sábado, março 21, 2026

Jeremoabo no Caminho do Progresso: A Visão que Transforma Potencial em Realidade

 

Nota da redação deste Blog :


Jeremoabo no Caminho do Progresso: A Visão que Transforma Potencial em Realidade


Por José Montalvão 

Jeremoabo sempre foi uma terra abençoada. Somos um município rico por natureza: solos férteis, uma flora diversificada e, o mais importante, a abundância de água — um tesouro no coração do semiárido. No entanto, durante muito tempo, o que faltava para essa engrenagem girar não era recurso, mas visão administrativa.

O que estamos presenciando agora, na gestão do prefeito Tista de Deda, é a transição do amadorismo para o desenvolvimento estratégico. Jeremoabo cansou de gestores que apenas "administravam a escassez" e passou a ter um governo que incentiva a implantação de indústrias e a geração de empregos.


Da Invasão à Riqueza: O Caso da Algaroba

Um exemplo claro dessa nova visão é o aproveitamento da algaroba. Durante anos, essa planta infestou nossos pastos e era vista apenas como um problema ou, no máximo, como lenha para fornos de padaria. Milhares de toneladas de riqueza potencial eram queimadas sem utilidade real.

Hoje, a realidade mudou. Com o incentivo à instalação de uma fábrica de carvão vegetal, a algaroba deixou de ser "praga" para virar matéria-prima. O mais importante:

  • Sustentabilidade: A produção aproveita o recurso natural sem poluir o meio ambiente.

  • Economia: O que antes era lixo vira luxo, gerando renda para quem colhe e emprego para quem processa.


Industrialização e Sustentabilidade: O Novo Rumo

O progresso não para por aí. Jeremoabo está deixando de ser apenas uma cidade de passagem para se tornar um polo produtivo:

  1. Frigorífico Instalado: Um passo gigantesco para organizar a nossa cadeia produtiva de carnes, agregando valor ao trabalho do homem do campo e garantindo segurança alimentar.

  2. Do Lixo à Matéria-Prima: O antigo lixão, símbolo de descaso ambiental, está em vias de se transformar em um centro de processamento de matéria-prima. É a transformação de um problema crônico em solução econômica.

  3. Atração de Empresas: O esforço contínuo do prefeito Tista de Deda para trazer novas fábricas mostra que Jeremoabo agora tem um "corretor" de peso, alguém que sabe vender as qualidades da nossa terra para o investidor.


O Povo é o Fiscal do Progresso

Acompanhar o progresso exige que a população também faça a sua parte. O crescimento de um município não acontece por acaso; ele é fruto de escolhas. Jeremoabo não suporta mais o retrocesso de gestores amadores, que não entendem de gestão técnica e não possuem interlocução com o setor produtivo.

A competência e a visão de futuro são os combustíveis que estão transformando nossa região em uma potência produtiva. O emprego na porta de casa e a dignidade do trabalhador jeremoabense são os maiores troféus dessa nova era.


Conclusão: Jeremoabo não Pode Parar

Aos poucos, as peças do quebra-cabeça do desenvolvimento estão se encaixando. Com a força das nossas águas e a inteligência de uma gestão que sabe onde quer chegar, Jeremoabo finalmente começa a ocupar o lugar de destaque que sempre mereceu no mapa da Bahia.


Blog de Dede Montalvão: Analisando o desenvolvimento e cobrando competência de quem governa.

José Montalvão Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública, Pós-Graduado em Jornalismo. Membro da ABI (C-002025)


Empresa recém-aberta de filho de Lira recebeu pagamento de R$ 250 mil da J&F

 

Empresa recém-aberta de filho de Lira recebeu pagamento de R$ 250 mil da J&F

Assessoria de Lira afirmou que filho prestou serviços de publicidade e marketing à empresa e disse que ele possui ‘diversos clientes corporativos’

Por Aguirre Talento/Gustavo Côrtes/Vinícius Valfré/Estadão

21/03/2026 às 14:00

Foto: Reprodução/Instagram

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O deputado federal Arthur Lira (PP-AL), com o filho dele, Arthur Cesar Pereira de Lira Filho

Uma empresa aberta recentemente pelo filho do deputado federal e ex-presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), recebeu pagamento de R$ 250 mil da J&F, dos irmãos Joesley e Wesley Batista, pouco depois da constituição da empresa.

A transação foi considerada como “atípica” em relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), obtido pelo Estadão. Um dos motivos do alerta do Coaf para esses pagamentos é que não envolvem fornecedores com atividade econômica compatível com a da J&F.

Procurada, a assessoria de Lira afirmou que seu filho prestou serviços de publicidade e marketing e possui “diversos clientes corporativos” (lei mais abaixo).

A J&F Participações afirmou que todos os pagamentos que faz se referem “a produtos ou serviços comprovadamente prestados, mediante emissão de nota fiscal e recolhimento de todos os tributos devidos” (leia a íntegra abaixo).

Os registros da Receita Federal apontam que a Archon S/A, pertencente a Arthur Cesar Pereira de Lira Filho, foi aberta em maio de 2025 com capital social de R$ 100 mil. O Coaf detectou que o pagamento de R$ 250 mil da J&F ocorreu entre fevereiro de 2025 e outubro de 2025, logo depois que a empresa foi aberta. O documento não cita uma data exata.

O relatório de inteligência financeira destaca que o filho do ex-presidente da Câmara possui apenas 26 anos e, segundo os dados do Coaf, tem residência registrada em Maceió. Mas a assessoria de Lira afirmou que ele já reside em Brasília há “quase dez anos”.

“Arthur Cesar Pereira de Lira Filho reside em Brasília há quase 10 anos e atua, há mais de 5 anos, no setor de publicidade e marketing, possuindo diversos clientes corporativos. Todos os pagamentos feitos a suas empresas são precedidos da emissão da respectiva nota fiscal e derivam de serviços regularmente prestados”, diz a nota.

Arthur Lira Filho tinha uma outra empresa do ramo de publicidade, que prospectou negócios em estatais durante o governo de Jair Bolsonaro. Ele tinha aquela empresa em sociedade com outra pessoa e, no ano passado, abriu um novo CNPJ para ficar à frente dos negócios.

A principal atividade econômica da nova empresa dele é de “Correspondentes de instituições financeiras”, de acordo com o cadastro na Receita Federal. As atividades secundárias são amplas e vão desde consultoria em publicidade, marketing direto a representante do comércio de jornais e holding de instituições não-financeiras.

Lira tem relações antigas com integrantes do grupo empresarial J&F. Como mostrou o Estadão, ele chegou a vender gado a um executivo do grupo em leilão organizado no ano de 2022.

A J&F entrou na mira da CPI do INSS depois de ter feito pagamentos a uma empresa de consultoria que tem como sócio oculto o empresário Danilo Trento, apontado como um dos beneficiários das fraudes a aposentados.

A JBS, uma das empresas da holding dos Batistas, apareceu na CPI do Crime Organizado porque a comissão mirou movimentações do Banco Master e encontrou pagamentos de ambos a uma mesma empresa de consultoria.

Outros pagamentos da J&F listados como atípicos pelo Coaf:

  • O de R$ 25,9 milhões para a holding que comprou as cotas do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), no resort que ele tinha no Paraná em sociedade com fundo ligado ao Banco Master.
  • O de R$ 11,3 milhões para uma empresa de consultoria que pagou R$ 281,6 mil ao filho do ministro Nunes Marques, do STF. O relatório também apontou que a Consult Inteligência Tributária recebeu outros R$ 6,6 milhões do Banco Master.
  • Um pagamento de R$ 25 milhões ao escritório de Ibaneis Rocha, em 2025, meses depois da celebração de uma parceria do governo do DF com o PicPay, banco digital do conglomerado.

Leia a íntegra da nota do grupo J&F:

Todo pagamento realizado pela J&F Participações se refere a produtos ou serviços comprovadamente prestados, mediante emissão de nota fiscal e recolhimento de todos os tributos devidos. Caso o relatório mencionado pela reportagem exista, configura um grave crime de quebra ilegal de sigilo bancário que as autoridades competentes têm o dever de investigar. A J&F mantém auditorias independentes que certificam e confirmam a governança e a retidão dos processos internos.

Politica Livre

Filho de Nunes Marques, com 1 ano de OAB, diz ter mais de 500 clientes e usa escritório da tia

 

Filho de Nunes Marques, com 1 ano de OAB, diz ter mais de 500 clientes e usa escritório da tia

Kevin de Carvalho Marques, com 25 anos, afirma que resolveu mais de 1 mil processos no 1º ano na profissão em site apagado

Por Vinícius Valfré/Estadão

21/03/2026 às 12:25

Atualizado em 21/03/2026 às 12:31

Foto: Reprodução/Instagram

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O advogado Kevin de Carvalho Marques, filho do ministro Kassio Nunes Marques, do STF

O advogado Kevin de Carvalho Marques, de 25 anos, filho do ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), teria conquistado, no primeiro ano na advocacia, mais de 500 clientes e “resolvido” pelo menos 1 mil processos. O próprio Kevin anunciou o feito em seu site oficial.

A assessoria do advogado disse, em nota, que o site que foi ao ar era uma versão preliminar publicada por engano e que uma nova página será republicada assim que a construção estiver concluída. A nota não fez comentários específicos sobre o volume de clientes informado no site pelo escritório que só tem ele como único responsável. (leia mais abaixo).

Um desses clientes seria a Consult Inteligência Tributária, que pagou a ele R$ 281,6 mil entre 2024 e 2025 para atuação advocatícia “voltada ao fisco administrativo”.

Esse pagamento, feito em 11 transferências, foi mapeado pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) em um relatório sobre “movimentações atípicas” do Banco Master.

A empresa de consultoria que fez pagamentos a Kevin Marques, recebeu, no mesmo período, R$ 6,6 milhões do Master, de Daniel Vorcaro, e outros R$ 11,3 milhões da JBS, dos irmãos Batista.

Em nota, a assessoria de Kevin Marques reafirmou que ele nunca recebeu recursos do Master e da JBS e “a relação existente é fortuita, uma vez que Kevin advogou para uma consultoria tributária que tinha essas duas empresas entre seus diversos clientes”.

No período em que a Consult recebeu recursos do Master e da JBS, e pagou Kevin Marques, o ministro Nunes Marques era o responsável, no STF, por uma das maiores brigas empresariais dos últimos anos. De um lado, a J&F, controladora da JBS. Do outro, a estrangeira Paper Excellence, da Indonésia. Ambas disputavam o controle da Eldorado Celulose.

O conflito começou depois da Paper comprar uma fatia da Eldorado em 2017. O processo de transferência foi interrompido por alegações da J&F de que a compradora não liberou garantias financeiras no prazo correto. A disputa virou uma guerra jurídica e econômica que envolveu alguns dos principais advogados do País.

O caso foi encerrado em maio de 2025, quando houve um acordo para a J&F pagou US$ 2,7 bilhões à Papper, cerca de R$ 15 bilhões, para ficar com todas as ações da Papper.

Procurado, o gabinete do ministro Nunes Marques informou que “o processo citado foi encerrado após a celebração de um acordo entre as partes envolvidas, que optaram pela desistência da ação”.

Em nota, a JBS disse que “como toda grande empresa brasileira que lida com a complexidade do sistema tributário nacional”, contrata consultores “para apoiar sua atuação nessa área, entre eles a Consult Inteligência Tributária”. O Master foi procurado, mas não comentou.

O escritório do filho do ministro

O endereço profissional de Kevin Marques é a casa mais moderna da quadra onde está localizada, no Lago Sul de Brasília, um dos bairros de mais alto padrão da cidade.

O imóvel foi construído após a chegada de Nunes Marques ao STF, empossado em 5 de novembro de 2020. O espaço começou servindo a irmã do ministro, a também advogada Karine Nunes Marques, que abriu escritório de advocacia em Brasília em setembro de 2021.

Hoje, sobrinho e tia dividem o mesmo endereço profissional. A reportagem esteve na casa na tarde de quinta-feira, 19, e foi informada de que eles não estavam. A casa é vigiada por câmeras, tem seguranças e uma garagem que dá total privacidade aos carros estacionados.

O escritório de Kevin Marques foi oficialmente aberto em agosto de 2024, meses após a aprovação no exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), em 29 de fevereiro daquela ano.

Em janeiro deste ano, ele tornou-se um dos advogados da Refit, a antiga Refinaria Manguinhos, no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1). O pai era desembargador desse tribunal quando foi escolhido, em 2020, pelo então presidente Jair Bolsonaro (PL) para uma cadeira no STF.

A consulta processual do TRF-1 lista Kevin Marques em quatro processos da primeira instância e em outros seis da segunda. Os eventuais casos sob sigilo judicial não aparecem na pesquisa pública. Ele não atua no STF. Karine aparece atrelada a 51 processos, em ambas as instâncias do TRF-1.

A casa do Lago Sul serve ainda a outro filho de Nunes Marques, o advogado Karson de Carvalho Marques, irmão gêmeo de Kevin. O escritório dele foi registrado em agosto do ano passado, no mesmo endereço.

Em nota, a assessoria de imprensa dos Nunes Marques afirmou que os escritórios funcionam no mesmo endereço “por estratégia deliberada, uma prática legal, legítima e recorrente no Brasil e no mundo”, mas que “as empresas são independentes umas das outras e cada uma cuida de seu próprio negócio”.

Karine Marques também tem um escritório na Cidade Jardim, em São Paulo. O telefone de contrato da banca paulista é o de um escritório de contabilidade de Teresina (PI) de Francisco Craveiro Junior, dono da Consult.

As informações sobre a experiência do jovem advogado estão no site kevinmarques.com.br, que saiu do ar no ano passado. A página pode ser verificada por meio de bibliotecas digitais que preservam sites.

O filho do ministro se apresenta como advogado especializado em Direito Tributário e contabiliza clientes e processos.

“Com um ano de experiência na OAB, tenho me dedicado a entender profundamente as complexidades do sistema tributário brasileiro, buscando soluções eficientes e personalizadas para cada cliente”, dizia a apresentação de 2025.

Em nota, a assessoria de Kevin Marques afirmou ainda que o advogado considera as informações publicadas sobre os recursos que recebeu como uma tentativa de criminalizar o exercício da advocacia, atividade lícita e legítima, e de atacar o trabalho de seu pai no STF. “Kevin não defende nem nunca defendeu nenhum caso no STF e no TSE”.

Politica Livre

Em alta nas pesquisas, Flávio Bolsonaro adia divulgação de plano de governo


Estratégia eleitoral foi revista para evitar ataques

Raphael Di Cunto
Thaísa Oliveira
Carolina Linhares
Folha

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) adiou a divulgação de seu plano de governo para a Presidência. A campanha planejava anunciar as linhas gerais do programa no próximo dia 30, durante um evento em São Paulo, mas a estratégia foi reavaliada, segundo aliados, diante do crescimento dele nas pesquisas e para evitar que as propostas sejam usadas para atacá-lo.

O documento terá diretrizes para economia (sobretudo a área fiscal), educação, segurança hídrica e terras indígenas. Aliados defendem, no entanto, que a divulgação ocorra apenas no período de escolha e registro das candidaturas, entre 20 de julho a 5 de agosto, mas esse prazo ainda pode ser revisto se surgirem novos fatos na pré-campanha que justifiquem o lançamento do programa.

ALTA NAS PESQUISAS – Na visão de integrantes da campanha, Flávio vive um bom momento, com alta nas pesquisas e lançamento de candidatos aliados nos estados, e que não há a necessidade de um fato novo, como a divulgação das diretrizes do programa —que poderia atrair apoio do mercado, mas também causar ruídos.

A mais recente pesquisa do Datafolha, divulgada em 7 de março, mostrou Flávio empatado tecnicamente com Lula (PT) em simulação de segundo turno: o presidente tem 46% ante 43% do rival. Inicialmente, a oposição planejava usar o plano de governo para mostrar que Flávio é um candidato consistente e que chegaria ao poder mais preparado do que o pai, com um programa claro do que seria feito nos primeiros dias. O exemplo usado na campanha é a gestão de Javier Milei na Presidência da Argentina, mas com um plano menos radical.

TRAÇÃO – O plano de governo serviria, na visão inicial do PL, para dar tração à pré-candidatura do primogênito do ex-presidente Jair Bolsonaro, que foi escolhido pelo pai como sucessor apesar da resistência do centrão, do agronegócio e do mercado financeiro, que preferiam que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), fosse o candidato da direita.

O documento está sendo desenhado há cinco meses, com consulta a especialistas e formatação pela consultoria GO Associados. O grupo é liderado pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), com coordenação do ex-deputado tucano e engenheiro Eduardo Cury, pré-candidato a deputado federal pelo PL. O cardápio elenca medidas com apelo popular e outras com diagnóstico sobre problemas a serem enfrentados.

A ideia original do plano, além de fazer promessas de cunho eleitoral, é tratar de temas difíceis, como o déficit da Previdência, deficiências na reforma tributária e a legislação trabalhista, para que a campanha receba um aval da população para propor reformas nessas áreas caso Flávio seja eleito.

CRESCIMENTO – A avaliação, no entanto, é de que Flávio já cresceu nas pesquisas o suficiente para tornar sua candidatura um fato consumado, o que demoveu apoiadores de Tarcísio da ideia de que o governador ainda pudesse se candidatar à Presidência —o prazo para que renuncie ao cargo com este objetivo acaba em 4 de abril.

Apresentar o plano de governo neste cenário, afirmam dois interlocutores da campanha, só servirá para que o pré-candidato seja atacado pelo PT. Um dos exemplos foi a exploração pela esquerda de declarações do coordenador da campanha de Flávio, senador Rogério Marinho (PL-RN), sobre a necessidade de revisitar as reformas da Previdência e trabalhista.

“O modelo está estourando. Só posso dizer que a gente vai ter que revisitar a Previdência. A trabalhista tem que ser revisitada, porque a reforma de 2017 foi mitigada por várias decisões judiciais. Ao mesmo tempo, ela precisa ser atualizada pelas inovações tecnológicas, pelas novas formas de trabalho que estão crescendo”, afirmou, em entrevista à Folha há duas semanas.

ATAQUES – As falas foram usadas por nomes de esquerda para se contratar à pré-candidatura da oposição. “O plano de governo de Flávio Bolsonaro é atacar trabalhador e aposentado”, diz um dos vice-líderes do governo Lula na Câmara, o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), em vídeo divulgado nas redes sociais.

Para evitar dar munição a Lula, a coordenação da campanha decidiu postergar a divulgação do programa. Marinho afirma que Lula ainda não apresentou seu plano para um novo mandato. “A ministra [do Planejamento] Simone Tebet disse em 2025, quando da apresentação da LDO [Lei de Diretrizes Orçamentárias], que o arcabouço fiscal aprovado em 2023 já estava falido e que o governo só divulgaria um novo regime depois da eleição. Por que temos que apresentar o nosso agora?”, questiona. “Um plano de governo precisa ser confrontado com o outro.”

PALANQUES REGIONAIS -. Além disso, de acordo com interlocutores da campanha, o pré-candidato do PL ainda não tomou conhecimento de todas as propostas e teve a primeira reunião para discutir o plano de governo apenas na segunda-feira (16). O esforço no momento é a construção dos palanques regionais, com o fim da janela para escolha de partido no próximo dia 4.

O crescimento do senador nas pesquisas também fez com que especialistas e políticos antes “em cima do muro” já demonstrassem mais disposição para apoiá-lo. Essas contribuições também devem ser incorporadas ao plano de governo, o que demandará mais tempo para discussão.


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