quinta-feira, dezembro 12, 2019

Ao estilo Bolsonaro, Moro bate boca com jornalistas da Folha em entrevista para defender o capitão | Revista Fórum

Em entrevista exclusiva à Folha de S.Paulo, Moro se irritou com perguntas dos repórteres e se ocupou mais em atacar o jornal, considerado inimigo por Jair Bolsonaro

Geddel teria dito que R$ 51 milhões eram de Eduardo Cunha

Contribuinte denuncia displicência e falta de cuidado da prefeitura de Jeremoabo para com bens publico

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Um cidadão residente em Jeremoabo falou que ficou horrorizado e até decepcionado com a falta de cuidado da prefeitura para com a coisa pública adquirida com dinheiro do contribuinte.
Diz ele que ao passar em frente a uma garagem de uma casa alugada a prefeitura, o imóvel de Márcia do finado Coquinho, tomou até um susto com a falta de responsabilidade.

" Dede boa tarde.
Olha como está jogado o ESCUDO DA BANDA DE MARCHA DE JEREMOABO.
Ele é todo confeccionado com pedrarias.
Um descaso total.
As pedrarias encostadas na parede para acabar mesmo. Sem sequer está  acondicionado em nenhuma proteção, sem nenhum cuidado e com o intuito único de destruir o que foi construído com o dinheiro do contribuinte,
De igual forma são os instrumentos que estão jogados literalmente no chão em uma  garagem da casa de Márcia de Coquinho.
O escudo que apresentava a banad é composto de milhares de pedras inseridas  através de um trabalho manual de beleza sem igual."

Nota da redação deste Blog - Sinceramente quando levando que olho o celular fico logo constrangido e desanimado com tantas denúncias de irregularidades concernente a administração municipal de Jeremoabo.
Tem dias que começo a escrever logo após o café da manha e só vou parar lá para às 23:00 horas.
Está tornando cansativo e repugnante.
Sem ajuda de ninguém redijo e ainda tenho que corrigir.

NOTÍCIA CRIME CONTRA AMARAL FILHO DE ZÉ CAMILO






Notícia Crime Contra ZÉ GALINHA SERGIPANO







Hoje na Jeremoabo FM A.Chaves diz quem é o pai da criança

Pacote de Paulo Guedes para incentivar empregos vai funcionar ao contrário


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Charge do Nani (nanihumor.com)
Delfim NettoFolha
As avaliações das condições sociais e econômicas de um país podem ser dele consigo mesmo. No nosso caso, são péssimas. Ainda mais significativa é a comparação da situação dele com a dos outros, para medir a sua posição relativa, o que dá uma ideia da “qualidade” da administração dos seus recursos.
Todas as medidas de “bem-estar geral” (que incluem a liberdade individual, a mobilidade social e a eficiência produtiva) — uma espécie de felicitômetro — são sujeitas a chuvas e trovoadas.
AMBIENTE DE NEGÓCIOS – Parece plausível, entretanto, a hipótese de que elas terão uma alta correlação com o “ambiente de negócios”, medido pelo Doing Business, do Banco Mundial. Tanto é assim que o presidente Bolsonaro. em suas poucas palavras em Davos, no início de seu governo, disse que seu objetivo era ver o Brasil na quinquagésima posição do ranking mundial em 2022.
Onde estamos hoje? No indicador de 2017 estávamos na 109ª posição entre os 190 avaliados. Em 2019, o Brasil foi colocado na 124ª posição. Não indica, necessariamente, que pioramos. Apenas, que “melhoramos menos” do que os outros…
Diante desse quadro pavoroso, não deveria espantar ninguém que o ilustre ministro Guedes —com o apoio relutante do núcleo palaciano— tenha proposto uma ambiciosa revolução na administração pública. Esta é hoje controlada por uma “casta corporativa” que se apropriou, depois da Constituição de 1988, de boa parte do excedente produtivo da nação.
TUDO AO CONTRÁRIO – Quais os pontos do pacote do governo para estimular o emprego? Ele subtrai recursos dos investimentos públicos, o que empobrece o país, aumenta a desigualdade de renda e reduz a igualdade de oportunidades, causas importantes do “malaise” que ataca a sociedade brasileira.
O que é de espantar é que a resposta a tais propostas no Congresso foi a sua rápida movimentação para aprovar uma PEC de 2015, de autoria da senadora Gleisi, que permitirá a deputados e senadores negociarem livremente com governadores e prefeitos suas emendas parlamentares (agora obrigatórias) sem nenhuma coordenação com os programas federais.
DESPERDÍCIO – É a volta da “escola risonha e franca”! Trata-se de um intolerável desperdício de recursos, do qual se retira o controle do TCU, da PF, do MPF, da CGU contra os pareceres técnicos da própria casa.
Trata-se do maior desserviço do poder Legislativo prestado contra o controle das atividades políticas duvidosas que nos levaram aonde estamos. Podemos conviver e corrigir eventuais “abusos de poder” dos órgãos controladores, mas não podemos, sem consequências dramáticas, desativá-los e entregar aos órgãos de controle dos estados e municípios o uso dos recursos federais, porque sabemos o que eles são…

Retaliação de Trump e embaixada em Jerusalém exibem política externa amadora


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Charge do Fraga (Arquivo Google)
Vera Magalhães
Estadão
Na semana que passou, Donald Trump, o amigão dos Bolsonaro, anunciou a sobretaxação ao aço e ao alumínio brasileiros, nossa política ambiental foi gongada na COP-25 e vimos Eduardo Bolsonaro, que não virou embaixador, mas segue dando pitacos em política externa, voltar a pregar a transferência da Embaixada do Brasil em Israel para Jerusalém. Resumo da ópera bufa? 2019 foi um ano em que retrocedemos em política externa.
Volto ao tema que já tratei aqui pelo menos em duas ocasiões: logo no início do governo, depois que o olavismo se instalou no Itamaraty e na antessala de Jair Bolsonaro, e às vésperas do discurso do presidente na abertura da Assembleia-Geral da ONU.
MOTIVO DE PIADA– Nas duas ocasiões meu ponto era o mesmo: ideologização extrema e sem amparo no pragmatismo e em dados levaria nossa política externa a ser motivo de piada no exterior. E é nessa condição que chegamos ao fim do ano.
Bolsonaro tascou um “I love you” para seu colega de madeixas alaranjadas um dia depois de subir ao púlpito da ONU e mandar ver em ideologia de gênero, defesa de exploração mineral em reservas indígenas, marxismo cultural e todos os outros clichês do bolsolavismo.
A declaração de amor era apenas mais uma demonstração de subserviência a Trump, depois de o filho 03 desfilar por Washington com um boné ridículo, pai, filho, chanceler e o assessor especial Filipe Martins passearem pela Casa Branca achando que eram da casa e Bolsonaro ensaiar mandar Dudu para um intercâmbio para se aprimorar na arte de fritar hambúrgueres.
SÓ HOUVE PERDAS – Nada disso resultou em ganhos para o Brasil. O país fez uma série de concessões unilaterais aos norte-americanos (a Base de Alcântara, a liberação de visto para cidadãos norte-americanos, a elevação de importação de etanol sem contrapartida), mas assistiu, em retribuição, ao governo dos EUA barrar nossa entrada mais rápida na OCDE, manter barreiras sanitárias à nossa carne e, agora, sobretaxar aço e alumínio.
O caso da nossa relação com a China é emblemático, também. Em meio à guerra comercial de Trump com Pequim, os EUA pressionam para que o Brasil não adote a tecnologia chinesa do 5G.
Em entrevista na semana passada, Filipe Martins mostrou preocupação com o tema, sugerindo que há opções europeias (Nokia? Ericsson? Sério?) à comprovadamente superior tecnologia chinesa. Vamos, de novo, ser subservientes a um interesse que não é nosso?
FAZENDO LOBBY – Gongado para a embaixada, Eduardo foi com o irmão Flávio para Abu Dhabi para engrossar o lobby pela transferência, à custa de rios de dinheiro público, da Fórmula-1 de São Paulo para o Rio. Detalhe: apesar da pinta de surfista e do sotaque, Dudu é deputado eleito por… São Paulo!
Em entrevista a uma emissora israelense, voltou a pregar a transferência da embaixada de Tel-Aviv para Jerusalém, uma patacoada para agradar o eleitorado e os aliados evangélicos às vésperas da criação do novo partido, a Aliança pelo Brasil, de forte inclinação neopentecostal.
De novo, os interesses do País sacrificados no altar da ideologia, do obscurantismo religioso e da agenda da família Bolsonaro.
2020 VEM AÍ – O ano de 2020 será tenso no cenário externo. As eleições nos EUA, com Trump favorito, mas pressionado pelo processo de impeachment, o desenlace imprevisível da guerra comercial com a China, o acordo União Europeia-Mercosul precisando ser chancelado e uma recessão global no horizonte, tudo isso exigirá do Brasil, mais do que nunca, maturidade nas negociações e fim de paixões ideológicas ou puramente paranoicas que têm norteado nossa ação diplomática.
Não parece que nosso time olavete esteja minimamente equipado para dar conta do recado, como os resultados vexatórios de 2019 deixaram patente.

Senado aprova pacote anticrime (versão light) e projeto vai à sanção de Bolsonaro


O texto do “pacotinho” que passou é o mesmo aprovado pelos deputados
Daniel Weterman
Breno Pires
Estadão
Na sessão que possivelmente foi a última do ano, o Senado aprovou, nesta quarta-feira, dia 11, o projeto anticrime formulado pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, na mesma versão aprovada pela Câmara. O pacote está pronto agora para ser sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro, mas parlamentares já esperam vetos em alguns pontos.
O projeto foi desidratado em relação ao conteúdo original encaminhado pelo ex-juiz da Lava Jato. O Senado até tinha uma versão do projeto de Moro, mas abriu mão desse texto para carimbar a proposta aprovada pela Câmara dos Deputados na semana passada. Moro já defendeu que os pontos retirados sejam novamente discutidos no Congresso.
NÃO INCLUÍDOS – Dois pontos considerados cruciais – a prisão após condenação em segunda instância e o trecho que ampliava o excludente de ilicitude, tratado por políticos como licença para matar – não foram incluídos. A segunda instância está sendo discutida pelo Senado em outro projeto de lei, que o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP), não deve pautar no plenário.
A expectativa entre senadores lavajatistas é que o presidente Bolsonaro vete alguns itens incluídos pelo Congresso, com a proposta que o juiz responsável por determinar prisões provisórias ou quebras de sigilo no início de investigações não seja o mesmo que vai julgar o caso no final.
REAÇÃO – A medida é vista como uma reação a Moro, que teve sua imparcialidade no julgamento das ações da Lava Jato questionada após a divulgação de supostas mensagens hackeadas de integrantes da força-tarefa em Curitiba. A possibilidade de veto não é descartada no Ministério da Justiça. O discurso, no entanto, é que não é momento de discutir essa hipótese.
Prevendo que os eventuais vetos serão debatidos no Congresso mais tarde sob impasse, parlamentares próximos a Moro acreditam que não haverá votos suficientes no Senado para derrubar o veto presidencial. A derrubada precisa de 41 votos entre os senadores em uma sessão conjunta do Congresso Nacional.
VETOS MANTIDOS – Em votações recentes do Congresso, vetos de Bolsonaro foram mantidos por não haver quantidade suficiente de senadores rejeitando o que veio do Planalto.
Mesmo que a vitória de Moro tenha sido parcial por aprovar um pacote desidratado, parlamentares apontaram que há avanços na legislação com a proposta aprovada. O relator, senador Marcos do Val (PODE-ES), calcula que 80% do conteúdo formulado originalmente por Moro está preservado.
PENAS AUMENTADAS – O projeto aumenta as penas para diversos crimes, como homicídios com armas de fogo de uso restrito ou proibido, injúria em redes sociais, comércio ilegal de armas e tráfico internacional de armas. Além disso, o texto aumenta de 30 para 40 anos o tempo máximo de prisão que pode ser aplicado no País.
O texto também endurece as condições para que um preso condenado seja colocado em liberdade condicional. Apenas condenados com comportamento considerado bom – e não satisfatório, como era antes – e sem falta grave nos 12 meses anteriores poderão obter a liberdade condicional.
GRAVAÇÃO – Ainda de acordo com o projeto, não haverá mais a necessidade da autorização do juiz para a gravação da conversa entre o advogado e seu cliente dentro de presídios de segurança máxima.
A proposta mexe ainda na progressão de regime. Atualmente, um preso deve cumprir ao menos um sexto da pena em regime fechado para poder pedir a progressão para um regime mais brando, como o domiciliar ou semiaberto.
GRAVIDADE DO CRIME – Com a mudança, a permanência mínima exigida passa a ser entre 16% e 70%, variando de acordo com a gravidade do crime e dos antecedentes do preso. Para crimes hediondos, o mínimo será de 40% da pena se o réu for primário e de 60% se for reincidente.
Condenados pertencentes a organizações criminosas, como PCC, Comando Vermelho ou milícia, deixam de ter direito à progressão de regime e à liberdade condicional, desde que o vínculo seja comprovado.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Como diria o amigo Carlos Newton, Moro terá que entender que todo avanço é importante e não existe perfeição. Devagar ele vai chegar lá. (Marcelo Copelli)

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