quinta-feira, abril 22, 2021

Sem nada a apresentar, Bolsonaro só conseguiu citar avanços de governos anteriores


Na Cúpula do Clima, Bolsonaro diz que vai duplicar recursos para  fiscalização ambiental - 22/04/2021 - Mundo - Folha

Salles e Bolsonaro pareciam estar participando de velório

Eliane Cantanhêde
Estadão

Ao ler seu discurso na cúpula do clima, um dos movimentos internacionais mais importantes em muitos anos, talvez décadas, o presidente Jair Bolsonaro enterrou seu pronunciamento anterior na ONU e apagou os dois últimos anos de política ambiental do Brasil. Ou seja, ele apagou o seu próprio governo.

Ao destacar a vanguarda brasileira na questão climática, Bolsonaro silenciou sobre seu governo e teve de recorrer às vitórias e avanços conquistados pelo País em décadas, ou seja, foi obrigado a reconhecer o sucesso dos governos anteriores nessa área. Só faltou enaltecer, nominalmente, Marina Silva, Isabella Teixeira…

NADA A DIZER,,, – Do seu próprio governo, e da gestão do ministro Ricardo Salles, não havia nada a dizer. Ou melhor, seria temerário falar sobre a demissão do respeitado cientista Ricardo Galvão, do INPE, ou sobre o desmanche de Ibama e ICMBio, ou sobre os índices nefastos do desmatamento, ou sobre a o descumprimento – por determinação direta do presidente – da legislação ambiental – uma das mais prestigiadas do mundo.

E o que Bolsonaro poderia falar sobre as comunidades indígenas, depois de ter colocado o Brasil em alerta e chocado o mundo com seus projetos para escancarar as reservas à mineração, ao turismo, ao agronegócio, a tudo, enfim. É por essas, e outras, que o Brasil empilha mais de uma dúzia de manifestos, internos e internacionais, contra a desastrosa política ambiental da era Bolsonaro.

O ponto objetivamente mais importante do discurso do presidente brasileiro foi a antecipação da neutralidade climática em dez anos, de 2060 para 2050, mas o grande problema do discurso, ou do próprio Bolsonaro, é de credibilidade. Quem acredita em suas intenções e seus compromissos, particularmente na área de meio ambiente?

MAS COMO ASSIM? – Ele também se comprometeu com a meta do desmatamento em 2030 e com dobrar as verbas para a fiscalização. Como assim? Depois de demitir nomes chaves do Ibama e do ICMBio? De cortar sem dó nem piedade suas verbas? De acenar com uma “Força Tática” de militares da reserva para tomar o lugar os técnicos dos dois órgãos?

Para Bolsonaro, como já admitia seu ex-chanceler, Ernesto Araújo, a defesa do meio ambiente não passa de instrumento do comunismo internacional.

Logo, as ONGS e os órgãos do setor estão entupidos de esquerdistas. Todas as ações do seu governo refletem exatamente isso.

A PRESSÃO FUNCIONOU – Do ponto de vista político, o destaque no discurso de Bolsonaro foi sua inflexão, ao dar o dito pelo não dito, o feito pelo não feito, para sair do negacionismo absurdo e da ideologia incompreensível e cair na real.

É um efeito evidente do cerco dos fundos de investimento, dos banqueiros, dos grandes empresários, dos economistas, dos ex-ministros da Economia e ex-presidentes do BC, do agronegócio, do Partido Democrata dos EUA, dos artistas nacionais e internacionais…. Ufa!

Mas o principal alvo de Bolsonaro foram os Estados Unidos. Dando nome aos bois, ele estava se dirigindo a Joe Biden, que mostra ao mundo a que veio, abre novos horizontes nas relações multilaterais e põe no centro do debate internacional uma questão de vida ou morte: como salvar o planeta.

SEM TRUMP E SALLES – Com a cúpula do clima, Biden enterra definitivamente a era Donald Trump. Bolsonaro precisa virar outro Bolsonaro para sobreviver e retirar o Brasil da condição de pária internacional. A estratégia é dar um salto triplo carpado na sua política ambiental e desmontar o tripé do desastre: saúde, política externa e meio ambiente.

A tática é a de sempre: esconder-se, mudar o discurso e deixar Ricardo Salles na linha de tiro, até cair ingloriamente. Como ocorreu com o diplomata Ernesto Araújo e o general Eduardo Pazzuelo. Só falta combinar com os adversários. Nesse caso, não são apenas os russos.

 

Vereador Zé Miúdo denuncia obra mal feita, descaso no bairro Santa Clara e cobra explicações da Prefeitura

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O Vereador Zé Miúdo está correspondendo a expectativa do eleitor de Jeremoabo,  está dando voz ao povo humilde, humilhado e explorado.

Dessa vez foi ao local compartilhar com o sofrimento do povo, devido as  obras mal feitas e vícios de construção; os danos sofridos pelos proprietários de imóveis, dinheiro do contribuinte mais uma vez jogado fora pelo ralo da incompetência, da improbidade e da corrupção.
O vereador Zé Miúdo  mostrou a realidade de moradores do bairro  Santa Clara,  que com a chegada das chuvas tem de conviver com ruas e avenidas praticamente intrafegáveis e completamente esburacadas, dificultando a rotina dos moradores e causando até mesmo acidentes com o alagamento dentro de suas casas.

 Para Zé Miúdo, a situação além de ser um completo desrespeito aos moradores, é também a prova que a Prefeitura de Jeremoabo    administra mal a cidade   com  mesmo descaso, a mesma incompetência para administrar o problema, o mesmo descaso com o problema e mesmo gasto de dinheiro público, literalmente jogado no ralo por conta desse planejamento que a Prefeitura faz. Nas imagens que nós apresentamos aqui, vemos que as obras realizadas pela Prefeitura no bairro, feitas com dinheiro público, são facilmente varridas pelas chuvas, deixando o bairro uma verdadeira calamidade, dificultando a vida dos moradores e o atendimento em saúde, ferindo a dignidade dessa população. 


WhatsApp de Marcelo Nilo é clonado e contatos caem no golpe das transferências bancárias

WhatsApp de Marcelo Nilo é clonado e contatos caem no golpe das transferências bancárias
Foto: Bahia Notícias

O deputado federal Marcelo Nilo (PSB) teve o WhatsApp clonado na tarde desta quinta-feira (22). De acordo com a assessoria, Nilo se surpreendeu ao receber contato de conhecidos, inclusive um ex-prefeito e lideranças, confirmando transferências bancárias. 

 

A clonagem ocorreu quando o deputado tentava acessar, pelo smartphone, uma reunião virtual do Conselho de Ética da Câmara dos Deputados. Ele recebeu uma mensagem no próprio aplicativo e acabou  confirmando a alteração do código de segurança da plataforma de troca de mensagens. É com essa identificação que os criminosos conseguem acessar a conta pessoal em outro aparelho e fazer contato com as vítimas. 

 

“Fiz alguns pagamentos altos pela manhã e meu limite diário de transferência excedeu, consegue fazer para mim amanhã devolvo”, diz a mensagem enviada para uma das vítimas. A mensagem é comum em ocorrências do tipo. Em uma das transferências o valor enviado foi de R$ 2.980. 

 

Em contato com o Bahia Notícias, a assessoria afirmou ter identificado um volume alto de transferências. A conta cadastrada no celular do deputado dava acesso a aproximadamente 30 mil contatos sincronizados por meio da conta Gmail do parlamentar. 

 

O parlamentar já realizou o bloqueio da conta e fez um apelo para que, caso recebam pedidos, os contatos não realizem novas transferências. 

 


Foto: Divulgação

 


Foto: Divulgação


Bahia Notícias

Lula mira em agenda ambiental e articula para “entrar com força” contra Bolsonaro

 Publicado em 22 de abril de 2021 por Tribuna da Internet

Lula vai explorar politicamente outro ponto fraco do governo

Bela Megale
O Globo

Depois de atuar diretamente em ações para articular a aquisição de vacinas contra Covid-19, Lula vai explorar politicamente outro ponto fraco do governo Bolsonaro: a gestão do meio ambiente.

Aliados do ex-presidente afirmam que ele entrará “com força” nesta agenda, tida como uma das prioridades nos debates eleitorais de 2022, na esteira de temas cruciais ao País, como o combate à pandemia e à pobreza. Não por acaso, o petista publica nesta quinta-feira, dia 21, data de abertura da Cúpula do Clima organizada pelo presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, um artigo sobre o tema.

ARTICULAÇÃO – Nas últimas semanas, Lula intensificou conversas com técnicos e cientistas que trabalharam nos governos do PT e com profissionais da área de relações internacionais engajados na pauta ambiental. As conversas têm ajudado o ex-presidente a construir diagnósticos para traçar seu papel na retomada dessa agenda.

“Lula vai dialogar cada vez mais com especialistas nessa área. O tema ambiental estará mais presente nas suas falas. Ele está ciente de que Brasil tem responsabilidades enormes nessa frente, do papel da Amazônia no clima mundial e sabe que precisa enfrentar o desafio de gerar empregos e, ao mesmo tempo, fazer a transição ecológica, pensando em políticas de descarbonização e de combate ao desmatamento”, disse à coluna o deputado Nilton Tatto (PT-SP), secretário de meio ambiente do partido.

Um ponto que será explorado, segundo auxiliares de Lula, são alguns legados dos governos do PT, como a adesão ao Acordo de Paris, em 2015, que teve o Brasil entre seus protagonistas. A tratativa tinha como ponto central o compromisso das nações em desenvolvimento para diminuir a emissão de gases de efeito estufa. A atuação do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, também entra na linha de tiro do petista.


Guilherme Boulos é intimado pela PF a prestar depoimento sobre postagem crítica a Bolsonaro

Publicado em 22 de abril de 2021 por Tribuna da Internet

A democracia se envergonha com a perseguição promovida pelo governo

Gustavo Schmitt
O Globo

A Polícia Federal intimou o líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, Guilherme Boulos, a prestar depoimento em um inquérito que investiga uma postagem crítica ao presidente Jair Bolsonaro em rede social.

A investigação foi aberta no ano passado com base na Lei de Segurança Nacional. Na terça-feira, a Câmara dos Deputados aprovou urgência na análise de um projeto que revoga a lei. O depoimento de Boulos foi marcado para 29 de abril na sede da Polícia Federal em São Paulo.

RESQUÍCIO DA DITADURA – Em nota, Boulos disse que a Lei de Segurança Nacional é um resquício da ditadura e que tem sido usada para calar opositores e aqueles que denunciam suas “ações imorais e ilegais” do governo. “Seguirei cada vez mais determinado na oposição a Bolsonaro, fazendo todas as críticas a ele e a seu governo de forma pública e direta. Não vamos aceitar intimidações. Não vão nos calar”, disse Boulos.

Boulos, que concorreu à Presidência da República e à Prefeitura de São Paulo, não é o primeiro político a ser investigado por criticar o presidente. O ex-ministro Ciro Gomes, candidato do PDT à Presidência da República em 2018, foi notificado, no mês passado, pela Polícia Federal por suposto crime contra a honra do presidente Jair Bolsonaro.

ENTREVISTA – O inquérito foi aberto a pedido de Bolsonaro e está sendo conduzido pelo ministro da Justiça, André Mendonça. Na notificação, é citada uma entrevista de Ciro, em novembro do ano passado, à Rádio Tupinambá, de Sobral, reduto político da família Gomes.

Na entrevista, Ciro chamou Bolsonaro de “ladrão”. Também disse que o povo demonstra “repúdio ao bolsonarismo, à sua boçalidade, à sua incapacidade de administrar a economia do país e seu desrespeito à saúde pública”.

Aras diz que não investigará Bolsonaro por uso da Lei de Segurança contra críticos por seus subordinados

Publicado em 22 de abril de 2021 por Tribuna da Internet

Charge do Aroeira (diariodocentrodomundo.com.br)

Márcio Falcão
G1

O procurador-geral da República, Augusto Aras, informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que não vai investigar o presidente Jair Bolsonaro pelo fato de o governo ter usado a Lei de Segurança Nacional contra críticos.

No mês passado, a Polícia Federal (PF) abriu um inquérito para investigar o ex-governador Ciro Gomes (PDT-CE) após ele ter feito críticas ao governo. Na ocasião, o inquérito foi aberto por determinação do então ministro da Justiça, André Mendonça, atual advogado-geral da União. O PDT, então, acionou o STF. O partido argumenta que Bolsonaro “utilizou” o cargo do ministro da Justiça para satisfazer seus próprios interesses.

ATO CONCRETO – Ao se manifestar na ação do PDT, Augusto Aras afirmou que não ficou demonstrado nenhum ato concreto de Bolsonaro na abertura do inquérito e que não é possível investigar o presidente por atos de seus subordinados.

“No intuito de incriminar o presidente da República, [os autores da ação] valem-se somente de termos genéricos, deixando claro que deveria ser responsabilizado penalmente pelo fato de ser superior hierárquico do ministro da Justiça e Segurança Pública”, afirmou Aras ao STF.

“Não há como se pretender, unicamente em razão do vínculo precário de agente político, responsabilizar criminalmente o presidente da República por atos praticados por seus ministros de Estado, que, caso adentrem a seara da ilicitude, devem responder de forma individual por seus atos”, acrescentou.

RESPONSABILIZAÇÃO – Aras disse ainda ao STF que não se pode admitir responsabilidade criminal do presidente por condutas de terceiros, sendo que os ministros de Estado têm autonomia técnica, financeira e administrativa para proceder dentro de suas esferas de competências legais.

O procurador ressaltou, na sequência, que a requisição desses inquéritos está dentro da competência do ministro da Justiça. “Tendo em vista a inexistência de ato concreto atribuído ao presidente da República, bem como considerando que as condutas noticiadas são do conhecimento deste órgão ministerial [PGR] e estão sendo apuradas em procedimento próprio, o procurador-geral da República opina pela negativa de seguimento à petição, arquivando-se os autos”, concluiu.

APURAÇÃO PRELIMINAR –  Na semana passada, a PGR informou ao STF que abriu uma apuração preliminar para analisar a conduta de André Mendonça. O chefe da AGU ainda não é formalmente investigado. A PGR abre apuração preliminar para avaliar se os elementos apresentados justificam a abertura de um inquérito formal.

Segundo Aras, “eventual surgimento de indícios razoáveis de possível prática criminosa pelo noticiado [Mendonça] ensejará, pois, a adoção das providências necessárias à persecução penal”.

INQUÉRITOS – Dados da Polícia Federal divulgados por meio da Lei de Acesso à Informação mostram que, somente neste ano, foram instaurados oito inquéritos com base na Lei de Segurança Nacional. O levantamento não detalha os fundamentos jurídicos de cada caso, o autor da decisão nem a situação atual das investigações.

Segundo a PF, no governo Bolsonaro, foram instaurados 85 inquéritos para investigar temas relativos à lei. É mais do que o saldo dos 11 anos anteriores (2008-2018), quando foram instalados 81 inquéritos.

A Lei de Segurança Nacional é de 1983 – ainda da ditadura militar – e define crimes contra a “ordem política e social”. Um desses crimes é “caluniar ou difamar o Presidente da República, o do Senado Federal, o da Câmara dos Deputados ou o do Supremo Tribunal Federal, imputando-lhes fato definido como crime ou fato ofensivo à reputação” O STF tem atualmente sete processos que questionam o uso da Lei de Segurança Nacional.


Julgamento do pedido de impeachment de Witzel é marcado para o dia 30 de abril


Autores da denúncia pedem condenação por crime de responsabilidade

Deu no Estadão

O presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, desembargador Henrique Carlos de Andrade Figueira, marcou o julgamento do processo de impeachment do governador afastado Wilson Witzel (PSC) para o dia 30 de abril, às 9h. Em decisão proferida nesta quarta-feira, dia 21, o magistrado que também comanda o Tribunal Especial Misto ainda estendeu o prazo a apresentação das alegações finais pela defesa até o dia 27.

No despacho, Figueira também determinou que fossem juntados ao processo de impeachment de Witzel documentos encaminhados pelo ministro Benedito Gonçalves – relator das Operações Placebo e Tris In Idem, que resultaram em ações penais contra Witzel no Superior Tribunal de Justiça – com os anexos da delação do ex-secretário de Saúde Edmar Santos que não mencionavam diretamente o nome do governador afastado.

AMPLO CONHECIMENTO – Segundo o presidente do TJ-RJ, a defesa de Witzel teve acesso integral aos documentos em março, no âmbito da ação que tramita no STJ. “Não se está diante de informações desconhecidas da Defesa, mas pelo contrário, a instrução probatória foi encerrada sem prejuízo ao denunciado, na medida em que tinha amplo conhecimento de todos os documentos que pudessem ser usados em seu benefício”, completou Figueira.

O relator do processo, o deputado Waldeck Carneiro (PT), deverá apresentar o relatório final sobre o caso até o dia 29. O processo de impeachment de Witzel por crime de responsabilidade será julgado pelo Tribunal Especial Misto, composto por cinco desembargadores e cinco deputados estaduais. O TEM decidirá se condena ou absolve o político por maioria absoluta – dois terços dos votos, ou seja, sete dos dez).

No início do mês, o governador afastado depôs ao Tribunal Misto do impeachment, após o processo ficar paralisado por meses. No depoimento, o ex-juiz chorou, alegou inocência e disse que ‘não deixou a magistratura para ser ladrão’.

Será que esses fogos é comemorado mais uma vida ceifada pelo COVID-19, ou será em honra ao mérito pelos 21 pilantras que furaram a fila da vacinação?


O povo está precisando é de ventilador, de médicos, de medicamentos, veículos no momento só irá beneficiar dono de Posto de GASOLINA ATRAVÉS DO TICKET COMBUSTÍVEL..
O POVO ESTÁ MORRENDO POR FALTA DE ATENDIMENTO MÉDICO,

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No momento critico que o município de Jeremoabo está enfrentando; (05)veículos a mais  e nada é a mesma coisa, isso porque veículos tem alugados pela prefeitura e a saúde continua na UTI, o povo de Jeremoabo morrendo a mingua, quando consegue um socorro médico já está ultrapassado, o COVID-19, já conseguiu vencer, restando apenas a morte.

A deficiência e a inoperância da saúde do atendimento médico hospital em Jeremoabo além de defasada, escancarou os problemas  levantando, com avanço desenfreado do vírus.

Além da falta de estrutura e preparação para o combate à pandemia, Jeremoabo enfrenta escassez de equipamentos e de . profissionais para o atendimento emergencial da covid-19.

Melhor e mais produtivo do que esses (05)cinco veículos que só irá beneficiar o Ticket Combustível,  séria  a montagem de hospitais de campanha, ou mesmo centro de atendimento .

 Jeremoabo está uma vergonha, caso para a Justiça tomar providências, o povo está morrendo por falta de insumos básicos para o tratamento da doença. falta de luvas, máscaras e álcool em gel  no hospital até lençol e copos descartável estava faltando, não sei se já sanaram o problema.

O povo sendo tratado com GADO, amontoado num quarto juntamente com os familiares, verdadeira fábrica  de contaminação. mortífera.

Repito prefeito, no momento carro é supérfluo, o povo precisa com urgência é de   ventiladores  que são essenciais no tratamento de doenças respiratórias, incluindo casos graves de Covid-19,, precisa de tecnologias de saúde que salvam vidas, e equipá-las com as ferramentas necessárias para construir um futuro melhor.

Atualmente em Jeremoabo a população está apavorada, o cidadão  está diante de uma triste escolha  entre arriscar serem infectadas pelo coronavírus ou deixar de ir ao hospital para tratar outras condições críticas de saúde .


Dirigentes do PSL manifestam “repúdio absoluto” e manobram para barrar volta de Bolsonaro ao partido


Charge do Brum (Instagram)

Camila Turtelli
Estadão

Dirigentes municipais do PSL em São Paulo encaminharam ofícios ao presidente nacional do partido, deputado Luciano Bivar (PE), para manifestar “repúdio absoluto” à possibilidade de retorno do presidente Jair Bolsonaro à sigla. Bivar tratou de avisar os correligionários, porém, que dificilmente Bolsonaro voltará para o PSL.

O movimento coincide com declarações do presidente de que pretende definir, ainda neste mês, por qual partido disputará o segundo mandato, em 2022. Bolsonaro se elegeu pelo PSL em 2018, mas se desfiliou um ano depois, após um embate com Bivar pelo controle do caixa.

INCONFORMISMO –  Nos dez ofícios aos quais o Estadão/Broadcast teve acesso, presidentes municipais do PSL e coordenadores regionais mostram inconformismo com a simples menção ao eventual regresso de Bolsonaro às fileiras do partido. Muitos dos signatários são próximos do deputado Júnior Bozzella, que comanda o PSL de São Paulo e é um dos expoentes da ala contrária ao presidente.

“Manifestamos nosso total e absoluto repúdio a essa possibilidade (de volta de Bolsonaro ao PSL), o que, sem qualquer dúvida, não apenas não coadunaria com os valores e princípios partidários, como também feriria a honra de todos nossos correligionários, que foram diretamente e brutalmente afetados pelos atos e dizeres do referido cidadão acerca da nossa legenda e correligionários”, destacaram presidentes municipais do PSL nos ofícios enviados a Bivar. Boa parte dos documentos tem conteúdo idêntico.

Bolsonaro ainda continua em negociações com o Patriota, o PTB e o Progressistas. Em conversas reservadas, interlocutores do presidente disseram que para retornar ao PSL ele exigiu a expulsão de seus desafetos, além do controle das finanças do partido, sob o argumento de que isso era necessário para evitar irregularidades. Na lista dos deputados do PSL que entraram em rota de colisão com Bolsonaro estão, além do próprio Bozzella, os deputados Delegado Waldir (GO), ex-líder do partido na Câmara, e Joice Hasselmann, ex-líder do governo no Congresso.

ALUGUEL –  Para o presidente do PSL em Presidente Prudente (SP), Lucas França Bressanin, a legenda não é de aluguel para ser utilizada por Bolsonaro enquanto ele tenta tirar do papel o Aliança pelo Brasil. Na prática, o projeto de lançamento do Aliança naufragou. Até hoje aliados do presidente não conseguiram chegar perto das 492 mil assinaturas necessárias para a criação de um novo partido.

“Onde um político adentra os quadros, desestrutura todo trabalho já realizado, derruba nominatas e, ao mesmo tempo, continua trabalhando na criação de um novo partido? Isso não é saudável nem no aspecto partidário nem no democrático. O PSL é muito maior que o presidente e seus interesses particulares”, afirmou Bressanin ao Estadão/Broadcast.

Nesta segunda-feira, dia 19, o presidente admitiu estar atrasado na escolha do partido pelo qual pretende concorrer à reeleição, daqui a um ano e meio. “Aliança (pelo Brasil)? Muito pequena a chance de sair. Já estou atrasado, não tenho outro partido. Espero que neste mês eu resolva”, disse ele em conversa com apoiadores, na portaria do Palácio da Alvorada. “Abril está bom. O duro foi quando eu me candidatei (em 2018), que acertei em cima da hora”.

RACHA – O episódio que tornou público o racha entre Bolsonaro e o PSL também foi registrado por eleitores na entrada do Alvorada, em outubro de 2019. Na ocasião, ao ser abordado por um homem que se apresentou como pré-candidato do PSL no Recife, o presidente cochichou no  ouvido dele: “Esquece o PSL, tá ok? Esquece”. Sem nada entender, o apoiador continuou fazendo o vídeo. Bolsonaro pediu a ele para não divulgar a gravação e disse que Bivar – chamado de “o cara” – estava “queimado pra caramba”.  

De 2019 para cá, vários integrantes do PSL passaram de aliados de carteirinha a ferrenhos opositores de Bolsonaro, defendendo até mesmo o seu impeachment. O senador Major Olímpio (PSL-SP), morto no dia 18 de março por complicações da covid-19, foi um deles. Sem citar diretamente Bolsonaro, mas criticando as articulações feitas por políticos que protagonizaram “inúmeras ofensas e destratos” ao PSL, o presidente do diretório municipal de Franca, João Batista Rocha, lembrou Olímpio.

“Estamos lutando por ideias e pautas que acreditamos corretas e honradas, como fez durante toda sua vida pública o nosso amigo senador Major Olímpio”, escreveu  Rocha. Bolsonaro não se manifestou sobre a morte de Olímpio e seu silêncio provocou indignação até mesmo entre aliados.

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