sábado, abril 18, 2026

MPBA reúne prefeitos baianos para debater políticas de segurança pública

 

Prefeitos que aderiram ao projeto ‘Município Seguro’ receberão selo da Instituição durante encontro

Por Redação

17/04/2026 às 18:15

Foto: Divulgação/MPBA

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Projeto Município Seguro do Ministério Público da Bahia

O Ministério Público do Estado da Bahia reúne, no próximo dia 28 deste mês, prefeitos de diversos municípios baianos para debater e fomentar a implementação de políticas na área de segurança pública. O primeiro ‘Encontro Estadual do Projeto Município Seguro’ acontece na sede do MPBA, no CAB, e será aberto, às 14h, pelo procurador-geral de Justiça Pedro Maia. Também estarão presentes o secretário da Segurança Pública, Marcelo Werner; o secretário de Justiça e Direitos Humanos, Felipe Freitas, o presidente da União dos Prefeitos da Bahia (UPB), Wilson Cardoso, e a presidente em exercício da União dos Vereadores da Bahia.

Na ocasião, o MPBA entregará o selo “Compromisso por um Município Seguro” aos gestores que já aderiram à iniciativa, reconhecendo o engajamento das administrações municipais na consolidação de políticas públicas mais eficientes. O presidente da UPB, Wilson Cardoso, destacou a importância da parceria institucional para o fortalecimento das políticas públicas nos municípios. “Quando o Ministério Público e a UPB se unem, é certeza de que o sucesso será garantido. Foi assim com a educação, quando tivemos avanços na alfabetização na idade certa, e também no enfrentamento aos altos cachês cobrados por bandas nos festejos juninos. E será assim também com o programa ‘Município Seguro’, iniciativa que já conta com a adesão de 59 municípios”, destacou.

A programação contará com a apresentação do projeto ‘Município Seguro’, que será feita pelo coordenador do Centro de Apoio Operacional de Segurança Pública e Defesa Social (Ceosp), promotor de Justiça Hugo Casciano de Sant’Anna, e pelo coordenador do Grupo de Atuação Especial de Segurança Pública (Geosp), Igor Clóvis Silva Miranda. O secretário da Segurança Pública, Marcelo Werner, fará o lançamento da Escuta Social para elaboração do novo Plano Estratégico da Segurança Pública 2034. Já o diretor executivo do Instituto Cidade Segura, Alberto Koppittke, abordará o papel dos municípios no Sistema Único de Segurança Pública. O evento reunirá prefeitos, vice-prefeitos, secretários municipais, procuradores, presidentes de câmaras, vereadores e técnicos das gestões locais, além de membros e servidores do MPBA e representantes da UPB e UVB-BA.

O promotor de Justiça Hugo Casciano de Sant’Anna ressaltou que “a segurança pública deve ser compreendida para além da atuação repressiva, incorporando ações de prevenção e promoção de direitos fundamentais, como educação, convivência familiar e proteção de grupos vulneráveis, além de iniciativas voltadas ao bom uso dos espaços públicos, como melhoria da iluminação pública, da pavimentação urbana e videomonitoramento das vias. O ‘Município Seguro’ busca fomentar políticas integradas capazes de impactar diretamente na redução da violência”.

O projeto Município Seguro está em andamento em 373 municípios baianos, sendo que em 59 deles os gestores formalizaram a adesão e assumiram o compromisso de implementar os instrumentos previstos na Lei nº 13.675/2018. A iniciativa visa sensibilizar gestores e orientar a adoção de instrumentos previstos na Lei nº 13.675/2018, que instituiu o Sistema Único de Segurança Pública (Susp) e o Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp), reforçando o papel estratégico dos municípios na construção de ações integradas de prevenção e enfrentamento à violência.

Politica Livre

Moraes vota para condenar Eduardo Bolsonaro a 1 ano de detenção sob acusação de difamar Tabata

 

Moraes vota para condenar Eduardo Bolsonaro a 1 ano de detenção sob acusação de difamar Tabata

Em 2021, ex-deputado afirmou que congressista do PSB apresentou projeto de lei para beneficiar empresário

Por Isadora Albernaz/Folhapress

17/04/2026 às 18:30

Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados/Arquivo

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O ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP)

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), votou nesta sexta-feira (17) para condenar o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) a um ano de detenção, em regime aberto, e a pagar multa de cerca de R$ 126,4 mil sob acusação de difamar a deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP).

O caso é julgado no plenário virtual da corte, onde os ministros apenas depositam seus votos e não há discussão. Os magistrados têm até 28 de abril para se manifestar. Eles analisam uma queixa-crime apresentada por Tabata contra Eduardo por comentários feitos no X (ex-Twitter) em 2021.

Nas postagens, que não foram apagadas, o ex-parlamentar do PL afirma que a congressista do PSB teria apresentado um projeto de lei que prevê a distribuição gratuita de absorventes íntimos em locais públicos com o objetivo de beneficiar indevidamente um empresário que teria financiado sua campanha.

"No mais, a deputada agindo desta maneira quase infantil mais parece querer atender ao lobby de seu mentor patrocinador Jorge Paulo Lemann, um dos donos da produtora de absorventes P&G, do que realmente conseguir um benefício ao público", escreveu Eduardo Bolsonaro em um dos posts.

A reportagem entrou em contato com Eduardo por mensagem de WhatsApp para obter uma manifestação dele a respeito do voto de Moraes, mas não houve resposta até a publicação deste texto. O espaço segue aberto.

Ao Supremo, Tabata Amaral afirmou que não teve sua campanha financiada por Lemann e negou já ter intercedido em favor do empresário. Segundo a deputada, Eduardo "sabidamente se valeu de fake news, um dos maiores instrumentos de violência ao sistema democrático" para atacá-la.

O ex-deputado afirmou, em sua defesa, que as declarações foram dadas em um contexto de exercício da atividade parlamentar e "expressamente, de um debate sobre leis ainda que nas redes sociais".

Em seu voto, Moraes, relator do caso, afirmou que os tweets mostram que "vontade livre e consciente" de Eduardo Bolsonaro em imputar um fato ofensivo à reputação de Tabata Amaral. "A divulgação realizada pelo réu revela o meio de ardil por ele empregado, cujo objetivo foi tão somente atingir a honra da autora, tanto na esfera pública, na condição de agente política, como em sua vida privada, uma vez que o alcance proporcionado pela internet, como é sabido, é gigantesco e tem enorme poder de proliferação", disse.

O ministro também declarou que liberdade de expressão não significa permissão para agredir a honra alheia e para difundir discursos mentirosos, agressivos, de ódio e preconceituosos.

"A plena proteção constitucional da exteriorização da opinião (aspecto positivo) não significa a impossibilidade posterior de análise e responsabilização por eventuais informações injuriosas, difamantes, mentirosas, e em relação a eventuais danos materiais e morais, pois os direitos à honra, intimidade, vida privada e à própria imagem formam a proteção constitucional à dignidade da pessoa."

A queixa-crime contra Eduardo foi aceita por 6 votos a 5 em 2023. Além de Moraes, votaram pelo recebimento os ministros Cármen Lúcia, Edson Fachin, Gilmar Mendes, Luís Roberto Barroso (hoje aposentado) e Rosa Weber (aposentada).

Os ministros analisaram um recurso apresentado por Tabata depois de o ministro Dias Toffoli ter decidido, de forma individual em 2022, não seguir com a ação penal contra o ex-deputado. Na análise do plenário, também votaram nesse sentido André Mendonça, Luiz Fux, kassio Nunes Marques e Ricardo Lewandowski (aposentado).

Eduardo também é réu na corte por coação à Justiça. Nos Estados Unidos desde o ano passado, ele faltou na terça (14) ao interrogatório na ação em que foi denunciado pela PGR (Procuradoria-Geral da República) por atuar para impedir o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) de ser condenado na trama golpista.

Politica Livre

Versão cidadã do Orçamento 2027 traduz termos técnicos para o público

 

Versão cidadã do Orçamento 2027 traduz termos técnicos para o público

Por Daniella Almeida/Agência Brasil

18/04/2026 às 10:45

Foto: José Cruz/Arquivo/Agência Brasil

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O governo acredita que a compreensão das diretrizes do orçamento pode fortalecer a democracia

O Ministério do Planejamento e Orçamento (MPO) publicou nesta quinta-feira (16) uma versão acessível do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2027. Chamado de "versão cidadã", o documento traduz termos técnicos do orçamento público para uma linguagem mais simples e direta.

O objetivo é que qualquer cidadão – independentemente de seu nível de escolaridade e de sua formação técnica – consiga entender como o uso do dinheiro público será planejado para o próximo ano.

O governo acredita que a compreensão das diretrizes do orçamento pode fortalecer a democracia, por meio do controle social das contas públicas e do cumprimento da meta fiscal para a economia brasileira.

Conteúdo inédito
O Orçamento Cidadão - PLDO 2027 explica como funciona o orçamento federal, quais são as etapas e prazos, além de detalhar metas e prioridades para os recursos disponíveis.

No lugar de planilhas, o documento conta com infográficos explicativos, glossário de termos técnicos e resumos das principais informações do PLDO 2027.

A versão cidadã do orçamento público guia o leitor por conceitos básicos de orçamento até questões estratégicas do governo federal. O documento inclui:

explicações sobre o funcionamento do ciclo orçamentário e suas principais leis;
descrição das principais funções da LDO;
detalhes sobre as metas fiscais e projeções macroeconômicas para os próximos anos;
regras de transparência, responsabilidade e gestão orçamentária;
informações sobre despesas com pessoal, execução provisória e reservas no orçamento;
apresentação das prioridades e metas do governo para 2027;
passo a passo de como participar da elaboração do PLDO.
O instrumento conta ainda com as projeções brasileiras para o próximo ano. São elas:

salário-mínimo: R$1.717;
inflação: 3,04%;
PIB real: 2,56%;
taxa de câmbio R$5,47/dólar;
juros: 10,55%.

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Ex-deputado Uldurico Júnior é transferido para cela comum após prisão na Bahia

 

Ex-deputado Uldurico Júnior é transferido para cela comum após prisão na Bahia

Por Redação

18/04/2026 às 11:39

Foto: Divulgação/Arquivo

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Uldurico Jr.

O ex-deputado federal Uldurico Júnior foi transferido para uma cela comum no Complexo Penitenciário Lemos Brito, em Salvador, após ter sido preso em um hotel na Praia do Forte na última quinta-feira (16). Inicialmente, ele estava no Centro de Observações Penais (COP), unidade destinada a presos provisórios que exigem acompanhamento específico.

A transferência, segundo o Bahia Notícias, ocorreu poucos dias após a prisão, realizada no âmbito da Operação Duas Rosas, que apura irregularidades no sistema prisional baiano. Com a mudança, o ex-parlamentar passa a cumprir detenção em uma ala padrão dentro do mesmo complexo.

As investigações apontam que Uldurico Júnior teria participado de um esquema para facilitar a fuga de 16 detentos do Conjunto Penal de Eunápolis, em dezembro de 2024. Segundo as apurações, ele teria negociado o recebimento de R$ 2 milhões para viabilizar a ação criminosa.

Politica Livre

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