quarta-feira, abril 15, 2026

Governo de Sergipe fortalece cultura e economia durante Ciclo Junino 2026

 Com 60 dias de programação diversificada e valorização de artistas locais, os festejos em Sergipe estão consolidados nacionalmente.

Com 60 dias de programação diversificada e valorização de artistas locais, os festejos em Sergipe estão consolidados nacionalmente

Foto: Erick O’ Hara

Com uma programação robusta, divulgada no início de abril pelo Governo do Estado, o Ciclo Junino 2026 marca a consolidação de Sergipe como um dos principais destinos nordestinos no período junino, ao mesmo tempo em que fortalece a economia e valoriza a identidade cultural sergipana. Ao longo de 60 dias de programação contínua, diferentes regiões entram no circuito, com destaque para a Orla da Atalaia, em Aracaju, que recebe o Arraiá do Povo e a tradicional Vila do Forró, reunindo artistas sergipanos, atrações nacionais, quadrilhas juninas e diversas manifestações culturais.

O calendário inclui eventos estruturantes com datas previamente definidas, como o Concurso Rei e Rainha do País do Forró, a Segundona do Turista e os concursos de quadrilhas Arranca Unha e Gonzagão, o que amplia a competitividade de Sergipe no cenário nacional e facilita o planejamento do trade turístico e dos visitantes. Entre os principais destaques estão o Arraiá do Povo, realizado de 29 de maio a 28 de junho, e a Vila do Forró, que segue até 26 de julho, além do Arrastapé do 18 do Forte, nos dias 12 e 13 de junho, e os concursos de quadrilhas no Gonzagão e no Centro de Criatividade.

Encerrando a programação, o estado mantém o ritmo com o Arrasta Fé, realizado de 10 a 12 de julho, na Orla da Atalaia, e com a novidade deste ano, o evento de encerramento Apaga Fogueira, no dia 26 de julho, na Vila do Forró. Mais do que uma celebração cultural, o Ciclo Junino se consolida como um importante vetor econômico, impulsionando setores como hotelaria, gastronomia, transporte e comércio, com geração de emprego e renda em todo o estado, ao mesmo tempo em que reafirma a força das tradições que atravessam gerações.

Diversidade e valorização

Foto: Erick O’ Hara

A programação do Ciclo Junino 2026 evidencia a diversidade cultural de Sergipe, abrindo espaço para o forró tradicional e também para novas expressões que dialogam com diferentes públicos. A forte presença de artistas sergipanos reforça o compromisso com a cultura local e impulsiona a produção artística.

Para o cantor Xande Melo, da banda Fogo na Saia, o momento é de celebração. “Fico muito feliz quando chega esse período, por mim era São João o ano todo. E fico ainda mais feliz com o incentivo que o Governo do Estado dá aos artistas sergipanos. Aqui, a prata da casa opera milagres”, considera.

O cantor Pedro Lua enfatiza o valor simbólico do ciclo junino para a identidade sergipana. “Esse período nos molda, a gente se entende mais quando chega o ciclo junino. É algo que faz parte de quem somos”, afirma. Ele também expressa a emoção de se apresentar no Arraiá do Povo. “O palco leva o nome do meu pai, então estar ali mexe com toda a minha história. É uma alegria enorme, mas também uma responsabilidade de entregar o melhor para o público”.

O fortalecimento cultural também passa pela valorização das quadrilhas juninas, que têm recebido investimentos e ampliado seu espaço na programação. A quadrilheira Laiza Leilane Reis destaca a importância do incentivo, especialmente para quem está começando. “Isso dá muita esperança para a gente, porque quanto mais concursos, mais incentivo. A gente ensaia seis meses, então quando tem mais oportunidades, vê que está valendo a pena”, salienta.

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STF proíbe nome Polícia Municipal em todo o país; decisão impacta Aracaju

 Corte considera que alteração na denominação contraria modelo constitucional de segurança pública e compromete uniformidade jurídica

(Foto: SSM/Aju)

O Supremo Tribunal Federal decidiu que os municípios não podem substituir o nome “Guarda Municipal” por “Polícia Municipal” ou denominações similares. A decisão vale para todo o país e foi tomada no julgamento da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 1214, finalizado no dia 13 de abril. A medida impacta Aracaju, onde a Prefeitura sancionou, em janeiro, uma lei que altera a nomenclatura da Guarda Municipal para “Polícia Municipal de Aracaju”.

Segundo o relator do caso, o ministro Flávio Dino, a Constituição Federal usa de forma clara o termo “guardas municipais” para definir esse tipo de corporação, cuja atribuição é proteger bens, serviços e instalações dos municípios. Para ele, essa definição deve ser seguida por todos os municípios. O ministro também destacou que admitir nova denominação por legislação local poderia gerar inconsistências institucionais e comprometer a uniformidade do ordenamento jurídico.

No julgamento, o STF fixou a seguinte tese: “Por determinação do art. 144, § 8º, da Constituição Federal, regulamentado pelas Leis 13.022/2014 e 13.675/2018, aplica-se a expressão ‘Guardas Municipais’ em todo o território nacional, sendo vedada a substituição por ‘Polícia Municipal’ e denominações similares.”

Por meio de nota, a assessoria da Polícia Municipal de Aracaju informou que a decisão do STF trata exclusivamente da nomenclatura e não altera a forma de atuação da corporação. A gestão também destacou que a Constituição Federal já reconhece as guardas municipais como forças de segurança pública, com atribuições de proteção, prevenção e policiamento ostensivo e comunitário, como já ocorre na capital. A assessoria acrescentou ainda que o debate sobre o uso do termo “Polícia Municipal” segue em discussão no Senado Federal, por meio da PEC 18, já aprovada na Câmara dos Deputados.

Por Verlane Estácio com informações do STF

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