sexta-feira, março 20, 2026

EDITORIAL: O Eco de Toda a Gente – Blog do Montalvão Bate Recorde de 136 Mil Visitas e Desmascara Privilégios


EDITORIAL: O Eco de Toda a Gente – BlogDedeMontalvão Bate Recorde de 136 Mil Visitas e Desmascara Privilégios


Por José Montalvão

Há uma máxima no jornalismo independente que diz: "A verdade é como a água; quanto mais tentam represá-la, mais força ela ganha para transbordar." Hoje, o BlogDedeMontalvão celebra não apenas um número, mas um grito de liberdade. Ultrapassamos a marca histórica de 136 mil visitações em um único dia. Este recorde é a resposta mais contundente contra qualquer tentativa de amordaçar ou intimidar quem tem o compromisso com a notícia real.

A Imprensa como o "Quarto Poder" e a Voz do Cidadão

Como bem definiu o mestre Rui Barbosa, a imprensa é o "eco de toda a gente". Ela é o espaço onde a sociedade desabafa e o cidadão encontra um canal para expressar sua indignação e denunciar o que muitos fingem não ver.

Nossa lupa está voltada para os juízes "TQQ" — aqueles que trabalham apenas às Terças, Quartas e Quintas-feiras. Essa prática "queima" serviços e prejudica gravemente as comarcas, especialmente no interior do Brasil, deixando o povo à mercê da lentidão. Denunciamos também os servidores ímprobos que, acobertados por amizades e pela sensação de impunidade, abusam da função para fazer politicagem e arranjar empregos para familiares.

A liberdade de imprensa não é um privilégio do jornalista; é um direito do cidadão de ser informado com a verdade, doa a quem doer.


O Nosso Papel de Fiscalização

  • Missão Ética: Mais do que transmitir fatos, nossa missão é moral. Denunciar privilégios de castas, como as aposentadorias "prêmio" de magistrados, é um dever para com a moralidade pública.

  • Transparência e Oxigênio: Uma sociedade sem imprensa livre é uma sociedade sufocada. O debate público só é saudável quando há luz sobre os atos dos poderosos e sobre o nepotismo disfarçado de indicação política.

Quanto Mais Batem, Mais a Verdade Cresce

A história do Brasil nos ensina que o autoritarismo detesta o clique do blog que incomoda. As tentativas de intimidação que sofremos recentemente — processos descabidos e perseguições — surtiram o efeito contrário. Em vez de silêncio, ouvimos o barulho de 136 mil vozes que buscam uma opinião contundente e corajosa.

  • Se tentam calar a voz sobre o caso Volcaro, o povo compartilha.

  • Se tentam esconder as manobras no Congresso, o blog detalha.

  • Se tentam manter privilégios imorais sob o tapete, nós levantamos a poeira.


Gratidão aos Leitores de Jeremoabo e do Brasil

Este recorde pertence a você, leitor, que valoriza quem tem a envergadura moral de enfrentar gigantes. Ser membro da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) nos confere responsabilidade, mas é o seu acesso que nos dá a força.

Continuaremos firmes. A "Papudinha" pode ter seus protegidos e o Judiciário pode ter seus "pedidos de vista" de última hora para salvar privilégios, mas o BlogdedeMontalvão tem o povo. E, no tribunal da opinião pública, a sentença já foi dada: queremos verdade, queremos ética e não aceitaremos mordaças.


BlogDedeMontalvão: Onde a verdade não tem preço e a sua voz não tem censura.

José Montalvão Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública, Pós-Graduado em Jornalismo. Membro da ABI (C-002025)


Moraes determina que PGR se manifeste sobre possibilidade de prisão domiciliar a Bolsonaro

Informações do hospital sobre a saúde do ex-presidente foram compartilhadas com Gonet

Por Luísa Martins/Ana Pompeu/Folhapress

20/03/2026 às 19:25

Atualizado em 20/03/2026 às 19:39

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil/Arquivo

Imagem de Moraes determina que PGR se manifeste sobre possibilidade de prisão domiciliar a Bolsonaro

O ex-presidente Jair Bolsonaro

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou nesta sexta-feira (20) que a PGR (Procuradoria-Geral da República) se manifeste sobre a possibilidade de conceder prisão domiciliar humanitária ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

Moraes enviou ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, as informações prestadas pelo hospital DF Star, em Brasília, sobre o estado de saúde de Bolsonaro, que está internado para tratar uma broncopneumonia decorrente de uma broncoaspiração. Ainda não há previsão de alta.

A ofensiva pela domiciliar teve a participação de Flávio e Michelle Bolsonaro, do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), da bancada bolsonarista no Congresso Nacional e de ministros do STF.

Um argumento utilizado por políticos e por outros ministros junto a Moraes foi o risco de que a eventual morte de Bolsonaro fosse encarada politicamente como responsabilidade do Supremo. Pelo menos cinco magistrados entendem que deixar Bolsonaro cumprir a pena em casa seria a melhor opção.

Ao atender Bolsonaro na manhã em que ele passou mal, a equipe médica de plantão na Papudinha citou "risco de morte" do ex-presidente como motivo para a transferência ao hospital, conforme consta em relatório enviado ao STF pelo núcleo de custódia.

Ao solicitar a domiciliar para Bolsonaro, a defesa do ex-presidente afirmou que houve uma piora no seu quadro de saúde e que a unidade conhecida como Papudinha é incompatível com a preservação da saúde e da integridade física do ex-presidente.

A internação foi colocada pelos advogados como um fato superveniente à decisão de Moraes que, em 2 de março, havia negado a domiciliar. Por isso, foi requerida uma reconsideração. Antes de decidir, contudo, o ministro pediu o parecer da PGR.

As informações prestadas pelo DF Star foram compartilhadas com Gonet. Moraes afirma que foram apresentados "o prontuário médico e demais informações atualizadas sobre a internação", o que inclui os exames realizados e os medicamentos que estão sendo administrados.

Bolsonaro cumpre na Papudinha uma condenação de 27 anos e três meses de prisão, imposta pela Primeira Turma do STF, que o considerou o líder de uma organização criminosa que buscava dar um golpe de Estado.

Politica Livre

Moraes determina que PGR se manifeste sobre possibilidade de prisão domiciliar a Bolsonaro

 

Moraes determina que PGR se manifeste sobre possibilidade de prisão domiciliar a Bolsonaro

Informações do hospital sobre a saúde do ex-presidente foram compartilhadas com Gonet

Por Luísa Martins/Ana Pompeu/Folhapress

20/03/2026 às 19:25

Atualizado em 20/03/2026 às 19:39

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil/Arquivo

Imagem de Moraes determina que PGR se manifeste sobre possibilidade de prisão domiciliar a Bolsonaro

O ex-presidente Jair Bolsonaro

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou nesta sexta-feira (20) que a PGR (Procuradoria-Geral da República) se manifeste sobre a possibilidade de conceder prisão domiciliar humanitária ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

Moraes enviou ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, as informações prestadas pelo hospital DF Star, em Brasília, sobre o estado de saúde de Bolsonaro, que está internado para tratar uma broncopneumonia decorrente de uma broncoaspiração. Ainda não há previsão de alta.

A ofensiva pela domiciliar teve a participação de Flávio e Michelle Bolsonaro, do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), da bancada bolsonarista no Congresso Nacional e de ministros do STF.

Um argumento utilizado por políticos e por outros ministros junto a Moraes foi o risco de que a eventual morte de Bolsonaro fosse encarada politicamente como responsabilidade do Supremo. Pelo menos cinco magistrados entendem que deixar Bolsonaro cumprir a pena em casa seria a melhor opção.

Ao atender Bolsonaro na manhã em que ele passou mal, a equipe médica de plantão na Papudinha citou "risco de morte" do ex-presidente como motivo para a transferência ao hospital, conforme consta em relatório enviado ao STF pelo núcleo de custódia.

Ao solicitar a domiciliar para Bolsonaro, a defesa do ex-presidente afirmou que houve uma piora no seu quadro de saúde e que a unidade conhecida como Papudinha é incompatível com a preservação da saúde e da integridade física do ex-presidente.

A internação foi colocada pelos advogados como um fato superveniente à decisão de Moraes que, em 2 de março, havia negado a domiciliar. Por isso, foi requerida uma reconsideração. Antes de decidir, contudo, o ministro pediu o parecer da PGR.

As informações prestadas pelo DF Star foram compartilhadas com Gonet. Moraes afirma que foram apresentados "o prontuário médico e demais informações atualizadas sobre a internação", o que inclui os exames realizados e os medicamentos que estão sendo administrados.

Bolsonaro cumpre na Papudinha uma condenação de 27 anos e três meses de prisão, imposta pela Primeira Turma do STF, que o considerou o líder de uma organização criminosa que buscava dar um golpe de Estado.

Politica Livre

Mudanças em punições a magistrados geram fortes reações dos procuradores


PEC é de autoria do então senador Flávio Dino, hoje ministro

Arthur Guimarães de Oliveira
Folha

Procuradores da República criticaram emendas apresentadas à PEC (Proposta de Emenda à Constituição) sobre o fim da aposentadoria compulsória como punição disciplinar.  A ANPR (Associação Nacional dos Procuradores da República) afirmou, em nota pública, que sugestões de adendos à proposta podem avançar “sobre o núcleo da garantia constitucional da vitaliciedade dos membros do Ministério Público e da magistratura”.

A PEC é de autoria do então senador Flávio Dino, hoje ministro do STF (Supremo Tribunal Federal). A proposta veta a possibilidade de concessão de aposentadoria compulsória a magistrados e membros do Ministério Público como sanção por infração disciplinar.

INCONSTITUCIONALIDADE – Na segunda-feira (16), Dino deu uma decisão na corte afirmando que a punição de aposentadoria compulsória para juízes que cometeram infrações graves é inconstitucional. No Congresso, a relatora, senadora Eliziane Gama (PSD-MA), apresentou voto favorável ao texto, com emendas de redação. Duas delas preveem a aplicação da punição de perda de cargo em caso de falta grave independentemente de sentença judicial transitada em julgado.

A ANPR é contra essas alterações e defende a manutenção da exigência de sentença transitada em julgada (ou seja, uma decisão judicial da que não se pode mais recorrer) para o rompimento definitivo do vínculo dos membros do Ministério Público e do Judiciário.

Hoje, a Constituição estabelece como regra que magistrados, promotores e procuradores têm direito a vitaliciedade, só podendo perder o cargo por decisão do tribunal ao que o juiz estiver vinculado ou exatamente por decisão transitada em julgado.

INDEPENDÊNCIA FUNCIONAL – Segundo a ANPR, as emendas atingem a “estrutura constitucional desenhada para assegurar a independência funcional de juízes e membros do Ministério Público, ampliando de modo preocupante a exposição dessas carreiras a pressões externas e ingerências indevidas”.

A associação diz que não se trata de debate corporativista ou em defesa de prerrogativas unicamente da carreira, mas da preservação de “garantias estruturais voltadas à proteção da própria ordem democrática”. O enfraquecimento dessas garantias vai além de procuradores, afirmam.

“Atinge, sobretudo, a sociedade, que depende de um Poder Judiciário e de um Ministério Público livres de constrangimentos políticos, econômicos ou circunstanciais para atuar na defesa da legalidade, do regime democrático e dos direitos fundamentais”, dizem na nota.

GARANTIA – A entidade afirma ainda que a erosão dessa garantia compromete a independência decisória e o enfrentamento do crime organizado, da corrupção e de desvios praticados por estruturas de poder e ecoa a história brasileira, citando o exemplo da ditadura militar.

“Um dos momentos mais emblemáticos de supressão da vitaliciedade e de outras proteções institucionais ocorreu com a edição do ato institucional nº 5, em 1968, marco do período mais severo do regime autoritário então instaurado.”

Preço do diesel subiu 20,4% nos postos do Brasil desde o início da guerra no Irã, aponta ANP

 

Preço do diesel subiu 20,4% nos postos do Brasil desde o início da guerra no Irã, aponta ANP

Preço médio do combustível na última semana foi de R$ 7,26, mostram os dados da agência

Por Helena Schuster/Folhapress

20/03/2026 às 18:30

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil/Arquivo

Imagem de Preço do diesel subiu 20,4% nos postos do Brasil desde o início da guerra no Irã, aponta ANP

Posto de combustível

O preço dos combustíveis no Brasil está em alta há três semanas consecutivas, mostram os dados da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) divulgados nesta sexta-feira (20). Desde que começou a guerra no Irã, a alta foi de 20,4% para o diesel e de 5,9% para a gasolina.

O preço médio do diesel no Brasil era de R$ 6,03 na semana que se encerrou no dia 28 de fevereiro, mesmo dia em que Estados Unidos e Israel atacaram o Irã. Na semana que se encerra neste sábado (21), o preço médio do combustível saltou para R$ 7,26.

A gasolina também subiu no mesmo período. O preço médio aumentou 5,9%, passando de R$ 6,28 na semana anterior ao conflito para R$ 6,65 nesta semana.

A disparada de preços no país reflete a crise global do setor de energia desencadeada pelo conflito no Oriente Médio. Desdobramentos da guerra, como ataques a instalações de petróleo e gás e a interrupção do tráfego no estreito de Hormuz —por onde passam 20% da produção mundial de petróleo e gás— têm gerado turbulências no mercado internacional. O preço do petróleo Brent, referência global, já atingiu a marca de US$ 119 duas vezes desde os ataques começaram.

Na última semana, a alta de preços do diesel levou a um movimento de greve entre os caminhoneiros. No entanto, em assembleia realizada nesta quinta-feira (19), as lideranças da categoria decidiram não realizar a paralisação, mantendo diálogo com as autoridades, que têm se movimentado para tentar conter os efeitos internos da crise global.

Nesta sexta-feira (20), foi divulgada a tabela de preços do diesel para o programa de subvenção do governo Lula, que é uma das medidas criadas para enfrentar a crise. O subsídio para produtores e importadores faz parte de um pacote mais amplo de medidas, que também zerou o PIS e a Cofins do óleo diesel e instituiu um imposto de exportação de petróleo.

Além das medidas já assinadas, nesta semana o Ministério da Fazenda também propôs aos estados a isenção de ICMS sobre a importação de diesel, mediante uma compensação federal que cobriria 50% do impacto da medida. O custo é estimado em R$ 3 bilhões para a União e o mesmo valor para os estados, considerando dois meses de duração da medida.

A isenção iria até 31 de maio, com o objetivo de reduzir barreiras e garantir o abastecimento do mercado interno, diante de relatos de alguns estados sobre falta de diesel nos postos. Por isso, a ação seria direcionada apenas aos importadores do combustível.

A proposta da Fazenda, conforme apurou a reportagem, encontra mais resistência técnica do que política por parte dos estados, que são os responsáveis pelo ICMS, e os entraves são considerados relevantes.

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