sexta-feira, abril 10, 2026

Repasses do Master cresceram 27 vezes sob estratégia de Vorcaro para ter influência

Publicado em 10 de abril de 2026 por Tribuna da Internet


EDITORIAL: A Balança Desequilibrada – Transparência para os Ministros e Silêncio para os "Mais Iguais"

 

.

EDITORIAL: A Balança Desequilibrada – Transparência para os Ministros e Silêncio para os "Mais Iguais"


Por José Montalvão

A imprensa, para ser o "quarto poder" e manter sua credibilidade, não pode escolher quem colocar na vitrine do escândalo. Vivemos um momento em que as manchetes parecem ter um alvo fixo nos Ministros do STF, enquanto uma "interminável lista" de senadores, deputados e governadores, supostamente envolvidos no imbróglio do Banco Master e em irregularidades do INSS, permanece protegida pela penumbra do rodapé.

Justiça e transparência não admitem "boi de piranha". Se a imprensa exige luz sobre as cortes superiores, deve primeiro ser transparente sobre as relações de todos os vultos da República que compõem esse verdadeiro "ninho de vespas".


1. O Banco Master e a Teia de Relações

As denúncias que envolvem o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e o Banco Master são de uma gravidade republicana. O que vemos, no entanto, é uma investigação que parece avançar apenas conforme a conveniência política.

  • Alexandre de Moraes e a Esposa: Muito se fala sobre o contrato de R$ 129 milhões do escritório de sua esposa com o Master. Há quem diga que ele apenas valorizou seu trabalho, mas a pergunta que fica é: por que o Congresso e o próprio Judiciário nunca proibiram parentes de ministros de advogar em causas que, direta ou indiretamente, tocam a corte?

  • Dias Toffoli e Nunes Marques: Relatos de viagens em jatinhos e subcontratações de consultorias ligadas a familiares (como o caso do filho de Nunes Marques e a consultoria de R$ 18 milhões) alimentam a gritaria no Congresso.

  • A Omissão nos Outros Poderes: Enquanto parlamentares moderados já falam em impeachment — o que muitos veem apenas como bravata eleitoral para iludir o eleitor de 2026 — pouco se vê de investigação sobre os políticos que também frequentavam os eventos de uísque e jantares de Vorcaro.

2. Dois Pesos e Duas Medidas

É fácil apontar o dedo para o Supremo quando ele se torna o "vidraça" da vez. Mas onde está o mesmo empenho investigativo sobre os governadores e parlamentares que aparecem nas agendas e folhas de pagamento desse ecossistema financeiro?

A corrupção no Brasil é sistêmica e histórica. Tratar ministros como os únicos vilões é ignorar que o sistema de "pesos e contrapesos" está aparelhado em todas as suas pontas. Se existe um "combate à desinformação", ele deve começar pela exposição de todos os nomes, e não apenas daqueles que rendem cliques ou atendem a interesses partidários de ocasião.


3. A Imprensa Precisa de Espelho

A credibilidade da imprensa depende da sua imparcialidade. Quando os veículos de comunicação dão destaque absoluto aos magistrados, mas "esquecem" de cobrar transparência sobre as emendas parlamentares e os lobbies que sustentam as campanhas de deputados e senadores, eles deixam de informar para passar a selecionar.

Não se trata de defender erros de ministros, mas de exigir que a lei seja igual para todos. O "quem for podre que se quebre" deve valer para o ministro, mas também para o senador que faz o discurso de moralidade na tribuna enquanto esconde o rastro de suas próprias alianças.


Conclusão: Jeremoabo e o Brasil Exigem Verdade Inteira

O eleitor jeremoabense e brasileiro não pode ser iludido por narrativas parciais. Impeachment de ministro sem a limpeza ética do Congresso é apenas troca de nomes no poder. A transparência deve ser uma via de mão dupla: quem exige, deve praticar.

O Brasil só sairá desse buraco quando a imprensa e os órgãos de controle pararem de escolher "bois de piranha" e passarem a tratar a corrupção como o que ela é: um câncer que não escolhe poder, toga ou mandato.


Blog de Dede Montalvão: Fiscalizando quem julga, quem legisla e quem informa. Sem amarras e sem medo.

José Montalvão Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública, Pós-Graduado em Jornalismo. Membro da ABI (C-002025)



Até os senadores mais moderados já falam em impeachment de ministros do Supremo


AMB questiona quórum para impeachment de ministros do STF

Ilustração do site Migalhas

Raquel Landim
Estadão

As notícias sobre as relações próximas entre ministros do Supremo Tribunal Federal e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro se sucedem e nada acontece. Nem mesmo a gritaria de sempre no Congresso Nacional. É um sinal grave do aparelhamento dos órgãos de investigação e do sistema de pesos e contrapesos que deveria reger a República.

Graças ao trabalho investigativo da imprensa, as revelações se avolumam. Contra o ministro Alexandre de Moraes pesam o contrato de R$ 129 milhões do escritório de sua esposa com o Master, as trocas de mensagens no dia da primeira prisão de Vorcaro, e agora as viagens no avião de uma empresa do ex-banqueiro.

OUTROS ENVOLVIDOS – Já o ministro Dias Toffoli está envolvido na venda da participação de resort de luxo do Paraná ao ecossistema do Master, foi relator do caso e brecou a investigação, e também voou nos jatinhos da empresa de Vorcaro.

O ministro Nunes Marques também apareceu na confusão depois que uma consultoria tributária que recebeu dinheiro do banco subcontratou seu filho.

Os parlamentares fizeram uma série de representações à Procuradoria Geral da República (PGR), que disse que não havia nada o que investigar, e o PGR Paulo Gonet participou de um evento de degustação de uísque promovido por Vorcaro em Londres junto com outras autoridades…

BLINDAGEM GERAL – Deputados e senadores também tentaram investigar o caso via Comissões Parlamentares de Inquérito (CPI) e tiveram quebras de sigilo e tentativas de ouvir testemunhas barradas pelo STF.

A prorrogação da CPMI do INSS foi negada pelo Supremo numa mudança de entendimento e não há motivos para acreditar que a CPI do Crime Organizado, que termina dia 14, terá destino diferente.

Uma CPI do Master sequer chegou a sair da gaveta dos presidentes da Câmara, Hugo Motta, e do Senado, David Alcolumbre. Alinhados com o governo e com parte do Supremo, Motta e Alcolumbre recorrem a manobras para afastar investigações sobre o caso.

Resta apenas a delação de Daniel Vorcaro, que está nas mãos da Polícia Federal e da PGR, sob supervisão do ministro André Mendonça. Vorcaro resiste a se admitir um criminoso e a falar sobre suas relações com ministros do Supremo. Ele teme que, mesmo que sua delação passe pelo crivo de Mendonça, acabe esbarrando na resistência de outros colegas do tribunal.

GANHAR NO VOTO – Os parlamentares jogaram a toalha diante da blindagem. Decidiram partir para as eleições e ganhar no voto a força para controlar o comando do Congresso, principalmente do Senado.

A avaliação dentro da oposição é que o caso Master mostrou que existe corrupção na mais alta corte do país e que o STF recorre a blindagem ao invés da autocontenção. Por isso, parlamentares já falam nos bastidores, mesmo os mais moderados, em impeachment dos ministros do STF caso saíam vencedores em outubro.

###
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Excelente análise de Raquel Jardim, mas ficou faltando mencionar uma via de ataque à corrupção – a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, a única que continua a investigar o incrível caso da impunidade (até agora) dos ministros do Supremo. Pode ser que tenha algum êxito. Vamos ter confiança e aguardar. (C.N.)

Caiado exalta ação policial mais violenta do Rio e quer Forças Armadas na segurança




Sergipe saiu de João da Água para Mitidieri da Sede

 em 10 abr, 2026 8:07

Adiberto de Sousa

O pré-candidato a senador André Moura (União) exagerou na bajulação a Fábio Mitidieri (PSD) quando disse que o fidalgo é o melhor governador da história de Sergipe. Vivo fosse, o ex-deputado Reinaldo Moura diria ao herdeiro que o saudoso João Alves Filho foi ene vezes melhor do que o atual líder pessedista. Lembraria, entre outras grandes obras do “Negão”, as providenciais barragens da Ribeira, Jacarecica, Dionísio Machado e Jabiberi, além das adutoras do Alto Sertão, Sertaneja, et cetera. Não à toa, o ex-governador ganhou o apelido de “João da Água”. Diferente de Alves Filho, o atual inquilino do Palácio Olímpio Campos será lembrado como “Mitidieri da Sede”, por ter privatizado os serviços de água e esgoto, deixando os sergipanos dependentes de caminhões-pipa. Graças à intempestiva “venda” da Companhia de Saneamento de Sergipe (Deso) é comum encontrar flagelados, rua a cima rua abaixo, com latas d’água na cabeça, numa crise hídrica jamais vista no estado. Ao contrário de João Alves Filho, que combateu a seca com obras estruturantes, Fábio Mitidieri “construiu” o infernal desabastecimento que tanto atormenta a população. Portanto, se ainda estivesse entre nós, o saudoso Reinaldo Moura daria um puxão de orelha no filho bajulador para este respeitar a história de “João da Água”. Misericórdia!

Higienização social

Uma ação civil, com pedido de urgência, requereu à Justiça de Sergipe que impeça as remoções compulsórias de pessoas em situação de rua e o recolhimento forçado de seus pertences. Autores da ação, os Ministérios Público Federal e Estadual, além da Defensoria Pública, alegam que essa prática da Prefeitura de Aracaju é caracterizada como ‘higienização social’, violando a dignidade humana. Os MP’s e a Defensoria informam que equipes da Secretaria de Ação Social e da Guarda Municipal abordaram abruptamente pessoas que se abrigavam sob uma marquise no centro da cidade e jogaram num caminhão de lixo colchões, alimentos e roupas de infelizes moradores de rua. Cruz, credo!

https://infonet.com.br/blogs/adiberto/sergipe-saiu-de-joao-da-agua-para-mitidieri-da-sede/

O mágico e o circo

 

Encaminhou este email? Inscreva-se aqui para receber mais.
Arte: Marcelo Chello

Davizito fez mágica no Congresso hoje. E o deputado júnior virou herói da direita. O banqueiro das festinhas pagou todo mundo, literalmente todo mundo. Galípolo defendeu o gostosão geral da república e se arrependeu na hora. A galera das leis inventou mais um penduricalho. E o Rio? Continua lindo mas sem governador. Habemos delator no rolê do INSS… e muito mais. Vem ler!

A treta é a seguinte.

Davi Alcolumbre, nossa estrela-mor do Senado, acordou nesta quinta-feira com uma missão impossível — e cumpriu. Num único dia, o Davizinho fez três movimentos em direções completamente opostas e ainda assim ficou de pé.

Primeiro ele pautou a sessão do Congresso para o dia 30 de abril para votar o veto de Lula ao PL da dosimetria. Aquele projeto que reduz as penas dos golpistas do 8 de Janeiro e que acaba beneficiando o ex-mito. A oposição estava na jugular. Daí o Nikolas Ferreira, nosso deputado júnior, tinha ido pessoalmente conversar com Alcolumbre ontem e saiu de lá confiante. E hoje… bingo.

Alcolumbre também marcou para o dia 29 de abril a sabatina do Messias. Não aquele Messias, o Messias do Lula, o que quer ser o novo ministro supremo — nem sei mais desde quando, parece que já faz uns 10 anos que ele foi indicado. Agora que foi um bate e assopra no governo, isso foi. Hein, Davizito?

Por último o mais elegante, darling: a sessão do dia 30 foi convocada com pauta única. Só o veto da dosimetria. Ponto. Sem leitura de requerimentos, sem CPIs, sem confusão. Ou seja: a oposição ganhou a votação que queria, mas não ganhou o espaço para protocolar a CPI do Master na mesma sessão. Porque, né? Malandro é malandro e mané é mané.

Ahã, claro, claro. Pauta única por amor à democracia.

Por falar em estrela

Nikolas deu pulinhos de alegria com a decisão de Alcolumbre de pautar o rolê da dosimetria. Segundo ele disse à Folha: “...o penúltimo passo foi dado.” Agora, quem fez questão de exaltar o desempenho do garoto foi a Michele Bolsonaro, que correu postar uma foto dele com Davizito e na legenda um “Grande Nikolas”. No PL já dizem que esse veto será derrubado e vai tudo pra conta do Nikolas. Queria ser uma lagartixa pequenina para ver a cara do Flavitcho, do Dudu e do Carluxo.

Valdemar Voldemort que lute.

Quem quer dinheiro?

Definitivamente Vorcaro, o banqueiro do fim do mundo, não economiza nas comemorações.

Em 2024 foram uns 11,5 milhões de doletas (uns 65 milhões de reais) para bancar eventos internacionais de altíssimo padrão. O cardápio incluía jatinhos para Brasília, shows com dançarinas, troféus de cristal, degustação e distribuição de uísque. E otrascositasmas.

E os eventinhos? Teve no Brasil, teve em Londres, teve em Nova York, além dos convescotes no Gilmarpalooza, em Lisboa.

Mas as festinhas eram só o aperitivo, darling.

O Master pagou mais de R$ 500 milhões a 91 escritórios de advocacia entre 2022 e 2025. Quem adivinhar qual escritório levou a maior bolada ganha um Black Label na caixa. Sim, foi pro escritório da Vivi Barci, a digníssima do Xandão. Mais de 80 milhões de reais em 2 anos.

Mas teve também o povo das notícias no meio desse vuco-vuco, BRASEW. O portal Metrópoles, do ex-senador Luiz Estevão, durante as negociações com o BRB, recebeu uns 27 milhões. Pera, vamos listar os outros:

. R$ 14,5 milhões à empresa do ex-governador Marconi Perillo. . R$ 1,1 milhão para a empresa do pai do ex-ministro Silvio Costa Filho. . R$ 5,1 milhões ao ex-presidente do Banco Central Gustavo Loyola.

Fora a grana paga para nosso ex-ex Michel Temer, para o Antônio Rueda (presidente do União Brasil), para o ex-ministro Guido Mantega e para o ex da Justiça de Lula, nosso Lewandas Lewandowski.

E sabe o Marcos Molina, dono da MBRF (fusão da Marfrig com a BRF, um dos maiores frigoríficos do país), aquele mesmo que contamos ontem por aqui que deu carona no jatinho que pertencia a uma empresa onde Vorcaro era sócio, para o supremo Gilmar Mendes? Pois é, ele aparece em documento do Coaf sobre o Master, porque a empresa dele recebeu mais de R$ 400 milhões do Master em oito meses. A MBRF disse que o Master era só mais um banco com quem operava câmbio. Então tá, né?

Tixa do céu, esse Coaf não é aquele que o Xandão mandou parar com essa coisa chata de ficar investigando?

Deu ruim, Galípolo

Justamente no dia em que o escândalo do Master estava em cada manchete, cada coluna e cada grupo de WhatsApp do Brasil, a galera lembrou que Galípolo, o presidente do BC, tirou da reta o nosso ex-gostosão geral da República, digo, ex-presidente do BC, Roberto Campos Neto. Bom, nem preciso dizer que o governo e o PT torceram o nariz, né?

A estratégia do governo desde o início era usar Campos Neto como o vilão da história, sendo o homem que estava lá quando tudo desandou. Galípolo era a virada de página, o BC de confiança, o novo começo. Mas, porém, todavia, entretanto, contudo… o presidente do BC foi lá e disse que o predecessor não tinha culpa.

O Sidônio que lute.

Penduricalhos, a saga

O CNJ e o CNMP formaram maioria para aprovar que magistrados e membros do Ministério Público podem receber além do teto constitucional de R$ 46 mil.

Para quem não lembra: o STF decidiu no mês passado que o teto poderia ser ultrapassado em até 70% do subsídio e pediu ao CNJ e ao CNMP que detalhassem quais seriam essas verbas. Os conselhos chegaram com a lista: auxílio-saúde, diárias, ajuda de custo por remoção, indenização por férias não gozadas, gratificações por acúmulo de função. Mas resolveram meter no meio também o auxílio-moradia (cuja suspensão havia sido determinada pelo próprio Supremo) e uma novíssima gratificação de proteção à primeira infância e à maternidade, equivalente a 3% do subsídio por dependente de até seis anos.

Bom, Fachin, nosso master supremo ministro (ops, falei master, não Master, ok?) que também preside o CNJ, garantiu que a resolução “não cria novos benefícios”. Apenas organiza. Só dá clareza. É tudo muito técnico.

Ahã, claro, claro.

Camisotti canta

Saiu a primeira delação do rolê das fraudes no INSS contra os aposentados. É do empresário Maurício Camisotti, preso desde setembro sob suspeita de liderar o esquema de desvios. Ele explicou a sistemática das fraudes e relatou suspeitas envolvendo dirigentes do INSS e políticos.

O acordo foi enviado ao nosso terrivelmente supremo André Mendonça para homologação. Camisotti quer prisão domiciliar como parte do trato. Corre a boca pequena que o nome do Lulinha não deve aparecer na delação — já o de outras figuras da política…

O Rio de Janeiro continua… sem governador

O supremo Dino pediu vista no julgamento que decide como o Rio de Janeiro vai escolher seu próximo governador após a renúncia de Cláudio Castro. Mas antes de interromper, quatro ministros já votaram: André Mendonça, Nunes Marques, Cármen Lúcia e Fux são a favor de eleição indireta. Zanin quer eleição direta. Placar parcial: 4 a 1. Enquanto isso os cariocas continuam nas mãos do desembargador Ricardo Couto, presidente do Tribunal de Justiça do Rio.

Sai Carminha, entra Nunes

A suprema Cármen Lúcia, presidente do Tribunal Superior Eleitoral, antecipou sua saída e marcou para o dia 14 a eleição do substituto, o supremo Nunes Marques. Ela disse querer “equilíbrio e calma” na transição e que uma mudança de direção muito próxima do período eleitoral “compromete a tranquilidade administrativa” da Corte.

Nunes que lute!

Caiado com Leite, sem açúcar.

Eduardo Leite, o governador do RS que foi deixado de fora da disputa pela presidência pelo PSD do Kassab, se encontrou com o Caiado, o Ronaldo ex-governador de Goiás que foi o escolhido para a disputa.

Para os perdidos: quando o PSD escolheu Caiado, Leite disse que o apoio iria “depender” do que o goiano fosse defender. O famoso “que se lasque”.

No encontrinho, o gaúcho afirmou que “continua discordando da leitura de cenário feita pelo partido” — ou seja, segue achando que a escolha foi errada — mas que isso “em nada diminui o nome ou a biografia de Caiado”. Entregou uma carta com temas que espera ver debatidos na campanha e se ofereceu para ajudar. Foi de uma empolgação a la bicho preguiça depois do sono. Já o Caiado, querendo mostrar que tá tudo bem com seus 5% nas pesquisas, disse que com certeza vai ter o Dudu Leite com ele em Brasília.

Cada um acredita no que quiser.

Parece mentira

Pra encerrar, Jorginho Mello, o governador da grande Santa Catarina, sancionou uma lei que permite que pais e responsáveis proíbam a participação dos filhos em “atividades pedagógicas de gênero” nas escolas. Atividades como aquelas que abordam “identidade de gênero, orientação sexual, diversidade sexual, igualdade de gênero e assuntos similares”, never more.

E adivinha quando ele sancionou a tal lei? 1º de abril!

Bora dormir, BRASEW, que o amanhã é uma caixinha de surpresas.

Em destaque

Urnas de 2026 decidirão sobre Estado Democrático de Direito

  Publicado em 26/04/2026 às 07:09 Alterado em 26/04/2026 às 09:57 Lula continua gigante, embora enfrente uma conjuntura eleitoral difícil  ...

Mais visitadas