quinta-feira, abril 09, 2026

Conheça os conselhos de Lula a Moraes para que o ministro consiga se limpar…

Publicado em 9 de abril de 2026 por Tribuna da Internet

No STF, Mendonça está cercado de inimigos para destruí-lo e preservar Moraes e Toffoli

 

No STF, Mendonça está cercado de inimigos para destruí-lo e preservar Moraes e Toffoli

André Mendonça, ministro do STF -- Metrópoles

Mendonça será atacado por todos os lados no Supremo

Mario Sabino
Metrópoles

Vou me permitir dar um alerta ao ministro André Mendonça, relator do caso Master no STF: cuidado. Muito cuidado. Ele já deve saber, obviamente, que não tem amigos no tribunal. O que talvez não tenha entendido completamente é que fez inimigos ferozes, e não apenas lá.

Os inimigos têm tentáculos em todos os lugares, inclusive na imprensa, e é por meio da imprensa que eles começam o seu trabalho de desgaste, lançando mão primeiramente de jornalistas ingênuos e, em seguida, das penas de aluguel.

PRIMEIRA FASE – Ainda estamos na fase dos recados. O mais recente deles é que Mendonça não deveria “supervalorizar informações que não sejam objetivamente criminosas, sob pena de minar a confiança da população no Judiciário e sujeitar a corte e seus integrantes a uma nova onda de ataques”.

O recado parte da lorota reiterada dia sim, outro também de que todas as informações que já vieram à tona ainda não são suficientes para incriminar os ministros envolvidos com Daniel Vorcaro, e de que investigá-los significa fazer o jogo de golpistas.

Enquanto os recados são dados, os inimigos de Mendonça devem estar levantando todo tipo de informação possivelmente comprometedora sobre ele para ser usada como moeda de troca.

NO PENTE FINO… – Imagino, por exemplo, que o Instituto Iter, criado por Mendonça, esteja sob intenso escrutínio. O ministro precisa ter atenção redobrada, portanto, aos contratos firmados pelo instituto, especialmente os de patrocínio, bem como às funções desempenhadas por ele no Iter.

Não há precaução que seja excessiva, ainda, no tipo de contato que o ministro mantém com os investigadores. É fundamental evitar toda e qualquer troca de mensagens por aplicativos e conversas presenciais sem testemunhas. Ater-se aos canais oficiais é imperativo.

Não menos importante é evitar os holofotes extras, em especial os lançados por políticos. Teria sido de bom alvitre, por exemplo, recusar neste momento a homenagem que Mendonça recebeu na Assembleia Legislativa de São Paulo.

IGUAL A MORO – Por mais que o seu discurso na Assembleia paulista, em prol da contenção, da prudência e da imparcialidade de um magistrado, soe como música a quem já não tolera mais o espetáculo de arrogância, truculência e parcialidade a que se assiste na cúpula do Judiciário, o ministro precisa ter sempre presente que os seus inimigos não titubearão se puderem transformá-lo em “juiz parcial” e “carrasco político”, como fizeram com Sergio Moro. Eles não lhe respeitarão o peso da toga de integrante do Supremo.

Diz-se que a abertura de investigações contra os ministros envolvidos com Vorcaro contaria, hoje, com a maioria de um voto no plenário do STF. Não sei se Mendonça acredita nisso. Eu não acredito. Mas ela pode ser alcançada se a delação de Vorcaro vier realmente forte e não se der munição aos inimigos para que melem tudo.

EDITORIAL: O "Ninho de Gato" em João Sá – Coação, Dinheiro Público e o Labirinto Jurídico das Devoluções

Por José Montalvão

O que parecia apenas uma denúncia de "funcionários fantasmas" acaba de se transformar em um verdadeiro enredo de suspense político e jurídico. O Professor Marcelão, com a coragem que lhe é peculiar, trouxe a público detalhes que fazem qualquer cidadão de bem perder o sono. Estamos diante de um cenário de suposta pressão, chantagem política e um rastro de dinheiro que agora muitos não sabem como "limpar".

Para que você, leitor do Blog de Dede Montalvão, entenda esse "ninho de gato", vamos desenrolar os fios dessa meada de forma didática.


1. A Pressão e a "Fatura" do Apoio Político

Segundo as novas revelações, lideranças e vereadores que estariam tentando se desvincular do grupo do pré-candidato a deputado estadual Carlinhos Sobral estariam sofrendo ameaças. A cobrança é direta: "Quer sair do grupo? Então devolva o dinheiro que recebeu".

Isso levanta uma questão gravíssima: se o dinheiro era referente a salários de cargos públicos em Coronel João Sá, como alguém pode exigir a devolução para um grupo político? Isso reforça a tese de que o uso da máquina pública estaria servindo de "caixa" para fins eleitorais.

2. O Caminho do Dinheiro: A Quem Devolver?

Aqui entra o ponto mais delicado e onde o Professor Marcelão faz um alerta estratégico. Há informações de que alguns envolvidos, desesperados, estariam devolvendo valores em "dinheiro vivo" diretamente ao pré-candidato. Cuidado! Isso pode ser interpretado como confissão de culpa ou participação em esquema de lavagem.

O Professor orienta a devolução aos cofres da Prefeitura via depósito identificado. Entretanto, aqui no Blog, temos um entendimento jurídico ainda mais cauteloso:

A TESE DO BLOG: No nosso entender, diante da gravidade e do envolvimento de órgãos como o TCM-BA e o Ministério Público Federal (NF nº 1.14.004.000043/2026-51), o caminho mais seguro para quem quer se ver livre desse problema não é a conta da Prefeitura (que pode estar sob investigação), mas sim o Depósito em Consignação em Pagamento (via Cartório ou Judicial).

Ao depositar em Juízo ou Cartório, o cidadão prova que não quer ficar com o dinheiro ilícito, mas também não o entrega nas mãos de quem pode dar um destino incerto a ele. É a prova cabal da boa-fé perante o juiz.


3. O Jogo Virou: O CPF na Reta

Como bem disse Marcelão, "a conta sempre chega — e dessa vez com CPF e processo". As apurações no Tribunal Regional Federal (TRF-1) indicam que o caso subiu de patamar. Não estamos mais falando de "fofoca de esquina", mas de procedimentos formais que podem gerar:

  • Inelegibilidade para os candidatos envolvidos;

  • Perda de mandato para vereadores;

  • Processos criminais para familiares e assessores que emprestaram o nome para as folhas de pagamento.


Conclusão: Quem Avisa Amigo é

A mensagem para as lideranças de João Sá e região é clara: quem agir com esperteza agora pode evitar a cadeia amanhã. O uso da máquina pública para bancar "cabos eleitorais" é um crime que deixa rastro digital e bancário.

O "ninho de gato" está sendo desatado pelos órgãos de controle. Se você está envolvido, não aceite pressões para devolver dinheiro por debaixo do pano. Procure orientação jurídica séria, considere o depósito em cartório e guarde cada comprovante. A política de Jeremoabo e região precisa ser limpa, e o primeiro passo é varrer para fora quem confunde o cofre da educação com a carteira pessoal.


Blog de Dede Montalvão: Desatando os nós da política com a faca da verdade.

José Montalvão Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública, Pós-Graduado em Jornalismo. Membro da ABI (C-002025)

ESPAÇO ABERTO E DIREITO DE RESPOSTA

Até o encerramento desta matéria, não conseguimos localizar o ex-prefeito e pré-candidato Carlinhos Sobral para que ele pudesse apresentar sua versão sobre os fatos narrados pelo Professor Marcelão e as investigações citadas no TCM e no TRF-1.

No entanto, reiteramos que o Blog de Dede Montalvão pauta-se pela imparcialidade e pelo respeito ao contraditório. Portanto, colocamos este canal de comunicação ao inteiro dispor do Sr. Carlinhos Sobral, bem como da vereadora Márcia Goretti e demais citados, para que prestem os esclarecimentos que julgarem necessários à população de Jeremoabo, Coronel João Sá e região.

O povo tem o direito de saber a verdade, e as autoridades o dever de explicá-la.


Blog de Dede Montalvão: Onde a verdade é o único lado que defendemos.

TJ-BA investiga servidora suspeita de esquema para desvio de valores em contas judiciais

TJ-BA investiga servidora suspeita de esquema para desvio de valores em contas judiciais

Por Política Livre

08/04/2026 às 10:53

Foto: Divulgação

Imagem de TJ-BA investiga servidora suspeita de esquema para desvio de valores em contas judiciais

Uma investigação interna no Tribunal de Justiça do Estado da Bahia apura a atuação de uma técnica judiciária suspeita de envolvimento em um esquema para desviar valores depositados em contas judiciais. A apuração foi instaurada pela Corregedoria do tribunal após o surgimento de denúncias formalizadas em processo administrativo.

De acordo com a decisão, a servidora identificada pelas iniciais M. J. C. da S. teria utilizado seu acesso aos sistemas internos para atuar em processos já arquivados, com o objetivo de viabilizar pagamentos indevidos. A suspeita é de que ela elaborava minutas de alvarás judiciais beneficiando pessoas sem qualquer vínculo com as ações, incluindo familiares, como a própria mãe.

A sindicância foi determinada pelo corregedor judicial, Salomão Resedá, diante de indícios de irregularidades consideradas graves. Segundo a Corregedoria, há sinais de que a conduta teria ocorrido de forma reiterada, alcançando diferentes unidades judiciais, com menções às comarcas de Senhor do Bonfim e Ibirataia.

O caso aponta possíveis infrações ao Estatuto do Servidor Público e à Lei de Organização Judiciária, com indícios de uso do cargo para obtenção de vantagem ilícita e violação dos princípios da administração pública, como a moralidade.

Para conduzir a apuração, foi designada a juíza auxiliar Júnia Araújo Ribeiro Dias, que terá prazo de 60 dias para apresentar relatório conclusivo. A depender dos resultados, o caso pode evoluir para a abertura de um Processo Administrativo Disciplinar (PAD), que poderá resultar em penalidades, incluindo a demissão da servidora.

Politica Livre 


Nota da Redação Deste Blog = 

EDITORIAL: Justiça Começa em Casa – Os Aplausos à Corregedoria do TJ-BA e o Dever de Casa que Ainda Falta


Por José Montalvão

A notícia de que a Corregedoria do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) instaurou uma investigação rigorosa contra uma servidora suspeita de desviar valores de contas judiciais merece o nosso reconhecimento. Para que a Justiça seja, de fato, justa, ela precisa ter a coragem de cortar as irregularidades no seu próprio cerne. O corregedor Salomão Resedá agiu com a postura republicana que se espera de quem guarda a moralidade administrativa.

No entanto, este passo importante nos faz refletir: o "dever de casa" está apenas começando. Se o Tribunal quer mesmo passar o Brasil a limpo, precisa olhar para além dos desvios financeiros e encarar outra forma de "corrupção" silenciosa: a falta de cumprimento da carga horária.


1. O Caso M. J. C. da S.: O Uso da Máquina para o Crime

As denúncias são gravíssimas. Uma técnica judiciária teria utilizado o acesso privilegiado aos sistemas do Tribunal para "ressuscitar" processos arquivados e emitir alvarás indevidos. O esquema, que envolveu as comarcas de Senhor do Bonfim e Ibirataia, supostamente beneficiava até familiares da servidora, como a própria mãe.

Isso é um tapa na cara do jurisdicionado que espera anos por um alvará legítimo. Quando uma servidora viola os princípios da moralidade e da probidade para obter vantagem ilícita, ela não fere apenas o Estatuto do Servidor; ela fere a confiança de todo o povo baiano na balança da Justiça.


2. Os "Iguais" e os "Mais Iguais": O Fantasma do Ponto

Aplaudimos a punição ao desvio de dinheiro, mas é preciso cobrar a mesma energia para apurar quem recebe vencimentos sem cumprir a carga mensal de trabalho. Receber sem trabalhar também é uma ilegalidade e um desvio de dinheiro público.

  • Horário e Compromisso: O horário e os dias trabalhados devem ser cumpridos por todos, do juiz ao técnico.

  • Privilégios Invisíveis: Não pode haver em nosso estado a divisão entre os "servidores comuns" e os "mais iguais", que gozam de liberdade para bater o ponto e desaparecer, ou que sequer aparecem nas comarcas enquanto o salário cai pontualmente na conta.

O cidadão que paga impostos para manter a máquina judiciária não aceita mais o funcionário fantasma ou o "meio expediente" de luxo. A eficiência do Tribunal de Justiça depende de braços que trabalhem e de mentes que respeitem o relógio do serviço público.


3. Transparência e Moralidade

A sindicância no TJ-BA é um sinal de que a impunidade interna está perdendo terreno. Mas a moralização será completa apenas quando a fiscalização alcançar também a produtividade e a presença física. O uso do cargo para vantagem ilícita — seja desviando alvarás ou desviando-se das obrigações do cargo — deve ser combatido com o mesmo rigor.


Conclusão: A Sentinela Continua Atenta

Parabenizamos a Corregedoria pela atitude imediata. Que este caso sirva de exemplo para que outros maus servidores coloquem as barbas de molho. Jeremoabo e a Bahia precisam de uma Justiça que não apenas julgue o povo, mas que saiba se autoexcluir das práticas que envergonham a administração pública.

Justiça que não faz o dever de casa não tem autoridade moral para cobrar o cidadão. Que o TJ-BA continue a limpeza, doa a quem doer, seja no bolso ou no controle do ponto.


Blog de Dede Montalvão: De olho na justiça, na política e na defesa do patrimônio público.

José Montalvão Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública, Pós-Graduado em Jornalismo. Membro da ABI (C-002025)

Haddad vira aposta do mercado financeiro para substituir Lula na eleição

 

Haddad vira aposta do mercado financeiro para substituir Lula na eleição

Por Mônica Bergamo/Folhapress

09/04/2026 às 07:08

Foto: Marcelo Camargo/Arquivo/Agência Brasil

Imagem de Haddad vira aposta do mercado financeiro para substituir Lula na eleição

Fernando Haddad

A possibilidade de Fernando Haddad (PT-SP) substituir Lula como candidato a presidente da República anima integrantes do mercado financeiro. Banqueiros e executivos já chegaram a abordar lideranças do PT e o próprio ex-ministro para falar sobre o tema.

As declarações dúbias de Lula sobre a própria candidatura estimulam a movimentação. Na quarta (8), por exemplo, o presidente disse em entrevista ao portal ICL Notícias que "ainda" não decidiu se vai "ser candidato".

Na sequência, afirmou que tem "o acúmulo de experiência que ninguém tem nesse país", sinalizando que a maior probabilidade é a de que ele concorra à reeleição.

As lideranças do PT que já foram abordadas e o próprio Haddad descartam a possibilidade de Lula desistir da candidatura, mesmo diante de números eleitorais que mostram que deve enfrentar uma campanha dura contra Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

Lideranças do setor financeiro, no entanto, ainda mantêm o que pode ser definido como esperança, já que preferem um governo de Haddad a uma continuidade de Lula na presidência.

Como revelou a coluna no começo de março, Haddad empata tecnicamente com o Flávio em um cenário de disputa de segundo turno nas eleições presidenciais. Ele tem 41% dos votos, contra 43% do filho de Bolsonaro.

O fato de o ex-ministro ser competitivo como candidato a presidente levou lideranças do partido a enxergarem nele um plano B viável caso Lula, em um cenário considerado improvável, mas não impossível, desista de concorrer à Presidência.

Lula é considerado o mais forte candidato que a legenda poderia apresentar ao eleitorado. Uma eventual candidatura de Haddad, por outro lado, representaria uma grande novidade nas eleições, enquanto o presidente estaria disputando o seu quarto mandato.

A rejeição a Lula é de 46%, enquanto a de Haddad é de 27%.

O tema é considerado tabu no PT e foi sempre discutido de forma mais do que reservada —e, segundo um dirigente, em voz baixa.

Politica Livre

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