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Flávio Bolsonaro revelou que o pai será seu maior conselheiro
Vicente Limongi Netto
Flávio Bolsonaro começou entrevista na Globo tentando se fantasiar de vítima. É mesmo descarado, um candidato sem argumentos, mas sabidão em lorotas e arrogância.
Falando pelos cotovelos, insistiu em mostrar dados do pai, Jair Bolsonaro. A tática é tentar convencer os incautos sobre supostos motivos que impediram de atingir conquistas sociais e econômicas dos brasileiros.
DESPREPARADO – Nessa linha, tentou colocar a capa de bonzinho, alegando que os mais pobres poderão dormir em paz. E insistiu em botar banca, dizendo que é preparado para o cargo.
Na realidade, é um candidato que tem todas as condições de tentar destruir o Brasil mais rapidamente do que os estragos feitos pelos destrambelhos do pai golpista e presidiário.
Na entrevista, aproveitou para mostrar todo o ódio aos ministros do Supremo Tribunal Federal. O rancor e a fúria por vingança eram impressionantes. Quer ser presidente para punir e ameaçar ministros do STF.
“MELHOR PRESIDENTE” – Hilário e patético, Flávio teve o descaramento de dizer que o pai dele foi o melhor presidente do Brasil. Credo, blasfêmia oceânica.
Gaguejou nas perguntas da isenta e competente Renata Lo Prete sobre os milhões que recebeu do bandido Vorcaro. Nervoso, insistiu em misturar as estacoes, tentando envolver os abusos dele e do pai dele com a demissão do diretor da Globo que tinha relações com Vorcaro.
A esta altura, Flávio já começou a mostrar impaciência com perguntas da entrevistadora. Ao final, mostrou que a família não tem solução, pois anunciou que o pai presidiário será seu principal conselheiro. Cruzes. Estamos perdidos.