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UPL movimenta R$ 2,5 bilhões em operações financeiras, por ano, para viabilizar negócios de parceiros
Para diretora, inovação financeira e eficiente gestão de crédito são estratégias
A UPL Brasil – empresa do Grupo UPL, fornecedor global de soluções agrícolas sustentáveis – movimenta anualmente mais de R$ 2,5 bilhões em operações financeiras para viabilizar negócios da cadeia do agronegócio e acaba de renovar, por mais três anos, a parceria com o Rabobank, em uma operação de securitização de aproximadamente R$ 1 bilhão, consolidada em quase 10 anos.
“A renovação do acordo reforça uma estratégia que permite aos clientes e parceiros comerciais da UPL acessar recursos para a aquisição de soluções agrícolas, promovendo previsibilidade, liquidez e segurança financeira ao longo da cadeia produtiva”, diz a diretora de crédito e cobrança da UPL Brasil, Vanessa Roberta Silva. “O modelo de securitização tem se mostrado um instrumento eficiente para apoiar produtores e distribuidores em diferentes momentos do ciclo agrícola.”
“Para o Rabobank, é uma satisfação apoiar a UPL nessa trajetória, oferecendo soluções financeiras customizadas e alinhadas a metas de sustentabilidade, contribuindo para ampliar o acesso a recursos financeiros em toda a cadeia do agronegócio”, afirma Mário Ferreira, head de wholesale do Rabobank Brasil.
Além da parceria com o Rabobank, a UPL Brasil estrutura operações financeiras em conjunto com diferentes instituições e players do mercado, ampliando o acesso ao crédito por meio de modelos customizados. As soluções incluem operações lastreadas em recebíveis e projetos complementares que aumentam a flexibilidade, permitindo adequação às diferentes realidades operacionais e ciclos de pagamento dos clientes.
“Esse conjunto de operações ganha ainda mais relevância em um contexto de complexidade econômica e financeira no agronegócio brasileiro, caracterizado pela oscilação de preços, juros elevados, restrições ao crédito e eventos climáticos que impactam diretamente a gestão financeira das cadeias agrícolas. Com a Selic, taxa básica de juros, em níveis altos, o custo do capital exerce influência decisiva sobre as escolhas de investimento e o planejamento do fluxo de caixa de produtores e dos elos da distribuição”, analisa a contabilista.
Soluções de financiamento estruturadas passam a representar instrumentos estratégicos para garantir a liquidez da cadeia e a sustentabilidade dos negócios. Na UPL Brasil, de acordo com a executiva, o apoio aos clientes vai além do fornecimento de insumos agrícolas e envolve o desenvolvimento de soluções financeiras integradas, que combinam veículos de financiamento, operações estruturadas e redução de custos financeiros em relação ao crédito bancário tradicional.
Parte das operações financeiras da companhia incorpora ainda práticas de sustentabilidade por meio do Sustainability Linked Loan (SLL), modelo em que as taxas de juros variam conforme o alcance de metas e indicadores de ESG previamente estabelecidos. A UPL assumiu quatro indicadores-chave de desempenho: redução de emissões de gases de efeito estufa, educação na aplicação de defensivos agrícolas, impacto positivo nas comunidades e vendas de bioinsumos.
“Em um mercado marcado por volatilidade econômica, alta competitividade e desafios estruturais, a UPL Brasil reforça que inovação financeira é tão estratégica quanto inovação agrícola, consolidando-se como parceira confiável do agronegócio brasileiro ao integrar crédito, eficiência financeira e compromissos claros de sustentabilidade”, finaliza Vanessa Roberta Silva.
Esse trabalho realizado pela UPL tem sido reconhecido pelo mercado. No início de abril, a companhia recebeu o selo de finalista da sétima edição do Finance & Law Summit and Awards (Filasa), na categoria de melhor departamento financeiro em agronegócios. Os vencedores desta, que é a maior premiação do segmento, serão anunciados em junho.
Sobre a UPL
A UPL Ltd. (NSE: UPL & BSE: 512070, LSE: UPLL) é uma fornecedora global de produtos e soluções agrícolas sustentáveis, com receita anual superior a US$ 5,2 bilhões. Além disso, o Grupo está focado em acelerar o progresso do sistema alimentar por meio do conceito OpenAg®. Consequentemente, tem construído uma rede que está reimaginando a sustentabilidade e redefinindo a maneira como uma indústria inteira pensa e trabalha – aberta a novas ideias, e inovação como missão de tornar cada produto alimentício mais sustentável. Como uma das maiores empresas de soluções agrícolas do mundo (presentes em mais de 140 países, representados por mais de 12.000 colaboradores globalmente), o seu robusto portfólio consiste em soluções inovadoras, biológicas e tradicionais de proteção de cultivos - com mais de 15.000 registros. Para obter mais informações e soluções em toda a cadeia de valor alimentar, visite www.uplcorp.com/br e siga-nos no Linkedin, no Instagram e no Facebook.
Obrigada, Viviane Passerini Texto Comunicação Corporativa | |||||||
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Nota da Redação Deste Blog ´ EDITORIAL: Jeremoabo no Radar do Progresso – Câmara e Prefeitura Unidas para Buscar R$ 326 Milhões do BNB para o TurismoPor José Montalvão Uma notícia promissora acaba de acender um farol de esperança para o desenvolvimento econômico de nossa região. O Banco do Nordeste (BNB) anunciou a disponibilidade de R$ 326 milhões destinados exclusivamente ao setor de turismo na Bahia em 2026. E Jeremoabo, com sua riqueza histórica, cultural e natural, não pode — e não vai — ficar de fora dessa oportunidade. Ao tomar conhecimento desses recursos, o Presidente da Câmara de Vereadores, Neguinho de Lié, demonstrou visão estratégica e compromisso público. Em contato com este Blog, o parlamentar afirmou que buscará o prefeito Tista de Deda para garantir que o Legislativo ofereça todo o suporte necessário para que o município se enquadre e capture esses investimentos. 1. O Papel da Câmara: União pelo DesenvolvimentoNeguinho de Lié foi enfático ao declarar que a Câmara de Vereadores será parceira de primeira hora nesta empreitada.
Essa harmonia entre os poderes é o que Jeremoabo precisa para deixar de ser apenas uma "promessa turística" e se tornar um destino estruturado. O apoio legislativo facilita a criação de leis de incentivo, parcerias público-privadas e a desburocratização necessária para atrair o crédito. 2. O Que Está em Jogo? Recursos para Transformar a CidadeSegundo o superintendente do BNB, Pedro Lima Neto, esses recursos não possuem um "teto" rígido e podem ser usados para:
O Banco do Nordeste foca em empreendimentos que gerem emprego com carteira assinada e movimentem a economia local, do comércio aos serviços de transporte. 3. O Efeito Multiplicador: Turismo é Dinheiro no Bolso do PovoComo destacou o economista-chefe do BNB, Rogério Sobreira, o investimento em turismo tem um efeito multiplicador. Quando um hotel é ampliado ou um evento corporativo é atraído para Jeremoabo, ganha o dono da barraca, ganha o motorista, ganha o guia turístico e ganha a prefeitura com a arrecadação de impostos que retornam em saúde e educação. Jeremoabo tem o que o BNB procura: patrimônio histórico, turismo religioso e de natureza. Com a gestão competente de Tista de Deda, que já vem organizando a casa e limpando o nome do município, estamos no momento exato para bater à porta do banco e solicitar essa fatia do bolo. Conclusão: Um Grande Salto para o FuturoA iniciativa de Neguinho de Lié em unir forças com o Executivo mostra que Jeremoabo vive um novo tempo. O tempo do amadorismo ficou para trás. Agora, buscamos grandes investimentos para colocar nossa terra no lugar que ela merece: como um polo turístico sustentável e competitivo no interior baiano. Se depender da união entre o prefeito que trabalha e a Câmara que apoia o progresso, o turismo de Jeremoabo está prestes a viver o seu maior salto na história! Blog de Dede Montalvão: Informando com exclusividade e cobrando as parcerias que fazem nossa cidade crescer. José Montalvão Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública, Pós-Graduado em Jornalismo. Membro da ABI (C-002025) |
TRANSPARÊNCIA
Estados e municípios poderão utilizar o Transferegov.br para realizar transferências de recursos públicos
Ferramenta do governo federal permite acompanhamento de convênios, repasses e emendas parlamentares por qualquer cidadão. Utilização por entes federados trará mais transparência, controle e eficiência na gestão de recursos públicos
O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) publicou, nesta quinta-feira (16/3), a Portaria Seges/MGI nº 3.248, que define os procedimentos para adesão de estados, do Distrito Federal e de municípios à plataforma Transferegov.br para a gestão de suas próprias parcerias e transferências. Além de estabelecer as regras de adesão, o normativo apresenta um cronograma de implementação, com início em julho deste ano e expansão gradual para os entes federativos que manifestarem interesse na solução.
O Transferegov.br é uma ferramenta de transparência ativa do governo federal que operacionaliza e acompanha parcerias e transferências de recursos da União, como convênios, contratos de repasse e emendas parlamentares, destinados a órgãos e entidades da administração pública estadual, distrital e municipal, além de consórcios públicos e organizações da sociedade civil sem fins lucrativos.
Ao permitir que estados, Distrito Federal e municípios utilizem a infraestrutura da plataforma para gerir recursos próprios, o MGI busca padronizar e modernizar a gestão de transferências e parcerias em todo o país, garantindo à gestão desses entes a mesma transparência que o governo federal disponibiliza no Transferegov.
“O Transferegov.br é uma ferramenta consolidada no governo federal para garantir transparência, controle e eficiência na gestão mais de 40 tipos de transferências de recursos públicos. Ao ampliar seu uso para estados e municípios, atendemos também ao chamado do STF (Supremo Tribunal Federal) para apoiar os entes subnacionais, oferecendo uma solução estruturada que fortalecerá a governança das transferências em todo o país”, destaca a secretária-adjunta de Gestão e Inovação, Regina Lemos.
Adesão
A adesão será formalizada por meio de acordo com a Secretaria de Gestão e Inovação (Seges) do MGI, responsável pela coordenação do Sistema de Gestão de Parcerias da União (Sigpar). Para celebrar o acordo é necessário que o ente federado seja integrado à Rede de Parcerias, comprove a legitimidade do representante legal e a regularidade cadastral no CNPJ, além preencher um formulário de cadastramento dos sistemas externos que serão integrados ao Transferegov.br. A análise da documentação ficará a cargo da Seges/MGI, que emitirá manifestação conclusiva sobre a aceitação ou não da adesão.
A portaria estabelece responsabilidades tanto para MGI quanto para os entes federados. Ao MGI caberá, por exemplo, prover a solução tecnológica, coordenar a implementação, oferecer capacitação e garantir suporte técnico. Já os estados, o Distrito Federal e os municípios deverão, dentre outras atribuições, estruturar governança própria, designar responsáveis, promover treinamento de seus servidores e assegurar a segurança das informações inseridas no sistema.
O cronograma de implementação será escalonado entre julho de 2026 e março de 2028, iniciando com projetos-piloto em alguns estados e avançando gradualmente até alcançar todos os municípios brasileiros interessados na plataforma.
Pioneirismo do Rio Grande do Norte
O Rio Grande do Norte foi o primeiro estado brasileiro a aderir ao uso do Transferegov.br como projeto-piloto, inaugurando uma nova etapa de padronização e transparência na gestão de parcerias públicas no Brasil. Além do estado potiguar, Acre, Bahia e Roraima já participam da expansão da plataforma.
Nesta primeira fase da parceria, os estados terão acesso ao módulo de Gestão de Parcerias do Transferegov.br, no qual podem ser operacionalizados, com transparência e de modo mais simplificado, os repasses de recursos em que a gestão estadual determina as condições para execução de determinada política e os municípios ou entidades não governamentais interessados avaliam a possibilidade de cumprimento e se candidatam para o recebimento dos repasses.
“A divulgação realizada pelo réu [Eduardo] revela o meio de ardil por ele empregado, cujo objetivo foi tão somente atingir a honra da autora [Tabata Amaral], tanto na esfera pública, na condição de agente política, como em sua vida privada, uma vez que o alcance proporcionado pela Internet, como é sabido, é gigantesco e tem enorme poder de proliferação.”
Esse foi Xandão condenando Dudu Bolsonaro a um ano de prisão porque difamou a Tabata Amaral dizendo que ela apresentou o projeto de distribuição de absorventes íntimos para defender lobby de uma empresa que fabrica produtos de higiene. Eu diria que é um recado para Flavitcho Bolsonaro, que enfrenta um processo de difamação contra Lula. Condenados entram na lei da Ficha Limpa. Just saying!
“Nós temos no Brasil o problema da confiabilidade, principalmente no Supremo, tenho ciência disso. É preciso também saber o que há de equívocos e erros que precisam, sim, ser aperfeiçoados. Mas há um movimento internacional, que a gente sabe, para que não tenhamos Poder Judiciário.”
Sem mais, meritíssima.
“Toda expansão de poder, ainda que bem intencionada, precisa ser acompanhada de autocontenção e reflexão crítica. É imprescindível que o Judiciário, e especialmente o Supremo Tribunal Federal, ao qual se atribui, não sem controvérsia, obviamente, a última palavra sobre a Constituição, mantenha o Judiciário postura reflexiva sobre os limites de sua própria atuação”.
Resta saber se o Supremo vai se conter.
“Eu espero que esse veto venha a ser derrubado.”
Huguito quer derrubar o veto de Lula ao PL da Dosimetria e deu a declaração porque Davi Alcolumbre, a estrela-mor do Senado, marcou a votação do veto de Lula ao projeto que beneficia Bolsonaro para o próximo dia 30. O problema é que técnicos da Câmara afirmam que, se o veto for derrubado, estupradores, traficantes e criminosos perigosos vão se beneficiar e terão também suas penas reduzidas.
“Beneficia Bolsonaro, mas também Fernandinho Beira Mar, Marcola e os chefes de milícia do país. Na prática, o Congresso estará anulando o endurecimento das penas aprovadas no PL Antifacção, favorecendo os mais sanguinários bandidos do Brasil.”
“Quem perdeu não foi o governo ou o governador. A lei não extinguia cotas. Melhorava: focava nos mais pobres.”
Esse foi o governador de Santa Catarina comentando a decisão unânime do Supremo que derrubou a lei catarinense que acaba com as cotas raciais nas universidades em Santa Catarina. Uma matéria do G1 dizia que o governador entregava dados exagerados — e mostrava que os dados solicitados pelo supremo Gilmar Mendes diziam que era mentira que 81,5% da população do estado se considerava branca, porque o recorte mais recente do IBGE mostrava que o número havia caído para 76,28%. Digamos que seguia sendo um percentual muito elevado de população branca. O governador alegava que, dada essa quantidade de população branca, as cotas deveriam ser feitas não por questão de raça, mas por egressos de escolas estaduais e para pessoas de baixa renda.
E vamos para o feriadão, BRASEW, esperar se o estreito de Ormuz estará ou não aberto.
De quem são nossos dias? A resposta à pergunta-título parece óbvia, mas não é bem assim que a banda toca Por Evanilton Gonçalves | Edição ...