segunda-feira, janeiro 28, 2019

Cirurgia de Bolsonaro no Hospital Albert Eisntein já dura mais de sete horas


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A operação é para restabelecer as funções do intestino
Leo BrancoO Globo
O presidente Jair Bolsonaro está passando por cirurgia na manhã desta segunda-feira, em São Paulo, para reconstruir o trânsito intestinal e retirar a bolsa de colostomia que foi implantada desde o atentado em setembro do ano passado, durante a campanha eleitoral. O procedimento começou por volta de 6h30. Bolsonaro foi internado na manhã de domingo no Hospital Israelita Albert Einstein, pelo qual já havia passado depois de ter sido vítima de uma facada em Juiz de Fora (MG).
De acordo com boletim médico divulgado no fim da tarde de domingo, Bolsonaro passou por uma avaliação clínica pré-operatória, exames laboratoriais e de imagem, assim que foi internado. Os resultados foram normais, de acordo com o documento assinado pelo cirurgião Antônio Luiz Macedo, pelo cardiologista Leandro Echenique e por Miguel Cendoroglo, diretor superintendente do Einstein.
MOURÃO ASSUMIU – O vice-presidente Hamilton Mourão assumiu hoje no início da manhã a Presidência. Ele será presidente interino por 48 horas. Bolsonaro pretende reassumir o cargo e despachar no hospital, quando ainda estiver internado.
A previsão é que a recuperação ocorra em até dez dias. Neste período, um gabinete provisório será montado no Hospital Albert Einstein para o presidente despachar com ministros.

Brumadinho é alerta a quem defende acelerar licenças ambientais no atual governo


Membros da equipe de resgate trabalham nesta segunda-feira (28) na busca por vítimas em Brumadinho (MG) — Foto: Adriano Machado/Reuters
Equipes de resgaste continuam a buscar os corpos das vítimas
Valdo Cruz
Não é correto atribuir qualquer responsabilidade ao governo de Jair Bolsonaro pela tragédia ambiental e humana de Brumadinho (MG). Mas uma reflexão precisa ser feita na avaliação de quem acompanha de perto o que aconteceu em Minas Gerais. Afrouxar regras de licenciamento ambiental, como defende ou pelo menos defendia uma ala do governo atual, pode agravar o cenário atual, contribuindo para a repetição de tragédias como as de Minas Gerais.
O governo Bolsonaro foi eleito com um discurso de que é preciso acelerar licenças ambientais para evitar que projetos empresariais sejam travados pelo que é considerado por alguns como um rigor excessivo de órgãos de licenciamento ambiental.
HÁ CONTROVÉRSIAS – As críticas, em alguns casos, têm até procedência. Em determinados projetos, pelo seu simbolismo, há excesso de rigor só para travá-los por uma questão ideológica. Mas isso não é a regra é não pode ser usado para justificar um afrouxamento nas licenças, o que pode gerar novos acidentes como o de Minas Gerais.
Pelo contrário, é preciso apertar tanto os controles nas licenças ambientais, sem engessá-los, e melhorar a fiscalização. Tudo o que o governo agora prega.
A tragédia de Brumadinho é um exemplo de que algo está fora do radar de quem deveria evitar esse tipo de tragédia. No ano passado, apesar das ressalvas feitas por órgãos ambientais, foi aprovada licença para se fazer o que é chamado de descomissionamento da mina, ou seja, reaproveitamento dos rejeitos de minério. O que seria positivo. Mas algo deu errado.
NOVAS TECNOLOGIAS – É preciso descobrir a causa do rompimento da barragem, checar se tinha relação com os riscos apontados pelos ambientalistas ou não. E melhorar, principalmente, a tecnologia usada pelas mineradoras para manejo de rejeitos de minério.
Enfim, não dá para simplesmente atropelar órgãos de licenciamento ambiental em nome de projetos econômicos. Havia um clima no setor privado e dentro do governo de que os ambientalistas seriam enquadrados. Agora, com a tragédia de Brumadinho, é melhor parar e refletir sobre o que aconteceu na semana passada em Minas.

O ‘filhotismo’ no STJ e a delação que aponta propina ao corregedor de Justiça


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Léo Pinheiro subornou um ministro do STJ e o filho advogado
Frederico VasconcelosFolha (Blog Interesse Público)
O ex-presidente da OAS Léo Pinheiro disse que pagou R$ 1 milhão em propina ao ministro Humberto Martins, atual corregedor nacional de Justiça. A acusação foi feita em delação premiada, assinada com a Procuradoria Geral da República, informa reportagem do jornalista Wálter Nunes na Folha deste sábado (dia 26).
O objetivo da propina era tentar retardar o julgamento de um recurso no Superior Tribunal de Justiça, relatado por Martins, até a aposentadoria da ministra Eliana Calmon, ex-corregedora nacional de Justiça.
SUGESTÃO DE RENAN – O recurso foi negado em junho de 2013. A ex-corregedora aposentou-se em novembro daquele ano. Na delação – que ainda precisa ser homologada pelo Supremo Tribunal Federal – Léo Pinheiro afirmou que a propina foi negociada com o advogado Eduardo Filipe Alves Martins, filho do ministro, a quem procurou por sugestão do senador Renan Calheiros, amigo do atual corregedor nacional.
“O empreiteiro afirmou que Eduardo pediu inicialmente R$ 10 milhões para reverter um julgamento desfavorável à empresa e, após nova negociação, foi acertado um pagamento de R$ 1 milhão para que o caso fosse retirado da pauta.”
Ainda na reportagem, “Eduardo, segundo o delator, disse não ser possível desconto na propina porque haveria desgaste para reverter o julgamento, sobretudo com a ministra Eliana Calmon, que é da Bahia e pressionava para que o julgamento fosse rápido”.
R$ 1 MILHÃO – “Pinheiro disse que Eduardo Martins sugeriu R$ 1 milhão ‘pela retirada de pauta dos embargos e pelo atraso no seu julgamento até a saída da ministra Eliana Calmon do STJ’, que havia anunciado sua aposentadoria”.
Ao jornal, Martins negou relacionamento com funcionários da OAS e informou que “já se declarou impedido de julgar os processos em que parentes de até terceiro grau atuam como advogados.
Seu filho disse à Folha que nunca tratou de assuntos pessoais ou profissionais com Léo Pinheiro ou com qualquer outra pessoa sobre processos relatados pelo pai.
FILHOTISMO – Em abril de 2016, reportagem do editor deste Blog, publicada na Folha, revelou que, dos 33 ministros do Tribunal da Cidadania, dez tinham filhos ou mulheres advogados que defendiam interesses de clientes com processos em tramitação na Corte.
Os ministros Humberto Martins (atual corregedor nacional) e os ex-corregedores João Otávio de Noronha e Francisco Falcão votaram em processos de clientes de seus filhos. Eles alegaram falhas no sistema programado para alertá-los que estavam impedidos de votar nos processos em que parentes postulam como parte.
O fenômeno do ‘filhotismo’ foi denunciado anos atrás por Eliana Calmon, que se dizia inconformada com a desenvoltura com que os jovens advogados, filhos de ministros do STJ, conquistavam clientes entre bancos, empreiteiras e empresas de telefonia.
CARROS DE LUXO – “Os meninos aparecem de BMW, de Mercedes-Benz, morando em casas luxuosas. Eu sou juíza há mais de 30 anos anos e penei para ter o meu apartamento”, protestava.
Em abril de 2017, em entrevista ao editor deste Blog, Eliana Calmon previu que “a Lava Jato pegará o Judiciário, mas só numa fase posterior, porque muita coisa virá à tona”.
“No meu entendimento, a Lava Jato tomou uma posição política. É minha opinião pessoal. Ou seja, pegou o Executivo, o Legislativo e o poder econômico, preservando o Judiciário, para não enfraquecer esse Poder”, afirmou na ocasião a ministra aposentada.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– Achar que apenas o Supremo é podre é ser muito ingênuo. Se o Judiciário está podre lá em cima, quando se vai descendo também se encontra muita putrefação, é claro. No Superior Tribunal de Justiça, a fedentina também é forte. (C.N.)

O que aconteceu com Bolsonaro? Alguém pode informar?


Carlos Newton
A operação começou às 6h30m. Já são 15h30m e até agora, nenhuma notícia. Os sites dos jornais nada informa. Muito estranho.

Medida cria bônus salarial para servidor analisar benefícios previdenciários


A Medida Provisória (MP) 871/19, publicada na última sexta-feira (18), cria dois bônus salariais para servidores do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) fazerem o pente-fino nos benefícios.
O primeiro trata da análise de benefícios com indícios de irregularidade (BMOB) e será de R$ 57,50 por processo analisado. O segundo é de R$ 61,72 e será devido a médicos por perícia relativa a revisão de benefícios por incapacidade (BPMBI).
O trabalho deve ser feito além da carga de atividade regular do servidor. Pela MP, benefícios mais antigos têm prioridade de análise. Os dois bônus não são incorporados à remuneração dos servidores e poderão ser reajustados a cada ano pelo valor da inflação (medido pelo IPCA).
Acesso a dados
A MP garante ao INSS acesso a dados da Receita Federal, do Sistema Único de Saúde (SUS), de documentos médicos e de movimentação de conta do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para analisar, conceder e revisar benefícios.
Pela MP, o INSS poderá suspender preventivamente benefícios pagos com suspeita de irregularidades (com provas pré-constituídas) até o beneficiário apresentar defesa. Antes, a suspensão só acontecia se o beneficiário não apresentasse defesa depois de ser notificado da possível irregularidade.
Os médicos peritos passam a ser vinculados à Secretaria de Previdência do Ministério da Economia e não mais ao INSS. A medida aumenta a relação de tarefas que os profissionais poderão realizar, como revisões de aposentadorias por invalidez de servidores públicos. Além disso, eles deverão fazer perícia médica para comprovar doenças graves que geram benefícios tributários, como cardiopatia grave e cegueira, que isentam o contribuinte do Imposto de Renda.
Comprovação de vida
A MP obriga os beneficiários a fazerem comprovação anual de vida, como identificação biométrica, nos bancos onde recebem o benefício. A prova de vida deve ser feita prioritariamente por quem recebe o benefício, mas poderá ser feita por representante legal ou procurador. Beneficiários acima dos 60 anos devem fazer agendamento prévio. Pessoas com dificuldade de locomoção ou acima de 80 anos serão identificados pelo INSS por outros meios.
O texto também muda a lei 8.009/90 para permitir a penhora de bens da família do beneficiário por benefício recebido indevidamente.
Fonte: Portal do Servidor Federal – Agência Câmara Notícias

Previdência do servidor mais rigorosa


Os servidores públicos não poderão mais utilizar o Certificado de Tempo de Contribuição (CTC) para averbar o período trabalhado na iniciativa privada, e vice-versa, para fins de aposentadoria.
O decreto estaria no texto da medida provisória que cria regras não só para o pente-fino em benefícios do INSS (pensão por morte, aposentadoria rural e auxílio-reclusão) como também torna as concessões de benefícios mais rigorosas.
Ou seja, a medida dificultará, a aposentadoria do servidor público, adverte Adriane Bramante, presidente do Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário (IBDP).
No documento, é vetada a emissão de certidão referente a tempo sem contribuição efetiva de servidores públicos. O que é visto com desconfiança pela presidente do IBDP.
O mesmo acontecerá com quem trabalhou no regime privado por anos e passou para o regime público previdenciário, lá no final da carreira essa certidão precisa ser emitida para averbar e contar todo o tempo de serviço. Se a CTC não for emitida, dificultará a contagem de tempo para fins de aposentadoria.
Fonte: Portal do Servidor Federal – Anasps

A velha mídia, ou a mídia convencional, está agonizando, sem se adaptar à internet


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Sebastião Nery e Aleluia em noite de autógrafos
José Nêumanne
Hildeberto Aleluia é um jornalista baiano-carioca. Exatamente meio a meio. Começou sua vida profissional em O Jornal, na década de 1960. Passou por redações no Rio de Janeiro, em São Paulo e Brasília. Entre elas, as de Última Hora, Diário de Notícias, Jornal do Brasil, Jornal de Brasília, TV Globo, Revista IstoÉ e Jornal de Brasília. Por 12 anos foi professor de Jornalismo Político na Universidade da Cidade no Rio de Janeiro. Como empreendedor na área de comunicação, foi pioneiro na criação de várias empresas, entre elas a Video Clipping, a primeira da área de clipping eletrônico no Brasil.
Tem formação completa no setor de comunicação – rádio, jornal, televisão, revistas, publicidade, marketing e engenharia da comunicação. Em governos, tem experiências profissionais com prefeituras, governos estaduais e federal. Trabalhou com ministros de Estado em vários governos, entre os quais Mário Andreazza, Raphael de Almeida Magalhães e Abreu Sodré. É vasta sua experiência em campanhas políticas, tendo trabalhado para candidatos a prefeito, governador e presidente da República. Morou e trabalhou em Cuba.
É autor do livro  “O Futuro  da Internet – O Mundo da Dúvida” (Editora Topbooks) e do blog  http://aleluiaecia.blogspot.com . Escreve regularmente para sites e jornais sobre variados assuntos.
O senhor diz que a “velha mídia” agoniza e em alguns casos até apodrece, não é? O que o prazo curto da revolução tecnológica reserva para empresas que controlam jornais, revistas, emissoras de rádio e de televisão, sejam as tradicionais, sejam as por assinatura?A velha mídia, ou a mídia convencional, está agonizando. A internet fulminou com seu modelo de negócio. Perdidos, eles não são capazes de criar um novo modelo. Estão na beira da cova. Além de custos altíssimos para a produção, muita pouca gente se mostra interessada em consumir. O que é uma pena. O jornalismo nunca foi tão necessário. Mas a velha mídia não morre somente pela concorrência da internet, ela morre também perdida em suas redações com uma produção de conteúdo dos anos de 1950. Pode pegar um jornal, uma revista ou um programa de TV do passado, antes da internet. Continuam com o mesmo modelo. Há dez anos as empresas do Murdoch, o “Cidadão Kane moderno”, valiam US$ 20 bilhões, hoje ele pede US$ 8 bilhões para a Disney. Se achar três, dê-se por contente. Esse mesmo Murdoch há 20 anos comprou a maior rede social do nascedouro da internet, a Myspace. Enfiou na rede, na época, US$ 500 milhões. Fechou em menos de cinco anos. Quis administrar com o olho em seu conglomerado, que agora está ameaçado de extinção. O gigante Facebook já percebeu que sem jornalismo de qualidade também não sobreviverá. Mas são modestos os US$ 300 milhões que ele anunciou como investimento destinado a forjar um novo jornalismo. Nenhum barão da imprensa brasileira se mostrou interessado em realizar alguma experiência nesse sentido na própria imprensa brasileira. Se você conhecer algum interessado em adquirir jornais, revistas ou redes estaduais de TV, há muitas à venda no Brasil.
O jornalismo, enfim, será morto e enterrado neste panorama em que a atividade parece envelhecida, amorfa, entorpecida e sem opção para sair da cova onde seus próprios empresários e funcionários parecem tê-la enfurnado?Sim, não resta a menor dúvida. A partir dos anos 1960 o Brasil enveredou por uma escola de produção jornalística (copiada dos Estados Unidos) que obteve muito sucesso. Você ligava a TV, ia à banca ou comprava uma assinatura e estava adquirindo neutralidade, isenção. Esse modelo foi se modificando e a partir de um certo período passou a viver, também, das verbas dos governos. Tornou-se vulnerável e a internet chegou para apressar sua morte. Os órgãos de comunicação estão perdendo a credibilidade. De alguns já se foi. Quem tem credibilidade, hoje, no mundo da velha mídia são alguns jornalistas, No dia em que o jornalista descobrir que a ele pertence a credibilidade, estará inaugurado um novo caminho. Isso não acontece num passe de mágica, pois é necessário, junto, um modelo de negócio. E sabemos nós que os jornalistas têm horror a esse mundo.
Tal como funciona atualmente, a cibernética, com a internet e as redes sociais, pode conquistar a credibilidade que até hoje não atingiu e se aproveitar da própria crise de credibilidade dos meios da comunicação tradicional? O que o senhor espera que aconteça com o e-mail de diferente, no planeta e aqui, neste nosso quase continente?Olha só, a internet ainda não acabou de vez com a velha mídia porque a internet não tem credibilidade. Tem seus erros também. É muita vasta e estratificada. É uma floresta imensa. O e-mail, um dos instrumentos mais úteis criados pela internet, após o advento das chamadas redes por aplicativos, ou também chamadas de sociais, foi deixado meio que de lado por seus provedores. Banalizaram de tal forma o e-mail que ele perdeu sua significância. E aí o marketing digital foi muito responsável por isso. Aqui, no Brasil, se compro uma passagem de avião, a companhia aérea me bombardeia com uma infinita quantidade de mensagens. Como não temos cobrança sobre os provedores nem uma agência que nos proteja, nossa vida por e-mail se torna um inferno. Recebo por dia uma média de 150 e-mails, que não sei de quem são, nem tenho o menor interesse. Acredito que algo vai acontecer. As restrições aos aplicativos conhecidos como rede sociais vão se alastrar. Tenho a esperança de que o velho e bom e-mail voltará a seus dias de glória. Os provedores possuem bloqueadores e os anti-spams. Mas não são suficientes.
O senhor acha que as redes sociais, tal como existem hoje em dia, são a ágora contemporânea, onde se debatem ideias e, portanto, podendo substituir instituições de representação da cidadania, como os partidos políticos? Ou não?Não acho que se debatam ideias nas redes sociais. Nem acho que seja o lugar adequado. Lá se vendem ideias, se passam ideias e mensagens. O espaço é muito exíguo para debates. A mensagem deve ser instantânea. Elas são, sim, uma poderosa fonte de informação. Também não creio que elas, como as conhecemos, venham a substituir representações da cidadania, como partidos e outras. Poderão ser criadas redes exclusivas com esse objetivo dentro de um mesmo espectro de pensamento, mas para mensagens e informações. Ideias necessitam de espaços, tempo e longas discussões. A rede tem tudo isso, mas não conheci ainda quem se disponha a discutir, fundamentar e sustentar ideais sem longas discussões.
Por que, a seu ver, o marketing digital nunca avançou no Brasil? Há campo para progredir ou perdemos definitivamente o rumo nessa alternativa mercadológica, cada vez mais necessária, até mesmo urgente, em nossos dias?Ainda somos analfabetos digitais. Nosso investimento pessoal, institucional e empresarial na rede, no Brasil, é pequeno. A prova é o que fizeram com o e-mail no Brasil. O comércio eletrônico fez sua aparição entre nós com entusiasmo e muitas promessas. Nas pequenas empresas até que funciona bem, mas nas grandes é um fracasso. Conheço experiências desastrosas nas grandes lojas de rede. O marketing digital regrediu no Brasil. Os problemas ainda existem. Vazamento de informações confidenciais, confusão no endereçamento, erro na leitura da compra, roubo de dados do cartão de crédito e na logística, principalmente quando as empresas dependem dos correios e telégrafos, são corriqueiros. Toda essa mecânica é gerida por robôs digitais e eles necessitam de investimentos constantes.

Prefeitura de Jeremoabo, paraíso das consultorias. Só em novembro R$ 267.059.00

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Quando pensei que já havia visto de tudo, eis que nessa segunda feira 28.01.2019, aparece essa na Prefeitura Municipal de Jeremoabo, onde acredito tratar-se da denuncia mais grave que com certeza os vereadores da oposição irão representar em respeito ao povo de Jeremoabo.
Para que o cidadão comum também entenda o que está acontecendo farei apenas perguntas, onde espero que o prefeito através dos seus assessores prestem esclarecimentos a população:

1 -   No processo prova alguma compensação?
2 - Qual o motivo de somente em novembro ser pago R$ 267.059,00 ?
3  -  Qual o motivo de só um receber R$ 150.000,00 ?
4 -    Qual o motivo de não está recolhendo o INSS PATRONAL?
5   -  Essa de R$ 150.000,00 será uma com fins lucrativos e para o INSS assim foi informado?
6 - Não acham muito estranho não haver bloqueio?
7 - Será que a informação prestada foi " zero"?
8 -  Será que os servidores não ficarão no prejuízo quando na sua aposentadoria?
9 - Será que não estamos diante de um caso de apropriação indébita?
10 - Será que a uma empresa foi pago R$ 50.000.00(duas de 25.000,00) e outra R$ 150.000,00.

Com a palavra também os senhores vereadores " dignos" representantes do povo de Jeremoabo.



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