domingo, abril 19, 2026

PSB pressiona governo por troca em ministério após impasse em nomeação

 

PSB pressiona governo por troca em ministério após impasse em nomeação

Por Redação

19/04/2026 às 10:30

Foto: Rodolfo Loepert/Arquivo/Prefeitura do Recife

Imagem de PSB pressiona governo por troca em ministério após impasse em nomeação

João Campos

O prefeito do Recife e presidente do Partido Socialista Brasileiro, João Campos, pediu ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva a substituição do ministro do Empreendedorismo. A solicitação ocorre menos de um mês após a nomeação de Tadeu Alencar, que assumiu o cargo após a saída de Márcio França. A reportagem é do jornal O Globo.

A troca é resultado de um impasse interno no PSB. A cúpula do partido havia indicado o advogado Paulo Pereira para o ministério, mas, devido a uma regra do governo que priorizava secretários-executivos na ausência de consenso, Alencar acabou sendo nomeado. A decisão gerou insatisfação entre lideranças da sigla.

Diante da crise, a expectativa é de que o governo realize a substituição em breve para acomodar o indicado do partido e reduzir tensões internas. Paralelamente, o PSB articula uma solução política para Tadeu Alencar, que pode assumir outro cargo, evitando maior desgaste na base aliada.

Politica Livre

Ódio bolsonarista dividiu profundamente o país


Com a inexplicável chegada do bolsonarismo ao poder, o país entrou em uma espiral de ódio, mau humor e rancor que dividiu profundamente os brasileiros.

A extrema direita alimenta-se da mentira, sustenta-se na violência e estrutura-se no uso contumaz de notícias falsas. Depende de espalhar ódio e desinformação para se manter.

Há uma manipulação crescente e inescrupulosa de mentiras encomendadas, embaladas como verdades. O país perdeu grande parte da espontaneidade, até da alegria. Parece que sequestraram o espírito brasileiro e que nosso povo desistiu de ser feliz.

Os fascistas, ao chegarem ao poder, apropriaram-se até mesmo das nossas cores. Como estratégia de dominação, o uso do verde e do amarelo passou a ser uma exclusividade dos bolsonaristas.

Com petulância e arrogância, usurparam até mesmo a nossa camisa, símbolo da Seleção Brasileira. E, com a violência e o ódio como motores, presenciamos o crescimento da barbárie e da divisão de um povo.

Hoje, a impressão que se tem é a de que o país anda pelas tabelas. O tratamento desumano e cruel da época da covid, que levou o Brasil à tragédia de 700 mil mortos, fincou as garras da tristeza, do desamparo e da desconfiança no coração dos brasileiros.

Os 4 anos desastrados do governo do ex-mito fizeram o Brasil voltar ao mapa da fome e da desesperança.

Fonte: Poder360, Opinião, 17.abr.2026 – 5h45 Por Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, advogado criminal

” O HOMEM QUE APONTOU PARA O PAPEL: QUANDO A TESTEMUNHA FINAL FALA, O SISTEMA NÃO PRECISA NEGAR A VERDADE… SÓ PRECISA ENTERRÁ-LA DENTRO DA PRÓPRIA BUROCRACIA ”


Essa imagem não mostra apenas um homem de terno apontando para um documento sobre a mesa.
Ela mostra uma das estruturas mais frias de poder que existem: a capacidade do sistema de transformar confissão, denúncia e prova em matéria inerte, neutralizada pela máquina do silêncio institucional.
Durante décadas, ensinaram as massas a acreditar que basta falar, basta denunciar, basta entregar nomes, fatos e documentos, e a justiça seguirá seu curso natural.
Mas quem observa os padrões sabe que o sistema mais sofisticado não destrói necessariamente a verdade.
Ele faz algo muito pior:
ele a recebe, protocola, enquadra, desacelera, isola e deixa apodrecer sob a aparência de procedimento.
Observe a composição.
No centro, o homem inclinado sobre a folha.
O dedo apontando.
A mesa vazia.
A luz fria.
Tudo transmite a sensação de um último depoimento, de uma última chance, de uma verdade finalmente colocada diante da estrutura.
Mas ao redor, o ambiente é escuro demais, silencioso demais, controlado demais.
Não parece lugar de revelação.
Parece lugar de absorção.
Isso não parece apenas testemunho.
Parece captura documental.
Porque o sistema sabe que a massa ainda acredita em papéis, em assinaturas, em depoimentos, em arquivos, em órgãos, em procedimentos.
E é exatamente por isso que ele usa a forma burocrática como uma das suas armas mais perfeitas.
Primeiro vem a denúncia.
Depois vem o registro.
Depois vem a promessa de apuração.
Depois vem a lentidão, o esfriamento, a fragmentação, a perda de foco público.
E quando a população percebe, a verdade já não foi negada.
Foi administrada até virar ruído morto.
A pergunta proibida não é “o que ele revelou?”.
A pergunta proibida é: quantas verdades perigosas não foram destruídas, mas apenas engolidas por instituições capazes de neutralizar o impacto de qualquer revelação sem precisar refutá-la abertamente?
Porque quem conecta os pontos percebe o padrão: — a testemunha como peça descartável
— o documento como símbolo de verdade encapsulada
— a sala fechada como ventre da ocultação institucional
— e a velha lógica do sistema: quando não puder apagar a prova, transforme-a em processo interminável até que o mundo esqueça por conta própria
Agora conecte os pontos: — o dedo apontando como gesto de acusação final
— o círculo de luz sobre o papel como selo ritual de importância
— a escuridão ao redor como metáfora da absorção do caso
— e a sensação crescente de que talvez o maior poder da elite não esteja em impedir que a verdade apareça…
mas em garantir que ela apareça tarde, isolada, administrada e impotente
Isso não é apenas uma imagem sobre um depoimento.
Isso é uma alegoria sobre a burocracia como cemitério da verdade inconveniente.
A imagem sugere algo que o sistema odeia que a massa formule com clareza:
que talvez a forma mais eficiente de encobrimento moderno não seja a censura brutal, o desaparecimento visível ou a destruição explícita de provas…
mas a institucionalização do esquecimento, onde tudo é arquivado, nada é resolvido e a própria legalidade vira anestesia.
E quando a testemunha aponta para o papel como quem entrega a última chave, o mais assustador não é o que está escrito ali.
É perceber que o sistema talvez já tenha sido construído exatamente para sobreviver àquilo que o condenaria.
Porque um sistema criado para nos manter na ignorância nunca nos dará as chaves para a verdadeira liberdade. O livro “A Narrativa do Controle” escrito por Asier Magán explodiu minha cabeça, você já leu? Baixe no link do nosso perfil ou comente “LIVRO” e descubra a verdade agora.”
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Pauta publicada por Jose guilherme schossland

Formar comitiva para “visitar” Ramagem é uma cretinice de políticos desocupados


As chances dos EUA colaborarem em uma possível extradição de Ramagem,  segundo jurista – CartaCapital

Senadores querem “homenagear” o foragido Ranagem

Vicente Limongi Netto

Eleições atraem debates, ameaças, denúncias, memes nos adversários, faixas, músicas, cartazes, mas, também, nos últimos tempos, descaradas e cretinas atitudes e decisões que emporcalham a importância do pleito, desmoralizando ainda mais a classe política diante dos brasileiros.

Nessa linha, a decisão da Comissão de Relações Exteriores do Senado, com intuito de formalizar comitiva para visitar Alexandre Ramagem, é ultrajante pantomima que apunhala o bom senso e a inteligência dos cidadãos brasileiros.

DEMAGOGIA – É muita falta do que fazer e cretina demagogia, além de desperdício do dinheiro público. A patética idiotice ainda precisa ser aprovada no plenário do Senado e, depois, endossada ou não pelo presidente da Mesa Diretora, Davi Alcolumbre. 

Convenhamos, deixar de trabalhar, de cumprir o mandato em benefício da coletividade, para isso foram eleitos, e irem flanar nos Estados Unidos para levar solidariedade a um facínora engomado é um absurdo e uma parlapatice própria de apedeutas que deveriam ter vergonha na cara.


Nota da Redação deste Blog:

EDITORIAL: A Diplomacia da Impunidade – O Senado e a Pantomima Internacional em Favor de Alexandre Ramagem


Por José Montalvão

Em tempos de eleição, o cenário político brasileiro costuma ser inundado por uma mistura de debates, memes e promessas. No entanto, o que temos testemunhado nos últimos dias vai além do folclore eleitoral: trata-se de uma sucessão de atitudes cretinas que emporcalham a importância do pleito e desmoralizam, de forma definitiva, a classe política diante do cidadão que trabalha e paga impostos.

A mais recente afronta à inteligência nacional vem da Comissão de Relações Exteriores do Senado. A decisão de formalizar uma comitiva para visitar Alexandre Ramagem nos Estados Unidos não é apenas um erro; é uma ultrajante pantomima que apunhala o bom senso.


1. Demagogia com Dinheiro Público

É preciso dar nome aos bois: essa iniciativa é pura demagogia, além de um desperdício vergonhoso de dinheiro público. Enquanto o Brasil enfrenta gargalos na educação, na saúde e na segurança, senadores pretendem "deixar de trabalhar" para flanar em território americano sob o pretexto de levar solidariedade a um personagem que responde por graves acusações.

  • O Caminho da Vergonha: A proposta ainda precisa passar pelo Plenário do Senado e ter o aval do presidente da Casa, Davi Alcolumbre.

  • A Prioridade Invertida: Para que foram eleitos esses parlamentares? Para legislar em benefício da coletividade ou para agir como "escudo" internacional de aliados políticos em apuros?

2. O Escárnio dos "Apedeutas" Engomados

Convenhamos, usar o mandato para fazer turismo político-ideológico em favor de quem é investigado por práticas que ferem a democracia é de uma parlapatice sem limites. É a política feita por "apedeutas" (ignorantes) que parecem ter perdido a vergonha na cara.

Cruzar o oceano para prestar apoio a um "facínora engomado" enquanto as comissões do Senado acumulam projetos parados que poderiam mudar a vida do povo de Jeremoabo, de Aracaju ou de qualquer canto deste país, é um tapa na face do eleitor.


3. A Desmoralização do Mandato

O mandato parlamentar é um instrumento de transformação social, não um passaporte para viagens de luxo com objetivos meramente corporativistas.

  • O Povo Vê: O cidadão brasileiro, que muitas vezes é massacrado pela burocracia e pela carga tributária, observa esses senadores abandonando suas obrigações para fazer teatro político no exterior.

  • O Sistema Seletivo: Como já abordamos neste Blog, o sistema continua seletivo: rigor para o povo, e viagens com diárias pagas pelo erário para os amigos do poder.


Conclusão: Só Jesus na Causa

Está difícil consertar este Brasil quando aqueles que deveriam ser os guardiões da lei e da ética preferem o caminho da idiotice patética. O Senado Federal deveria estar focado em resolver os problemas estruturais da nossa economia e não em servir de agência de viagens para solidariedade seletiva.

Resta ao eleitor guardar esses nomes e essas atitudes para o dia da votação. Afinal, a culpa pela persistência desses "carrascos" do bom senso também passa pela nossa complacência nas urnas. Chega de palhaçada com o dinheiro do povo!


Blog de Dede Montalvão: Denunciando a imoralidade, defendendo o contribuinte e combatendo o descaramento político.

José Montalvão Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública, Pós-Graduado em Jornalismo. Membro da ABI (C-002025)

STF entre a autoridade e a desconfiança: a crise que a própria Corte reconhece


Oposição recorre contra derrota de relatório da CPI do Crime no Senado

 

Oposição recorre contra derrota de relatório da CPI do Crime no Senado

Por Redação

18/04/2026 às 19:15

Foto: Carlos Moura/Arquivo/Agência Senado

Imagem de Oposição recorre contra derrota de relatório da CPI do Crime no Senado

Fabiano Contarato

Senadores da oposição recorreram à Senado Federal para tentar anular a votação que rejeitou o relatório da CPI do Crime Organizado. O documento, elaborado por Alessandro Vieira, pedia o indiciamento de ministros do Supremo Tribunal Federal e do procurador-geral da República, mas foi derrotado por 6 votos a 4. A reportagem é do jornal O Globo.

O recurso foi apresentado pelos senadores Eduardo Girão, Magno Malta e Marcos do Val, que criticam mudanças na composição da CPI no dia da votação. Segundo eles, a substituição de parlamentares teria alterado artificialmente o resultado e esvaziado a força proporcional da comissão.

Na sessão decisiva, deixaram o colegiado senadores favoráveis ao relatório, como Sergio Moro, sendo substituídos por nomes alinhados ao governo. A estratégia foi vista pela oposição como determinante para a rejeição do parecer.

A decisão final sobre o recurso caberá à Mesa Diretora do Senado, presidida por Davi Alcolumbre, que já sinalizou resistência ao relatório. O documento rejeitado apontava suspeitas de interferência nas investigações e criticava decisões do STF que teriam limitado a atuação da CPI.


Politica Livre


Nota da Redação Deste Blog -


A CPI do Espetáculo vs. A Realidade do Crime


Por José Montalvão 

Enquanto o crime organizado avança sobre o território nacional, infiltrando-se em prefeituras, portos e na economia formal, parte do Senado parece mais interessada em usar as comissões como palanque ideológico ou escudo protetor.

O "Tiro no Pé" e a Cabeça na Areia

A crítica de que os senadores agiram como avestruzes é precisa. Ao focar o relatório em embates diretos com o STF e a PGR — figuras que já possuem seus próprios ritos de fiscalização — e ignorar o "tripé" que realmente sustenta o crime no Brasil (políticos corruptos, empresários lavadores de dinheiro e facções), a CPI perdeu sua razão de ser.

  • A Omissão Estratégica: Quando o relatório se torna uma peça puramente política, ele dá o pretexto perfeito para que o "centrão" e a base governista manobrem as cadeiras e derrubem o texto.

  • A Manobra das Cadeiras: A substituição de nomes como Sergio Moro por parlamentares alinhados ao governo no dia da votação é o jogo bruto do regimento. É legal? Sim. É moral? Questionável. Mas é a consequência direta de uma CPI que nasce mais preocupada com o "lacre" nas redes sociais do que com a investigação técnica de lavagem de dinheiro.

Prioridades Invertidas

O Brasil realmente tem urgências que não podem esperar. Enquanto senadores discutem recursos para anular votações de relatórios que já nasceram natimortos, o crime organizado profissionaliza sua logística e sua influência no Estado.

O Veredito: Enterrar a cabeça no buraco não resolve o problema; apenas deixa o resto do corpo exposto ao "tiro de canhão". Ao se omitirem de investigar quem financia e quem lava o dinheiro do crime, esses parlamentares não estão apenas sendo ineficientes; eles estão sendo cúmplices da estagnação do país.

O Senado deveria ser a casa revisora e inteligente da República, mas, nesse episódio, comportou-se como um tabuleiro de interesses onde o Brasil é sempre o jogador que perde

José Montalvão Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública, Pós-Graduado em Jornalismo. Membro da ABI (C-002025)

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