quinta-feira, março 21, 2019

Troca de lâmpadas comuns por LED é permitida, mas deve obedecer legislação

Por Philips



Troca de lâmpadas comuns por LED é permitida, mas deve obedecer legislaçãoTroca de lâmpadas comuns por LED é permitida, mas deve obedecer legislação
Divulgação
Você sabia que a troca das lâmpadas halógenas originais do automóvel pela tecnologia LED é permitida? Essa possibilidade é garantida pela resolução 227 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) e proprietário do veículo deve seguir algumas determinações.
Para as lâmpadas de farol, seja alto, baixo ou neblina, é necessário fazer mudança no documento do veículo, onde constará a alteração do tipo de iluminação usada. Isso é necessário pois o Contran considera a troca para o LED como uma mudança na tecnologia do veículo e a alteração deve constar na documentação do veículo.
O processo de mudança do documento é feito no Detran e visa garantir que a lâmpada de LED obedeça aos critérios das lâmpadas originais, ou seja, que ela ilumine a via sem ofuscar os outros motoristas, por exemplo. Nesse momento a diferença de qualidade entre as lâmpadas de LED é visível, a lâmpada da Philips foi desenvolvida para iluminar muito mais, porém somente dentro da área permitida, o que aumenta a visibilidade do motorista sem ofuscar quem vem no sentido contrário.
Caso seja detectada a substituição das lâmpadas convencionais pelas de LED e a documentação não estiver em dia, está prevista multa e perda de pontos na carteira de motorista. Para qualquer substituição na iluminação interna do veículo não é necessário mexer nos documentos.

Alterações no carro

Apesar de simples, a mudança para as lâmpadas de LED deve ser feita por um profissional habilitado. É preciso checar a regulagem dos faróis para alinhar de forma correta a emissão de luz de acordo com o que é previsto na lei. O serviço é fácil e pode ser feito em oficinas ou autoelétricas.
Na maioria dos casos, o uso de LED não causa interferência no computador de bordo do carro, mas é importante ficar atento para qualquer mudança. O baixo consumo das lâmpadas, como as da Philips, pode ser erroneamente confundido pelo sistema, que aponta que ela está queimada. Caso isso ocorra, é possível instalar um produto chamado Canceller, que corrige o erro.

De olho nas exceções

Nem todo carro pode ter seu sistema de iluminação modificado devido a algumas restrições eletrônicas e de encaixe para poucos modelos no mercado. Por isso, antes de sair trocando as lâmpadas, é necessário verificar a compatibilidade e observar se o tipo de LED é o mesmo da lâmpada original do veículo.
A Philips, por sua vez, traz uma ampla linha de lâmpadas para atender ao maior número de aplicações.
A lâmpada de farol, que serve para alto ou baixo, é compatível com os modelos H1, H4, H7, HB3 e HB4 das halógenas convencionais. A de neblina substitui as H8, H11 e H16. Mesmo para o interior ou sinalização do veículo há modelos específicos. As lâmpadas de sinalização e luz interna em LED substituem aplicações como P21, PY21, P21/5, Torpedo 30mm, 38mm e 43mm, W5W e W21/5W, para luz de teto, porta-luvas, pisca frontal e traseiro, luz de ré, lanterna frontal e traseira, freio, farol de neblina traseiro e luz de placa. E é importante observar que uma lâmpada projetada para neblina, por exemplo, não deve ser usada para o farol alto ou baixo, e vice-versa.
As lâmpadas de LED Philips para automóveis têm garantia de três anos para defeitos de fabricação e possuem 160% mais luminosidade. Com design robusto, que aumenta a resistência, também são protegidas contra agentes externos como água, poeira e vibrações.
Quer conhecer mais sobre lâmpadas de LED. Acesse (www.philips.com.br/ledcarros).



Prisão de Michel e Moreira forma tempestade política perfeita - Helena Chagas - Os Divergentes

Deputados e senadores estranham a coincidência da prisão de Michel e Moreira justamente no dia seguinte a um desentendimento público entre o ex-juiz e o genro de um dos presos, Rodrigo Maia
Por Helena Chagas

Operação da PF seria contra-ataque de Moro a Maia, diz colunista

Na última quarta-feira (20), Maia atacou Moro por sua pressão para aprovação do pacote de segurança no Congresso

Tasso Jereissati: Prisão de Temer é 'abuso autoridade' e 'espetáculo midiático'

Para o senador, “está na hora” de o Congresso discutir lei de abuso de autoridade: “Está passando de todos os limites, a meu ver”

Temer foi o sexto ex-presidente preso na história do Brasil; Saiba os outros

Antes de Michel Temer, Lula havia sido o último presidente preso


Temer foi preso nesta quinta-feira (21) / Foto: Instituto Lula
Temer foi preso nesta quinta-feira (21)
Foto: Instituto Lula
JC Online
Com informações do Acervo Estadão
Com a prisão de Michel Temer, são seis os ex-presidentes do Brasil que já foram presos na história do País. Antes de Temer, detido nesta quinta-feira (21), Lula havia sido o último ex-presidente preso, no ano passado.
Antes dos dois, o marechal Hermes da Fonseca, que exerceu o cargo entre 1910 e 1914, foi preso em 1922, acusado de conspiração no levante militar conhecido como a Revolta dos 18 do Forte de Copacabana. Ficou seis meses preso e ganhou habeas corpus.
O próximo detido foi Washington Luis. Ele comandava o País em 1930, quando foi preso e deposto pela Revolução do mesmo ano. Acabou sendo exilado com a família na Europa.



Defesa de Temer entrará com pedido de habeas corpus

Temer (MDB) foi preso na manhã desta quinta-feira (21) em São Paulo pela Força-tarefa da Lava Jato no Rio de Janeiro


Temer é investigado por suspeita de favorecimento a empresa em medida provisória  / EBC
Temer é investigado por suspeita de favorecimento a empresa em medida provisória
EBC
JC Online

A defesa do ex-presidente Michel Temer, preso nesta quinta-feira (21), vai entrar com pedido de habeas corpus nas próximas horas. A informação é de Brian Alves, um dos advogados do ex-presidente, ao portal UOL.
O ex-presidente Michel Temer (MDB) foi preso na manhã desta quinta-feira (21) em São Paulo pela Força-tarefa da Lava Jato no Rio de Janeiro. O ex-ministros de Minas e Energia, Moreira Franco, também é alvo de mandado de prisão. Franco foi preso no Rio de Janeiro.

Mandados

Os mandados foram expedidos pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, responsável pela Lava Jato no Estado. O magistrado tomou como base a delação do operador do MDB Lúcio Funaro, homologada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em setembro de 2017, para determinar a prisão de Temer e Moreira Franco.
"É importante que se tenha em mente que um dos representados, Michel Temer, professor renomado de Direito e parlamentar muito honrado com várias eleições para a Câmara Federal, era à época o Vice-Presidente da República do Brasil. Recentemente, inclusive, ocupou a Presidência de nosso país. Daí o relevo que deve ser dado à análise de seu comportamento, pois diante de tamanha autoridade é igualmente elevada a sua responsabilidade", diz trecho do pedido de prisão feito por Marcelo Bretas.
A Polícia Federal (PF) tentava rastrear e confirmar a localização de Temer desde a quarta-feira (20). Por causa disso, a operação prevista para as primeiras horas da manhã desta quinta-feira atrasou.

Relembre a investigação que levou Temer para a cadeia

Aprovada em maio de 2013, MP 595/13, conhecida como Medida Provisória dos Portos foi alvo da investigação que resultou na prisão do ex-presidente Michel Temer (MDB), na manhã desta quinta-feira (21), na sua casa, em São Paulo. No inquérito instaurado em setembro de 2017, o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou que indícios apontavam que a aprovação da MP se deu por interesse da empresa Rodrimar S/A, que atuava na época no Porto de Santos, em São Paulo.

Também em setembro de 2017, o STF homologou a delação premiada do corretor Lúcio Bolonha Funaro, apontado como operador do MDB em esquemas de corrupção. Na colaboração, Funaro afirmou que o ex-presidente Michel Temer tem negócios com a empresas Rodrimar e por isso influenciou diretamente a aprovação da MP dos Portos.
Na delação Funaro afirmar acreditar que, após a aprovação da MP, o grupo político de Temer, do qual faziam parte cacique do PMDB na Câmara, recebeu uma comissão, porém não citou valores nem soube informar como foram operacionalizados os pagamentos, mas que o ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, preso em Curitiba, teria contado sobre a atuação no caso dos Portos.
"Após a provação da MP acredita que tenham recebido uma comissão pela aprovação da mesma as seguintes pessoas dentre outras: Temer, Cunha, Henrique Alves - que era presidente da câmara a época -, o Ministro dos Transportes, tendo conhecimento de repasses por Gonçalo Torrealba proprietário do Grupo Libra", diz o anexo sobre o tema no acordo de colaboração premiada de Lúcio Funaro.
Em setembro de 2017, o ministro Luís Roberto Barroso, do STF, autorizou abertura de inquérito para investigar a relação de Temer com a Rodrimar, que atuava na época no Porto de Santos. "Os elementos colhidos revelam que Rodrigo Rocha Loures, homem sabidamente da confiança do Presidente da República, menciona pessoas que poderiam ser intermediárias de repasses ilícitos para o próprio Presidente da República, em troca da edição de ato normativo de específico interesse de determinada empresa, no caso, a Rodrimar S/A", assinalou Barroso ao abrir a investigação contra Temer.
No dia 29 de março de 2018, o ministro Barroso apontou "possível cometimento de crimes como corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa/organização criminosa a eles correlatados" na decisão que determinou busca e apreensão na empresa Rodrimar, que atua no Porto de Santos. No mesmo dia, o ex-ministro da agricultura Wagner Rossi foi preso pela Polícia Federal por conta do mesmo caso envolvendo a empresa Rodrimar. O coronel da Polícia Militar reserva João Batista de Lima Filho e o advogado José Yunes também foram detidos. Esses últimos são próximos a Temer.

MP dos Portos

Na época da aprovação da MP, o governo afirmava que, com a medida, haveria modernização dos portos brasileiros. A MP estabeleceu novos critérios para a exploração e arrendamento para a iniciativa privada de terminais de movimentação de carga em portos públicos. Além disso, as nova regras facilitaram a instalação de novos terminais portuários privados.
https://jconline.ne10.uol.com.br

Wagner sobre prisão de Temer: 'Me preocupa esse ambiente de caça às bruxas dos políticos'


Wagner sobre prisão de Temer: 'Me preocupa esse ambiente de caça às bruxas dos políticos'
Foto: José Cruz/Agência Brasil
O senador e ex-governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), afirmou, nesta quinta-feira (21), estar preocupado com o que chamou de "ambiente de caça às bruxas dos políticos" no Brasil.

"Eu não comemoro a prisão de ninguém. Desconheço a motivação, mas sempre me preocupa muito esse ambiente de caça às bruxas dos políticos", disse Wagner, em entrevista ao jornal Folha de São Paulo.

O petista afirmou, ainda, que "há um espetáculo" que "não contribui para o que o Brasil precisa: ponderação e tranquilidade para voltar a crescer e criar emprego".

Petista baiano denuncia substituta de Moro ao CNJ por homologar fundo de R$ 2,5 bi

Quinta, 21 de Março de 2019 - 13:00


Petista baiano denuncia substituta de Moro ao CNJ por homologar fundo de R$ 2,5 bi
Foto: Divulgação
O deputado federal baiano Jorge Solla (PT) denunciou, nesta quinta-feira (21), a juíza federal substituta da 13ª Vara de Curitiba, Gabriela Hardt, no Conselho Nacional de Justiça (CNJ), por homologar o acordo do Ministério Público Federal (MPF) com a Petrobras, que cria um fundo de R$ 2,5 bilhões.

O acordo foi suspenso pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. Para Solla, Hardt não tinha competência para homologar o acordo. "Faz-se indagar como não fora percebido as arbitrariedades e ilegalidades incutidas na referida transação, pondo em dúvida a atuação imparcial e impessoal que deveria ter a magistrada", diz Solla, na representação. 

Hardt ganhou notoriedade por substituir o juiz Sergio Moro no julgamento dos processos da Operação Lava Jato. Entre outras atuações, ela foi responsável por condenar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no caso do sítio de Atibaia (SP) e por autorizar a prisão de Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, suposto operador de propinas do PSDB.

Bahia Notícias

MPF quer esclarecimentos sobre comissão que faz análise ideológica do Enem

Quinta, 21 de Março de 2019 - 13:40


por Paulo Saldaña | Folhapress
MPF quer esclarecimentos sobre comissão que faz análise ideológica do Enem
Foto: Divulgação
O Ministério Público Federal pediu esclarecimentos ao Inep (Instituto Nacional de Estudos Educacionais) sobre a criação de uma comissão para fazer um pente-fino ideológico nas questões do Enem. O órgão tem 5 dias para responder.

A Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão considerou "extremamente vago" a chamada "leitura transversal" da portaria, publicada no Diário Oficial da União na quarta-feira (20). A procuradora Deborah Duprat, que assina o ofício, cita ainda jurisprudência do Supremo Tribunal Federal sobre o chamado "abuso de poder" normativo.

O Inep nomeou três pessoas para fazer parte da comissão. Como a Folha de S.Paulo noticiou em fevereiro, o objetivo do governo Jair Bolsonaro (PSL) é expurgar itens que abordem uma suposta "ideologia de gênero", termo nunca usado por educadores. 

A portaria indica que a comissão fará uma "leitura transversal" das questões que compõem o Banco Nacional de Itens do Enem para verificar "sua pertinência com a realidade social, de modo a assegurar um perfil consensual do Exame". A portaria não descreve os critérios para a análise e diz apenas que a matriz da prova deve ser observada. 

No ofício, a Procuradoria solicita quatro esclarecimentos: as avaliações realizadas em relação ao Enem 2018 que levaram à conclusão da necessidade de adoção da etapa técnica de revisão de itens, denominada "leitura transversal"; relação de profissionais especialistas em avaliação educacional e de instituições de educação superior que participaram dessa avaliação; os critérios sugeridos nessa avaliação e descrição da qualificação técnica e profissional dos membros da comissão. 

O Banco Nacional de Itens é formado por questões que passam por rigoroso processo de produção. Uma única questão prevê dez etapas, que envolvem desde o treinamento de professores, pré-testes de itens e revisão por parte de especialistas das áreas de conhecimento. O documento cita entendimento do STF, de 2002, sobre o chamado abuso de poder normativo.

"A teoria do desvio de poder, quando aplicada ao plano das atividades legislativas, permite que se contenham eventuais excessos decorrentes do exercício imoderado e arbitrário da competência institucional outorgada ao Poder Público", diz o texto.

Fazem parte da comissão o secretário de Regulação e Supervisão da Educação Superior do MEC, Marco Antônio Barroso Faria, o diretor de estudos educacionais do Inep, Antônio Maurício Castanheira das Neves, e o representante da sociedade civil Gilberto Callado de Oliveira, procurador de Justiça do Ministério Público de Santa Catarina. O grupo tem 10 dias para a análise.

Quando a criação da comissão foi anunciada internamente pelo presidente do Inep, Marcus Vinicius Rodrigues, técnicos do órgão mostraram descontentamento e levantaram uma série de questionamentos técnicos. Há o temor dentro do próprio instituto que o pente-fino inviabilize outras abordagens, como visões críticas da ditadura militar, por exemplo. 

Essa foi a primeira medida oficial do governo para interferir, com viés ideológico, em conteúdos educacionais. O Enem é porta de entrada para praticamente todas as universidades federais do país. Na última edição, 5,5 milhões de jovens e adultos se inscreveram para a prova. O exame já foi alvo de críticas do presidente, Jair Bolsonaro (PSL). Na última edição, um item citava um dialeto utilizado por gays e travestis e foi criticado por Bolsonaro. Em 2015, quando ainda era deputado, Bolsonaro considerou a prova uma tentativa de doutrinação de esquerda.

O exame trazia o tema da redação "A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira" e uma questão com um texto da filósofa francesa Simone de Beauvoir. Na posse como ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodriguez criticou o que chama de "ideologia de gênero" e exaltou a família e a Igreja.  A Folha questionou o Inep sobre o ofício mas ainda não recebeu retorno.

Bahia Notícias

Em destaque

Moraes é criticado por defesa do 8/1 e Moro e elogiado por petistas após suspender dosimetria

  Moraes é criticado por defesa do 8/1 e Moro e elogiado por petistas após suspender dosimetria Advogado de 'Débora do Batom' e de o...

Mais visitadas