quarta-feira, julho 14, 2021

“Disseminar notícias falsas configura crime”, diz Gilmar, mandando recado direto a Bolsonaro

Publicado em 14 de julho de 2021 por Tribuna da Internet

ImagemDeu na Carta Capital

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, defendeu nas redes sociais o colega de Corte Luis Roberto Barroso, alvo de ataques do presidente Jair Bolsonaro nos últimos dias. No sábado 10, Bolsonaro disse, sem apresentar provas, que Barroso defenderia a pedofilia.

“Ministro esse que defende a redução da maioridade para estupro de vulnerável, ou seja, a pedofilia é o que ele defende. Ministro que defende a legalidade das drogas. Com essas bandeiras todas, ele não devia estar no Supremo. Devia estar no Parlamento. Lá é o local de cada um defender a sua bandeira“, afirmou o presidente durante motociata em Porto Alegre (RS).

FOI DESMENTIDO – O próprio STF desmentiu Bolsonaro, ainda no sábado à noite. Em nota, o tribunal esclareceu que, no caso que o presidente usou “para acusar Luís Roberto Barroso de defender a redução de maioridade para estupro de vulnerável – o que para ele beiraria a defesa da pedofilia –, o ministro do Supremo Tribunal Federal fez exatamente o oposto: votou pela continuidade da ação penal contra um jovem de 18 anos que manteve relações com uma menina de 13”.

Pelas redes sociais, Gilmar Mendes reforçou a resposta do STF e mandou um recado a Bolsonaro. “Disseminar notícias falsas é corrosivo para a democracia e configura crime. Não existe juiz da Corte Constitucional brasileira favorável à pedofilia, à tortura ou a qualquer forma de violência. A mentira jamais vai conseguir impedir a defesa da Constituição”, escreveu.


Internado em São Paulo, Bolsonaro terá de fazer mais uma delicada cirurgia no abdômen

Publicado em 14 de julho de 2021 por Tribuna da Internet

Dr. Antônio Macedo levou Bolsonaro para São Paulo

Ingrid Soares e Renato Souza

O presidente Jair Bolsonaro será levado para São Paulo para realizar novos exames para definir se há necessidade de uma cirurgia de emergência. A informação foi divulgada pela Secretaria Especial de Comunicação Social (Secom), por meio de nota, nesta quarta-feira (14/7).

De acordo com o texto, o médico Antônio Luiz Macedo, que operou o presidente quando ele sofreu uma facada em 2018, constatou uma obstrução intestinal e decidiu pela transferência do presidente. O cirurgião veio de São Paulo para avaliar o quadro do chefe do Executivo.

SÉTIMA OPERAÇÃO – Como adiantou o Correio, o quadro clínico do presidente inspira cuidados e chama atenção dos médicos. Ele deu entrada com fortes dores abdominais no Hospital das Forças Armadas, em Brasília, e logo se suspeitou da obstrução. Caso seja realizado procedimento cirúrgico, será o sétimo a que o presidente é submetido após atentado a facada, em setembro de 2018.

“Após exames realizados no HFA em Brasília, o Dr. Macedo, médico responsável pelas cirurgias no abdômen do Presidente da República, decorrentes do atentado a faca ocorrido em 2018, constatou uma obstrução intestinal e resolveu levá-lo para São Paulo onde fará exames complementares para definição da necessidade, ou não, de uma cirurgia de emergência”, informou o governo.

Bolsonaro chegou a ser sedado e o médico Antônio Luiz Macedo, oncologista que operou o presidente após ele ser atingido com uma facada em 2018, se deslocou ao Distrito Federal para compor a equipe de avaliação. Na capital paulista, ele será internado na Rede D’or.

MENSAGENS DE BIOLSONARO – Após notícia de transferência para hospital em São Paulo para uma possível cirurgia para correção de uma obstrução intestinal, o presidente Jair Bolsonaro comentou o caso por meio das redes sociais nesta quarta-feira (14/7).

Apesar de ainda fragilizado após exame de endoscopia, a postagem faz uso político de sua condição. O mandatário lembrou o autor da facada sofrida em 2018, Adélio Bispo e o ligou como filiado ao PSol.

“Mais um desafio, consequência da tentativa de assassinato promovida por antigo filiado ao PSol, braço esquerdo do PT, para impedir a vitória de milhões de brasileiros que queriam mudanças para o Brasil. Um atentado cruel não só contra mim, mas contra a nossa democracia”, alegou.

NOVA OPORTUNIDADE – “Por Deus foi nos dada uma nova oportunidade. Uma oportunidade para enfim colocarmos o Brasil no caminho da prosperidade. E mesmo com todas as adversidades, inclusive uma pandemia que levou muito de nossos irmãos no Brasil e no mundo, continuamos seguindo por este caminho”, continuou.

Por fim, o mandatário agradeceu o apoio de apoiadores. “Agradeço a todos pelo apoio e pelas orações. É isso que nos motiva a seguir em frente e enfrentar tudo que for preciso para tirar o país de vez das garras da corrupção, da inversão de valores, do crime organizado, e para garantir e proteger a liberdade do nosso povo”, disse. 

“Peço a cada um que está lendo essa mensagem que jamais desista das nossas cores, dos nossos valores! Temos riquezas e um povo maravilhoso que nenhum país no mundo tem. Com honestidade, com honra e com Deus no coração é possível mudar a realidade do nosso Brasil. Assim seguirei! Que Deus nos abençoe e continue iluminando a nossa nação”, concluiu.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – O mais inacreditável é que o Planalto e os filhos dele aproveitem a doença para tirar proveito político. É evidente que essas mensagens com redação perfeita, que Bolsonaro não faz nem quando está sadio, foram feitas e postadas por assessores, tentando passar como ele, e isso não é possível. Bolsonaro é imbrochável, incomível e inimitável. Se o texto fosse dele, estaria cheio de ataques disparatados e piadas sem graça. (C.N.) .


Filhos de Bolsonaro usam a internação dele para ressuscitar a figura do mártir contra Lula

Publicado em 14 de julho de 2021 por Tribuna da Internet

Foto divulgada por Bolsonaro em sua conta no Twitter o mostra internado no Hospital das Forças Armadas

Filhos imediatamente postaram a foto do mártir no hospital

Igor Gielow
Folha

A internação repentina de Jair Bolsonaro, apesar dos sinais externos de deterioração física dos últimos dias, fez ressurgir uma das personas prediletas do entorno do presidente: a do mártir político. O roteiro é conhecido. No dia 6 de setembro de 2018, liderando sem favoritismo evidente a corrida presidencial, Bolsonaro foi esfaqueado no abdômen por um ex-militante do PSOL diagnosticado depois como desequilibrado.

Embora seja um erro creditar à facada a vitória do então candidato, como fez posteriormente Geraldo Alckmin (PSDB, menos de 5% no primeiro turno), ela obviamente foi um fator importante para temperar o caldo no qual Bolsonaro foi servido pelas urnas que ele insiste em dizer que foram fraudadas.

SURGIU A ANTIPOLÍTICA – A mistura trazia a antipolítica em alta desde os protestos de 2013 e a implosão dos partidos tradicionais sob a Operação Lava Jato, mas a mitologia do bolsonarismo, se tal coisa existe, logo sacralizou aquele momento.

A camisetas que o deputado usava (amarela com “Meu partido é o Brasil” escrito em verde) com manchas de sangue virou moda virtual entre a turma, e as aparições calculadas do convalescente em lives hospitalares o deixaram ao mesmo tempo online e à margem do debate político.

Poucas horas depois que a sirene tocou no Planalto acerca da gravidade do caso do presidente, nesta quarta (14), coube novamente às redes sociais de Bolsonaro, gerenciadas pelo filho Carlos, lembrar o país do sacrifício do líder.

FOTO NO HOSPITAL – O texto com uma foto descamisada do presidente diz que as agruras que sofre são consequências da “da tentativa de assassinato promovida por antigo filiado ao PSOL, braço esquerdo do PT, para impedir a vitória de milhões de brasileiros que queriam mudanças para o Brasil”.

“Um atentado cruel não só contra mim, mas contra a nossa democracia”, escreveu, evocando um Luís 14 fora de época. Com Luiz Inácio Lula da Silva com quase o dobro das intenções de voto se um primeiro turno fosse hoje, segundo o Datafolha, a inclusão do PT na frase é de uma sutileza paquidérmica.

Se é óbvio, exceto para teóricos da conspiração, que Bolsonaro não inventou sua condição de saúde, sua saída de cena —aliás anunciada em rede social pelo assessor faz-tudo Max Guilherme— tem também sua utilidade mais imediata.

MOMENTO DECISIVO – O presidente está em um dos momentos de maior pressão de seu mandato, simbolizados pelos entrechoques institucionais da semana passada, as revelações sobre irregularidades no Ministério da Saúde, a exposição na CPI da Covid, a debacle de imagem registrada pelo Datafolha e até pela atrapalhada mudança no Imposto de Renda.

Se não tivesse sido internado, Bolsonaro teria de encarar os chefes de outros Poderes numa reunião nesta manhã de quarta. Num encontro na segunda-feira, ele ouviu de forma suavizada do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), que o centrão iria até a derrota em 2022 com ele, mas não participaria de aventuras autoritárias.

A cúpula das Forças Armadas, atordoada desde que Bolsonaro interveio no setor e, depois, obrigou o Exército a passar pano para a transgressão do general Eduardo Pazuello, tem emitido sinais constantes no mesmo sentido.

SOB CERCO CONSTANTE – Isso reforça uma marca central do governo desde que era um amontoado de apoiadores na campanha: a mentalidade de bunker. Bolsonaro se sente, segundo interlocutores, sob cerco constante.

Para piorar, o velho temor que o presidente tem da Justiça se fez presente. Nas duas últimas semanas, ele pediu a conhecidos para tentar descobrir se o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, estaria prestes a decretar a prisão de Carlos Bolsonaro no âmbito do inquérito das fake news.

Um desses conhecidos afirmou que o presidente estava obcecado e sofrendo de insônia devido ao medo de Moraes, o mais odiado dos muito odiados ministros do Supremo no Palácio da Alvorada, que de resto ainda deu outras más notícias a Bolsonaro ao compartilhar dados com o Tribunal Superior Eleitoral.

NÃO É PROBLEMA NOVO – Em 2017, já correndo aeroportos do país com verba parlamentar para promover sua candidatura, Bolsonaro pediu para que seu então braço direito Gustavo Bebianno procurasse ajuda para defendê-lo no caso de injúria por ter dito que não estupraria a deputada Maria do Rosário (PT).

O processo corria no Supremo Tribunal Federal e Bolsonaro temia ser impedido de disputar o pleito no ano seguinte.

Bebianno, que viria a ser ministro da Secretaria-Geral da Presidência, demitido do cargo e desafeto do ex-chefe antes de morrer do coração em 2020, intermediou contatos com o empresário Paulo Marinho.

MARINHO AJUDOU – Hoje aliado do rival de Bolsonaro João Doria (PSDB-SP), Marinho ajudou. Bolsonaro então passou a visitá-lo, sempre acompanhado por um guarda-costas que deixou más lembranças aos presentes nos encontros.

Numa ocasião, segundo o relato de Bebianno, o então candidato disse que temia ver algum de seus filhos presos e que precisava de aconselhamento.

O resto é história em tempo real, com as revelações que ainda hoje emergem do caso das rachadinhas e das relações do clã com as milícias do Rio mostram.

PF faz buscas contra delegado bolsonarista por violação de sigilo, corrupção e associação criminosa

Publicado em 14 de julho de 2021 por Tribuna da Internet

Desta vez, a PF investiga um delegado da própria corporação

Pepita Ortega e Fausto Macedo
Estadão

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quarta, 14, a Operação Mapinguari, para investigar um delegado da própria corporação que teria vazado informações sobre ofensiva que mirou uma organização criminosa dedicada à exploração ilegal de minério de manganês.

O principal alvo da operação é Everaldo Jorge Martins Eguchi, o Delegado Federal Eguchi, bolsonarista que foi candidato à prefeitura de Belém nas últimas eleições e que chegou ao segundo turno do pleito em 2020. A Justiça Federal ordenou o afastamento do delegado de suas funções.

VAZAMENTO DE OPERAÇÃO – Um efetivo de 35 agentes cumpriu oito mandados de busca e apreensão contra delegado e seis empresários ligados à exploração ilegal de manganês do sudeste do Pará – que teriam sido avisados, com antecedência, sobre a operação ocorrida em 2018. As ordens foram expedidas pela 2ª Vara Federal da Subseção Judiciária de Marabá.

As diligências são realizadas em Belém, Marabá, Parauapebas e Goianésia. A ofensiva mira supostos crimes de violação de sigilo funcional, corrupção passiva, corrupção ativa e associação criminosa.

De acordo com a PF, a investigação teve início de 2018 e trata de informações vazadas da Operação Migrador – apuração conduzida à época pela Delegacia de Polícia Federal de Marabá.

CONHECIMENTO ANTECIPADO – A corporação aponta que o vazamento prejudicou a apuração, considerando que ‘parte dos investigados tiveram conhecimento antecipado da ação policial, acarretando a não localização de alguns alvos no dia da deflagração da operação.

De acordo com o Ministério Público Federal, com o vazamento das informações, a PF não conseguiu cumprir, na época, mandados de prisão preventiva contra os suspeitos.

A suspeita é que o delegado teria vazado as informações aos alvos em troca de financiamento para a campanha eleitoral. Em 2018 Eguchi foi candidato à deputado federal.

FATOS GRAVES – Em manifestação favorável à operação Mapinguari, o Ministério Público Federal apontou que eram graves os fatos relatados pela PF, que ‘indicam que o investigado tem se valido de sua função na Polícia Federal para alcançar fins ilícitos e ilegítimos, havendo ele se apropriado, de maneira pouco republicana, do aparelho estatal para privilegiar interesses próprios’.

Para a Procuradoria, o afastamento do delegado era necessário até para evitar que ele tente interferir nas investigações.

O nome da ofensiva, Mapinguari, faz referência a uma figura lendária protetora da floresta amazônica, diz a Polícia Federal.


Subprocuradores-gerais pressionam Aras a processar Bolsonaro por ameaças às eleições

Publicado em 14 de julho de 2021 por Tribuna da Internet

Procurador-geral da República, Augusto Aras | Foto: Gabriela Biló/Estadão Conteúdo

Aras faz olhar de paisagem e finge não ver o que se passa

Aguirre Talento
O Globo

Um grupo de cinco subprocuradores-gerais da República, que representam metade do Conselho Superior do Ministério Público Federal, enviou ao procurador-geral Augusto Aras um pedido para abertura de investigação contra o presidente Jair Bolsonaro por causa de declarações ameaçando a realização das eleições do próximo ano e lançando dúvidas sobre a segurança das urnas eletrônicas.

Para eles, a PGR deve ter uma atuação preventiva na defesa das eleições do próximo ano, e por isso, pedem para que seja instaurado um “procedimento preparatório eleitoral destinado a identificar e coletar elementos potencialmente evidenciadores de abuso de poder de autoridade, atentatórios à existência e à normalidade da eleição presidencial de 2022”.

OMISSÃO DE ARAS – A ação foi tomada após o silêncio de Aras sobre as declarações de Bolsonaro, apesar de autoridades de diversos Poderes terem manifestado repúdio. Com o envio da representação ao procurador-geral, ele é obrigado a se manifestar se irá tomar alguma providência investigativa ou se não vislumbra a existência de ilícitos.

Para os subprocuradores-gerais, as manifestações de Bolsonaro configuram “abuso de poder de autoridade”, com tentativa de “supressão das regras do jogo democrático”. Bolsonaro tem lançado suspeitas de fraudes nas urnas eletrônicas sem apresentar nenhuma prova.

Segunda-feira, um grupo de ex-procuradores-gerais da República divulgou nota defendendo a confiabilidade da urna eletrônica, que até hoje não teve indícios de irregularidades, mas o presidente também colocou em dúvidas a realização das eleições do próximo ano caso não seja aprovado o voto impresso pelo Congresso Nacional.

PASSOU DOS LIMITES – Para os subprocuradores-gerais, Bolsonaro ultrapassou a liberdade de expressão. “As declarações do sr. presidente da República parecem ultrapassar os limites do mero (e intangível) exercício do direito constitucional à liberdade de expressão. Exatamente por isso, têm-se aí indicativos da necessidade de pronta atuação do Procurador-Geral da República, na condição de Procurador-Geral Eleitoral, ante seu papel constitucional de defesa do regime democrático e do livre exercício do direito de sufrágio”, diz o documento.

Na representação, os subprocuradores citam a frase da ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Rosa Weber de que o Ministério Público não pode ser “espectador” das ações dos demais Poderes.

O documento foi assinado pelos subprocuradores-gerais da República José Adônis Callou de Araújo Sá, Mario Bonsaglia, Luiza Frischeisen, Nicolao Dino e José Elaeres. Todos integram o Conselho Superior do MPF, órgão máximo de deliberação da PGR.


Esse escândalo que está sendo publicado na TV Aratu em emissoras de rádios, em sites e na Internet, foi pela primeira vez denunciado no dia 05.11.2020

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Agora a verdade apareceu, desmascarando o grupo que quer se perpetuar no poder através  de atos, fatos e atitudes não republicanas.
Eis o motivo que tanto tentam atingir esse Blog dizendo que as matérias são Fake  News, sem conteúdo, e muitas outras asneiras de aloprados.
Essa matéria que está tombando em toda a imprensa foi denunciada pela primeira vez em Jeremoabo através desse Blog dedemontalvao em 05.11,2020 cujo teor foi o seguinte: 

A maior farsa contra a saúde pública foi descoberta hoje na cidade de Jeremoabo.

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Farsa criminosa da Secretaria de Saúde de Jeremoabo será notícia na mídia e na polícia.
Foi desmascarada a tentativa de impedir que eleitores do 55 fossem as urnas em 15 de novembro. Uma equipe da vigilância sanitária em rua no bairro nossa senhora de Brotas onde haviam casas identificadas o número 55 entravam e faziam testes fraudulentos da COVID 19. Sem que qualquer pessoa apresentasse qualquer sintoma ou houvesse solicitado a presença dos profissionais. Desconfiados na maracutaia procuram socorro e foram até o conceituado Laboratório LAMES da Dra Zenaide e foi constatado que NENHUM dos diagnosticado com COVID-19 era positivo. Ou seja, tudo para afastar os eleitores do 55 das urnas. Eis que diziam que seriam monitorados por 14 dias e precisavam ficar em casa de quarentena. Amanhã se farão presentes a delegacia de polícia, será notificada a SASAB - Secretaria de Saúde do Estado, de igual forma o laboratório também irá notificar a secretaria de saúde do município e também a SAEB, e serão adotadas todas as medidas jurídicas cabíveis não só em relação a campanha quanto a cada cidadão que se viu enganado.


Fotos do povo humilde desesperado por haver recebido laudo falso com resultado positivo do COVID-19







A notícia da fraude nos testes do Covid em Jeremoabo continua sendo divulgado em jornal, internet, TV e rádio.

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Agora á noite recebi esse  vídeo dessa Rádio Nova Brasil FM de Salvador, órgão de imprensa que mantém cadeia em todo Brasil. 
Essa suposta falsificação já está virando piada, se não fosse trágico seria hilariante.
Estamos diante de mais um fato que degrada e humilha a nosas cidade.

Nota da redação deste Blog - Para não falar apenas notícias ruins da Jurema em Flor, temos uma notícia boa a respeito do reporte que foi humilhado e agredido por exercer a sua função em benefício do povo, estou referindo-me  ao reporte Davi Alves que agora é Jornalista Profissional e membro da Associação Brsileira de Imprensa, aprovado  de forma unânime pelo Conselho Deliberativo e Sndicalsiat da ABI.
Pois todo aquele que a si mesmo se exaltar será humilhado, e todo aquele que a si mesmo se humilhar será exaltado."  MATEUS 23

A quem interessa flexibilizar a Lei de Improbidade Administrativa?

 

A quem interessa flexibilizar a Lei de Improbidade Administrativa?
 
Após aprovação na Câmara dos Deputados, o PL que muda a Lei de Improbidade Administrativa agora tramita no Senado Federal. Com o apelido de PL da Impunidade, a proposta irá flexibilizar as regras atuais e pode favorecer a impunidade de políticos que agirem contra o interesse público no país. Segundo um levantamento do jornal O Estado de S. Paulo, um quarto dos senadores que vão analisar as mudanças é alvo de ações com base na legislação atual. [Confira aqui]

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