terça-feira, outubro 10, 2023

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Golpe?

 




O que houve no 8 de Janeiro foi uma espécie de estertor do bolsonarismo, com seus fiéis ainda acreditando numa narrativa ‘revolucionária’ evanescente

Por Denis Lerrer Rosenfield* (foto)

Para melhor compreendermos os eventos do dia 8 de janeiro, alguns açodadamente considerando tratar-se de uma tentativa de golpe, torna-se necessário analisarmos o papel dos militares nos últimos anos e meses. Nesse sentido, convém, preliminarmente, observarmos que não há a menor possibilidade de golpe sem intervenção militar e, em particular, do Exército. A história brasileira está repleta de exemplos desse tipo. Logo, impõe-se logicamente a seguinte conclusão: se não houve golpe, foi simplesmente porque o Alto Comando do Exército evitou que isso acontecesse. E isso ocorreu antes da posse do presidente Lula.

Se não soubermos fazer a distinção da instituição Exército em relação a alguns militares, principalmente da reserva, que agiram enquanto indivíduos numa colaboração estreita com o bolsonarismo, falharemos em abordar a questão central. Foram os militares constitucionalistas do Alto Comando, com destaque para os generais Tomás Paiva, Valério Stumpf, Richard Nunes, Guido Amin e Fernando Soares, entre outros, que disseram não às articulações que então se fizeram. Não compactuaram nem aceitaram a quebra do Estado de Direito, da democracia, permanecendo apegados aos seus princípios. Alguns sofreram, inclusive pessoalmente, com acusações caluniosas, considerados como “generais melancias”, verdes por fora, vermelhos por dentro. Familiares foram também objeto de acusações desse tipo nas redes sociais. No entanto, permaneceram firmes em suas convicções e não cederam.

A República muito lhes deve e isso deveria ser reconhecido. Não faz, assim, nenhum sentido empreender campanhas públicas contra os militares como se estes fossem “golpistas”. A tais pessoas falta bom senso. Que houve militares da reserva envolvidos nas depredações do dia 8 de janeiro significa tão somente que agiram enquanto pessoas, sem nenhuma representação institucional. Da mesma maneira, civis estiveram envolvidos. E todos devem ser investigados e, se for o caso, punidos na forma da lei. Ademais, caberia também determinar a responsabilidade do então chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), escolha pessoal do presidente Lula, e a inércia da Força Nacional, subordinada ao Ministério da Justiça, que poderia ter sido efetivamente acionada, considerando a tensão institucional naquele momento.

Quando da violência daquele dia, a tentativa de golpe já havia sido abortada. O presidente eleito tinha assumido e estava em pleno exercício de suas funções. O resultado eleitoral tinha sido respeitado e a transição de um governo a outro, operada, embora o antigo presidente não tenha seguido a liturgia de passagem de poder. O que, sim, houve naquele momento foi uma espécie de estertor do bolsonarismo, com os seus fiéis ainda acreditando numa narrativa revolucionária evanescente. Foram iludidos e ludibriados. Os mentores sumiram de cena, apesar de sabedores de que o Exército não os seguiria. Foi simplesmente uma ópera-bufa. Portanto, o Supremo Tribunal Federal (STF) deveria ter maior moderação na pena aplicada a esses participantes, por mais lamentáveis que sejam as suas condutas. Penas de 17 anos não guardam nenhuma proporção com suas ações e responsabilidades. Em bom Português, estamos observando uma encenação midiática para punir bagrinhos.

Carecem igualmente de sentido ações políticas em curso procurando modificar o artigo 142 da Constituição federal, como se este fosse permissivo em relação a uma intervenção dos militares como Poder Moderador. Não há nada lá escrito que enseje tal interpretação, salvo se formos enveredar para interpretações completamente arbitrárias, desprovidas de quaisquer fundamentos. Um golpe, por definição, é um ato de força e, por isso mesmo, prescinde de qualquer interpretação jurídica. É um ato de ruptura com a ordem constitucional e, enquanto tal, se institui como fonte de um novo tipo de direito, tido por revolucionário. Assim o entendeu o jurista Francisco Campos ao escrever o Ato Institucional número 1 a mando do então ministro da Guerra, Costa e Silva. Não precisou fazer uma interpretação da Constituição válida naquele momento, mas simplesmente lhe sobrepôs uma lei maior, considerada como “revolucionária”.

Um dos grandes eventos da história universal, a Revolução Francesa, de 1789, nasceu de uma ruptura constitucional, abolindo o arcabouço legal e institucional baseado na monarquia de direito divino dos reis. O destino do rei e de sua família foi a guilhotina, acionada segundo um tribunal revolucionário carente de qualquer base legal à luz da Constituição então vigente. Robespierre chegou a dizer que seria julgado pela História, como se a História fosse um tribunal. Trata-se tão somente de uma narrativa política que capturou mentes e corações, engendrando uma outra ordem constitucional, ancorada em novos princípios e valores, que veio a moldar boa parte das Constituições posteriores em todo o mundo. No momento da ruptura, não fizeram nenhuma interpretação da Constituição vigente, simplesmente clamaram contra a sua injustiça.

*Professor de filosofia na Ufrgs 

O Estado de São Paulo

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Guerras no mundo: quantos conflitos estão ativos neste momento?




Foguetes disparados em Israel a partir de Gaza

Veja um resumo de algumas das principais guerras que estão acontecendo no mundo, da Ucrânia e Nagorno-Karabakh a Gaza, Síria e Tigré

Por Germán Padinger

Pouco mais de um dia depois de um ataque terrestre e aéreo sem precedentes do grupo militante palestino Hamas contra as populações israelenses, o governo de Israel declarou formalmente o estado de guerra e o mundo adicionou mais um conflito a uma lista que não para de crescer.

Em setembro, há menos de um mês, o Exército do Azerbaijão lançou uma ofensiva em Nagorno-Karabakh, derrotando combatentes de etnia armênia neste território disputado, que tem sido uma continuação da guerra travada em 2020.

Em 2022, quando o mundo parecia estar começando a sair da pandemia de Covid-19, a escalada das tensões entre a Rússia e a Ucrânia teve o pior desfecho: a invasão russa e o surgimento de um conflito armado convencional e de grande escala no coração da Europa, que permanece.

Imagens de tanques e veículos blindados avançando pela Ucrânia, Nagorno-Karabakh e agora também por Israel e Gaza, de soldados organizando trincheiras defensivas e do bombardeio de cidades com aviões e mísseis, enquanto civis tentam escapar da morte, dominaram a cobertura recente, trazendo de volta memórias de guerras passadas.

Desde o fim da Segunda Guerra Mundial, as mortes em conflitos armados têm diminuído em todo o mundo, segundo dados do Our World in Data, com picos nas décadas de 1960 e 1970, com a Guerra do Vietnã, e em 1970 e 1980, com diferentes conflitos na Ásia e Oriente Médio.

Desde 2012, com a eclosão das guerras civis mais uma vez no Oriente Médio, especialmente na Síria, o número de mortes voltou a subir. Agora, nos últimos anos, há a Ucrânia, o Cáucaso e a escalada do conflito entre israelitas e palestinos.

Para as Nações Unidas, o mundo vive uma “nova era de conflito e violência” marcada por uma letalidade mais baixa do que no século 20 – especialmente na primeira metade – mas com cada vez mais países expostos a esta violência e onde os conflitos entre grupos dentro um território são mais comuns do que entre Estados.

Guerras ativas no mundo

Abaixo está um resumo das principais guerras ativas ao redor do planeta, segundo informações do Conselho de Relações Exteriores.

São guerras entre Estados, como no caso da Ucrânia, guerras civis em que facções definidas contam com o apoio de diferentes Estados, como na Síria, ou conflitos que estão atualmente ativos no mundo. Os conflitos internos, as situações de extrema instabilidade política ou as chamadas guerras às drogas, ou aos grupos criminosos, não foram levados em conta.

    Guerra entre Israel e Hamas
    Conflito Azerbaijão x Armênia em Nagorno-Karabakh
    Guerra Rússia x Ucrânia
    Guerra da Síria
    Guerra civil no Iêmen

Guerra entre Israel e Hamas na Faixa de Gaza

Enquadrado no conflito entre israelitas e palestinos, que persiste desde pelo menos 1948, o ataque de sábado (7) realizado por membros do grupo palestino Hamas contra populações do sul de Israel tornou-se o conflito mais recente no mundo.

Pelo menos 700 israelenses morreram no ataque do Hamas, que deixou imagens horríveis, e mais de 400 palestinos morreram nos bombardeios retaliatórios de Israel, em apenas 48 horas de uma guerra que será “longa e difícil”, segundo o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu.

O governo de Netanyahu declarou formalmente o estado de guerra, apenas um dia após o ataque.

Conflito Azerbaijão x Armênia em Nagorno-Karabakh

Em 19 de setembro, enquanto o mundo assistia aos acontecimentos na Ucrânia, o Azerbaijão lançou uma ofensiva contra as forças armênias dentro de Nagorno-Karabakh, que terminou em 24 horas com a vitória de Baku.

Nagorno-Karabakh é uma região disputada pela Armênia e pelo Azerbaijão que se situa dentro das fronteiras internacionalmente reconhecidas do Azerbaijão, mas que durante décadas foi governada de forma autônoma por uma população de etnia armênia na autoproclamada – e não reconhecida – República de Artsakh.

Na verdade, a Armênia e o Azerbaijão já travaram duas guerras por Nagorno-Karabakh desde a queda da União Soviética, a última delas em 2020.

A vitória de Baku em setembro levará à dissolução da República de Artsakh em 2024 e o território será efetivamente incorporado no Azerbaijão, o que já está causando um êxodo da população armênia, em muitos casos em condições “calamitosas”.

Entretanto, é de esperar que as tensões entre a Armênia e o Azerbaijão persistam.

Ataque da Rússia à Ucrânia

Após reunir por meses forças militares russas na fronteira com a Ucrânia, a invasão russa do território ucraniano começou em 24 de fevereiro de 2022 e desde então os dois países travam uma guerra.

Após um rápido avanço russo a partir do norte, leste e sul sobre as principais cidades ucranianas, incluindo a capital Kiev e Kharkiv, as forças ucranianas contra-atacaram no segundo semestre de 2022 e recuperaram parte do território.

Ao entrar em 2023, a Rússia ainda mantém os territórios ucranianos ocupados no sul e no leste, e a Ucrânia tenta recapturá-los com ofensivas que até agora não conseguiram romper as linhas russas.

Este conflito atípico entre Estados no coração da Europa, reminiscente das grandes batalhas entre tanques, soldados, aviões e navios da Segunda Guerra Mundial, persiste ao longo do tempo e as baixas entre militares e civis ainda são impossíveis de calcular.

A Ucrânia, ex-república soviética que se tornou independente em 1991, mantém uma relação histórica tensa com a Rússia, e nos últimos anos tem se aproximado da Europa e dos Estados Unidos, inclusive manifestando a sua intenção de aderir à Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte).

Moscou citou a expansão da Otan no leste europeu como uma das principais causas da escalada, bem como o seu apoio aos separatistas pró-Rússia que travam uma guerra civil em Donbass com o governo ucraniano desde 2014.

Guerra da Síria

A guerra civil na Síria começou em 2011, após o governo do presidente Bashar al Assad (filho do ex-presidente Hafez al Assad, que governou o país por 30 anos) reprimir violentamente uma série de manifestações no país e numerosos grupos de oposição pegaram em armas.

Com o tempo, seriam formadas quatro grandes facções: o regime sírio – apoiado pela Rússia –, as forças curdas, grupos de oposição (como Jaish al Fateh, aliança entre a Frente Nusra e Ahrar-al-Sham) e o grupo Estado Islâmico no Iraque e na Síria.

Até agora, a guerra civil causou pelo menos 350 mil mortes, segundo estimativas da ONU, além de 6,6 milhões de pessoas deslocadas, das quais 5,6 milhões são refugiados em países próximos.

Guerra civil do Iêmen

Os rebeldes Houthi fizeram um levante em 2015 e expulsaram o governo do Iêmen da capital, Sanaa, iniciando uma guerra civil que continua até hoje.

Neste momento, os Houthis, apoiados pelo Irã, controlam parte do território e enfrentam o governo iemenita, apoiado por uma coligação liderada pela Arábia Saudita.

De acordo com estimativas da ONU, em 2020, quase 233 mil pessoas morreram no Iêmen desde o início da guerra civil, incluindo 131 mil devido a causas indiretas.

Guerra do Tigré

A Etiópia entrou em uma espiral de tensões entre o governo central e a região do Tigré – com a qual existe um conflito histórico – em 2018, depois da chegada ao poder do primeiro-ministro Abiy Ahmed.

Em novembro de 2020, o primeiro-ministro ordenou uma operação militar contra a Frente de Libertação do Povo do Tigré (TPLF).

Mais tarde, a Eritreia juntou-se às operações contra a TPLF, iniciando um conflito regional que ainda persiste e no qual foram feitas inúmeras acusações de atrocidades contra a população do Tigré.

Em novembro de 2022, a Etiópia e a TPLF assinaram um acordo para cessar “permanente” as hostilidades mediado pela União Africana, e o conflito diminuiu consideravelmente de intensidade, embora a Eritreia não tenha feito parte do acordo e as tensões persistam.

CNN

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