segunda-feira, fevereiro 10, 2025

MPT defende condenação de Claudia Leitte em processo movido por ex-backing vocal; defesa pede segredo de Justiça

 

Claudia Leitte
Foto: Divulgação

O Ministério Público do Trabalho (MPT) defendeu a condenação da cantora Claudia Leitte no processo trabalhista movido por Danilo Souza, conhecido como Danilo Black, ex-backing vocal da cantora, que entrou com uma ação após ter sido demitido durante a pandemia da Covid-19.

 

O processo envolvendo a cantora, foi resgatado nas redes sociais em janeiro deste ano. O músico entrou com uma ação contra a artista, a mãe da cantora, Ilna Cristina, o marido de Claudia, Márcio Pedreira, e outras quatro empresas.

 

No parecer assinado pela procuradora regional do Trabalho, Carla Geovanna Cunha Rossi Mota, foi apontada falhas graves por parte das empresas da cantora em fiscalizar e garantir o cumprimento das normas de prevenção ao coronavírus. A decisão, datada no dia 12 de dezembro de 2024, foi publicada em fevereiro deste ano.

 

Em janeiro deste ano o Bahia Notícias teve acesso ao processo, movido em 2023, e traz os detalhes da ação, que foi movida pelo músico, que pedia uma indenização de R$ 229 mil na Justiça por danos morais, multas devidas, 13º, adicionais, férias, pagamento de FGTS e outros direitos.

 

Na ação, Danilo, que atuou com Claudia Leitte de 2018 a 2022, afirma que não teve a carteira assinada ao longo do período que trabalhou para a artista. 

 

Com a cantora, o músico que iniciou o trabalho recebendo R$ 700 e encerrou em 2022, sendo desligado sem justa causa, recebendo o dobro, R$ 1400. Danilo relatou no processo que fazia entre 5 a 8 shows por mês, porém, com a pandemia, os trabalhos reduziram e ele não chegou a fazer nenhuma apresentação presencial, participando de três lives, pela qual ganhou R$ 1 mil em duas ocasiões.

 

O músico afirma no processo que foi desligado pelo marido da cantora na época em que estava afastado em decorrência da Covid-19, que contraiu em uma viagem da banda para um show no Rio Grande do Norte.

 

Em janeiro deste ano, a defesa de Claudia Leitte anexou ao processo um pedido urgente para que o caso fosse mantido em segredo de justiça.

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