segunda-feira, abril 20, 2026

Bolsonaristas consideram Caiado como a peça-chave para travar vitória de Lula no 1º turno


STF retoma julgamento que pode transformar Malafaia em réu por ataques a generais


Miinistros decidirão se uma ação penal será aberta

Isadora Albernaz
Folha

A Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) retomará em 28 de abril o julgamento que pode tornar o pastor evangélico Silas Malafaia réu pelos crimes de acusação de injúria, calúnia e difamação, devido a ofensas proferidas contra generais em uma manifestação bolsonarista.

A análise era feita no sistema virtual da corte, onde não há discussão e os ministros apenas depositam seus votos, mas foi interrompida por um pedido de vista (mais tempo para análise) de Cristiano Zanin em 10 de março. Um dia depois, o magistrado ainda pediu destaque, o que levou o caso ao plenário físico e zerou o placar.

MODUS OPERANDI – O único a votar havia sido o relator, Alexandre de Moraes, que foi a favor do recebimento da denúncia da PGR (Procuradoria-Geral da República) contra Malafaia. Segundo o ministro, as falas do pastor se assemelham ao modus operandi da organização criminosa investigada no inquérito das milícias digitais.

No caso de condenação pelo crime de injúria, Moraes ainda inclui a possibilidade de aumento de pena devido ao comentário ter sido feito contra um funcionário público, em razão de suas funções, e na presença de várias pessoas e pelo discurso ter sido divulgado nas redes sociais.

A Primeira Turma também é composta por Cármen Lúcia e Flávio Dino (presidente do colegiado). O grupo está desfalcado desde que Luiz Fux pediu para migrar para a Segunda Turma, após a aposentadoria de Luís Roberto Barroso.

AÇÃO PENAL – Nessa etapa, os ministros decidem se abrirão uma ação penal para analisar se Malafaia é culpado ou não. Se a denúncia for aceita, haverá coleta de novas provas, depoimento de testemunhas e interrogatório do líder religioso.

Malafaia foi denunciado pela procuradoria em 18 de dezembro de 2025. O caso teve origem em uma representação apresentada pelo comandante do Exército, general Tomás Paiva, após um discurso do pastor na avenida Paulista.

Em 6 de abril do ano passado, do alto do carro de som, o líder religioso atacou o Alto Comando do Exército, mas não citou nomes. “Cadê esses generais de quatro estrelas, do Alto Comando do Exército? Cambada de frouxos, cambada de covardes, cambada de omissos. Vocês não honram a farda que vestem. Não é para dar golpe, não, é para marcar posição”, afirmou.

PRESSÃO POR ANISTIA – O ato havia sido convocado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para pressionar por anistia aos envolvidos nos ataques golpistas de 8 de janeiro de 2023.

À Folha, Silas Malafaia afirmou, em 6 de março, ser vítima de “perseguição” por parte de Moraes e questionou “que moral esse cara tem para julgar alguém?”. “Ele [Moraes] quer calar, como sempre fez, seus opositores. Mas eu não tenho medo dele, por isso que eu estou falando”, disse o pastor.


Racha no PL embaralha palanque de Flávio Bolsonaro no DF e expõe crise interna Publicado em 19 de abril de 2026 por Tribuna da Internet FacebookTwitterWhatsAppEmail Configuração do palanque local do senador segue embolada Luciana Amaral CNN O Partido Liberal (PL) no Distrito Federal vive um racha interno e enfrenta dilemas sobre quem realmente apoiará ao governo da capital. Portanto, a configuração do palanque local do senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), segue embolada. Embora o Distrito Federal seja a menor unidade federativa em tamanho, o perfil populacional – com muitos funcionários públicos e protagonistas da administração pública federal – é sempre importante para os candidatos ao Planalto. ORIENTAÇÃO – Até o momento, a orientação da presidente do diretório distrital do PL, deputada federal Bia Kicis, é de que os integrantes do partido apoiem Celina Leão (PP) – vice-governadora que assumiu a titularidade após Ibaneis Rocha (MDB) se descompatibilizar do cargo – ao Palácio do Buriti. A vontade inicial era que o PL tivesse candidato próprio ao governo do Distrito Federal. No entanto, o apoio a Celina foi determinado pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL). Celina e Michelle são muito próximas, e fazem questão de reforçar isso nas redes sociais, por exemplo. Michelle também foi um apoio fundamental para Kicis se lançar como pré-candidata ao Senado pelo PL — deixando de lado Ibaneis Rocha, que esperava ter o apoio da sigla. O PL lançará tanto Michelle quanto Kicis ao Senado pelo Distrito Federal, numa chapa puro-sangue à Casa. Por isso, a avaliação interna é de que não há como Kicis negar ao menos um apoio branco a Celina — quando não há um suporte explícito, mas também não há críticas ou trabalho efetivo contra. MONITORAMENTO – A princípio, portanto, o PL local pretende seguir com Celina. De todo modo, como já adiantou a CNN, o partido ainda monitora se Celina não será mencionada em eventual delação do caso Master ou cairá nas pesquisas eleitorais por conta de suspeitas de irregularidades de ex-dirigentes do BRB, do qual o GDF é acionista majoritário. Até o momento, não surgiram elementos envolvendo Celina. O presidente nacional do PP, Ciro Nogueira, porém, é citado nas conversas do ex-banqueiro Daniel Vorcaro. O episódio do Master também ajudou o PL a desistir de apoiar Ibaneis ao Senado. Nestes últimos dias, Celina tem tentado distanciar o GDF do escândalo, especialmente com a prisão do ex-presidente da instituição financeira, Paulo Henrique Costa, nesta quinta (16). O vice na chapa de Celina será Gustavo Rocha (Republicanos), muito próximo a emedebistas e que já fez parte do governo distrital de Ibaneis Rocha e do governo federal de Michel Temer. Enquanto isso, o senador Izalci Lucas, cujo mandato se encerra no início do ano que vem, busca se posicionar dentro do PL como pré-candidato ao governo. CANDIDATURA PRÓPRIA – “Temos 90 dias para as convenções [partidárias]. Vou trabalhar muito nisso para a gente poder realmente mostrar que o PL pode ter uma candidatura própria. Minha perspectiva é ir para o governo [distrital]”, disse Izalci à CNN. Há cerca de uma semana, ele recebeu durante sua festa de aniversário um vídeo de parabéns de Flávio Bolsonaro, sem que este necessariamente tenha se comprometido com a pré-candidatura de Izalci. “Todos vocês que estão aí agora neste momento são muito felizes de terem alguém como Izalci para poder se dirigir, para poder representá-los aqui no Distrito Federal. Izalci, tô contando contigo aí pra, junto com a gente, resgatar o nosso Brasil. Pessoal que tá aí, bora resgatar o Brasil junto comigo e o Izalci? Espero que sim! Abraço, fiquem com Deus”, disse Flávio em trecho do vídeo. DIVERGÊNCIAS – Parte do PL vê Izalci com dificuldades para sair candidato pelo partido. Ao mesmo tempo, há quem ainda veja com bons olhos apoiar José Roberto Arruda (PSD), ex-governador do Distrito Federal, que tenta voltar à política oficialmente, embora haja eventuais divergências sobre sua elegibilidade. O atual deputado federal Alberto Fraga (PL) se colocou à disposição para ser vice de Arruda, mas a composição é impossível se não houver uma coligação entre PSD e PL. Caso não dê certo, o plano de Fraga é tentar a reeleição à Câmara dos Deputados. APOIO – À CNN, Fraga disse que apoiará Arruda com a benção do presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto. Arruda, inclusive, tenta atrair o PL para apoiá-lo oficialmente com a vaga de vice ao partido, mas reconhece que uma definição só deve sair em julho. O ex-governador já começou a pré-campanha em atos e conversas pelo Distrito Federal. Ele inclusive esteve na festa de aniversário de Izalci, de quem também é amigo. Num panorama nacional, Arruda tende a dividir o apoio tanto a Flávio Bolsonaro quanto a Ronaldo Caiado, do PSD, ao Planalto. Publicado em Geral | 1 Comentário |


Ainda não se pode cravar, mas parece existir terceira via na eleição de 2026

O BECO SEM SAÍDA DA "TERCEIRA VIA" - Chico Alencar

Charge do Duke (Domtotal)

Elio Gaspari
O Globo

Tentar ler numa pesquisa de abril o comportamento do eleitorado em outubro é pouco mais que um exercício de quiromancia, sobretudo quando a Genial/Quaest registrou que há 62% de indecisos.

Há meses, todas as pesquisas trazem notícias ruins para Lula. Pela primeira vez, Flávio Bolsonaro ultrapassou-o (42% x 40%), dentro da margem de erro e num cenário estimulado. O sabor amargo dessa pesquisa está na rejeição. Lula tem 55%, e Flávio tem 52%, novamente dentro da margem de erro.

ZEMA E CAIADO – A terceira via tem dois candidatos: Romeu Zema, ex-governador de Minas Gerais, e Ronaldo Caiado, ex-governador de Goiás. No cenário de uma disputa do segundo turno, Lula patina na faixa dos 40%, enquanto os dois têm leve viés de alta. Zema tem 36%, e Caiado, 35%.

Não se pode cravar, mas a terceira via parece existir. Zema e Caiado vieram de governos bem avaliados. O mineiro com 47% e o goiano com 85%. Eles precisam pescar seus votos entre os indecisos e os 42% que estão com Flávio Bolsonaro. Como experiência administrativa, ele limitou-se à gestão de um sobrenome e de uma loja de chocolates. A campanha pode favorecê-los.

SEM PREVISÕES – A ventania das campanhas eleitorais desarruma previsões baseadas só em pesquisas. A sabedoria convencional trabalha com a hipótese de um segundo turno entre Lula e Flávio, mas em 1989 aguardava-se um segundo turno entre Fernando Collor e Leonel Brizola.

Em agosto, Lula tinha apenas 5% das preferências, com viés de queda. Em setembro, ele chegou a 16%, ultrapassando Brizola. Dois meses depois, Lula foi para o segundo turno, quando viria a ser batido por Fernando Collor.

Naquela eleição, Ronaldo Caiado disputou pela primeira vez a Presidência e acabou em décimo lugar, com 0,72% dos votos.

NA FRIGIDEIRA – Assim como aconteceu com seu antecessor, os ventos da opinião pública agora sopram contra o Planalto, e a responsabilidade é do ministro da Comunicação Social, o marqueteiro Sidônio Palmeira.

Pensando bem, é para isso que serve o ministro da Secom.

BC e o BRB – O Banco Central pode ter demorado para agir sobre o Master, ou não. Uma coisa é certa, o BC não agiu a tempo sobre o Banco Regional de Brasília, que funcionava como vaca leiteira de Daniel Vorcaro.

O presidente do BRB ao tempo de Vorcaro devia ter sido preso há mais de um ano.


O impasse da jornada de trabalho torna-se uma forte disputa política no Brasil


O que está em jogo é o controle do tempo

Marcelo Copelli
Revista Fórum

A discussão sobre a redução da jornada de trabalho no Brasil deixou de ser periférica. Consolidou-se como uma das questões estruturais do presente. Em um país cuja legislação ainda reflete a lógica produtiva do século passado, a manutenção de cargas horárias extensas já não se sustenta como exigência econômica. É a expressão de uma resistência histórica à redistribuição do tempo.

O debate não é técnico. É político. Está em jogo quem controla o tempo — e até que ponto o trabalho seguirá ocupando posição dominante na organização da vida social. A proposta de uma semana de 40 horas, com a superação gradual da escala 6×1, responde a transformações materiais que já alteraram a dinâmica produtiva, sem que isso tenha sido acompanhado por uma atualização na forma de distribuir o tempo laboral.

MODELO PERSISTE – A produtividade avançou. Tecnologia, automação e transformação dos processos alteraram a relação entre tempo e desempenho. Gera-se mais, em menos horas e com maior intensidade. Sustentar jornadas prolongadas como condição indispensável ao funcionamento da economia tornou-se cada vez mais difícil. Ainda assim, o modelo persiste — não por eficiência, mas por preservar estruturas de poder.

A extensão do expediente deixou de ser requisito técnico. Passou a atuar como mecanismo de organização social, delimitando não apenas o tempo de trabalho, mas o espaço disponível para outras formas de vida. É nesse ponto que o debate revela sua natureza real.

Os dados não sustentam o discurso de risco mobilizado por setores contrários à mudança. Em vez disso, indicam que a reorganização do tempo pode ocorrer sem prejuízo estrutural à economia, desde que acompanhada de ajustes institucionais. A narrativa de ameaça persiste menos como diagnóstico e mais como contenção política — acionada sempre que se questiona a forma como o tempo é dividido entre produção e vida.

PADRÃO – O cenário internacional confirma esse padrão. Experimentos no Reino Unido com semana de quatro dias mantiveram níveis de atividade. Na Islândia, a redução foi implementada em larga escala sem ruptura. Na América Latina, Colômbia já avança na diminuição progressiva, enquanto Chile e México seguem na mesma direção. Não houve colapso. Houve adaptação.

O padrão é claro: sistemas produtivos se ajustam quando a distribuição do tempo muda. A duração da jornada não é uma imposição econômica — é uma construção moldada por relações de poder e decisões políticas.

A resistência, portanto, não decorre da falta de comprovação. Decorre da disputa pelo controle do tempo. A defesa de jornadas longas preserva um modelo que concentra poder ao definir quanto da vida pode ser apropriado pelo trabalho, limitando outras dimensões sociais, políticas e econômicas. Reduzir a jornada altera esse equilíbrio. Redistribui horas — e, com elas, autonomia.

CONTRADIÇÃO – No Brasil, a contradição é evidente. Em diversos setores, a jornada efetiva já se aproxima das 40 horas semanais. A economia opera com mais flexibilidade do que a legislação admite. O teto legal superior não responde a uma necessidade produtiva — preserva margens ampliadas de controle sobre o tempo. A norma deixou de refletir a realidade e passou a protegê-la.

A ideia de que a redução geraria desemprego segue o mesmo padrão. Não há base empírica consistente que sustente essa relação de forma generalizada. A redistribuição do tempo reorganiza a demanda por trabalho, ajusta a dinâmica ocupacional e, em determinados casos, amplia a necessidade de contratação. Esse argumento funciona como bloqueio político — não como diagnóstico econômico.

Jornadas extensas não preservam empregos. Preservam um modelo que resiste à atualização. Ao manter o tempo como variável central, esse arranjo reduz incentivos à inovação, retarda adaptações e transfere ao trabalhador o custo de uma estrutura ineficiente. Onde houve redução, houve adaptação. A rigidez não está na economia — está na forma como ela é politicamente organizada.

ORGANIZAÇÃO DO TEMPO – Persistir nesse modelo sustenta um paradoxo: níveis crescentes de produtividade convivem com uma organização do tempo que já não corresponde a essa realidade. Não é uma exigência econômica. É uma escolha política — que preserva relações de poder dependentes da centralidade do trabalho.

A redução da jornada não rompe com a racionalidade econômica. Atualiza-a. Reconhece que ganhos de produtividade não podem permanecer dissociados da forma como o tempo é distribuído — e que essa distribuição é, no limite, uma decisão política.

ATRASO POLÍTICO – O Brasil não enfrenta um dilema econômico. Enfrenta um atraso político. A realidade produtiva mudou. A produtividade avançou. O trabalho se transformou. O que persiste é a resistência em redistribuir o tempo e atualizar as regras que organizam a vida social. Manter o modelo atual é uma escolha: preservar a concentração de poder e adiar sua revisão.

No fim, não está em debate a carga horária. O que está em jogo é o controle do tempo — e quem decide quanto da vida pode ser apropriado pelo trabalho, apesar de uma realidade que já não o sustenta.

Vereador Nitinho é criticado ao chamar Orla de Maceió de “favela”

 A declaração foi feita durante sua fala na plenária, enquanto discutia a organização dos espaços urbanos e comércio de ambulantes na capital

Imagens das afirmações do vereador repercutiram nas redes sociais, gerando diversas críticas (Foto: Assessoria de Imprensa)

O vereador Nitinho Vitale (PSD-SE) foi criticado após declarar que a Orla de Maceió, capital do estado de Alagoas, “virou uma favela”. A afirmação foi feita durante sessão na Câmara de Vereadores de Aracaju (CMA) na última quarta-feira, 15, e suas falas repercutiram nas redes sociais.

A declaração foi feita no plenário da CMA, enquanto discutia a organização dos espaços urbanos e comércio de ambulantes na capital. “Tem que ter o cuidado nas concessões que estão sendo dadas na Orla de Atalaia, senão lá vai virar uma favela, como virou a favela na Orla de Maceió. A Orla de Maceió hoje é uma favela.”, afirmou.

Imagens das afirmações do vereador repercutiram nas redes sociais, gerando diversas críticas, principalmente de moradores de Maceió, que expressaram descontentamento e alegaram falta de respeito com a cidade.

“Respeite Maceió. Chamar trabalhadores de ‘favela’ não é crítica urbana, é desrespeito com quem vive do próprio esforço. A orla de Maceió não é bagunça, é viva. É feita por empreendedores que acordam cedo pra sustentar suas famílias! Eu defendo organização, padronização e qualidade, mas sem tirar o pão de quem trabalha. Nosso cartão postal não é só paisagem. É gente, cultura e trabalho!”, comentou um internauta.

A Prefeitura de Maceió publicou um vídeo mostrando moradores da cidade desaprovando as falas do vereador. “A Prefs viu um vídeo circulando por aí… e não dava pra deixar passar. Quando falta respeito, sobra resposta: a melhor orla do Brasil fica em Maceió”, publicou.

Pedido de desculpas

Em entrevista para uma rádio sergipana nesta segunda-feira, dia 20, o vereador afirmou que não fez as falas por maldade e pediu desculpas por seus comentários. 

A

“Não foi maldade de nenhuma forma. Então, neste conceito de favela, eu peço desculpa ao nosso querido povo de Maceió, e se você pegar o meu vídeo como todo, eu venho elogiando também Maceió, a praia, que é uma praia belíssima, que é o ‘Caribe do Brasil’, eu sei bem, é conhecido. Vivi muitos anos em Maceió, diversas vezes fui para lá, e desfrutei daquele mar maravilhoso, né? Então qualquer viagem que eu fazia foi em Maceió, que é o lugar mais próximo que tem, Salvador ou Maceió. Então não foi maldade”, expressou.

Nota da CMA

Com a repercussão do caso, a Câmara de Vereadores de Aracaju publicou uma nota se manifestando e afirmou que não compactua com as falas do vereador. Confira a nota na íntegra:

“A Câmara Municipal de Aracaju, em nome de todos os vereadores que compõem esta Casa Legislativa, vem a público manifestar-se acerca das declarações proferidas pelo vereador Nitinho Vitale, durante sessão na última quarta-feira, 15. 

Nessa sessão, ao tratar da necessidade de organização dos espaços públicos na Orla de Aracaju, o parlamentar utilizou como exemplo a Orla de Maceió para fazer uma comparação inadequada e infeliz, que gerou repercussão negativa e compreensível indignação.

A Câmara Municipal de Aracaju esclarece que não compactua com a referida fala por entender que ela não representa o pensamento institucional deste Parlamento, tampouco o posicionamento da maioria de seus membros.

Esta Casa reafirma o compromisso com o respeito entre as cidades, com a valorização do turismo, da cultura e da população de todas as regiões, reconhecendo a importância de Maceió como um dos principais destinos turísticos do país.

por Carol Mundim

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