sexta-feira, maio 29, 2020

Após ser alvo de operação da PF, Roberto Jefferson cobra de Bolsonaro a convocação de golpe militar


Roberto Jefferson pede a Bolsonaro ‘o poder das Forças Armadas’
Paulo Roberto Netto
Estadão
O deputado federal Roberto Jefferson, condenado no Mensalão e recentemente alvo de operações no inquérito das fake news, conclamou o presidente Jair Bolsonaro a convocar ‘o poder moderador das Forças Armadas’. O discurso distorce interpretação do artigo 142 da Constituição – leitura incorreta já feita anteriormente pelo próprio presidente.
“‘Acabou porra!’ Presidente Bolsonaro, chegou o momento, só depende do senhor. É sua iniciativa convocar o poder moderador das forças armadas, art 142 da Constituição. Essa afronta a harmonia entre Poderes, que parte do STF, nos levará ao caos. O povo anseia por isso. Contragolpe”, escreveu.
DISTORÇÃO – O dispositivo mencionado por Jefferson apenas estabelece funções, direitos e deveres dos militares no Estado Democrático de Direito e não prevê nenhuma possibilidade de ‘intervenção militar’ que possa ser convocada pelo presidente da República. Tampouco o artigo permite ao Planalto decretar o fechamento de outros Poderes em um ‘contragolpe’ com auxílio das Forças Armadas.
A declaração do deputado ocorre no dia seguinte à operação determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), no âmbito do inquérito que apura ‘fake news’, ofensas e ameaças contra a Corte. Jefferson foi alvo de buscas e apreensões.
INDÍCIOS – Relatórios da Polícia Federal apontaram ‘sérios indícios da prática de crimes’ cometidos pelo deputado, segundo apontou Moraes ao autorizar as diligências. “Consta dos autos que Roberto Jefferson é um dos responsáveis pelas postagens reiteradas em redes sociais de mensagens contendo graves ofensas a esta Corte e seus integrantes, com conteúdo de ódio e de subversão da ordem”, afirmou Moraes.
O relator destacou publicações do parlamentar, incluindo o tweet em que pediu ao presidente Bolsonaro que demitisse todos os onze ministros da Corte e, recentemente, a foto publicada com uma arma na qual disse estar se preparando para ‘combater’ o ‘comunismo’, a ‘ditadura’, a ‘tirania’ e os ‘traidores’.
No inquérito, o procurador-geral da República Augusto Aras se manifestou contra as buscas, mas autorizou o depoimento de Jefferson. O deputado deverá ser ouvido pela Polícia Federal nos próximos cinco dias.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– Vai faltar camisa de força e espaço nas clínicas de reabilitação com tanto maluco à solta. Adélio Bispo, o inimputável, já declarou ter receio que todo esse pessoal divida o mesmo espaço com ele em pouco tempo. Não deixa de ter razão. (Marcelo Copelli)

Alexandre Frota cita Lula e rebate manifestações bolsonaristas : “É hora de unificar e encarar”


Frota disse que a “quadrilha digital” começou a ser desmontada
Deu no Correio Braziliense
O deputado federal Alexandre Frota (PSDB-SP) usou as redes sociais, nesta quinta-feira, dia 28, para criticar manifestações bolsonaristas contra o Supremo Tribunal Federal (STF) . “Acho que diante das ameaças vamos ter que ir pras ruas e vamos para guerra. É hora de unificar e encarar”, escreveu.
O parlamentar também compartilhou uma recente manifestação do ex-presidente Lula no Twitter em que citou um “aviso aos democratas do Brasil”. Na ocasião, Lula disse que os golpistas já colocaram o pé na varanda e que, se não houver reação, eles “arrombararão nossa porta”. Diante disso, Alexandre Frota comentou: “Lula está avisando”.
MILÍCIA DIGITAL – Ainda nesta quinta-feira, Frota publicou um vídeo afirmando que a “quadrilha digital” começou a ser desmontada no Brasil. “Precisamos entender que a liberdade de expressão que ele (Bolsonaro) defende é a agressão verbal e o linchamento virtual”.
“Se o STF não reagir às ameaças de Bolsonaro, podem esperar o pior”, disse. O parlamentar falou também sobre Eduardo Bolsonaro, que disse na última quarta-feira que “o problema não é mais se (haverá ruptura institucional) mas quando”. No vídeo, ele também xingou, explicitamente, Eduardo e Olavo de Carvalho. Ele encerra o vídeo chamando Bolsonaro de “frouxo, covarde e mentiroso”, além de afirmar que o presidente “usa e abusa do poder”.

O isolamento de Jeremoabo é discriminado, para uns e outros não.



Agora à noite dezenas de pessoas residentes em Jeremoabo enviaram mensagens denunciando a discriminação praticada pelo prefeito, que através de decreto proíbe abertura de igrejas, proíbe funcionamento do comércio,implanta barreiras, porém não proíbe aglomeração em órgão público.
Já outro cidadão perguntou por onde anda o Ministério Público que não vê esse desrespeito as recomendações  da OMS.
Segundo os denunciantes esse evento ocorreu hoje dia 29.05.2020 no Parque de Exposição da Prefeitura.
E para encerrar outro cidadão pergunta ao prefeito  esse é o investimento recebido para combater o COVID-19?
Coloco o Blog a disposição do prefeito para apresentar o contraditório se assim desejar.

Será Petróleo jorrando nas ruas de Jeremoabo?

A imagem pode conter: sapatos e atividades ao ar livre

A imagem pode conter: sapatos e atividades ao ar livre

A imagem pode conter: sapatos e atividades ao ar livre
A imagem pode conter: sapatos e atividades ao ar livre

A priori tive a ideia que houvesse jorrado petróleo nas ruas de Jeremoabo; porém, o desengano veio imediatamente ao ser informado que tratava-se mais um dos esgotos de estimação prejudicial a suade dos sofredores residentes na Rua Lídio Cardoso dos Santos.
Infelizmente só e resta lamentar.

A bomba para ser publicada hoje

Aconteceu o óbvio, a Procuradora Geral do Município de Jeremoabo pediu demissão.
Voltaremos com mais informações a
qualquer momento.

Perseguir a imprensa é coisa de ditador, táticas fascistas.


O bicho-papão ou papão é um ser imaginário da mitologia infantil portuguesa e brasileira, e que também surge no resto da península Ibérica.  O bicho-papão é a personificação do medo, um ser mutante que pode assumir qualquer forma de bicho, um ser ou animal frequentemente de aspecto monstruoso comedor de crianças, um papa-meninos. Está sempre à espreita e é atraído por crianças desobedientes.,
Foro Divulgação do .pinterest

O Programa \alerta Jeremoabo começou bem, apenas não concordei nem concordo com uma frase citada várias vezes a respeito de um monstro que só existe na imaginação,  na mente doentia e arcaica  dos puxa-sacos e dos imbecis " fechar rádio, tirar programa do ar".
Considero essa passagem tão  " verdadeira quanto uma nota de três reais", ou a história do " bicho-papão ou papão é um ser imaginário da mitologia infantil portuguesa e brasileira, e que também surge no resto da península Ibérica. O bicho-papão é a personificação do medo, um ser mutante que pode assumir qualquer forma de bicho, um ser ou animal frequentemente de aspecto monstruoso comedor de crianças, um papa-meninos. Está sempre à espreita e é atraído por crianças desobedientes."
Esse Blog recebeu várias mensagens da comunidade jeremoabense que está perplexa com a atitude dos ultrapassados ditadores saudosistas da arbitrariedade. mas tenho certeza que a diretoria da rádio garante que o programa não vai sair do ar e que não vai tolerar qualquer tipo de abuso de autoridade de quem quer que seja.
Infelizmente em Jeremoabo ainda existem muitos aculturados, e até " intelectuais analfabetos" que desconhecem que tirar um programa ou uma rádio do ar rádio do ar não é capim... 


Para negar fim de bases do Projeto Tamar, Salles confirma fechamento dos locais


por Mauricio Leiro
Para negar fim de bases do Projeto Tamar, Salles confirma fechamento dos locais
Foto: Reprodução / Tamar
O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, usou as redes sociais para desmentir o fechamento das unidades avançadas do Tamar em Arembepe (BA), Parnamirim (RN) e Pirambu (SE) (relembre aqui). Porém, o documento divulgado por Salles para rebater a imprensa confirma o fechamento das bases, e se baseia em uma decisão de 2019, quando o ministro já ocupava o posto no governo.

Complicado entender? O documento publicado por ele em sua página pessoal no Instagram diz que "as Bases Avançadas de Parnamirim/RN e em Arembepe, Camaçari/BA já tinham proposta de encerramento de suas atividades desde o ano passado (2019), vez que não contavam mais com servidores que realizassem as atividades finalísticas, cuja proposta foi do próprio Centro de Pesquisa e Conservação da Biodiversidade do Leste- Tamar".

Salles então reforça que a informação veiculada pela mídia referente ao fechamento das Bases do Projeto Tamar, está equivocada. "A Portaria do ICMBIO publicada nessa data (28) citada pela reportagem, apenas tornou pública a atualização dos endereços dos Centros de Pesquisa (e Bases Avançadas atreladas a esses Centros) do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade", diz o ministro na publicação.

A motivação da decisão do ministério foi a destinação da verba para outros setores da pasta. "As propostas de encerramento de atividades de Bases Avançadas de Centros de Pesquisa e Conservação do ICMBIO tiveram como suporte a ideia de melhor alocação de recursos com a consequente potencialização das atividades finalísticas desempenhadas na Conservação da Biodiversidades", disse.

"Atividades estão atreladas aos projetos de pesquisa dispostos nos planos de trabalho específicos a cada uma delas, sendo avaliadas e monitoradas constantemente pela Diretoria de Pesquisa, Avaliação e Monitoramento da Biodiversidades do ICMBIO, responsável pela gestão desses esforços", finaliza.

Veja:

Virus Infectio: PF deflagra 2ª fase da operação e cumpre mandados no Amapá

Virus Infectio: PF deflagra 2ª fase da operação e cumpre mandados no Amapá
Foto: Divulgação / PF
A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta sexta-feira (29), a segunda fase da Operação Virus Infectio, para desarticular uma articulação criminosa que pratica crimes de fraude em licitações, com desvio de recursos públicos do Amapá direcionados no combate ao coronavírus.

Uma equipe de 35 policiais federais cumpre nove mandados de busca e apreensão e três mandados de prisão preventiva na capital Macapá, além do afastamento do exercício da função pública de servidora da Secretaria de Saúde do Estado (SESA/AP).

Com a deflagração da primeira fase, foram detectados indícios de pagamento de vantagens indevidas a uma servidora da SESA/AP, com o objetivo de agilizar trâmites burocráticos. Os pagamentos ocorriam através de transferências realizadas por pessoas jurídicas, de propriedade do empresário, a uma pessoa indicada pela servidora.

Os investigados podem responder por crimes de corrupção ativa, corrupção passiva e integrar organização criminosa. Em caso de condenação, a pena pode chegar até 20 anos de prisão.
Bahia Notícias

TJ-BA vai apurar conduta de desembargador ligado a juiz investigado na Operação Faroeste


por Cláudia Cardozo
TJ-BA vai apurar conduta de desembargador ligado a juiz investigado na Operação Faroeste
Foto: Divulgação
Mais um desembargador do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) poderá ser investigado. O vice-presidente do TJ, desembargador Carlos Roberto Santos Araújo constituiu uma comissão para apurar fatos a um desembargador por ter ligação com o juiz investigado na operação Faroeste Márcio Reinaldo Miranda Braga.  

Segundo o despacho, ao apurar a conduta do juiz de primeiro grau, ficou constatado que também há atos de um membro do segundo grau da Corte baiana com estreita ligação aos apurados contra Márcio Reinaldo Miranda Braga. A comissão é formada pelos desembargadores Eserval Rocha, Regina Helena e José Edivaldo Rocha Rotondano. Os trabalhos devem ser concluídos em 30 dias.  O nome do investigado ainda não foi revelado.
Bahia Notícias

Chefe de serviço paralelo de informação de Bolsonaro é coronel do Exército, revela Veja


Chefe de serviço paralelo de informação de Bolsonaro é coronel do Exército, revela Veja
Foto: Reprodução / Veja / Marcos Corrêa / PR
Ocupando uma sala no 3º andar do Palácio do Planalto, a poucos metros do gabinete presidencial, o coronel do Exército Marcelo Costa Câmara conduz investigações a mando do presidente Jair Bolsonaro e produz dossiês que já provocaram a demissão de ministros. A revista Veja revelou que Câmara, de 50 anos, mais dois assessores que o auxiliam, formam o serviço paralelo de informação de Bolsonaro. 

Na reunião ministerial divulgada, realizada no último dia 22 de abril com seus ministros, Bolsonaro queixou-se de que não estava recebendo informações como gostaria. Disse que o único serviço que funcionava era “o meu particular”.

Após essa declaração, o presidente foi cobrado a se explicar sobre o que seria esse sistema de informações privado. Indagado sobre o assunto na última terça-feira, 26, ele desconversou: “O meu serviço de informação reservado, particular, são as mídias sociais, é o meu WhatsApp, são amigos que tenho pelo Brasil”. 

Bolsonaro só esqueceu de mencionar que mantém como assessor parlamentar para o serviço paralelo

De acordo com a reportagem, no Planalto, o coronel não usa farda e apenas um grupo restrito sabe, ainda assim muito por alto, o que ele realmente faz. “É um agente de inteligência do presidente”, conta um ministro. Outro lembra que várias vezes já ouviu Bolsonaro, diante de um problema, apontar para a sala ao lado e dizer que ia “acionar o meu pessoal”. E o pessoal dele esteve em ação para averiguar com lupa cada passo de Luiz Henrique Mandetta no comando da Saúde. Desde o início do ano, o presidente tem sido municiado com informações sobre suspeitas de desvio de dinheiro público tanto no ministério como no Estado do Rio de Janeiro. Antes da pandemia, o então ministro já estava na mira. A Covid-19, revelou a Veja, um assessor do presidente, ao contrário do que se sabe, deu sobrevida a Mandetta no cargo.

Por determinação de Jair Bolsonaro, Câmara conduz investigações, reúne informações e produz dossiês que já provocaram a demissão de ministros e diretores de estatais, debelaram esquemas de corrupção que operavam em órgãos do governo e fulminaram adversários políticos. Tudo de maneira muito discreta, sem alarde, praticamente às escondidas.

Pessoas próximas ao presidente costumam se referir ao coronel Câmara como “o cara da inteligência”. “Ele só cuida disso. Todas as denúncias que chegam, de dossiês a relatórios de informação, vêm dele”, conta um auxiliar de Bolsonaro. O trabalho de “compliance” do militar surgiu no início do governo, a partir de uma reclamação antiga do presidente que se tornou pública em meio às acusações de que ele tenta impor maior ingerência em órgãos como a Polícia Federal. Bolsonaro jamais confiou nos canais oficiais de informação, com destaque para a Agência Brasileira de Inteligência (Abin), por acreditar que é composta de servidores ainda fiéis à gestão petista. 

Havia uma disputa de poder entre o então ministro-chefe da Secretaria de Governo, general Carlos Alberto Santos Cruz, e Carlos Bolsonaro, o filho do presidente, que suspeitava que o militar conspirava contra o pai. Na época, circularam mensagens de WhatsApp, atribuídas ao ministro, com críticas pesadas a membros do governo. Incentivado pelo filho, Bolsonaro quis demitir o general, mas decidiu antes acionar o coronel Câmara, que investigou o caso e descobriu tratar-se de uma armação contra o ministro, que ganhou uma sobrevida. Mais tarde, porém, a mesma mão que salvou o general fez chegar ao presidente a informação de que Santos Cruz o havia criticado numa conversa com colegas das Forças Armadas durante um evento em São Paulo. O ministro foi demitido.

Bahia Notícias

Jornalista Gilberto Dimenstein morre aos 63 anos, vítima de câncer

Sexta, 29 de Maio de 2020 - 10:51
Jornalista Gilberto Dimenstein morre aos 63 anos, vítima de câncer
Foto: Reprodução / Twitter @GDimenstein
O jornalista, colunista e escritor Gilberto Dimenstein faleceu na manhã desta sexta-feira (29), em São Paulo. Com 63 anos, ele lutava contra um câncer no pâncreas, descoberto no início do ano passado.

A informação foi confirmada por amigos e familiares do profissional, segundo o jornal Estado de Minas.

Formado na Faculdade Cásper Líbero, Dimenstein foi diretor da sucursal de Brasília da Folha de S. Paulo, colunista do jornal, correspondente em Nova York, além de ter atuado no Jornal do Brasil, Correio Braziliense, Última Hora, Visão e Veja. Uma de suas criações foi o portal Catraca Livre.

Ao longo da carreira, o jornalista foi reconhecido com o Esso, na categoria principal; com Prêmio Jabuti, em 1993, pelo "melhor livro de não-ficção (Cidadão de Papel); Prêmio Nacional de Direitos Humanos junto Paulo de Evaristo Arns; Prêmio Criança e Paz, do Unicef; Menção Honrosa do Prêmio Maria Moors Cabot, da Faculdade de Jornalismo de Columbia, em Nova York, e outras honrarias.
Bahia Notíicias

Eduardo Bolsonaro confirma que as Forças Armadas podem ser chamadas para intervir


Eduardo Bolsonaro sai em defesa de Caio Ribeiro e ataca Globo ...
Forças Armadas são o Poder Moderador, segundo Eduardo Bolsonaro
Por G1
O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente Jair Bolsonaro, falou nesta quinta-feira (28) sobre a possibilidade de as Forças Armadas colocarem “pano quente” no conflito entre os Poderes para restabelecer o “jogo democrático”.
Na quarta-feira (27), Eduardo já havia dito que uma “ruptura” não é questão de “se”, mas de “quando” ocorrerá. Defendeu ainda uma medida enérgica pelo pai após a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizar uma operação contra fake news que tinha como alvos aliados do presidente. Partidos e autoridades reagiram à declaração.
PODER MODERADOR – “E vou me valer de novo das palavras de Ives Gandra Martins: o poder moderador para restabelecer a harmonia entre os Poderes não é o STF, são as Forças Armadas (…) Eles [Forças Armadas] vêm, põem um pano quente, zeram o jogo e, depois, volta o jogo democrático. É simplesmente isso”, afirmou Eduardo na manhã desta quinta à rádio Bandeirantes.
Em março, o jurista Ives Gandra da Silva Martins afirmou em um vídeo que a atuação de ministros do STF poderia, segundo ele, resultar em intervenção das Forças Armadas para solucionar um impasse entre os Poderes. É uma interpretação dele sobre o artigo 142 da Constituição.
Esse artigo da Constituição diz que as Forças Armadas são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem.
CRÍTICAS AO SUPREMO – O presidente e seus aliados têm criticado os ministros Alexandre de Moraes e Celso de Mello, do STF. O primeiro em razão da operação contra fake news e por ter dado decisão que barrou a indicação de Alexandre Ramagem para a direção da PF. E Celso de Mello foi alvo de críticas do presidente após autorizar divulgação do conteúdo da reunião ministerial de abril.
A possibilidade de as Forças Armadas atuarem, afirmou Eduardo, depende de “clamor popular”. Eduardo citou o golpe militar de 1964 como exemplo: “Os militares [em 1964] só entraram em ação depois do clamor popular. Ninguém quer isso. No entanto, as pessoas que não conseguem enxergar dentro do STF e no Congresso instrumentos para reverter esse tipo de desarmonia entre os Poderes, eles se abraçam no artigo 142”, assinalou.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Em tradução simultânea, a família Bolsonaro precisa de tratamento especializado. Seus membros defendem abertamente um golpe militar, sem perceber que, se houver golpe, o primeiro a ser deposto será o presidente da República. (C.N.)

Bolsonaro surtou ao descobrir que não conseguirá usar e abusar da Polícia Federal

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Jamais pegarão meu telefone', afirma Bolsonaro - Notícias - R7 Brasil
Jair Bolsonaro pensava (?) que bastaria demitir Moro e Valeixo…
Carlos Newton
Em meio a esse interminável inferno astral, que avançou além da data de aniversário de Jair Bolsonaro e nem mesmo um astrólogo terraplanista experiente como Olavo de Carvalho sabe quando vai parar, de repente o chefe do governo teve 24 horas de imensa felicidade e realização. Só faltava imitar Vinicius de Moraes e sai cantando “que maravilha viver”.
O motivo era mesmo para ser comemorado. No mesmo dia da posse do novo Superintendente da Polícia Federal no Rio de Janeiro, delegado Tácio Muzzi, nesta terça-feira, dia 26, as coisas mudaram na corporação e foi lançada a Operação Placebo contra o governador do Rio, Wilson Witzel, hoje considerado arqui-inimigo de Bolsonaro.
PURO ÊXTASE – Foram 24 horas de puro êxtase. Até mesmo o filho Flávio Bolsonaro, que há mais de um ano anda fugindo dos jornalistas, gravou uma performance midiática para comemorar, lembrando seu grande amigo Fabricio Queiroz e tudo o mais.
Realmente, fazia tempo que o Planalto não vivia um dia tão radioso. Ao que tudo indicava, a PF enfim tinha conseguido passar uma borracha nas recentes vicissitudes da família presidencial, e o sentimento era de júbilo.
Mas existe um ditado que ensina: “Nada como um dia atrás do outro”. E nesta quarta-feira, dia 27, logo ao acordar no Palácio Alvorada, o presidente foi informado de que a Polícia Federal desde a madrugada estava em campo, com uma megaoperação de centenas de mandatos de busca e apreensão que atingiram, de uma só tacada, 29 políticos, empresários e ativistas ligados à família Bolsonaro e envolvidos na criação de “fake news”.
QUESTÃO DE TEMPO – Embora os filhos Carluxo e Eduardo ainda não tenham entrado na mira dos federais nesse inquérito, a família sabe que isso é só uma questão de tempo.
O episódio traz muitas lições. De início, revela o amadorismo e a falta de preparo de Bolsonaro. Ingenuamente, o presidente pensou (?) que bastaria afastar o ministro Sérgio Moro e o diretor-geral Mauricio Valeixo, apenas isso, para conseguir mandar e abusar da Polícia Federal, determinando que seus desafetos sejam perseguidos e que sua família e seus amigos sejam blindados, conforme ele  próprio deixou  claro na reunião ministerial.
Foi um terrível erro de avaliação e agora Bolsonaro e os filhos terão de encarar a realidade. As duas operações da Lava-Jato conseguiram mostrar que, neste Brasil bagunçado de sempre, existem três corporações que passaram a atuar em conjunto e ninguém mais consegue manipular – o Ministério Público Federal, a Receita e a Polícia Federal.
BOLSONARO AMEAÇA – E nesta quinta-feira, um dia depois de a Polícia Federal ter atingido empresários, políticos e ativistas bolsonaristas, foi patético ver o presidente Jair Bolsonaro à beira de um ataque de nervos, dizendo: “Acabou, porra!”
“Não teremos outro dia como ontem, chega”, disse, na saída do Palácio da Alvorada. “Querem tirar a mídia que eu tenho a meu favor sob o argumento mentiroso de fake news”, acrescentou, antes de ameaçar o Supremo, dizendo ter em mãos as “armas da democracia”.
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P.S. – Logo depois o general Augusto Heleno teve de acalmar o pupilo, fazendo um tradução simultânea, para dizer que ninguém está pensando em golpe militar. Mas todo mundo sabe que, na verdade. Bolsonaro não pensa (?) em outra coisa.  (C.N.)

Bolsonaro defende apoiadores e critica inquérito das fake news: “Não tem base legal, é inconstitucional”

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Bolsonaro diz que alvos de buscas “respeitam a família e são armamentistas”
Bianca Gomes
Estadão
O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira, dia 28, que o inquérito das fake news “não tem base legal nenhuma” e é “inconstitucional”. Em transmissão ao vivo no Facebook, o mandatário criticou a ação de buscas e apreensão da Polícia Federal na última terça-feira, dia 27, que mirou nomes ligados ao “gabinete do ódio” e seus aliados.
“Estou chateado com o inquérito, sim. É um inquérito que não tem base legal nenhuma, é inconstitucional.” Bolsonaro afirmou ainda que os alvos de busca e apreensão da PF são “pessoas de bem” e que apoiam o seu mandato. “São conservadores, respeitam a família, são armamentistas, defendem o livre mercado, são pessoas normais”, disse o presidente, acrescentando que desconhece qualquer uma que tenha uma vida pregressa que comprometa.
“TRISTE” – O presidente classificou o dia da operação como “triste” para todos aqueles que amam a liberdade de  imprensa e lutam por um País democrático. O inquérito das fake news foi aberto em março do ano passado para apurar ameaças, ofensas e fake news disparadas contra os integrantes do Supremo e seus familiares.
Na operação da última terça-feira, o ministro Alexandre de Moraes determinou a oitiva de oito deputados, a quebra do sigilo bancário e fiscal dos supostos financiadores do esquema de disseminação de “notícias falsas” e ainda o cumprimento de 29 mandados de busca e apreensão no Distrito Federal, Rio de Janeiro, São Paulo, Mato Grosso, Paraná e Santa Catarina.
Entre os alvos de buscas estão Roberto Jefferson Monteiro Francisco, ex-deputado e presidente do PTB; preso no mensalão e hoje aliado do presidente, e Luciano Hang – empresário bolsonarista dono das lojas Havan.
VAGA NO SUPREMO – Bolsonaro afirmou que o nome do procurador-geral da República, Augusto Aras, não está previsto para as duas próximas vagas que vão abrir no STF. “Tem uma vaga prevista para novembro e outra pro ano que vem. O Aras, nessas duas vagas, não está previsto”, disse o presidente. Porém, se aparecer uma terceira vaga para a Corte, o presidente afirmou que o nome de Aras “entra fortemente”.
A primeira vaga aberta será a do ministro Celso de Mello, que se aposenta em novembro aos 75 anos, idade da aposentadoria compulsória. Em 2021 será a vez do ministro Marco Aurélio Mello, que completa 75 anos em julho.
O presidente disse que um dos indicados para o STF será evangélico, pois há um “compromisso” dele com a banca.”Uma pitada de religiosidade de cristianismo é muito bem-vindo”, afirmou.

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