O assunto mais badalado em Jeremoabo que já chegou ATÉ no exterior, é a corrupção no Município de Jeremoabo implantada na gestão Deri do Paloma e seu conluio.Essa improbidade já afetou a tranquilidade da Câmara de Vereadores, inclusive prejudicando o bom andamento e a tranquilidade dos trabalhos, todo isso porque os vereadores que apoiam o prefeito querem a todo custo justificar o injustificavel, passar a falsa ideia para a população que " rouba mais faz" é normal.A degradação moral desse povo chegou a tal patamar que a secretária de educação ao ser convocada pela câmara de vereadores para prestar esclarecimentos dos seus inúmeros desmando praticados contra o erário público, lotou o salão da Câmara com servidores contratados e comissionados para aplaudi-la, desrespeitando e bagunçando o regimento interno daquela casa legislativa, causando tumulto obrigando o Presidente a requerer a intervenção da Polícia Militar.Já o prefeito usa a imprensa para "através de uma amnésia proposital tentar passar a ideia para o povo que nada sabe , com isso começa a vomitar abobinhas, inclusive desdizendo o que falou em inquerito na Polícia Federal, inclusive fugindo do assunto dizendo o que Tista de Deda fez ou deixou de fazer,, esquecendo que " quem cuida da vida dos outros esqeu da sua", como já está acontecendo.Para que não paire dúvidas, e para que os senhores entendam de maneira elementar, simples e didática, reproduzirei um caso semelhante (irmão gêmeo ao que aconteceu em Jeremoabo.
Prefeito em MG é acusado de abastecer carros públicos no posto da família
O Estado de Minas entrou em contato por telefone e e-mail com a Prefeitura de Ladainha e com a advogada Gleice Santos Oliveira, responsável pela defesa do Executivo no âmbito processual. Até o fechamento da reportagem, o retorno não havia acontecido.
No entanto, após a publicação, o advogado do prefeito, André Santos Neiva, emitiu um comunicado negando qualquer ilegalidade. Leia no fim da reportagem.
Logo, o estabelecimento em nome do filho do prefeito firmou contrato com a prefeitura por R$ 1.322.350 para abastecer os veículos do Executivo pelo prazo de 12 meses. O terceiro licitante – Sociedade de Petróleo Arfla Ltda, em Teófilo Otoni – foi desclassificado pelo preenchimento incorreto das informações necessárias para dar o lance durante o pregão.
Duas notas fiscais do Auto Posto Ladainha consultadas pela reportagem mostram que, em 17 de fevereiro de 2021, o estabelecimento obtinha a gasolina comum por R$ 4,73 o litro, considerando gastos com transporte. Durante sua participação no pregão eletrônico da prefeitura, o menor lance feito por ele foi de R$ 4,84. Contudo, o posto do prefeito arrematou por R$ 4,72 – oferecendo ao comprador, portanto, praticamente o preço de custo do concorrente, evidenciando assim, conforme o advogado, que os valores lançados no pregão eram “artificiais” com o objetivo de assegurar o fechamento do contrato entre o Executivo e o posto em nome do seu filho.
“Muito provavelmente o diesel também foi subfaturado e, por isso, vou requerer à Justiça uma perícia”, afirma Sebastião Cardoso, que também já atuou como procurador do município de Capelinha, no Vale do Jequitinhonha, entre janeiro e agosto de 2021.
AUMENTOS ABUSIVOS
Outra suposta irregularidade apontada na ação diz respeito aos prazos da licitação. Conforme a cláusula 10.2 do edital de concorrência pública checada pela reportagem, as propostas encaminhadas deveriam ter vigência mínima de 60 dias, contados da data da sessão de abertura da licitação, que, no caso, ocorreu em 5 de fevereiro de 2021. Porém, o primeiro aditivo contratual aconteceu em 10 de março, aumentando o preço da gasolina em R$ 0,99 – ou seja, quase R$ 1 por litro. No segundo aumento, em 4 de maio, o litro foi de R$ 5,71 para R$ 5,92.
“Eu pedi as notas fiscais do posto do prefeito (à prefeitura). Caso não receba, irei fazer a solicitação dos documentos via Justiça. Entretanto, não há condições de ele ter vendido o mesmo combustível tão mais barato que o outro estabelecimento. São postos de gasolina do mesmo porte. Caso os valores não tivessem sido subfaturados, não haveria necessidade de aumentar em praticamente um real o litro antes do prazo de 60 dias. Em nenhuma parte do país a gasolina subiu tanto (à época)”, analisa o advogado.

“Ademais, deve-se esclarecer que o preço hoje pago pelo município, mesmo com os aumentos de mercado, são menores do que os praticados em 2020 pela gestão anterior no outro posto existente na cidade chamado Autoposto Ladainha”, acrescenta Neiva.
Embora o MP de Contas qualifique como “grave” o fato do posto Maikel Eireli ser de propriedade de Kalid Nedir Maikel Filho, o advogado destaca entendimento divergente por parte do MP mineiro ao arquivar o outro processo:
Sem dar detalhes, o advogado Sebastião Martins Cardoso, procurado novamente pela reportagem, confirma o pedido de uma medida protetiva contra ele feita pela procuradora do município Gleice Santos Oliveira.
“Fomos casados de 2011 a 2017, mas isso não tem qualquer relação com o fato objetivo aqui colocado. Estão tentando me desqualificar ao dizer que minha motivação é pessoal. Não gosto de expor minha vida, mas asseguro que essa medida não tem qualquer relação com episódios de violência ou ameaça”, afirma.


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