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3º caso de Covid-19 em Paulo Afonso, Dr. Carlos Tenório teve contato por 3 dias com paciente infectada
Por REDAÇÃO - PA4.COM.BR | 24 de Abril de 2020 às 18:58

Doutor Carlos Tenório testa positivo e é o 3º caso de Covid-19 em Paulo Afonso. O médico é o diretor do Hospital Municipal do Bairro Tancredo Neves e um dos coordenadores do comitê de crise do coronavírus em Paulo Afonso, Bahia.
A prefeitura divulgou nas redes sociais, que foi realmente confirmado mais um caso na cidade, porém, preferiu não revelar o nome do médico.
Na última quarta-feira (22), em entrevista ao programa Radar, na Rádio Angiquinho, Dr. Carlos Tenório declarou que estava em isolamento social, uma vez que teve contato com a primeira paciente testada positivamente para o coronavírus no município de Paulo Afonso.
“Eu tendo contato com essa paciente, três dias com ela, eu fui testado ontem, ainda estou aguardando o exame, e como eu estou à frente de toda essa equipe achamos melhor o meu isolamento também, estou em casa, estou bem, não tenho nenhum sintoma.”
Veja a entrevista à Rádio Angiquinho dois dias antes da confirmação do caso:
Procurador pede investigação sobre uso de verba pública em ato pró-intervenção e no “gabinete do ódio”
Posted on by Tribuna da Internet

Charge do Nani (nanihumor.com)
Fábio Fabrini
Folha
Folha
O Ministério Público de Contas, que atua perante o TCU (Tribunal de Contas da União), pediu à Corte que apure eventual uso indevido de recursos públicos em atos pró-golpe militar como o ocorrido em Brasília, no último domingo, dia 19, com participação do presidente Jair Bolsonaro.
Em representação assinada nesta quinta-feira, dia 23, o subprocurador-geral Lucas Rocha Furtado também pede investigação sobre o emprego de verba do erário para manter em funcionamento o chamado gabinete do ódio — setor responsável pelo conteúdo digital do Palácio do Planalto, ao qual se atribuem ataques em massa a inimigos políticos nas redes sociais.
CARLUXO – Servidores dessa seção são ligados ao vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho de Bolsonaro. Na denúncia, Furtado afirma que, “com verdadeiro assombro”, se teve notícia “da realização de manifestação de caráter antidemocrático, realizada por uma minoria sectária e radical”, em Brasília, em frente ao Quartel-General do Exército.
Participantes do ato pediram o fechamento do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal, a volta da ditadura e a edição de um AI-5, referência ao ato institucional mais radical do regime militar. “A perplexidade ganhou amplitude exponencial porque contou com a participação do presidente do país.”
REAÇÕES – A fala de Bolsonaro, de que “não queremos negociar nada”, e sua participação nesse ato em Brasília provocaram fortes reações no mundo jurídico e político.
O subprocurador diz que, diante desse cenário “desastroso e inacreditável”, abrem-se frentes de atuação em todos os níveis para identificar os responsáveis pelos atos, seus financiadores e organizadores, “de modo a individualizar as condutas e aplicar as sanções cabíveis previstas no sistema normativo”.
MENTORES – Ele alega que, na esfera penal, o procurador-geral da República, Augusto Aras, já pediu a abertura de um inquérito para identificar os mentores, os organizadores e os patrocinadores do ato, o que foi autorizado pelo Supremo.
“Por sua vez, os fatos ocorridos demandam averiguação contundente no campo do controle externo [TCU], inclusive em razão de que inquérito acima comentado tem como fundamento a possível participação de deputados federais na organização dos atos de caráter golpista e atentatórios à Lei de Segurança Nacional, afigurando-se a necessidade de atuação no intuito de verificar a possível utilização de recursos públicos (mediante, por exemplo, a utilização de materiais, infraestrutura e mão de obra custeados pelos cofres públicos e colocados a disposição das atividades institucionais dos eventuais parlamentares envolvidos) nesses atos inconstitucionais”, argumentou.
RECOMPOSIÇÃO – Furtado informou que, caso configurado o emprego de verba pública nas manifestações, cabe à Corte achar seus responsáveis, calcular o prejuízo, adotar as providências necessárias à recomposição dos cofres públicos lesados e aplicar as sanções cabíveis, como a inabilitação para o exercício de cargo público.
A representação foi enviada ao presidente do TCU, José Múcio Monteiro. Ela será distribuída a um ministro relator, que decidirá, com base em parecer da área técnica, se cabe levar o caso adiante.
O subprocurador diz que a situação assume contornos ainda “mais preocupantes” em função de notícias de que o “gabinete do ódio”, “comandado por filhos do presidente do país (um deles deputado federal)”, se dedique “à elaboração e divulgação de fake news e de destruição de reputação de adversários políticos”.
ATIVIDADE ILEGÍTIMA – Para ele, a situação, “por mais absurda que seja de conceber, reclama rigorosa verificação, pois, a se confirmar, configuraria a utilização de meios e recursos do erário para atividade ilegítima e estranha às atividades institucionais dos eventuais órgãos e agentes públicos dedicados a essas tarefas”.
O subprocurador cita reportagem segundo a qual uma das páginas usadas para ataques virtuais e para estimular o ódio contra adversários de Bolsonaro foi criada a partir de um computador localizado na Câmara dos Deputados. Chamada Bolsofeios, ela também foi registrada a partir de um telefone utilizado pelo secretário parlamentar do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), Eduardo Guimarães.
Ele também mencionou depoimento da deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP) à CPMI das Fake News em dezembro do ano passado. Na ocasião, ela acusou o Planalto de gastar ao menos R$ 500 mil com a suposta milícia digital para perseguição de desafetos.
A pergunta que não quer calar: Daqui em diante, quem ainda acredita em Jair Bolsonaro?

Paulo Guedes colocou a máscara para não sentir o fedor das mentiras
Carlos Newton
Foi uma apresentação muito longa e decepcionante, notava-se que Onyx Lorenzoni está quase pegando no sono. Ao final, os ministros da ala militar puxaram palmas protocolares, mas a maioria não seguiu a onda e o ministro da Economia, Paulo Guedes, o próximo a ser detonado, até preferiu colocar defensivamente as mãos nos bolsos. Aliás, era o único que usava a máscara preventiva e nem se deu ao trabalho de colocar paletó e gravata para a grotesca cerimônia, parece estar mesmo de saída.
Bolsonaro mostrou quem realmente é. Não se comporta como um militar, atua como uma espécie de “Duas Caras”, o personagem caricato que tenta matar o Batman.
MENTIRA BIZARRA –Depois dessa apresentação em “stand up comedy”, se alguém ainda acreditava nele e julgava que se tratava de um homem de caráter, certamente perdeu as esperanças, a não ser que seja mais desequilibrado do que o presidente da República.
A injúria que assacou contra então o ministro da Justiça e Segurança Pública é uma mentira bizarra, de pernas curtas e bambas, que não consegue se sustentar. Pensem bem. Somente um néscio consegue acreditar que Moro pudesse ter feito ao presidente Bolsonaro essa proposta de exigir que Mauricio Valeixo fosse mantido na direção-geral da Polícia Federal até novembro, para em contrapartida Moro ser então nomeado para o Supremo, quando sai a vaga.
Na versão delirante de Bolsonaro, que adora uma teoria conspiratória, Moro teria ligado uma coisa à outra de maneira insustentável.
BASTAVA TER DITO… – No entanto, se Moro realmente quisesse chantagear o presidente com essa jogada ignóbil, bastava ter dito: “Tudo bem, vamos demitir Valeixo, mas o Senhor me garante a nomeação para o Supremo em novembro”. Era muito mais simples, rápido, seguro, fácil e eficiente. Mas o criativo Bolsonaro resolveu ligar uma coisa à outra, em termos de datas.
Pensem bem. Afinal, o que Moro ganharia se Valeixo fosse mantido até novembro? Note que o próprio Bolsonaro desmentiu essa versão, ao afirmar por três vezes que desde janeiro Valeixo queria sair da função na Polícia Federal.
Se o delegado Valeixo queria largar a direção-geral, como Bolsanaro insistiu tanto em proclamar, como e por que Moro pretenderia obrigá-lo a ficar no cargo. Isso não faz o menor sentido. Ou, “non ecziste!”, como diria Padre Quevedo.
CONVERSA DE MALUCO – É uma conversa tão idiota quanto o próprio presidente, capaz de reunir o ministério para atacar um homem honrado, que tanto fez pelo país, ao contrário do capitão, que durante 27 anos foi um deputado omisso, tornou-se milionário com as “rachadinhas” e fez da política um meio de vida para os filhos irresponsáveis.
O que ele demonstrou, nesse melancólico final de tarde, é que se trata de um presidente tão audacioso, ardiloso e perigoso, a ponto de se julgar capaz de mentir num pronunciamento à nação, em assunto de tamanha gravidade, pensando (?) que alguém possa acreditar numa maluquice dessas.
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P.S. – Ao ex-ministro Sérgio Moro, pedimos desculpas eternas por termos votado em Jair Messias Bolsonaro. Jamais poderíamos imaginar que ele caísse a tal ponto de baixeza. De Messias ele não tem nada. (C.N.)
P.S. – Ao ex-ministro Sérgio Moro, pedimos desculpas eternas por termos votado em Jair Messias Bolsonaro. Jamais poderíamos imaginar que ele caísse a tal ponto de baixeza. De Messias ele não tem nada. (C.N.)
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