segunda-feira, agosto 24, 2020

Dossiê já provocou demissões, processos, perseguições e até aposentadoria

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Policiais levantam a bandeira do antifascismo em ato contra o governo Bolsonaro: agentes contam que, muitas vezes, sofrem pressão dos próprios colegas de farda que se identificam com as posições do presidente Foto: Júlia Barbon / Folhapress
Policiais antifascistas são perseguidos também nos Estados
Vinicius SassineO Globo
Ao analisarem um dossiê do Ministério da Justiça sobre profissionais da segurança pública antifascistas, em julgamento nesta semana, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) consideraram a prática ilegal e alertaram para o risco de perseguições políticas no serviço público. Contudo, policiais envolvidos no movimento antifascista e citados no relatório de inteligência do Ministério da Justiça afirmam que já sofrem retaliações nas suas corporações.
O Globo recolheu relatos de episódios na Polícia Rodoviária Federal (PRF) e em Polícias Civis e Militares do país. Os agentes são alvos de investigação policial, demissão de cargo de confiança, sindicâncias administrativas, exclusão em seleção para instrutores de cursos de formação ou transferência para a reserva. Os integrantes do grupo chamado “policiais antifascismo” atribuem esses fatos à participação no movimento, monitorado pelo governo federal.
DENÚNCIAS VAZIAS – O dossiê sobre os antifascistas lista mais de 500 policiais e atribui a eles um risco de violência, inclusive com a possibilidade de atuação de “black blocs” em eventuais protestos contra Bolsonaro — apesar de não haver qualquer relato nesse sentido.
Nos estados, a atuação dos policiais antifascistas também é alvo de vigilância e de ações de investigação e exclusão de promoções na carreira. Para esses policiais — a maioria fala na condição de anonimato por temer mais represálias —, trata-se de perseguição e retaliação. Eles relatam pressão dos próprios colegas de farda, mais alinhados ao bolsonarismo. De acordo com um estudo recente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, 41% dos PMs de baixa patente no país são bolsonaristas, e 12% endossam pautas mais radicais, como o fechamento do Congresso e do STF.
Na Polícia Rodoviária Federal, uma policial foi exonerada de um cargo de confiança na Superintendência da Bahia — chefe do setor de análise técnica, o equivalente a uma assessoria jurídica — menos de um mês depois de assinar o manifesto mais robusto até agora dos policiais antifascismo.
EXONERAÇÃO EM REPRESÁLIA – O texto do manifesto, elaborado por sindicalistas da área de segurança pública, tornou-se público em 5 de junho, e leva mais de 500 assinaturas de policiais rodoviários, federais, civis, militares, bombeiros, peritos, papiloscopistas e agentes penitenciários. Em 2 de julho, a policial foi exonerada da função de confiança, exercida há mais de um ano e meio.
“A nomeação e exoneração são atos discricionários do superintendente regional”, diz a PRF, por meio da assessoria de imprensa.
Uma quantidade expressiva de policiais rodoviários, 42, assina o manifesto. Duas semanas depois da divulgação, a PRF encerrou um processo de seleção de instrutores para seus cursos de formação, uma atividade que remunera bem os policiais, com o equivalente a um salário extra. Pelo menos quatro policiais que assinaram o manifesto e já tinham sido instrutores em anos anteriores não foram chamados — os agentes veem motivação política na decisão. Também há relatos de retenção de indicação de nomes de policiais antifascistas para comissões regionais da PRF, como a de valorização da mulher.
APOSENTADORIA PRECOCE – No Paraná, um líder local dos policiais antifascismo foi aposentado pela PM, antes dos 30 anos de idade, após publicar textos críticos a Bolsonaro. Martel Alexandre Del Colle diz que começou a ser transferido entre unidades a partir do momento em que ficou mais ativo nas redes sociais, criticando programas institucionais das PMs, como os voltados ao combate às drogas.
No ano passado, após uma internação por depressão, foi aposentado por invalidez, passando a receber um terço do salário. Ele responde a processos administrativos disciplinares, um deles por ter “demorado” a aceitar uma transferência, segundo o policial. A mudança era retaliativa, diz.
PERÍCIA MÉDICA – A PM diz que a aposentadoria precoce foi definida a partir de uma perícia médica. “A PM do Paraná, com efetivo superior a 20 mil homens, cumpre o comando constitucional de liberdade de manifestação e pensamento, só submetendo ao devido processo legal os militares que, em tese, cometerem crime militar ou transgressão disciplinar”, diz, por meio da assessoria de imprensa.
“Respondo a dois processos, um deles com desdobramento na esfera criminal. Os processos buscam me excluir em definitivo da PM, o que me impediria, por exemplo, de fazer concurso para a Polícia Civil” — afirma Del Colle.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Ainda bem que o Supremo já tem maioria para desfazer essas perseguições meramente ideológicas, que são inadmissíveis em regimes democráticos, mesmo nessa esculhambação vigente no Brasil. (C.N.)

Rede, PSB e Podemos acionam STF para suspender nova cédula de R$ 200

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Charge do Zé Dassilva (twitter.com)
Paulo Roberto Netto
Estadão
A Rede Sustentabilidade, o Podemos e o PSB ingressaram juntos com ação ao Supremo Tribunal Federal (STF) para suspender ato do Conselho Monetário Nacional (CNM), vinculado ao Banco Central, que aprovou o lançamento e circulação da nota de R$ 200. A previsão é que a nova cédula comece a circular no final deste mês.
Os partidos alegam que o ato do Banco Central foi ‘precipitado’ e ‘não apresentou nenhum estudo ou documento estruturado que trouxesse de forma aprofundada as razões e implicações’ da nova cédula de R$ 200. Mais do que isso, as três siglas apontam que a introdução de uma nota com alto valor de face pode favorecer crimes de ocultação e lavagem de dinheiro.
ATIVIDADES ILÍCITAS – “Parece evidente que o aumento do valor de face do papel-moeda possui, sim, relevante papel para a criminalidade. Basta pensar que o transporte de numerário por fora do sistema financeiro e dos controles estatais ficará facilitado. Afinal, se ficará mais fácil e econômica a logística operada pelo sistema financeiro formal – um dos argumentos defendidos pelo Banco Central do Brasil – da mesma forma ocorrerá com as atividades ilícitas”, afirma os partidos.
As legendas dizem ainda que, ‘com o devido respeito’, o Banco Central agiu com ‘ingenuidade’ ao supor que ‘transações ilegais e oriundas de atividades criminosas passariam sempre pelo sistema bancário e deixariam todos os registros formalizados’.
“O que se tem, portanto, é a completa ausência de justificativa técnicas ou fundamentações adequadas para o ato ora questionado, que produz efeitos graves e permanentes em alegada resposta a circunstâncias temporárias”, apontam a Rede, Podemos e PSB. “E, ainda, sem analisar seus reflexos para a política de combate à criminalidade, o que parece ser evidente pela própria ausência de manifestação sobre o tema, até o momento, do Ministério da Justiça e da Segurança Pública”.
LIMINAR – O caso está sob relatoria da ministra Cármen Lúcia. Os partidos pedem que seja deferida uma liminar para suspender o ato do Banco Central pela produção e circulação da nova nota de R$ 200 e que no mérito a Corte considere a medida inconstitucional. A cédula de R$ 200 foi anunciada em julho pelo Banco Central e será estampada pelo lobo-guará. O BC justificou a medida como forma de atender uma maior demanda por papel moeda, surgida entre a população durante a pandemia do novo coronavírus.
Segundo o banco, entre fevereiro, período anterior à pandemia do novo coronavírus, até junho, o papel moeda em poder do público saltou de R$ 210 bilhões para R$ 270 bilhões – é o maior valor da série histórica do Banco Central, iniciada em dezembro de 2001.
De acordo com o chefe do Departamento de Estatísticas do Banco Central, Fernando Rocha, o aumento do papel moeda nas mãos do público nos últimos meses foi causado pela demanda da população com a liberação do auxílio emergencial mensal de R$ 600 pelo governo, durante a pandemia.

“Teto de Gastos impede o país de sair da crise gerada pela perversão neoliberal que deu o golpe”, diz Dilma

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Dilma diz que teto “criou uma ‘camisa de força’ para a economia
Deu na Folha
A ex-presidente da República Dilma Rousseff (PT) criticou a fixação de teto de gastos em 2016 pelo Congresso, em resposta a editorial publicado pela Folha com o título “Jair Rousseff”. A limitação foi estabelecida por meio da emenda constitucional nº 95 e proíbe que as despesas públicas aumentem acima dos índices de inflação. Foi aprovada durante o governo do ex-presidente Michel Temer (MDB), sucessor de Dilma após o processo de impeachment contra a petista.
No texto, Dilma afirma que “logo ao tomar o poder ilegalmente, os golpistas aproveitaram-se de sua maioria no Congresso e do apoio da mídia e do mercado para aprovar a emenda do Teto de Gastos, um dos maiores atentados já cometidos contra o povo brasileiro e a democracia em nossa história, pois, por 20 anos, tirou o povo do Orçamento e também do processo de decisão sobre os gastos públicos”.
CAMISA DE FORÇA – De acordo com a ex-presidente, o teto “criou uma ‘camisa de força’ para a economia, barrando o investimento em infraestrutura e os gastos sociais, e ‘constitucionalizando’ o austericídio”. “O Teto de Gastos bloqueia o Brasil, impede o país de sair da crise gerada pela perversão neoliberal que tomou o poder com o golpe de 2016 e a prisão do ex-presidente Lula. E, a partir da pandemia, tornará ainda mais inviável qualquer saída para o crescimento do emprego, da renda e do desenvolvimento”, completa Dilma.
A ex-presidente também criticou o fato de o editorial da Folha, publicado na noite de sexta (21), ter relacionado possíveis medidas de elevação do gasto público sem limites pelo governo de Jair Bolsonaro com a política econômica adotada pela gestão Dilma.
Segundo o editorial da Folha, “o fracasso da última administração petista deveria bastar para que ensaios de programas redentores de obras públicas e de assistência social, sempre frequentes nas especulações brasilienses, fossem deixados de lado. Infelizmente, é fantasia um Tesouro que possa financiar um déficit sem limites e permanentemente crescente”.
FAKE NEWS – Na carta, a ex-presidente diz que “todas as afirmações do editorial a respeito do meu governo são fake news”. “A Folha falsifica a história recente do país, num gesto de desprezo pela memória de seus próprios leitores”, diz.
Segundo a petista, “um país que, em 2014, registrou o índice de desemprego de apenas 4,8%, praticamente pleno emprego, com blindagem internacional assegurada por um recorde de US$ 380 bilhões de reservas, não estava quebrado, como ainda alega a oposição”.
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ÍNTEGRA DA CARTA DE DILMA ROUSSEF:
“A FALHA DE S.PAULO” ATACA OUTRA VEZ?
A Folha tem enorme dificuldade de avaliar o passado e, assim, frequentemente erra ao analisar o presente.
Foi por avaliar mal o passado que a empresa até hoje não explicou porque permitiu que alguns de seus veículos de distribuição de jornal dessem suporte às forças de repressão durante a ditadura militar, como afirma o relatório da Comissão Nacional da Verdade.
Foi por não saber julgar o passado com isenção que cometeu a pusilanimidade de chamar de “ditabranda” um regime que cassou, censurou, fechou o Congresso, suspendeu eleições, expulsou centenas de brasileiros do país, prendeu ilegalmente, torturou e matou opositores.
Os erros mais graves da Folha, como estes, não são de boa-fé. São deliberados e eticamente indefensáveis. Quero deixar claro que falo, sobretudo, do grupo econômico Folha, e não de jornalistas.
Quero lembrar, ainda, a publicação, na primeira página, de uma ficha falsificada do Dops, identificada pelo jornal como se fosse minha, e que uma perícia independente mostrou ter sido montada grosseiramente para sustentar acusação falsa de um site fascista. Mesmo desmascarada pela prova de que era uma fraude, a Folha, de forma maliciosa, depois de admitir que errou ao atribuir ao Dops uma ficha obtida na internet, reconheceu que todos os exames indicavam que a ficha era uma montagem, mas insistiu: “sua autenticidade não pôde ser descartada.”
Quem acredita que as redes sociais inventaram as fake news desconhece o que foi feito pela grande imprensa no Brasil – a Folha inclusive. Não é sem motivo que nas redes sociais a Folha ganhou o apelido de “Falha de São Paulo”.
O editorial de hoje da Folha —sob o título “Jair Rousseff”— é um destes atos deliberados de má-fé. É pior do que um erro. É, mais uma vez, a distorção iníqua que confirma o facciosismo do jornal. A junção grosseira e falsificada é feita para forçar uma simetria que não existe e, por isto, ninguém tem direito de fazer, entre uma presidenta democrática e desenvolvimentista e um governante autoritário, de índole neofascista, sustentado pelos neoliberiais —no caso em questão, a Folha.
Todas as afirmações do editorial a respeito do meu governo são fake news. A Folha falsifica a história recente do país, num gesto de desprezo pela memória de seus próprios leitores.
Repisa a falsa acusação de que o meu governo promoveu gastos excessivos, alegação manipulada apenas para sustentar a narrativa midiática e política que levou ao golpe de 2016. Esquece deliberadamente que a crise política provocada pelos golpistas do “quanto pior, melhor” exerceu grande influência, seja sobre a situação econômica, seja sobre a situação fiscal.
A Folha, naquela época, chegou a pedir a minha renúncia, em editorial de primeira página, antes mesmo do julgamento do impeachment. Criava deliberadamente um ambiente de insegurança política, paralisando decisões de investimento, e aprofundando o conflito político.
Estranhamente, a Folha jamais pediu o impeachment do golpista Michel Temer, apesar das provas apresentadas contra ele. Também não pediu o impeachment de Bolsonaro, ainda que ele já tenha sido flagrado em inúmeros atos de afronta à Constituição, e o próprio jornal o responsabilize pela gravidade da pandemia. A Folha continua seletiva em seus erros: Falha sempre contra a democracia, e finge apoiá-la com uma campanha bizarra com o bordão “vista-se de amarelo”.
Um país que, em 2014, registrou o índice de desemprego de apenas 4,8%, praticamente pleno emprego, com blindagem internacional assegurada por um recorde de US$ 380 bilhões de reservas, não estava quebrado, como ainda alega a oposição. Na verdade, a destituição da presidenta precisou do endosso da grande mídia para garantir a difusão desta fake news. O meu mandato nem começara e o impeachment já era assunto preferencial da mídia, embalado pelas pautas bombas e a sabotagem do Congresso, dominado por Eduardo Cunha.
Os dados mostram que a “irresponsabilidade fiscal” que me foi atribuída é uma sórdida mentira, falso argumento para sustentar o golpe em curso. Entre 2011 e 2014, as despesas primárias cresceram 3,7% ao ano, menos do que no segundo mandato de FHC (4,1% ao ano), por exemplo.
Em 2015, já sob efeito das pautas bombas, houve retração de 2,5% nessas despesas. As dívidas líquida e bruta do setor público chegaram, em meu mandato, a seus menores patamares desde 2000. Mesmo com a elevação, em 2015, para 35,6% e 71,7%, devido à crise que precedeu o golpe, elas ainda eram muito menores que no final do governo de Temer (53,6% e 87%) ou no primeiro ano de Bolsonaro (55,7% e 88,7%).
Logo ao tomar o poder ilegalmente, os golpistas aproveitaram-se de sua maioria no Congresso e do apoio da mídia e do mercado para aprovar a emenda do Teto de Gastos, um dos maiores atentados já cometidos contra o povo brasileiro e a democracia em nossa história, pois, por 20 anos, tirou o povo do Orçamento e também do processo de decisão sobre os gastos públicos.
Criou uma “camisa de força” para a economia, barrando o investimento em infraestrutura e os gastos sociais, e “constitucionalizando” o austericídio. O Teto de Gastos bloqueia o Brasil, impede o país de sair da crise gerada pela perversão neoliberal que tomou o poder com o golpe de 2016 e a prisão do ex-presidente Lula. E, a partir da pandemia, tornará ainda mais inviável qualquer saída para o crescimento do emprego, da renda e do desenvolvimento.
Se a intenção da Folha é tutelar e pressionar Bolsonaro para que ele entregue a devastação neoliberal, que tenha pelo menos a dignidade de não falsificar a história recente. Aprenda a avaliar o passado e admita seus erros deliberados, se quiser ter alguma autoridade para analisar um presente sombrio de cuja construção participou diretamente.
Dilma Rousseff, 22/08/2020

COMO SEMPRE A PRÉ-CANDIDATURA DA EX-PREFEITA ANABEL DE TISTA VEM GANHANDO FORÇAS DIARIAMENTE.

A imagem pode conter: 1 pessoa, óculos e close-up, texto que diz "04:05 Você e Agora mesmo"
Foto Reprodução

Por: Marcelo do Sindicato


Através da liberdade de escolhas a pré-campanha da ex-prefeita "Anabel de Tista" vem ganhando campo a passos largos como jamais se viu na história política de Jeremoabo/BA.
Sem dúvidas o livre arbítrio de escolher está associado a liberdade de pensamento, por isso que, somente aqueles que possuem opiniões formadas a respeito de determinados assuntos ou coisas é, que são capazes de mudarem de opinião.
Hoje dia 23/08/2020, o cidadão PAULO ANTÔNIO DA SILVA (PAULINHO) como é popularmente conhecido em nosso convívio, ele que é, eleitor jeremoabense e homem de conduta moral incontestável, assumiu o seu apoio a pré-campanha da ex-prefeita "Anabel de Tista" do PSD.
Paulinho que é também primo de dona Albertina vereadora e, esposa do atual prefeito, o mesmo vem historicamente votando diferente do grupo da ex-prefeita "Anabel de Tista" desde de quando a oposição de Jeremoabo/BA era capitaneada pelo ex-prefeito e saudoso João Ferreira. Em 2008 Paulinho teve um papel fundamental no ingresso do atual prefeito de Jeremoabo/BA na vida pública até quando o referido político passou ser prefeito de nossa Jeremoabo nas eleições suplementares de 2018. Durante todos esses anos Paulinho o acompanhou por diversas situações em sua militância política sendo um amigo de todas as horas, inclusive até viajando com o referido líder político por incontáveis ocasiões a capital baiana em busca de reuniões com outros líderes políticos e partidários do nosso Estado,onde várias pessoas assistiram em alguns momentos com toda minha humildade a desengancha-lo da catraca da assembleia legislativa baiana quando este ainda era muito calouro e, em razão disso encontrava-se desesperadamente enganchado na referida catraca por pura falta de experiência com o manuseio tecnológico do referido ambiente.
Hoje após testa-lo como gestor público, não só Paulinho como também a maioria de seus colaboradores políticos, o abandonaram por não concordarem com o novo e péssimo jeito de governar, onde é favorável apenas a alguns poucos que no momento encontram-se possuídos pela loucura do espírito ilusório de soberania, não tendo sequer a noção de quê, "todo poder emana do povo", e o povo há de julga-los em um breve futuro.
PARABÉNS "PAULINHO" PELA SUA CORAGEM DE TOMAR A SUA PRÓPRIA DECISÃO, SEM SE QUER SE IMPORTAR COM ATAQUES E OFENSAS PESSOAIS PROVENIENTES DAQUELES QUE ESTÃO OSTENTANDO DE LUCROS EXORBITANTES DESSA GESTÃO.

Nota da redação deste Blog - Completando essa matéria do companheiro Marcelo do Sindicato, um dos primeiros a abandonar o Titanic , transcrevo outra matéria de sumo importância para esse momento politico que estamos enfrentando.

O papel do cidadão nas democracias representativas

O papel do cidadão nas democracias representativas
por Rafael Guimarães Farias
Willian Brito da Silva
Acadêmicos de Serviço Social da UFAM
Postado em mar. 2016
            A democracia representativa é a forma pela a qual a população hoje em dia tem o poder de escolher seus representantes, para que os mesmos possam legislar e executar os benefícios em prol do povo. Esse tipo de democracia tem como principal meio de escolha o direito ao voto, nessa democracia cabe também ao povo fiscalizar os seus representantes, pois o cidadão tem o poder maior de botar e tirar quem está no poder, no qual o povo escolheu para tomar decisões políticas em nome dos seus representados, é uma das democracias mais comuns da atualidade.
                      Esse modo de democracia é totalmente diferente da antiga democracia grega, pois apesar de todo cidadão pode participar dos debates públicos, somente uma ínfima parcela da população grega era considerada cidadã e por isso só podia participar uma pequena porcentagem da população, algumas pessoas que fossem coerentes e influentes na sociedade, tendo assim vez e voz nas escolhas de projetos para o desenvolvimento econômico e social. Já na democracia representativa a maioria da população, os ditos cidadãos podem escolher diretamente através do voto seus representantes.
                      Essa nova visão de democracia nos dias atuais estão divididas em duas áreas de poderes políticos na sociedade sendo eles o Poder Executivo e Poder Legislativo, sendo que o poder executivo tem como papel primordial de governar e administrar os interesses da sociedade como um todo, cumprindo todas as leis que rege a Constituição do seu estado e da nação. O poder legislativo é responsável de criar leis que regulam o estado pelas quais a sociedade tem o papel de obedecê-las, e responsável de fiscalizar o Poder Executivo. Mas quem fiscaliza o poder legislativo? Por isso o cidadão tem um papel fundamental nesse modelo de democracia, pois cabe ao povo além de votar, ter como o papel principal na democracia representativa fiscalizar o poder legislativo e executivo, pois foi o cidadão que colocou os mesmos no poder.
                      Por muitos anos ao longo do século XIX e meados do século XX o direito de votar do povo foi negado no Brasil, onde apenas poucas pessoas tinham o direto de escolher seus representantes, pois só podia votar homens ricos e de grande influência na sociedade, mulheres e pessoas suburbanas não tinham vez e nem voz na democracia de seu país, mas com o passar dos anos esse paradigma foi quebrado através de lutas e conquistas sociais, assim dando o direto para todos de escolher os seus representantes através das eleições eleitorais que é a democracia mais comum na atualidade.
                      Mas infelizmente essa forma de democracia vem perdendo credibilidade com a sociedade que elege seus governantes por existirem muitos políticos corruptos representando o povo, pois eles deveriam trabalhar para o bem comum de todos, mas acabam trabalhando em prol de si mesmo e assim se corrompendo e fazendo o que não é correto perante as leis de seu país. De acordo com o pensamento de Manfredin (2008, p. 10) “Os partidos políticos tornaram-se espaço para negociação de interesses privados, siglas de aluguel, sem ideologia definida e há muito tempo desvinculados da sociedade”. E isso acaba despertando más intenções aos políticos corruptos em suas carreiras politicas, assim muitas vezes comprando votos que os levam ao poder, o que deveria ser algo espontâneo do eleitor, acaba sendo algo criminoso e arriscado para o futuro de todos. Mas apesar disso,
É preciso crer na política, perceber que a maioria do que se contesta é culpa, justamente, do afastamento do cidadão da sua missão, do seu dever. A aversão a política causa mais estragos do que possamos imaginar, é necessário atestar isso, senão nossa democracia representativa irá continuar morta, e pior, nos levará junto com ela (CAMPELO, 2015, p. 1).
            Portanto, é necessário crer na politica, procurar conhecer os representantes  e banalizar a politicagem (que diferente da política não visa o bem comum, mas interesses privados), sendo assim para que a democracia representativa seja viva é necessário que haja mudanças, a começar pelos cidadãos exercendo o seu papel de fiscalizar os seus governantes para que os mesmos possam atender realmente as necessidades do povo e evitar aversão .




Leia mais: https://www.sabedoriapolitica.com.br/products/o-papel-do-cidadao-nas-democracias-representativas/

Até o vocabulário ortográfico já atropelaram...

A imagem pode conter: texto que diz "SE PREPARE A grande conversão ta chegando DIA PARTIDO ဖိ் PROGRESSISTA"
Fonte: Internet

Convenção partidária é um evento previsto no direito eleitoral onde os membros dos partidos políticos se reúnem para escolher os candidatos que serão lançados e/ou apoiados pelo partido na eleição seguinte.[1]
Cada país possui suas regras próprias para as convenções. (https://pt.wikipedia.org/)

conversão

con.ver.são 
kõvərˈsɐ̃w̃
nome feminino
1.
adoção de uma nova fé religiosa
2.
mudança de convicções políticas, filosóficas, etc.
3.
alteração moral ou comportamental positiva
4.
mudança de forma ou qualidade sem que haja mudança de substância
5.
modificação imposta a uma estrutura para que sirva objetivos diferentes dos anteriores
6.
troca de certa quantidade de moeda de um país por quantidade equivalente de moeda de outro paíscâmbio
7.
operação pela qual se determina a equivalência entre valores de medida pertencentes a sistemas diferentes
8.
LINGUÍSTICA processo de alteração da categoria gramatical de uma palavra cuja forma se mantémderivação imprópria
9.
PSICOLOGIA expressão de uma motivação recalcada na forma de um sintoma somático
10.
MILITAR alteração do rumo seguido por uma unidade militar em marcha
11.
INFORMÁTICA mudança do formato de um ficheiro
12.
DESPORTO marcação de uma penalidade assinalada a favor
https://www.infopedia.pt/

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