segunda-feira, agosto 24, 2020

Um avião pousa novamente na História, 64 anos depois, bem no coração da Amazônia


As revoltas de Haroldo Veloso, o herói da Aeronáutica que atuou em ...
Revolta de Jacareacanga foi manchete da grande imprensa
Pedro do Coutto
Excelente reportagem de Cleide Silva e Giovana Girardi, O Estado de São Paulo deste domingo, destacando os ativos cobertos de verde da floresta Amazônica que impulsionam a bioeconomia, desafiando autores do desmatamento e incendiários da floresta verde, o que corresponde, em incendiar tanto o presente quanto o futuro.
O avião, no caso, desceu em Jacareacanga, cidade que foi palco da primeira tentativa de insurreição contra o governo JK em 1956, como lembra Bernardo Mello Franco também num artigo da edição de O Globo.
PISTA DE POUSO – Jacareacanga, hoje, transformou-se em uma pista de pouso para conduzir a Brasília garimpeiros que se tornaram inimigos dos indígenas e do oxigênio, na medida em que se lançam para destruir um espaço altamente necessário por todos os motivos que se conhecem e provavelmente pelos motivos que ainda se desconhecem.
Vou dividir este artigo em duas faces. Uma da História Política outra da bioeconomia e do aproveitamento agrícola da Amazônia que representa 55% do território do  Brasil.
Cleide Silva e Giovana Girardi destacam o universo de startups que podem ser desenvolvidos respeitando a floresta e ao mesmo tempo capazes de fomentar uma economia que está pronta para amanhecer.
SENTIDO ECOLÓGICO – Esta economia amazônica reúne grupos empresariais e investidores imbuídos do sentido ecológico, além de ambientalistas que se preocupam com o desenvolvimento da região, preservando-a da cobiça ilegal, cobiça que vem encontrando omissão ou apoio por parte do ministro Ricardo Salles.
Esses grupos baseiam-se na ideia de fazer com que a contribuição da floresta verde possa se refletir no PIB do país. Tal projeto abrange também as comunidades ribeirinhas, indígenas, quilombolas e agricultores familiares. A floresta Amazônica em matéria de produção sustentada, vai do açaí à produção de cosméticos, além de produtos que despertam interesse da Alemanha e de outros países.
REBELIÃO NO AR – Mas falei em Jacareacanga, como Bernardo Mello Franco tocou. O movimento de rebeldia contra JK foi liderado pelo major Veloso e pelo capitão Lameirão, da Aeronáutica. Seria repetido sob a mesma liderança de agosto para setembro de 1960, ano da eleição presidencial vencida por Jânio Quadros. Só que na segunda revolta o pouso aconteceu na cidade de Aragarças. Durou dois dias e seus integrantes foram presos. Da mesma forma do que agiu em 56 o presidente JK os anistiou em 1960.
Neste caso a preocupação mobilizou logo o deputado Carlos Lacerda, candidato a governador da Guanabara e principal apoiador da candidatura Jânio Quadros, junto com Júlio Mesquita Filho, do Estadão. Lacerda temia que o fato pudesse se refletir nas urnas de outubro.
Veloso desistiu de atos subversivos. Mas Lameirão nem tanto.
BOMBA NO RIO – O presidente João Goulart havia reatado relações com a URSS. A União Soviética. em 1962. montou no Rio, Campo de São Cristóvão, exposição de seus produtos. Era um sábado. Eu visitava junto com José Lino Grinewald a exposição. De repente entra esbaforido o governador Carlos Lacerda determinando nervosamente que o público se retirasse do local. Perguntei a ele qual o motivo. Em poucas palavras ele transmitiu a causa numa suposta bomba colocada exatamente por Lameirão.
Se existia mesmo a bomba ou era um delírio de Lameirão o fato é que ela não explodiu. Se explodisse seria motivo suficiente para uma intervenção federal no Estado da Guanabara. A história seria outra.

Os vereadores da oposição denunciaram através tribuna da Câmara, rádio e internet o desmanche de carros oficiais oficiais, estacionados no pátio da cidade




A pergunta que o povo quer saber é: algum vereador tanto da situação quanto da oposição, apresentaram algum requerimento na Câmara pedindo informação ao prefeito Deri do Paloma?

Mesmo sabendo que o" vento não leva as palavras, tampouco as atitudes elas ficam arquivadas na memória", sugiro aos vereadores que encaminhem um requerimento ao gestor com as seguintes questionamentos:" porque os veículos  estão sendo reconhecidos como sucatas e cortados ou subtraído peças e pneus; se existem veículos em leilão; qual a numeração e documentação deles; quantos estão sendo sucateados; de quais departamentos foram retirados e, por fim, quais departamentos estão com defasagem de veículos e quantos seriam necessários para atender a demanda, quantos veículos alugados de terceiros existem?       

Segundo levantamento da Reportagem, um veículo para ser sucateado deveria obter baixa no Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam), ter suas placas devolvidas, números de chassis inutilizados e plaquetas devolvidas no Departamento de Trânsito (Detran). Pelas fotos  e vídeos denunciados e publicados pelos vereadores, percebe-se placas jogadas no chão e penduradas em veículos. ( Fonte: diário do litoral)





Sequelas da Covid-19 em senadora incluem perda de memória e rompimento de ligamentos

Sequelas da Covid-19 em senadora incluem perda de memória e rompimento de ligamentos
Foto: Reprodução / Agência Brasil
Recuperada da infecção do novo coronavírus, a senadora Mara Gabrilli (PSDB) está lidando com inesperadas e dolorosas sequelas da Covid-19. A Folha de S.Paulo informou que o vírus afetou as funções neurológicas do organismo, fazendo com que ela perdesse a memória recente, por um período.

Ainda durante os últimos três meses, segundo o assessor da senadora, ela ainda teve espasmos que romperam ligamentos musculares. Foram tão fortes que uma cuidadora precisou segurá-la para que não se machucasse. As contrações mudavam de lugar como se caminhassem pelo corpo. Até o rosto foi atingido.

Gabrilli é  ficou tetraplégica em um acidente de carro há 25 anos. Após a Covid-19 sua voz também começou a falhar. 

A voz é a força, o comando da senadora para que tudo aconteça. Foi com a voz emocionada e firme que, no ano passado, Gabrilli convenceu o Senado da importância dos remédios à base de Cannabis– durante a recuperação do acidente de carro e ainda hoje para manter o bem-estar.

“Eu mexo muito pouco do pescoço para baixo,  mas eu mexo muito mais do que eu já mexi um dia, porque eu era uma pessoa deitada, que respirava numa máquina, não sentava, não sentia, não me mexia”, disse na época.
Um assessor da senadora narro que perder a voz mexeu muito com o estado emocional de Gabrilli. Ela estava bem com sintomas leves da doença. Porém, assim que o médico lhe deu alta, inesperadamente, vieram as sequelas.
Gabrilli ainda está em processo de recuperação. A senadora foi proibida pelo médico de dar entrevistas e participar de lives para poupar a voz –até que esteja firme e forte novamente.

Entre outras coisas, ela não poderá repercutir o texto substitutivo do PL 399-2015, que propõe o cultivo da Cannabis. Resultado da Comissão Especial da Cannabis, ele foi entregue na última terça-feira. 

Bahia Notícias

Pai de Flávio Dino morre aos 88 anos, vítima da Covid-19

Pai de Flávio Dino morre aos 88 anos, vítima da Covid-19
Foto: Reprodução / Caio Hostilio
O advogado Sálvio Dino, pai do governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), foi mais uma vítima da Covid-19. O político divulgou a informação na manhã desta segunda-feira (24) no Twitter.

"Na quinta-feira, eu e meu pai recitamos juntos Gonçalves Dias. Hoje ele morreu, aos 88 anos, vítima de coronavírus", compartilhou Dino na rede social. Na mensagem, o governador citou o poema "Canção do Tamoio", do poeta maranhense.

Dino aproveitou o momento para lembrar a trajetória política de seu pai, que teve o mandato de deputado estadual cassado e foi preso no período da ditadura militar. "Nos últimos dias, deu a derradeira lição: profundo amor pela vida. Lutou com humildade e coragem", destacou.

De acordo com o G1 MA, Sálvio Dino estava internado na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Hospital Carlos Macieira, em São Luís. Além de advogado e deputado estadual, ele foi prefeito do município de João Lisboa por dois mandatos e membro da Academia Maranhense de Letras.

Bahia Notícias

Veja quanto está ganhando o rentista que compra títulos da dívida interna ou externa


TRIBUNA DA INTERNET | Governo remunera ilegalmente todo o dinheiro ...
Charge do Clayton (O Povo/CE)
Mathias Erdtmann
Antes de mais nada, rentista é um termo amplo e, para estimar melhor, precisamos reduzir o espectro e estudar apenas algumas categorias. Aqui avaliaremos a situação de apenas duas categorias em suas tentativas de ganhar dinheiro com pouco esforço, a partir da dívida pública brasileira:
(1) Investidores Pessoas Físicas (PF) Brasileiras (os 10% mais ricos do Brasil)
(2) Investidores PF Estrangeiras (incluindo os 1% de brasileiros mais ricos que dispõe de recursos em contas estrangeiras)
Vejam que nestas categorias estamos analisando somente as Pessoas Físicas, deixando de lado as Pessoas Jurídicas, Bancos, Holding, Dealers, etc, que seriam um mundo à parte (onde os 0,1% de ultraricos se encontrariam).
ANTES DA QUEDA – Ainda assim, dentro do universo das Pessoas Físicas, há de se avaliar o que está disponível como opção em termos de títulos novos (rentistas de curto prazo), mas também a composição de estoque de quem comprou ao longo dos anos (rentistas de longo prazo, perfil mais típico).
Para a categoria (1), PF Brasileira, para descontar o efeito inflacionário, vou utilizar a abordagem mais fácil, analisando compras do título IPCA+ via Tesouro Direto (TD). Esses títulos pagam como bônus a correção monetária, acrescida dos juros.
O rentista de longo prazo (10 anos) tem recebido 3,6% ao ano de juros, já descontados a inflação, os impostos e a custódia do TD (assumido 15% de IR). Desta média, tem-se 3,76% nos primeiros 5 anos e 3,49% nos últimos 5, de onde pode ser observada uma trajetória de redução dos juros.
APÓS A QUEDA – Os títulos ofertados atualmente, após a queda da taca Selic, pagam 2,95% brutos, que após impostos e custódia, assumindo as metas inflacionárias para os próximos 10 anos, resultam em um retorno de 1,85% acima da inflação. Portanto, se for possível manter tudo como está, teremos uma redução significativa dos ganhos dos rentistas PFs Brasileiros no longo prazo.
Embora ainda tenham assegurada sua sobrevivência, com juros positivos, muito possivelmente terão que ao menos avaliar investimentos em outras áreas, como a bolsa de valores.
Já para a categoria (2), PF Estrangeira, a situação é bem distinta. Aqui utilizei para análise os títulos da dívida externa emitidos em Dólar, também com prazo aproximado de 10 anos.
Os regimes fiscais são um pouco diferentes, então apresentarei os cenários para um residente fiscal no Brasil (que seria o caso de um Brasileiro que detém uma conta no exterior) e outro na Europa.
VEJA AS DIFERENÇAS – O PF Estrangeiro residente no Brasil paga 15% de IR sobre os rendimentos, enquanto o PF Estrangeiro residente na Europa (Alemanha) paga 26,4%. Com essas premissas, temos que o PF Estrangeiro pagando IR no Brasil lucrou uma média de 2,5% de juros anuais ao longo dos últimos 10 anos, sendo tanto os juros quanto o principal cotados em dólar (já descontada a inflação e tributos, mas não considerando os eventuais lucros/prejuízos cambiais), enquanto o PF Estrangeiro pagando IR na Europa teria tido um lucro médio de 2,0% ao ano.
Agora, o ponto relevante aqui é que os primeiros cinco anos compuseram 2,2% de juros anuais, enquanto os 5 anos posteriores renderam 2,9% ao ano, em uma trajetória ascendente.
Os títulos emitidos há 2 meses atrás, em meio aos juros mundiais mais baixos da história, contam com juros reais de 2,3% anuais, em cima do dólar (cupom de 3,875%, descontada inflação e tributos). Desta forma, aqui a tendência é inversa: os últimos anos tem rendido bem, e os novos títulos rendem tanto quanto os antigos (um pouco menos apenas). Outra curiosidade é que, no longo prazo, será melhor ser Estrangeiro que Brasileiro (do ponto de vista do juros, claro).
INTERNA OU EXTERNA – O resumo da história é que se mostra mais lucrativo para Pessoas Físicas comprar a dívida externa Brasileira (2,3% ao ano) ao invés de comprar a dívida interna (1,9% ao ano). De fato, há um fluxo enorme de dinheiro saindo do país com esses rumos, e o próprio governo deu este sinal aos investidores, pois é ele que define os bônus dos títulos e o volume emitido. Claro que não estou entrando no mérito das necessidades deste financiamento público nas diferentes moedas, nem da variação cambial e se é mais ou menos arriscado ter o dinheiro guardado em dólar ou real, e avaliando somente o bônus (juros) do ponto de vista do investidor.
Imagino que os consultores de gestão de fortuna devam estar sugerindo para seus clientes realizar esta transição para brasileiros dispostos a enviar seu dinheiro para longe, para investir como estrangeiros no Brasil – que é um arranjo um tanto quanto curioso.
OPÇÕES DO RENTISTA – Por fim, a vida do rentista está sim dificultada, mas não inviabilizada, sendo necessário um grau de sofisticação maior para manter um rendimento maior que 2% ao ano, obrigando o rentista que quiser ganhar acima dos 3% a migrar para áreas de maior risco.
Pode optar por como sociedade de ações; ou para áreas de maior esforço, como trabalhar (“oh, céus!”), abrir uma empresa (“oh, vida!”), comprar um imóvel para construir ou alugar (“oh, azar!”), ou reduzir o padrão de vida para poder manter o fluxo contínuo de renda.

Bolsonaro se aproxima dos caciques do Centrão e esvazia Ramos que passa a cuidar dos pedidos do ‘baixo clero’


Maia afirma que  articulação política do governo melhorou com Ramos
Natália Portinari e Gustavo Maia
O Globo
A recente aproximação entre Jair Bolsonaro e caciques de partidos do Centrão provocou um esvaziamento do ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, segundo a avaliação de parlamentares. Como o presidente cortou intermediários na articulação política, tarefa de Ramos, o general que acaba de entrar para a reserva do Exército não detém mais a responsabilidade de administrar todas as demandas de políticos por cargos e verbas.
Bolsonaro hoje mantém relação próxima com Gilberto Kassab, presidente do PSD, e Ciro Nogueira, dirigente do PP, e já aceita conversar diretamente sobre as condições para que suas iniciativas andem no Congresso Nacional, atribuição que antes era delegada a Ramos.
RECLAMAÇÕES – Com a diminuição de relevância, também cessaram as reclamações de lideranças da Câmara e do Senado em relação a acordos que não seriam cumpridos pelo ministro. Queixas desse tipo eram constantes desde que ele assumiu o cargo, na metade do ano passado.
Segundo lideranças do Congresso ouvidas pelo O Globo, o ministro é visto agora como alguém para atender o “baixo clero” em demandas por cargos de pouca importância, ou para administrar a distribuição de recursos para prefeituras da base eleitoral de deputados ou senadores em troca de apoio em votações. Procurado pela reportagem, o ministro não se manifestou.
DESENTENDIMENTOS –  O esvaziamento das funções de Ramos também arrefeceu a pressão do Congresso por sua substituição. A relação mais pacífica coincide com o momento em que Bolsonaro “profissionalizou” sua articulação política, substituindo o inexperiente Major Vitor Hugo (PSL-GO) como líder de governo na Câmara por Ricardo Barros (PP-PR), ex-ministro de Michel Temer (MDB).
Ramos e Vitor Hugo, inclusive, se desentenderam algumas vezes em votações, sendo comuns situações em que o líder costurava um acordo de uma determinada maneira, e o chefe da Secretaria de Governo, de outra. Na despedida do deputado da liderança, o ministro fez questão de agradecê-lo publicamente nas redes sociais pela “parceria no trabalho”, mas o deputado não o citou.
Interlocutores de Ramos destacam que o ministro tem relação próxima com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Na quinta-feira, quando a maioria da Casa manteve o veto presidencial que congelou salários de servidores, Maia se envolveu diretamente na articulação que levou ao resultado, após a derrota do governo no Senado.
ARTICULAÇÃO – Na sexta, o presidente da Câmara disse que confia em Ramos e que a articulação política do governo melhorou com ele. Antes do general, a tarefa era de Onyx Lorenzoni, hoje titular da Cidadania, com quem Maia não teve relação.
Na véspera daquele que foi o primeiro grande teste de Ricardo Barros como líder, Ramos foi ao Twitter dizer que confiava na responsabilidade dos deputados para manter o veto. Com a vitória assegurada, o ministro fez questão de parabenizar os 316 deputados que votaram a favor do governo.

Há quem diga que Lula e o PT são comunistas, mas isso é coisa de analfabeto político


TRIBUNA DA INTERNET | Governo do PT não tem nada de comunistaPaulo Peres
É sempre bom repetir essa matéria do Santos Aquino, a qual mostra que os Estados Unidos desde 1964 são quem manda no Brasil, nos militares que deram o golpe que destituiu o governo João Goulart, criaram o PT e o Lula, com medo do Leonel Brizola que voltava do exílio e poderia vencer as eleiçõs no Brasil.
Vale acrescentar, que o PT disse que iria tacar fogo no Brasil, caso o Presidente Jair Bolsonaro tomasse em janeiro de 2019, mas isto jamais aconteceu, pois o PT é cria dos militares.
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SE FALAR, LULA INCRIMINARÁ MUITA GENTE QUE ESTÁ LIVRE
Antonio Santos Aquino
Poucos sabem que Luiz Ignacio Lula da Silva é produto pronto e acabado da Revolução (golpe de 1964). Foi protegido desde que os irmãos Villares, empresários do ramo metalúrgico naval, o apresentaram como sindicalista confiável aos militares. Desde então foi protegido pelo general Golbery do Couto e Silva, ideólogo da “Revolução” de 1964.
Lula fez curso numa escola paga pelos americanos desde 1953 em São Paulo, para formar líderes sindicais. Em 1972/73 foi para os Estados Unidos tomar aulas de “sindicalismo” na central sindical AFL-CIO e na Johns Hopkins University.
BRIZOLA DE VOLTA – Lula foi preparado para se contrapor a Leonel Brizola que voltava do exílio depois de 15 anos e ainda metia medo aos militares com a tal “República Sindicalista” que nunca existiu e nunca foi cogitada. Foi até um pretexto para o golpe planejado nos Estados Unidos em 1964 (isso é conhecido e provado).
Lula deve saber alguma coisa dos militares e muitas coisas pesadas de políticos, corrupção e crimes, inclusive. E se Lula, seguindo o amigo Sérgio Cabral, resolver fazer uma delação?
Já ouvi falar nisso ao jogar “dama” com outros cascudos como eu, na Praça Cruz Vermelha, e que têm filhos que exercem funções de destaque no governo, inclusive oficiais das Forças Armadas. Não são daquela época, mas ouvem muitas coisas e relatam aos pais.
MEDO DE FALAR – O que sei é que Lula tem medo de falar. Só fará delação se a imprensa internacional assistir. Seria “um deus nos acuda”. O que tem de pilantras e bandidos que comeram do fruto proibido e estão posando de vestais é impensável.
Perguntem quem é Lula ao José Sarney, ao filho de Tuma, ao ministro aposentado Almir Pazzianoto e ao representante da Volkswagen na Anfavea (Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores, Mário Garneiro.
Há quem diga que Lula e o PT são comunistas, mas isso representa a maior ignorância. É coisa de analfabeto político.

Bolsonaro vai cumprir o compromisso de reeleger Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre

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Bolsonaro ensaia discurso em defesa do teto de gastos após reunião ...
Alcolumbre e Maia já se acertaram com Jair Bolsonaro
Carlos Newton
Em maio do anos passado, foi fechado o chamado Pacto dos Três Poderes, um acordo informal, sem assinatura nem cerimônia, mas que realmente está funcionando na prática. Muita gente ainda não acredita que exista esse entendimento, porque se trata de uma iniciativa pouco republicana e nada democrática, que faz o Barão de Montesquieu se  revirar no túmulo, por representar a desmoralização dos princípios que criou em sua célebre obra “O Espírito das Leis”, em que determinou a necessidade da independência entre os três Poderes.
Na verdade, trata-se de um pacto de não agressão entre os dirigentes dos três Poderes. Foi acertado por sugestão de Dias Toffoli, presidente do Supremo, sob pretexto dr propiciar a aprovação das reformas julgadas indispensáveis para o país sair da crise econômica. Mas era tudo conversa fiada.
MANTER A IMPUNIDADE – Mais de um ano depois, já ficou claro que o pacto nada tem a ver com reformas estruturais. O objetivo principal é manter a impunidade dos políticos, governantes e empresários envolvidos em atos de corrupção, improbidade administrativa, sonegação fiscal, lavagem de dinheiro e enriquecimento ilícito.
O processo foi conduzido por Dias Tofolli, por ser um dos principais interessados, porque sua mulher, a advogada Roberta Rangel, tinha sido flagrada em enriquecimento ilícito pelo Coaf (Conselho de Controle das Operações Financeiras), junto com outros 133 contribuintes , inclusive o ministro Gilmar Mendes  e sua mulher, Guiomar Feitosa.
Além disso, Toffoli foi apanhado recebendo uma mesada de R$ 100 mil da própria mulher, num montante total de R$ 4,5 milhões, dos quais ele destinava R$ 50 mil mensais para “manter” sua primeira mulher, Mônica Ortega.
FOI TUDO SEPULTADO – Com a celebração do pacto, Bolsonaro interveio no Coaf e na Receita Federal, os casais Toffoli e Mendes voltaram ao enriquecimento ilícito e os outros 130 sonegadores foram beneficiados de roldão, vejam como as coisas funcionam no Brasil.
O Congresso tem mantido sua participação no pacto. Depois de desidratar o Pacote Anticrime de Sérgio Moro, aprovou a Lei do Abuso da Autoridade, para amedrontar delegados, auditores, juízes e integrantes do Ministério Público, além de engavetar a proposta de retorno da prisão após segunda instância.
Em  contrapartida, agora Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre querem ser reeleitos ilegalmente nas presidências de Câmara e Senado, e Dias Toffoli terá de se virar no Supremo, com apoio de Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski, para conseguir mais três votos.
VAI DAR CERTO? – Em qualquer país minimamente civilizado um pacto desse tipo seria imediatamente inviabilizado, porque só pode funcionar em regime ditatorial. Mas estamos no Brasil, o gigante adormecido, país da piada pronta,  conhecido internacionalmente pela impunidade que garante às elites, motivo de piadas para Homer Simpson e nove em cada dez roteiristas de Hollywood.
Peço desculpas aos otimistas. Na minha avaliação, os podres poderes celebrizados por Caetano Veloso vão dar um jeito de reeleger Maia e Alcolumbre.  E em novembro Bolsonaro vai indicar um capacho para o Supremo, ainda pior do que Celso de Mello.
Com isso, vai atapetar o caminho de sua reeleição. Não haverá grandes mudanças e a crise socioeconômica se eternizará.
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P.S. 1 – A única mudança que se perceberá será a corrida aos vestibulares para as Forças Armadas, que se consolidarão como o melhor emprego do país, em termos de salários, custo benefício, assistência médico-dentária garantidas e poucos encargos e sistema de meio-expediente.
P.S. 2 – Alguém pode argumentar que Luiz Fux vai assumir agora a presidência do Supremo e pode melar o pacto. Mas eu não consigo acreditar que isso acontecerá. E você, o que acha? (C.N.)

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