quarta-feira, abril 08, 2026

Prefeito do União Brasil sai em defesa de Jerônimo e alfineta oposição: “é muito fácil criticar”

 

Prefeito do União Brasil sai em defesa de Jerônimo e alfineta oposição: “é muito fácil criticar”

Por Redação

07/04/2026 às 21:00

Atualizado em 07/04/2026 às 21:37

Foto: Reprodução

Imagem de Prefeito do União Brasil sai em defesa de Jerônimo e alfineta oposição: “é muito fácil criticar”

O prefeito de Teixeira de Freitas, Marcelo Belitardo (UB), saiu em defesa do governador Jerônimo Rodrigues (PT)

O prefeito de Teixeira de Freitas, Marcelo Belitardo (UB), saiu em defesa do governador Jerônimo Rodrigues (PT) ao destacar os investimentos destinados à Saúde da região. Do mesmo partido do pré-candidato ao governo do Estado ACM Neto, o gestor rebateu as críticas direcionadas ao petista e, sem citar nomes, disse que acusações infundadas feitas por “quem não está no governo” causam um “aliciamento” na sociedade. 

Apesar de ter apoiado o ex-prefeito de Salvador em 2022, Marcelo Belitardo não esconde a aproximação e alinhamento com o governador Jerônimo.  

“Eu sou médico de formação, então eu conheço muito bem a saúde, a saúde pública também. Eu atuo há mais de 20 anos e quando a gente vê o investimento acontecendo, a gente sabe literalmente o quanto isso traz um benefício direto à sociedade. A radioterapia vai vir para somar todo o investimento que foi feito no Hospital Estadual Costa das Baleias. É importante fazer essa menção, governador, porque é muito fácil quem não está no governo, às vezes, criticar”, disse Marcelo Belitardo.

“Dizer que não tem investimento na saúde e fala por falar. Só que essas palavras ao ar, elas podem chegar no ouvido de quem está desinformado. Isso aí a gente chama de aliciamento. Você acaba aliciando uma sociedade que não tem informação e vai acreditar naquelas palavras que foram lançadas ao ar”, declarou o prefeito, durante visita do governador a Teixeira de Freitas, nesta terça-feira (7).

Politica Livre

Flávio chama 'rachadinha' de espuma e afirma que Queiroz tinha autonomia em gabinete

 

Flávio chama 'rachadinha' de espuma e afirma que Queiroz tinha autonomia em gabinete

Senador nega envolvimento com esquema de cobrança de salários de assessores

Por Malu Araujo/Folhapress

07/04/2026 às 21:45

Foto: Reprodução

Imagem de Flávio chama 'rachadinha' de espuma e afirma que Queiroz tinha autonomia em gabinete

O senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à Presidência da República

O senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à Presidência da República, afirmou nesta segunda-feira (6) que as investigações sobre o caso de "rachadinha" em seu antigo gabinete na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro) são "espuma" e foram um ataque orquestrado para destruir sua reputação.

As investigações sobre o caso foram encerradas após o STF (Supremo Tribunal Federal) e o STJ (Superior Tribunal de Justiça) anularem em 2021 as provas coletadas. O arquivamento deixou uma série de questões em aberto sobre a movimentação financeira de Flávio antes de chegar ao Senado.

O senador foi denunciado em 2020 pela Procuradoria-Geral de Justiça do Rio de Janeiro sob acusação de liderar uma organização criminosa que recolhia parte do salário de ex-funcionários em benefício próprio. A suspeita era de que a prática desviou R$ 6 milhões de recursos públicos da Alerj.

Em entrevista ao podcast Inteligência Ltda., Flávio buscou se desvincular das acusações.

"[Houve] toda essa espuma, todo esse ataque para tentar destruir minha reputação, e nunca teve início um processo criminal contra mim. Sabe quantas ligações financeiras tem com meus assessores? Zero. Sabe quantos assessores disseram que cobrei salário de volta para empregar no meu gabinete? Zero", afirmou o senador.

Questionado sobre seu ex-assessor Fabrício Queiroz, pivô do escândalo das "rachadinhas", Flávio também tentou se distanciar e afirmou que ele tinha autonomia para realizar pagamentos.

"O Queiroz cuidava de uma parte da minha assessoria que trabalhava em rua, fazia panfletagem, evento, e tinha autonomia sobre esse pessoal [...] Ele falou que, de algumas pessoas que ele tinha empregado, ele cobrava uma parte do salário, mas obviamente não tinha minha concordância. Ele fala que eu jamais tive conhecimento disso".

Queiroz depositou R$ 25 mil em dinheiro na conta da mulher de Flávio uma semana antes de o casal quitar a primeira parcela na compra de uma cobertura em construção na zona sul do Rio de Janeiro, segundo dados obtidos pelo Ministério Público após quebra de sigilo bancário do senador.

Em 2020, Flávio chegou a admitir que Queiroz também pagava suas contas pessoais.

No podcast, o senador afirmou, ainda, que as acusações seriam uma "narrativa" que surgiu logo após a eleição de seu pai, Jair Bolsonaro, em 2018.

Apesar do encerramento das investigações, ainda há questões em aberto sobre as movimentações financeiras de Flávio.

A investigação do MP-RJ mostrou que boa parte das despesas do senador era paga com dinheiro vivo, apesar de ele não ter realizado saques em volume correspondente e, até 2014, não ter qualquer fonte de renda declarada fora da atividade parlamentar.

Além do pagamento feito por Queiroz, a Procuradoria também identificou uma série de depósitos em espécie na conta de Flávio em datas anteriores ao pagamento de parcelas na compra de imóveis, que somaram R$ 281,5 mil.

A investigação também apontou uso de dinheiro vivo para o pagamento de impostos, móveis, passagens aéreas, plano de saúde e escola das filhas do senador.

Politica Livre

Valdemar diz que Bolsonaro ficará dez anos preso se Flávio perder a eleição

 

Valdemar diz que Bolsonaro ficará dez anos preso se Flávio perder a eleição

Por Mariana Grasso/Folhapress

08/04/2026 às 06:43

Foto: Valter Campanato/Arquivo/Agência Brasil

Imagem de Valdemar diz que Bolsonaro ficará dez anos preso se Flávio perder a eleição

Valdemar da Costa Neto

O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, disse nesta terça-feira (7) que, se o partido não ganhar a eleição presidencial de 2026, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) continuará mais dez anos detido. A fala ocorreu durante um evento de investimentos do Bradesco BBI, em São Paulo.

Valdemar deu a declaração ao comentar o que chamou de "fogo amigo" dentro da sigla. O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro tem se desentendido com o deputado federal mineiro Nikolas Ferreira —no último fim de semana, houve novo atrito entre os dois nas redes sociais.

O dirigente do PL elogiou Nikolas, chamando-o de o "maior fenômeno" do país, e afirmou que vai conversar com cada um.

"Dia 19 estou indo para Miami para encontrar com o Eduardo. Conversar com cada um, para que a gente não tenha desentendimento. Para que a gente faça com que tudo corra bem. Porque, se nós não ganharmos eleição, o Bolsonaro vai ficar mais dez anos preso."

Para Valdemar, a eleição presidencial de 2022 foi perdida por detalhes estratégicos e "teimosia" de Bolsonaro, citando especificamente a escolha do vice, o general Walter Braga Netto, e a gestão da pandemia.

Durante o evento desta terça, Valdemar avaliou que a composição do governo anterior dificultou a gestão política. "O Bolsonaro tinha muitos militares no começo do governo e isso atrapalhou a vida dele."

Para o próximo pleito, ele sugere uma mudança de rumo na escolha do vice para Flávio Bolsonaro (PL), defendendo uma presença feminina. "Eu sou a favor de ter uma mulher como vice. As mulheres têm crescido muito no Brasil e são muito melhores do que os homens em todos os aspectos."

Sobre novas alianças do partido, o presidente do PL admitiu que deve buscar alianças com antigos desafetos para vencer o PT no Nordeste, região classificada por ele como o "desastre" do partido em 2022.

O alvo principal é o Ceará, onde Valdemar vê em Ciro Gomes (PSDB) o único caminho para a vitória. "Só tem um cidadão que pode ganhar do PT no Ceará: é o senhor Ciro Gomes".

O dirigente afirmou já ter retirado processos judiciais contra o pedetista para facilitar o acordo: "Temos que abrir mão disso, deixar para lá esses desentendimentos".

Em Minas Gerais, Valdemar aposta em Nikolas e disse que barrou a entrada no partido de interessados em pegar carona na votação que o parlamentar terá. "Tivemos que falar não para oito deputados de mandato. Porque todo mundo quer vir para o partido, a votação do Nikolas vai ser muito alta."

Politica Livre

Flávio empata com Lula no 2º turno, e 51,4% dizem que podem mudar de voto, aponta Meio Ideia

 

Flávio empata com Lula no 2º turno, e 51,4% dizem que podem mudar de voto, aponta Meio Ideia

Por Laura Intrieri/Folhapress

08/04/2026 às 07:48

Foto: Divulgação/Arquivo

Imagem de Flávio empata com Lula no 2º turno, e 51,4% dizem que podem mudar de voto, aponta Meio Ideia

Lula e Flávio Bolsonaro

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) está em empate técnico com o presidente Lula (PT) em simulação de segundo turno para a eleição presidencial de 2026, e 51,4% dos eleitores brasileiros afirmam que ainda podem mudar de candidato até outubro, segundo pesquisa Meio Ideia divulgada nesta quarta (8).

No confronto direto, Flávio marca 45,8%, ante 45,5% de Lula —o senador aparece numericamente à frente, mas a diferença de 0,3 ponto está dentro da margem de erro de 2,5 pontos percentuais. Brancos, nulos e indecisos somam 8,7%.

A pesquisa ouviu 1.500 pessoas em todo o Brasil de sexta (3) até esta terça (7), por meio de entrevistas telefônicas. O intervalo de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-00605/2026.

Nos demais cenários de segundo turno testados, Lula aparece à frente dos adversários. Ele marca 45% contra 39% de Ronaldo Caiado (PSD); 44,7% contra 38,7% de Romeu Zema (Novo); 45% contra 26,4% de Renan Santos (Missão) e 46% contra 22,6% de Aldo Rebelo (DC).

A pesquisa é a primeira divulgada após o fim da janela partidária e o período de desincompatibilização. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que aparecia em empate técnico com Lula em rodadas anteriores, não foi mais testado nos cenários estimulados. Nas respostas espontâneas, ele aparece com 2,3%.

No cenário estimulado de primeiro turno, Lula aparece com 40,4%, e Flávio Bolsonaro tem 37%. Ronaldo Caiado aparece em terceiro, com 6,5%. Renan Santos e Romeu Zema empatam com 3% cada, e Aldo Rebelo marca 0,6%. Brancos e nulos somam 1%, e o eleitorado indeciso é de 8,5%.

Na pergunta espontânea —em que nenhum nome é apresentado ao entrevistado—, Lula tem 32,6% das intenções de voto, e Flávio Bolsonaro aparece em segundo, com 19,4%. O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), inelegível, ainda soma 6% das menções, o que indica que parte do eleitorado bolsonarista não migrou para o filho. Zema vem a seguir, com 4,1%, e Caiado, com 2,6%. São 25,3% os que não sabem ou não citam ninguém.

A volatilidade do eleitorado é o dado que mais cresceu ao longo da série. Em janeiro, 64,5% dos entrevistados diziam estar decididos e 35,5% admitiam que poderiam mudar de candidato. Em abril, a proporção mudou: 48,6% se dizem decididos e 51,4% afirmam que ainda podem trocar de voto.

Na avaliação geral do governo Lula, 46,4% classificam a gestão como ruim ou péssima, e 32,2% como ótima ou boa. Outros 19% a avaliam como regular. No recorte da segurança pública, ruim e péssimo somam 53,9%, com 18,9% de ótimo ou bom.

Questionados se Lula merece continuar no cargo após o fim do mandato, 51,5% disseram que não, contra 45% que responderam sim.

Sete em cada dez brasileiros (70,4%) dizem que o custo de vida aumentou no último ano, e 4 em cada 10 afirmam estar mais endividados. Na decisão eleitoral, 74,7% consideram custo de vida e endividamento muito importantes ou importantes.

A pesquisa perguntou também sobre ameaças à democracia. A concentração de poder no Judiciário foi apontada como o maior risco por 42,5% dos entrevistados —acima da corrupção política (16,5%), da polarização (13%), da desinformação (9,7%) e da influência de outros países nas eleições. Consideram que a democracia brasileira não está ameaçada 4,3%.

Sobre a anistia aos condenados pelos atos do 8 de Janeiro, 41% são contra qualquer tipo de perdão. A soma dos favoráveis chega a 53% —32% defendem anistia ampla, incluindo Bolsonaro e militares, e 21% aceitam anistiar apenas manifestantes, excluindo líderes.

A maioria dos entrevistados (52%) afirma que as eleições devem ser decididas apenas por brasileiros, sem pressão estrangeira.

Politica Livre

Em destaque

TRE-BA rebate declaração de Eduardo Bolsonaro e afirma que é falsa acusação sobre fraude em votos na Bahia

  TRE-BA rebate declaração de Eduardo Bolsonaro e afirma que é falsa acusação sobre fraude em votos na Bahia Por  Política Livre 25/04/2026 ...

Mais visitadas