domingo, dezembro 18, 2016

Adeus às ilusões: TSE não vai cassar Temer, que ficará no poder até o final de 2018

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Charge do Nani (nanihumor.com)
Carlos Newton

Reforma da Previdência vai atingir especialmente os brasileiros mais miseráveis

Charge do Jota A., reprodução do Portal O Dia
Laís AlegrettiFolha






Por enquanto, nenhum tucano conseguiu voar

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Charge do Nani (nanihumor.com)
Carlos Chagas








Marcelo Odebrecht avisou Dilma sobre a Lava Jato, mas ela não deu ouvidos

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Marcelo Odebrecht se relacionava pessoalmente com Dilma
Bruno Boghossian e Filipe CoutinhoÉpoca






Delação da Odebrecht vai revelar mistérios de Lula, Dilma e Temer (e FHC)

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No dia em que completa 80 anos, o Papa toca café da manhã com oito indigentes

Papa conversou com cada um dos convidados sem-teto, sendo quatro italianos, dois romenos, um moldavo, dois romenos e um peruano (Foto: L'Osservatore Romano/AP)
Papa Francisco conversou com cada um dos convidados sem-teto
Deu no Estadão









Posição do PSB sobre a reforma previdenciária mostra que a base aliada já rachou

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Siqueira diz que Diretório do PSB não quer suprimir direitos
Deu no Correio Braziliense(Agência Estado)






Crônicas de Lima Barreto mostram que a política brasileira ainda é a mesma…

Resultado de imagem para lima barreto frasesEdnei Freitas





Ministro do STF quebra sigilo bancário do DEM em inquérito contra Agripino

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Agripino é investigado junto com a empreiteira OAS e o DEM
Deu no Correio Braziliense







Tensão no Planalto com a possibilidade de Cunha fazer delação premiada

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Charge do Nani (nanihumor.com)
Leandro ColonFolha









Congresso já sente o cheiro das quentinhas de Curitiba…

Charge do Kleber, reprodução do Arquivo Google
Fernando CanzianFolha

sábado, dezembro 17, 2016

O fim da Monarquia em Jeremoabo ou as Onze Derrotas de Anabel.



                                             
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Vivemos um momento histórico no Brasil, no qual várias lideranças políticas se vêem ameaçadas pelo rigor da Justiça, pela cobrança popular, que mesmo a passos lentos, se faz presente em diversas partes do país. 

Jeremoabo em especial, vive uma mudança de rumos na política, com a derrocada de grupos políticos que antes eram os dominadores do que chamam de curral eleitoral. Mais do que emblemática, as várias derrotas sofridas pelo grupo da atual prefeita (em 2016), criaram uma sensação de medo, insegurança e apreensão em todos os grupos políticos, medo este muito útil àqueles que se dizem coronéis, mandatários de uma República que só existe aqui, alheia à realidade dos fatos. 

Várias foram as derrotas sofridas pela candidata, desde antes do início da própria eleição, quando o seu grupo, não conseguiu um nome forte e confiável para lhe suceder, mostrando o isolamento político e pessoal que estes mesmo causaram a si, no decorrer destes anos, quando se assumiu uma postura arrogante e soberba, disfarçada através de medidas paliativas, sorrisos falsos, ações desmedidas e agraciamentos de favores para apenas uma parte da população. Esta foi a primeira derrota e talvez a responsável por criar o clima de insatisfação e tensão política. Não teria este grupo uma outra opção menos impositiva, mesmo sabendo-se que jamais lograriam êxito nesta tentativa de decretar aqui em Jeremoabo, uma forma única de se ver a Lei? 

A segunda derrota é uma das mais marcantes, o fim da Era João Ferreira. Forte aliado deste governo e ao mesmo tempo, um dos responsáveis pelo estrago causado na vida política do marido da candidata e cujo legado político se resumiu a nada. Sua viúva não atraiu os votos esperados nem mesmo em sua terra natal, o povoado Brejo Grande, onde o candidato adversário saiu vitorioso. Seus filhos, candidatos a vereador, não alcançaram votos suficientes para se elegerem em um sinal claro de insatisfação popular, talvez movida pela decepção ao terem aprovado as contas de Pedrinho de João Ferreira, que foram rejeitadas pelo TCM, numa demonstração de que, acima da Lei e da decência, estão os interesses pessoais de quem antes bradava que não se pode usar de meios ilegais para se governar, pois ninguém é inalcançável pela Justiça e que, de forma vexatória aceitaram calar-se diante dos desmandos em prol da imoralidade. 

Na eleição anterior, o nome do Patriarca da Família foi exaltado e disputado por todos os grupos, porém, seu filho Pedrinho de João Ferreira, sacramentou a morte política deste grupo, tendo concluído o mandato do esposo da prefeita aplicando um golpe de misericórdia em vários funcionários, negando-lhes o décimo terceiro salário, que muitos só viriam receber anos depois. Ato que gerou insatisfação no meio comercial, criando dificuldades ainda maiores para o município. Porém, mesmo Pedrinho tendo gerado tanta insatisfação, foi agraciado com uma secretaria, impondo mais uma derrota à prefeita, a do discurso da moralidade e retidão em seu governo. 

Outra derrota foi a perda do aliado político que dava ao grupo um ar de honestidade e retidão, o ex-prefeito Lula de Dalvinho e sua esposa Janete, vice na chapa atual, que percebendo o trágico fim que esperava à candidatura da prefeita, trataram de se posicionar junto àqueles únicos, possuíam as condições para concorrer ao pleito. 

O fato de a atual gestora ter recebido menos votos nesta eleição do que na anterior, é a quinta derrota, a dos argumentos. Não teria ela recebido mais de três ou quatro mil votos de frente ao invés de amargurar esta derrota moral de não ter recebido sequer a mesma quantidade de votos do último certame? 

Mesmo estando à frente da “máquina”, em vários locais onde antes saiu vencedora, foi derrotada seguidamente pelo concorrente, ainda que seu governo tivesse sido tão bom quanto foi apregoado aos quatro cantos, principalmente por meio de uma emissora de rádio e seus locutores, alguns que apesar de dizerem que não se beneficiam deste governo, mas que tem parentes à frente de cargos do primeiro escalão. Esta foi sexta derrota, a dos números na urna.

 A derrota na Justiça Eleitoral em Jeremoabo, onde, segundo palavras do promotor eleitoral, se tentou usar de artifícios para ludibriar a Justiça, chegado a achincalhar a Lei e os seus representantes, foi dura e prenunciava o triste desfecho da eleição. 

Mais uma derrota foi sofrida em uma instância superior, no TRE, de maneira humilhante, tendo sido unânime a visão de que a tentativa de continuar no poder, além de transigir os preceitos legais vigentes, tratava por tentar decretar no município uma monarquia cega e na contramão dos vários avanços conquistados no país. Foram duas derrotas das mais vergonhosas, pois trouxe à tona uma série de mentiras usadas durante toda a campanha. 

A prefeita ainda teve duas derrotas, a nona e a décima, junto ao TCM e TCU, tendo suas contas reprovadas seguidamente, o que poderá vir a lhe custar a perda dos direitos políticos, ou em uma hipótese mais assustadora para os eleitores de Jeremoabo, as aprovações destas contas poderão vir a ocorrer por meio de negociatas ou arranjos, criando um efeito cascata, deixando seu futuro político nas mãos de quem poderá chantagear-lhe. 

Como não falar da derrota do orgulho de ter sempre cuidado da beleza da cidade, enaltecida após desalojar, sem diálogo e de maneira truculenta, os comerciantes de várias barracas em frente à Rodoviária logo no início do mandato, a fim de melhorar a imagem do município, sendo esta preocupação a menina dos olhos da prefeita, e nos dias atuais, a situação da pavimentação do centro da cidade está em ruínas, nos transportando para a situação em que a cidade se encontrava no fim do mandato do Dr. Spencer, seu aliado de campanha. 

Mesmo enumerando todas estas outras onze derrotas, a pior de todas, o fato de ter “ganho” nas urnas e não “levar”, não poder comemorar, contentando-se com um discurso tímido e vazio, de que seu concorrente não assumirá, que visa não causar desapontamento em seus eleitores e o de que “o grupo” continuará no poder é com certeza a mais dolorosa. Saber que, caso houvesse indicado outro candidato qualquer ao pleito, poderiam sair vitoriosos, gera com certeza a maior frustração dentre os eleitores, parceiros e em quem foi usado como marionete, esperando as migalhas, aguardando receber a confiança e o apoio prometido. 

Com todos estes fatos relatados, não há conclusão aparente para este trágico fim de uma das lideranças políticas mais promissoras na região. 

Ainda falta a derrota na corte mais alta do país, que será apreciada por todos em breve e muito provavelmente a derrota maior, o esvaziamento do apoio nas urnas, pois um o povo não costuma acompanhar os derrotados, não deve aceitar ou baixar a cabeça para aqueles sabidamente, mentiram, enganaram e o levou a perder. Sim. Além das derrotas da candidata, o povo que foi iludido por ela, foi quem mais perdeu. 

Perdeu o direito de ter seu voto validado pela Justiça, caso tivesse outra opção ou tivesse votado em um dos candidatos que possuíam o registro de candidatura. A derrota do povo foi a maior. Perdeu a oportunidade de escolher legitimamente seu representante e assistirá ainda por muito tempo a disputa do imperialismo coronelista pelo poder acima de tudo.
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Tentando entender a corrupção na prefeitura de Jeremoabo nos dias atuais.

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Não é uma coisa exclusiva de bandido ou de mau-caráter. A corrupção no Brasil é coisa de gente boa também — diz a professora e psicóloga. — É resultado do que eu chamo de complexo cultural de inferioridade. E, para entender esse complexo, precisamos voltar 500 anos na nossa História.

Voltemos, então.

Quando chegaram ao Brasil, os portugueses não tinham pretensões lá muito construtivas. Queriam mesmo era extrair as riquezas daqui — do pau-brasil ao açúcar de cana — e mandar todo o lucro para a Europa, sem se preocupar em constituir uma pátria ou investir dinheiro na Terra de Santa Cruz. Bem diferente do que ocorria nos Estados Unidos, na mesma época, onde uma multidão de famílias inglesas desembarcava com o único intuito de fundar um novo lar.

— Aqui, os europeus violentavam as índias, iam embora, e assim surgiam os primeiros miscigenados. Esses filhos bastardos eram rejeitados por suas tribos, que não os reconheciam como índios — prossegue Denise Gimenez Ramos.

Portanto, abandonados e sem chance de alcançar sucesso na vida — jamais se tornariam chefes de uma tribo, por exemplo —, os primeiros brasileiros cresceram com um profundo sentimento de inferioridade, diz a psicóloga. E a concepção da figura do pai, para eles, foi a pior possível: alguém que só aparece na hora de extrair, de retirar, de obter vantagem, e nunca para 
construir ou cuidar.
http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/proa/noticia/2015/02/especialistas-respondem-o-brasileiro-e-corrupto-4699991.html
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A atual situação da politicagem de Jeremoabo

Mandato é concessão dos eleitores, e não direito de propriedade

Alan Marques/Folhapress
Brasilia,DF,Brasil - 27.nov.2016 - Coletiva de imprensa com o Presidente da Republica Michel Temer, Presidente do Senado Renan Calheiros e o Presidente da camara dos deputados Rodrigo Maia Foto:Alan Marques/Folhapress
Coletiva de imprensa com Michel Temer, Renan Calheiros e Rodrigo Maia
Credibilidade é palavra-chave em política. Sem ela, não se governa. E o panorama presente do Brasil confirma essa assertiva: Poderes em conflito interno e com os demais, cada qual buscando um jeito de escapar às denúncias incessantes de corrupção.
São as mais variadas possíveis e atingem o Estado em seu conjunto: tráfico de influência, roubo, obras superfaturadas, salários exorbitantes, acima do teto constitucional, obstrução de Justiça etc.
E o resultado é o que vemos: a impossibilidade de obter da sociedade apoio a reformas indispensáveis, que, impondo sacrifícios, reclamam sua adesão. Entre outras, a previdenciária, a trabalhista e a tributária. A PEC do teto dos gastos públicos, já aprovada na Câmara e no Senado, não será suficiente para recolocar a economia nos trilhos e fazê-la crescer novamente.
O PT a arruinou, indo da destruição da Petrobras e de outras estatais à rapina dos fundos de pensão, lesando aposentados e viúvas. Lula, Dilma e amigos desviaram bilhões, em prol de um projeto criminoso de perpetuação no poder, ora exposto pela Justiça.
Mas o impeachment de Dilma Rousseff só aconteceu porque a população brasileira, indignada com tantos escândalos, foi às ruas e deu o seu recado: Presidência da República, Congresso e Esplanada dos Ministérios não podem se transformar em trincheira de portadores de prontuários. Essa sentença depôs o PT.
Consumado o impeachment, é, pois, intolerável que o quadro se mantenha. Não basta apresentar propostas econômicas; é preciso autoridade moral para implementá-las. E não a temos.
O Congresso está na berlinda, alvo de delações que atingem algumas de suas figuras mais graduadas. E o próprio presidente da República vem dando sinais de queda livre no quesito credibilidade.
Até aqui, apenas descrevo uma realidade, assim como um médico examina uma radiografia. Provocado nesta semana a me manifestar sobre esse quadro, propus eleições imediatas no âmbito federal: para presidente da República, deputados e senadores.
Só com a renovação do ambiente político, por meio da participação direta da sociedade, será possível engajá-la num projeto de reformas profundas e de longo prazo. É hora de um gesto maior do presidente, convocando um recall, por meio de uma proposta de emenda à Constituição, antecipando as eleições.
Mandato não é direito de propriedade; é concessão dos eleitores. E eles tem dado reiteradas manifestações de que não confiam em seus atuais representantes. Com novas eleições, tem-se a oportunidade de levar aos eleitores propostas e estratégias de longo prazo, sem as quais não se governa.
A crise reclama ações rápidas e contundentes. Não é possível planejar o futuro, consertar erros do governo que derrubamos e restabelecer a confiança no futuro ostentando um contencioso com a Justiça. Governabilidade depende hoje menos de apoio numérico de votos no Congresso que do apoio das ruas.
A paralisia administrativa decorrente da falta de credibilidade agrava a crise e estimula forças obscurantistas recém-derrotadas, que investem no caos e no retrocesso.
Os políticos de verdadeiro espírito público –e os há, em maioria– não devem recear as urnas. Não há mais espaço para o populismo, que levou à ruína diversos governos latino-americanos, permitindo que maus gestores chegassem à Presidência da República.
Não há democracia sem políticos dignos desse nome. E são eles que devem cumprir a missão incontornável de sanear a vida pública, reconciliando-a com a população. 

Nota da redação deste Blog - Encontrei nessa matéria do Senador Caiado, a definição da politicagem de Jeremoabo, da irresponsabilidade política que se aprofundou nos últimos mandatos dos donos da " Casa Grande", ou mesmo das " Capitanias Hereditárias" intitulada Prefeitura de Jeremoabo.
Transcrevo algumas frase do Senador Caiado, que por analogia traduz a situação real de Jeremoabo.
Para a atual prefeita e seu antecessor que a todo custo que perpetuar no poder, como se órgão público fosse herança familiar, sugiro que leia esse ensinamento,

"Mandato não é direito de propriedade; é concessão dos eleitores. E eles tem dado reiteradas manifestações de que não confiam em seus atuais representantes.".

Segundo o Senador Caiado " Credibilidade é palavra-chave em política. Sem ela, não se governa."
Pergunto, será que a atual prefeita é detentora de credibilidade perante o eleitorado de Jeremoabo diante de tanta mentira e tanto engodo?

Para encerrar esses comentários transcrevo mais um ensinamento. " Não há democracia sem políticos dignos desse nome. E são eles que devem cumprir a missão incontornável de sanear a vida pública, reconciliando-a com a população."

Jeremoabo necessita com urgência de um político ´serio, honesto, que dignifique o nome "político", e não que use o mandato para se fazer, como um meio de vida, e como se fosse uma "Casa de Mãe Joana" dessa bem chula.

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