quando a abertura da ação indenizatória da Tribuna da Imprensa contra a União e o general Ernesto Geisel já completava 30 anos.

O jornalista mais perseguido da História do Brasil foi preso ou detido para interrogatório 37 vezes, sofreu confinamento em três locais (Fernando de Noronha, Campo Grande e Pirassununga) e seu jornal ficou sob censura prévia por 10 anos, de 1968, quando houve o AI-5, até 1978. Depois, em março de 1981, o jornal sofreu um atentado a bomba que destruiu inteiramente suas oficinas.   

Nesta carta, Helio Fernandes demonstra sua irresignação e seu desespero pela atitude omissa com que o advogado Sérgio Bermudes conduzia o processo de uma indenização que o jornalista jamais viria a receber.

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LEIA A CARTA DE HELIO FERNANDES

“Meu caríssimo Sergio Bermudes”

“ Com o “sangue, suor e lágrimas” do frasista e estadista Winston Churchill, me dirijo a você. Sem recriminação, sem ressentimentos, sem mágoas, sem queixas e sem apelar para qualquer outra palavra que represente hostilidade, divergência ou contestação, faço um apelo a quem já foi e continua sendo grande amizade, dentro ou fora de tribunais.

Depois de 60 anos da Tribuna da Imprensa e 75 anos de atividade jornalística ininterrupta, Sergio, me vejo na situação desesperadora de não saber o que acontecerá ao jornalista, pessoalmente e a Tribuna, empresarialmente.

Jamais passou pela minha cabeça a idéia de que não somos mais amigos, que nosso cordial, amigável e indestrutível relacionamento tenha acabado. Se não acabou (como consideremos que não acabou) deixemos que esse PROCESSO – AÇÃO – SALVAÇÃO, tenha prosseguimento, e possa contribuir para volta do jornal, como escrevi na primeira página, no dia 1º. de Dezembro. Nesse dia usei como palavra-chave, SUSPENSÃO MOMENTÂNEA do jornal.

Nesse quadro de incerteza, considerando a absurda morosidade da justiça para resolver nossa ação, não gostaria, em hipótese alguma, que o meio jurídico atribuísse, equivocadamente, parte da responsabilidade pela atrasada entrega jurisdicional aos brilhantes profissionais que me ampararam desde o distante 1979. Longe disso e até para que isso não ocorra, gostaria de desobrigá-lo de continuar me assistindo, mesmo porque seu conceituado e inigualável escritório patrocina dezenas, senão centenas de ações mais importantes e com retorno financeiro certo e o que não vislumbro no nosso pleito.

No caso de sua desistência de continuar no presente feito, gostaria de saber qual seria o total da dívida que a “TRIBUNA” deveria saldar junto ao seu escritório, quando do recebimento de futura indenização, seja por meio do judiciário ou por meio de acordo amigável entre as partes (“Tribuna e União Federal”).

Os documentos que comprovam a lesão moral e financeira sofrida pela “Tribuna” estão apodrecendo em sala do jornal e daqui a pouco não haverá prova para reclamarmos o pagamento de indenização ilíquida e aí o prejuízo será incomensurável.

Não sou eterno e preciso da sua compreensão e manifestação, no menor prazo. Chegou a hora do tudo ou nada. Não há espaço para protelações. Os meus credores estão ansiosos e a situação vivida pela “Tribuna” me deixa profundamente vulnerável, como jornalista independente e crítico e como empresário endividado, por conta da perseguição sofrida e também pelo moroso e burocrático trâmite judicial, que, qual um remédio aplicado fora de hora, acaba apresentando resultado inócuo.

Em nome da nossa amizade e recíproca admiração, dê-me a satisfação de sua pronta resposta.

Carinhosamente,

Hélio Fernandes”.

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P.S. – A carta-desabafo de Helio Fernandes não obteve resposta de Sérgio Bermudes, que não substabeleceu a procuração, continuou inerte à frente do processo e, ao final, agora em 2021, embolsou R$ 3,9 milhões pelo trabalho que não fez, e não ofereceu um só centavo aos herdeiros de Helio Fernandes, não lhes deu um telefonema, nenhuma explicação sobre o restante da indenização ter ficado retido para pagamento de impostos e dívidas do jornal. O pior é que Bermudes é um homem riquíssimo e nem precisa desse dinheiro, que tanta falta faz à família do maior jornalista brasileiro. É um assunto revoltante para quem conheceu Helio Fernandes e conhece Sérgio Bermudes. (C.N.)

A omissão da Câmara de Vereadores de Jeremoabo plantou vento e está colhendo tempestade










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"Recebi um relato de um funcionário da prefeitura de Jeremoabo que pediu anonimato com receio de perseguição; relato esse que mudou toda visão do escândalo e baixaria que vem acontecendo nas sessões da Câmara de Vereadores de Jeremoabo, o  qual reproduzirei na íntegra.

"É de conhecimento generalizado que o governo "faz de conta" composto por Deri do Paloma e Fábio da Farmácia, é uma gestão improba sustentada na impunidade, na leniência da Justiça e na incompetência e omissão da Câmara de vereadores.

O vereador Eriks de Joao Ferreira juntamente com seu saudoso  pai o finado João Ferreira, onde covardemente não respeitam a sua memória, estão servindo de " bois de piranha" para desviar atenção das supostas improbidades  praticados pelo atual prefeito em conluio com o vereador Zé de Zezito, denunciado desde o início do ano pelo vereador Neguinho de Lié e complementado recentemente pelo vereador Eriks de Joao Ferreira.

Há fortes evidências que o vereador Zé de Zezito orientado por alguém, já que não dispõe de tirocínio  para tal mister, atingiu de forma desumana os sentimentos de um filho que defende rigorosamente com unhas e dentes o legado deixado pelo  seu pai, cuja reação chegou de imediato, onde não foram as vias de fato devido a interferência de seus pares.

Com isso aproveitando da omissão e ineficiência da Mesa Diretora coadjuvada pela indiferença dos vereadores da situação, quase que consegue desviar atenção de rádios, de internet, sites e Blog, das graves denúncias por supostos crimes de improbidade, peculato, crime de responsabilidade declinado no áudio acima, que o presidente da Câmara juntamente com os demais vereadores estão não obrigação de encaminhar o caso ao Ministério Público sob pena de também serem responsabilizados por acobertarem ilicitudes contra o erário público".

Tomo a liberdade de relacionar algumas das denuncias dos Vereadores Neguinho de Lié e Eriks Varjão:

Licença Maternidade `- Segundo denúncias, a cunhada do Vereador Zé de Zezito está há mais de ano em licença maternidade, quando  dependendo do tipo de ocupação, a licença pode ter no máximo 06 seis meses.   Quem paga a licença-maternidade é o INSS. Para profissionais com carteira assinada, no entanto, o pagamento é feito pela própria empresa empregadora, que depois recebe o repasse do valor do INSS. 

Isso é uma denúncia grave já que envolve recursos do INSS, caso para o Ministério Público Federal.

Carro locado de esposa do Vereador - Além de ser imoral é ilegal.

Tomar emprego de pai de família para empregar parentes, também ilegal e imoral.

O vereador Eriks ameaçou  levar outras irregularidades mais graves ao conhecimento da Polícia Federal.

Nota da Redação desde blog - O Presidente da Câmara diante de graves denúncias e dos escândalos de conhecimento geral, está num " beco sem saída", isso porque se jogar para debaixo do tapete o caso, poderá ser responsabilizado.

  " o agente não tem simplesmente a obrigação de agir, mas sim a obrigação de agir para evitar um resultado. Nos crimes omissivos impróprios o agente tem a obrigação legal de evitar o resultado e por isso responde pelo mesmo, portanto é possível a tentativa. Chama-se o agente obrigado legalmente a evitar o resultado de garantidor ou garante".



quarta-feira, dezembro 08, 2021

Alemanha dá exemplo ao impedir que as coalizões não degenerem em acordos escusos

Publicado em 8 de dezembro de 2021 por Tribuna da Internet

Chanceler da Alemanha, Angela Merkel, ao lado do ministro das Finanças, Olaf Scholz, em Berlim 10/06/2020 REUTERS/Fabrizio Bensch

Olaf Scholz, ex-ministro das Finanças, sucede Angela Merkel

Marcus André Melo
Folha

Duas manchetes —uma internacional, outra doméstica— dão o mote para uma coluna sobre a formação de governos em contextos multipartidários. A primeira: “Alemanha finalmente escolhe o sucessor de Merkel”. Pela primeira vez o país terá uma “coalizão semáforo” com três partidos: SPD, Verdes e Liberais (FDP). A segunda: “Minha reeleição na Câmara não depende da reeleição de Bolsonaro, diz Lira”.

Sob o parlamentarismo, a formação de governos tipicamente envolve acordos formais programáticos como também a divisão de pastas ministeriais. Nos casos em que não se formam maiorias, o governo continuará minoritário, mas alguns partidos fora da coalizão assinam acordo de não obstrução, garantindo a investidura.

EXEMPLO ALEMÃO – Na Alemanha, o acordo tem 155 páginas e levou 32 dias para ser forjado; deverá ser ratificado em convenções pelo SPD e FDP e pelos afiliados dos Verdes. Ele estabelece uma repartição dos 16 ministérios: sete para o SPD, cinco para os Verdes e quatro para o FDP.

Os liberais do FDP jogaram mais uma vez como kingmakers: com 11% das cadeiras, exigiram a pasta mais importante, a das Finanças. A economia foi o pomo da discórdia, como em 2017, quando o FDP se retirou da negociação depois de 171 dias por discordância sobre como conduzi-la.

Sim, é claro que em sistemas presidencialistas, o chefe do Executivo não depende do Legislativo nem para investidura no cargo nem para sobrevivência nele. Mas um divórcio completo só emerge em casos excepcionais. Apenas quando o presidente opta por governar sem uma coalizão formal e sem uma agenda de governo é que o divórcio se instala. Afinal, o Executivo dispõe de um arsenal de instrumentos para formação de maiorias, inclusive a distribuição do portfolio ministerial entre os partidos que lhes dão sustentação parlamentar. Como na Alemanha.

MUITAS DIFERENÇAS – A principal clivagem entre nós é governo versus oposição; não é entre partidos. O presidente sequer tem partido, algo inconcebível nas democracias.

A questão então é por que esses acordos têm degenerado entre nós em arranjos predatórios e não estão ancorados em contratos programáticos?

A explicação é obviamente complexa e há muitas variáveis envolvidas, mas duas são fundamentais: os partidos e as instituições de controle latu senso.

PUNIR E EVITAR – Em democracias como a Alemanha, estas instituições de controle não só punem os desmandos como têm efeito dissuasório sobre a prática de delitos.

Quando são efetivas, elas eliminam o chamado problema de ação coletiva da corrupção: o incentivo à prática de atos ilícitos quando se assume que todos os demais atores do jogo também o farão.

E o pior dos mundos é quando postos destas instituições entram na barganha política.


A ferrenha defesa de um legado - Analisando com mais detalhes



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Agora à noite um leitor de Jeremoabo solicitou que assistisse com mais atenção esse vídeo, que segundo o mesmo, observasse  a armação arquitetada contra o vereador Eriks, para que o mesmo perdesse a esportiva e agredisse a parte. 
Antes de mais nada, com todo respeito que tenho ao Presidente da Câmara Kaká, o mesmo está sem pulso, não está garantindo a integridade tanto dos vereadores quanto de quem participa das reuniões; esquece que a segurança da casa é para garantir  e coibir todos esses desmandos que constantemente tornou-se rotina na Casa do Povo.
Esse povo está esquecendo que  "Lei 11. 340/06, conhecida como Lei Maria da Penha, pode ser aplicada por analogia para proteger os homens. O entendimento inovador é do juiz Mário Roberto Kono de Oliveira, do Juizado Especial Criminal Unificado de Cuiabá. Ele acatou os pedidos do autor da ação, que disse estar sofrendo agressões físicas, psicológicas e financeiras por parte da sua ex-mulher.
A lei foi criada para trazer segurança à mulher vítima de violência doméstica e familiar. No entanto, de acordo com o juiz, o homem não deve se envergonhar em buscar socorro junto ao Poder Judiciário para fazer cessar as agressões da qual vem sendo vítima. “É sim, ato de sensatez, já que não procura o homem se utilizar de atos também violentos como demonstração de força ou de vingança. E compete à Justiça fazer o seu papel e não medir esforços em busca de uma solução de conflitos, em busca de uma paz social”, ressaltou" ( - https://jus.com.br/artigos/74562/lei-maria-da-penha).

Portanto, cabe ao presidente da Câmara manter a ordem e a segurança dos edis, para que use o seu direito de manifestar-se com liberdade, responsabilidade e sem ameaças ou constrangimentos.
O vereador denunciar falcatruas contra o erário público é um dever, é uma obrigação.
 Acham pouco tentar censurar a imprensa, agora tentam também amordaçar os vereadores.

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