sexta-feira, novembro 18, 2022

Será que Lula amadureceu? Para governar, deve evitar os velhos erros de gerência de coalizão

Publicado em 18 de novembro de 2022 por Tribuna da Internet

TRIBUNA DA INTERNET

Lula envelheceu, e isso não significa que tenha amadurecido

Carlos Pereira
Estadão

A nova distribuição partidária de cadeiras legislativas indica que o novo governo Lula necessitará construir uma coalizão se desejar governar de forma bem-sucedida. O índice de necessidade de coalizão (INC), que multiplica o número efetivo de partidos pela porcentagem de assentos não ocupados pelo partido do presidente, mede a vulnerabilidade partidária do presidente e determina as condições de barganha do governo gerado pelo resultado eleitoral.

Para se ter uma ideia, nos governos Lula1 e Lula2, o INC foi de 71,3 e 79,8, respectivamente. Aumentou para 86,13 no Lula3, o que sugere que as condições de negociação serão ainda mais difíceis.

APOIO GARANTIDO – Mesmo quando computadas todas as cadeiras que serão ocupadas pelos partidos de esquerda (PT/PV/PCdoB, PSOL/Rede, PSB e PDT), o governo teria o apoio garantido de no máximo 125 deputados e 14 senadores, número claramente insuficiente para governar.

Vale salientar, entretanto, que outros presidentes, como Temer, enfrentaram situações ainda mais adversas de fragmentação partidária no Legislativo, mas, nem por isso, se viram impedidos de construir coalizões majoritárias e de governar de forma bem-sucedida e com custos relativamente baixos.

Além disso, maiores gastos com parlamentares não necessariamente se traduzem em maior apoio legislativo, como foi o caso de Bolsonaro.

CUSTOS DE GOVERNAR – Nem o sucesso legislativo nem os custos de governar são uniformes no presidencialismo multipartidário. Dependem fundamentalmente de quatro escolhas de como montar e gerenciar coalizões pelo presidente eleito.

Presidentes que montam coalizões (1) com um grande número de partidos, (2) com parceiros ideologicamente heterogêneos, (3) sem compartilhar poderes e recursos de forma proporcional com os aliados e (4) distantes das preferências medianas do Congresso tendem a gastar mais, enfrentar mais insucessos legislativos e sofrer maiores pressões para recompensas paralelas e ilegais.

Lula, em seus dois governos anteriores, fez escolhas equivocadas em todas essas quatro dimensões.

LEMBRE OS ERROS – Lula montou coalizões grandes demais, extremamente heterogêneas, destinou a grande maioria dos recursos políticos e financeiros para o próprio PT e, finalmente, suas coalizões foram incongruentes com as preferências do Congresso.

Como consequência dessas escolhas, Lula enfrentou um alto custo para governar e teve de se valer de recompensas ilegais, reveladas no escândalo do mensalão, para pagar os custos de sua governabilidade.

Espera-se que Lula tenha aprendido com os erros do passado, mas, até o momento, não há sinais claros de que isso tenha ocorrido.

Mais uma audiência concernente a AIJE Número: 0600512-30.2020.6.05.0051 - Assuntos: Abuso - De Poder Econômico, Abuso - De Poder Político/Autoridade


    
Número: 0600512-30.2020.6.05.0051

Classe: AÇÃO DE INVESTIGAÇÃO JUDICIAL ELEITORAL
Órgão julgador: 051ª ZONA ELEITORAL DE JEREMOABO BA
Última distribuição : 18/12/2020
Valor da causa: R$ 0,00
Assuntos: Abuso - De Poder Econômico, Abuso - De Poder Político/Autoridade
Segredo de justiça? NÃO
Justiça gratuita? NÃO   
Pedido de liminar ou antecipação de tutela? NÃO
 DIRETORIO MUNICIPAL DO PARTIDO SOCIAL DEMOCRATICO EM JEREMOABO -BA 
(AUTOR) BARBARA MARQUES PUTRIQUE (ADVOGADO) 
DERISVALDO JOSÉ DOS SANTOS (INVESTIGADO) JOSE FABIO DOS SANTOS (INVESTIGADO) PROMOTOR ELEITORAL DO ESTADO DA BAHIA (FISCAL DA LEI) Documentos Id. Data da Assinatura Documento Tipo 62688 359 18/12/2020 13:09 AIJE PSD Jeremoabo x Deri - Fábio 

                                                                       Despacho
                                10/11/2022 17:58:03

  


Nota da redação deste Blog  Como os senhores poderão observar, mais um passo está sendo dado em destino a reta final com reiquirição de testemunhas.


DESPACHO

Registro a decisão de Id 106778641, que manteve a limitação de, no máximo, 6 (seis) testemunha para cada uma das partes, por não vislumbrar complexidade da causa quanto à produção de prova em audiência, diante da possibilidade de prova documental.         

Assuma seus erros com a mesma coragem que teve para cometê-los


.

Para tentar decifrar a entrevista dos vereadoes da situação juntamente com a secretária de educação; obrigo-me a reproduzir mais uma vez o vídeo da sessaão da Camara de Vereadores na data de ontem.
Antes de adentrar no assunto propriamente dito, tecerei algumas observações a título de esclarecimento:
1 - Quanto hover algum entrevistado na Câmara de Vereadores, os vereadores que desejar participar fazendo perguntas, tem por obrigação inscrever-se, caso contrária vira bagunça.
2  -  Qualquer cidadão que estiver assistindo é obrigado permanecer calado, não pode interromper os vereadores, dá pitaco para os componentes da mesa diretóra nem tão pouco aplaudir ou vaiar.
3 -  O Vereador é inviolável por suas opiniões, palavras e votos proferidos no exercício do mandato na forma da lei.
4 - tratar respeitosamente a Mesa Diretora e os demais membros da Câmara;
5 - Perderá o mandato - o vereador que proceder de modo incompatível com a dignidade da Câmara ou falhar com a ética e o decoro em sua conduta pública.

 Compete ao Presidente da Câmara, além de outras atribuições::
¨
6 - determinar que o Vereador deixe o plenário quando este estiver perturbando os trabalhos e impedindo o andamento da reunião;
7 - suspender a reunião, ou fazer retirar pessoas do auditório, se as circunstâncias o exigirem.
8 - A Mesa Diretora poderá requisitar o auxílio de autoridade competente, quando entender necessário para assegurar a ordem.
9 - O Presidente fará deixar as dependências da Câmara aquele que perturbar a ordem.

Tecendo alguns comentários concernente a entrevista:

Os vereadores da situação afirmaram na Jeremoabo FM que não deixaram a secretária falar, o vídeo da sessão prova o contrário.
O veredaor Jairo falou certo quando informou que existe indícios de ilegalidades, no entanto, discordo com o mesmo quando comentou a respeito de ilegalidades na Cooperativa de Saúde na era Anabel, poderá até havido, no entanto, a ex-prefeita Anabel foi considerada INOCENTE.
Quanto ao restante da entrevista já foi muito badalada, os vereadores da oposição já denunciaram no MPF, agora é aguardar o desenrolar dos fatos.
 Alerto dizendo que: Contra fatos não há argumento, o restante é Jus esperneandi.


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A importância para a sociedade da cobertura jornalistica no processo legislativo.

 

                                                        Foto Divulgação


Salvador, 7 de novembro de 2022


O processo legislativo é a função típica do Poder Legislativo e, segundo Pedro

Lenza, “o processo legislativo consiste nas regras procedimentais,

constitucionalmente previstas, para a elaboração das espécies normativas,

regras estas a serem criteriosamente observadas pelos “atores” envolvidos no

processo” (LENZA,2011, p. 492).

Iniciamos com esta citação do Pedro Lenza para ilustrar a seriedade de um

processo legislativo, que confunde o papel de informar, na cobertura da

imprensa, com o processo legislativo em todas as suas etapas.


A relação entre democracia e informação é um fator de debate constante entre

a sociedade e a classe política na totalidade. Obviamente que no âmbito das

Assembleias Legislativas — como também da Câmara de Deputados, Senado

e Câmaras de Vereadores espalhadas pelo Brasil inteiro. 


Os deputados estaduais, os principais atores da Casa, querem mostrar serviço

aos seus eleitores, quer seja apresentando propostas de projetos de lei,

destinando emendas e verbas do orçamento estadual aos seus redutos

eleitorais ou até mesmo homenageando personalidades públicas.


É natural que os parlamentares queiram publicidade disso tudo e a cobertura

jornalística, tanto da assessoria de comunicação da Casa, como da chamada

grande imprensa se faz presente para publicizar esse trabalho. 


Como sendo de fundamental importância para chegar ao conhecimento do

público médio, já que à chamada “Casa do Povo” muito poucas pessoas têm

acesso. 


Devido principalmente a dois principais fatores: além do pequeno espaço nas

galerias disponibilizado ao povo, a transparência ainda é uma realidade

distante na esmagadora maioria dos parlamentos.

Não devemos, porém, nos esquecer de que o Legislativa é o palco das grandes

decisões políticas que influenciam a vida de todos os cidadãos.


Portanto, uma cobertura jornalística eficiente e imparcial das atividades

parlamentares é importante não apenas para os deputados, mas,

principalmente, para as, milhares de pessoas que não têm acesso à Casa e, na

grande maioria das vezes, desconhecem os procedimentos e o processo

legislativo.


É lá que são criadas as leis, que regem a vida do cidadão — e ele não tem a

mínima idéia de como são elaboradas, discutidas e votadas, e os interesses

existentes por trás delas. 


Da mesma forma, como funcionam as sessões, as Comissões Temáticas,

enfim, como se dá o dia-a-dia de seu representante no legislativo.


O bom desempenho de uma cobertura dessa natureza também possibilita ao

cidadão acompanhar, fiscalizar e rastrear a ação dos parlamentares. 


Pelo mesmo motivo, uma cobertura jornalística eficiente deve ser perseguida

também pela instituição, para poder ganhar força e credibilidade junto à opinião

pública e não se deixar pautar pela grande mídia, mas igualmente adquirir

condições de pautá-la.


A comunicação pública de qualidade é uma demanda social pelo direito à

informação. Portanto, é imprescindível respeitar alguns de seus fundamentos,

como transparência, garantia de acesso pleno às informações, de forma que

possam ser compreendidas pelo cidadão comum. 


Não só pelos que dominam o jargão político, compromisso com a formação da

cidadania e o bem-estar da vida em coletividade, além da formação de um

cidadão que participe ativamente do processo.


No processo legislativo, sendo atividade que garante a publicidade dos

debates, das decisões e das etapas de construção de acordos políticos que

ocorrem, mais que necessário a divulgação deste debate. Nele reúne as

regras, definidas em acordo pelas partes e expressas na Constituição e no

Regimento Interno, visando transformar em interesse público (de todos) algo

que se inicia como proposição de parte dos cidadãos.


Não se pode falar em criação de leis sem debate e publicidade, da sua

transparência e divulgação em todos os atos e partes deste processo. A

cobertura e divulgação da imprensa, bem como permitir acesso para este fim.

No exercício do mandato, os políticos geram boas e más notícias, que

deveriam sem veiculadas em igual teor. Contudo, na prática, não é o que

acontece. 


Os eventos de natureza negativa geralmente ocupam lugar de destaque nos

jornais e programas de televisão, enquanto as ocorrências geradoras de boas

notícias têm, no máximo, uma presença muito discreta na cobertura da mídia

impressa ou televisiva.


Acontece, porém, que notícia boa não vende jornal nem dá audiência. O que

desperta o interesse do público são escândalos, ou algo assim, enfim, tudo o

que traz o viés negativo da notícia.


Essa cobertura, portanto, é pautada por certos critérios que orientam as

decisões das redações e dos editores sobre o que deve ser publicado. Assim,

de acordo com esses critérios, o escândalo político está no topo das

prioridades (é o que vende jornal e dá ibope), enquanto o debate sobre um

assunto qualquer da política pública estadual é visto apenas como rotina

legislativa e fatalmente não irá ocupar muito espaço no noticiário.


A importância no acompanhamento do processo legislativo para a sociedade, o

público e a democracia, se confunde com a necessidade da ampla cobertura

jornalística onde se dá por informar os fatos, a forma, a criação, a idéia e seus

benefícios sociais, deste processo.


Observe a verdadeira missão da imprensa, mais do que a de informar e

divulgar fatos, “é a de difundir conhecimentos, disseminar a cultura, iluminar as

consciências, canalizar as aspirações populares. Orientar a opinião pública no

sentido do bem e da verdade. Porém, é preciso liberdade de expressão e

manifestação de pensamento, pois, a imprensa tem o dever de informar e a

população o direito de ser informado”.


Paulo Ramon da Silva Solla, em seu artigo no portal jus.com.br:  — “O

processo legislativo é o procedimento por quais se criam as leis, estas mesmas

leis criam direitos e estes direitos, num Estado Democrático de Direito, sob o

manto do princípio democrático, deve, necessariamente, visar garantir a

participação mínima dos cidadãos, tão quanto garantir um mínimo de direito

capaz de atender à demanda social”. 


Imaginem vocês, se tudo isso não for levado ao conhecimento dos cidadãos, a

sociedade na totalidade. Daí a importância do acompanhamento de todos, e

como despercebido, a cobertura jornalística o faz.


Vamos lá. No âmbito do Legislativo o princípio democrático se traduz na

possibilidade de amplo acesso e participação da população, seja nas decisões

políticas ou na discussão dos projetos de lei, bem como no acompanhamento

das votações, na sua condução e desenvolvimento.


Diante da importância de uma divulgação ampla, é necessária a cobertura

jornalística para todo o processo. Já que a população não tem o hábito de se

fazer presente neste acompanhamento. A imprensa faz, já que também é seu

papel.


Segundo a Constituição Federal de 1988, todo indivíduo tem direito à

informação. Esta garantia é constatada na prática, tendo em vista a importância

da imprensa na propagação da informação à população brasileira. Sob este

olhar, cabe salientar a importância para a manutenção da democracia e do

bem-estar social.


O Legislativo estadual é exercido pelas assembleias legislativas, no âmbito

municipal, pelas Câmaras Municipais e esfera federal a Câmara Federal. Isso

todos sabemos, o que não sabemos é como o processo legislativo é

conduzido, discutido e elaborado. Daí a importância da cobertura da imprensa

neste processo, como falamos anteriormente.


O acesso à informação é um direito humano fundamental para o exercício da

cidadania e o fortalecimento da democracia. Na garantia, além do seu papel de

informar, jornalistas, comunicadores e os veículos de comunicação,

desempenham o papel essencial na produção de contas de governos,

autoridades públicas e dar transparência ao processo legislativo à sociedade.


Com isso, junto com a imprensa, a população precisa ter o cuidado de

acompanhar e o mais importante, cobrar e saber escolher os seus

representantes.


Não podemos mais permitir a destruição do nosso país, dos valores éticos,

morais e humanos. Este ano tivemos eleições e tivemos o dever de olhar e

entender o que estávamos passando, e mudamos, com a maioria dos votos,

elegemos um novo governo para o nosso Brasil.


A formação da opinião pública, bem esclarecida, é fundamental para o regime

democrático. Só através da opinião pública formada nestes termos é que

assegura à condução dos negócios públicos, das normas públicas e das leis

sociais.


A salvação democrática foi no voto, tivemos a consciência de mudar a história

nefasta, cinza e cruel, que ainda estamos passando. Nós brasileiros temos o


dever de olhar para o passado e lembrar dos absurdos que estamos vivendo

com este governo miliciano e desastroso. Mas, não faltou esperança, e com o

voto mudamos, sem medo de ser feliz.


Entendemos, o aviso, que o pior poderia estar por vir. A mudação é agora,

dentro de cada um de nós!

 

*Fábio Costa Pinto é Jornalista de profissão, formado pela ESPM do Rio de

Janeiro, com MBA em Mídia e Comunicação Integrada pela

FTE/UniRedeBahia. — Membro da Associação Brasileira de Imprensa - ABI

(Sócio efetivo), — Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo

(Associado). Sindicalizado — Sinjorba / Fenaj.

 

Atualmente faz parte do Conselho Deliberativo da ABI e das comissões de

Liberdade de Imprensa e dos Direitos Humanos e Meio Ambiente. Idealizador

do Coletivo Inteligência Brasil Imprensa — IBI e do Portal de mesmo nome,

ibi.ong.br, como editor diretor-executivo. Fundador do Jornal Repórter na

Bahia, 17 anos de circulação, gratuita, onde foi seu diretor. Passagens por

municípios baianos, (assessoria de imprensa e comunicação). No IRDEB,

Instituto Radiodifusão Educativa da Bahia (TVE e Rádio Educadora FM) onde

foi um dos gerentes. No curso de Direito, 8.º Semestre, pela UNFASS.


Matéria enviada por:

Jornalista Fáqbio Costa Pinto

O instagram (govjeremoabo)foi usado hoje para os vereadores da situação passar a falsa impressão para o povo que ilicitudes, desrespeito e esculhambação compensa.

 Contra fotos, aúdios e vídeos não há argumentos, a prova do crime está aí exposta.

Observem que de forma democrática o presidenet da Câmara concedeu a palavra a Secretária de Educação  para que a mesma  apresentasse sua explanação e até ou o contraditório.

Como consta do vídeo, a secretária fez uso da palavra sendo aplaudida constantemente pela devida platéia, composta de servidores da prefiitura contratados sem concurso público assim como comissionados, noutras palavras  a Câmara  virou esculhambação.

Porque esculhambação?

 Porque no plenário quem está assistindo não pode se manifestar nem tão pouco vaiar vereador, fato esse alertado por diversas vezes pelo Presidente da Casa, já que estava perturbando a ordem e os bons andamentos dos trabalhos.

No decorrer da sua fala a secretária de educação quebrou o protocolo, o ritual ao desrespeitar os vereadores tratando os mesmos de " VOCÊ", como educadora deveria saber o que tratamento correto seria " Vossa Excelência".

Usando da palavra o Presidente da Casa fez algumas perguntas até que chegou ao ponto da secretária tentar justificar o injustificavel, como não apresentou nenhum argumento convincente, apelou para uma licitação de 2019 defasada.

A palavra foi concedida ao vereador Neguinho de Lié, que a todo momento era interrompido de  maneira ilegal pela secretário e até vaiado pela plateia, começando a os desmandos, desrespeitos e falta de etíca.

Ao apresentar uma improbidade a secretária ficou sem argumento para justificar um suposto pagamento fraudulento de R$ 19.000,00 cujo recibo foi atestado pela propria secretária.

A partir desse momento os veradores da situação apelaram para ignorância, até que o Presidente para manter a ordem chamou a polícia para retirar do recinto uma assistente e o vereador Jairo do Sertão.

Outros vereadores da oposição corroborando com a atitude do vereador Jairo retiraram-se do recinto.

A secretária aproveitou da oportunidade para se retirar do recinto, abandonando desrespeitosamente a continuidade das suas explicações. desrespeitando os vereadores e a população.

Acredito que o Presidente da Câmara irá colocar falta nos vereadores que de maneira indevida e injustificável abandonaram a sessão.

O que causa náuseas, vômitos e indignação, é o prefeito de Jeremoabo autorizar o uso do Instagram govjeremoabo, pago com o dinheiro do provo, contrariando o Art. 37 da Constituição,  para os vereadores da situação praticarem promoção pessoal, e o pior, tentanto passar a falsa impressão para o povo de Jeremoabo que é correto permitir a prática de esculhambação na Casa do POVO.


Bolsonaristas culpam generais por impedir um golpe, e Exército vê ataque covarde

quinta-feira, 17/11/2022 - 19h40

por Cézar Feitosa | Folhapress

Imagem sobre Bolsonaristas culpam generais por impedir um golpe, e Exército vê ataque covarde
Foto: José Cruz / EBC

Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL) passaram a acusar, em mensagens em grupos de WhatsApp, cinco generais do Alto Comando do Exército de não apoiarem os pedidos de golpe das Forças Armadas para impedir a posse do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
 

No texto, os bolsonaristas dizem que os oficiais são "generais-melancias" porque seriam "verdes por fora e vermelho por dentro", em uma falsa referência de que os militares apoiariam Lula.
 

"Dos dezenove [são 16 generais quatro estrelas, na verdade], estes cinco não aceitam a proposta do povo. Querem que Lula assuma, já se acertaram com ele", diz o texto, acompanhado da foto dos militares.
 

A mensagem irritou generais do Alto Comando do Exército, que passaram na manhã de quarta-feira (16) a conversar entre si e com o comandante da Força, general Freire Gomes, para tentar desmentir a informação.
 

A avaliação, segundo relatos de dois generais, é que os colegas de farda passariam a ser alvo dos manifestantes e ficariam expostos se a mensagem fosse recebida sem desconfiança pelos apoiadores de Bolsonaro que estão acampados nos quartéis-generais.
 

Um general afirmou à reportagem que a intriga também preocupa porque pode causar uma pequena mancha na imagem do Exército para um público que tem as Forças Armadas em grande estima.
 

Para reduzir o impacto da mensagem, o comandante Freire Gomes mandou o chefe do Centro de Comunicação do Exército, general José Ricardo Vendramin, escrever um comunicado para todos os militares da Força.
 

"Nos últimos dias, têm sido observadas postagens em aplicativos de mensagens com alusões mentirosas e mal-intencionadas a respeito de integrantes do Alto Comando do Exército", começa o documento, intitulado "esclarecimento ao público interno".
 

"Tais publicações têm se caracterizado pela maliciosa e criminosa tentativa de atingir a honra pessoal de militares com mais de quarenta anos de serviços prestados ao Brasil, bem como de macular a coesão inabalável do Exército de Caxias", completa.
 

O texto do Exército ainda fala que a tentativa "anônima e covarde" de espalhar desinformação sobre a Força atesta a "falta de ética e de profissionalismo" das pessoas ou grupos que espalham as mensagens.
 

"O Exército Brasileiro permanece coeso e unido, sempre em suas missões constitucionais, tendo na Hierarquia e na Disciplina de seus integrantes o amálgama que o torna respeitado pelo Povo Brasileiro, seu fiador", conclui.
 

Os atos antidemocráticos em frente aos quartéis-generais têm sido entendidos no Exército como uma insatisfação legítima com um pedido ilegítimo.
 

A insatisfação seria com a forma como o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) conduziu as eleições e por medidas consideradas autoritárias do ministro Alexandre de Moraes, segundo a leitura de seis generais ouvidos nas duas últimas semanas pela Folha de S.Paulo.
 

De acordo com os relatos, o consenso na cúpula do Exército é que o pedido de intervenção militar ou federal não será atendido por representar um golpe à democracia.
 

Para os generais, apesar dos cartazes pedindo golpe militar, os manifestantes não querem uma intervenção, e sim que o Legislativo use sua função constitucional para conter eventuais excessos cometidos pelo Judiciário.
 

Foi com essa avaliação que os três comandantes das Forças Armadas divulgaram na última sexta-feira (11) uma nota com recados à Suprema Corte.
 

"Da mesma forma, reiteramos a crença na importância da independência dos Poderes, em particular do Legislativo, Casa do Povo, destinatário natural dos anseios e pleitos da população, em nome da qual legisla e atua, sempre na busca de corrigir possíveis arbitrariedades ou descaminhos autocráticos que possam colocar em risco o bem maior de nossa sociedade, qual seja, a sua Liberdade", diz trecho.
 

Mesmo com os distúrbios que as manifestações têm causado nas regiões militares e as pautas antidemocráticas, o Exército decidiu e comunicou aos generais na última semana que não vai interferir nos atos.
 

A Força entende que a manifestação é permitida pela Constituição e não cabe ao Exército definir o que é democrático ou não.

Bahia Notícias

Bahia registra 179 municípios sem veículos jornalísticos locais; entenda os 'desertos de notícia'

sexta-feira, 18/11/2022 - 00h00

por Leonardo Almeida

Imagem sobre Bahia registra 179 municípios sem veículos jornalísticos locais; entenda os 'desertos de notícia'
Foto: Divulgação

O Jornalismo, além de informar a população, também possui um papel social para a construção de um senso crítico. A ausência de um meio de informação pode colaborar para o “apagamento” histórico de acontecimentos cruciais.

 

Temos o exemplo do "Massacre da Pacheco Fernandes", em 1959, que, com a ausência/omissão do Jornalismo, ficou no esquecimento de boa parcela da população. O que se sabe é que uma briga no refeitório de uma construtora, em um canteiro de obras, foi interrompida pela ação da Guarda Especial de Brasília (GEB). O relato oficial fala em 48 pessoas com ferimentos leves e um morto. A extra-oficial, nunca apurada por se tratar do tempo da ditadura -, aponta que mais de 100 operários teriam morrido.

 

Na Bahia, 179 municípios não registraram nenhum veículo jornalístico local em 2022, de acordo com o levantamento “Atlas da Notícia” do Instituto para o Desenvolvimento do Jornalismo (Projor). Apesar do número alto, a Bahia, proporcionalmente, é o estado nordestino com menor quantidade de “desertos de notícia”, com 57,07% das cidades com veículos jornalísticos. A Bahia, ao todo, registra 824 canais de informação registrados em atividade.

 

O Rio Grande do Norte foi quem atingiu o maior percentual de municípios com ausência de jornais do Nordeste, chegando a aproximadamente 80%. Os nordestinos possuem a segunda região com a maior proporção de desertos de notícia, com 62,4% das cidades. A liderança fica com o Norte, que chega a 63,1%.

 

A região baiana que registrou a maior quantidade, tanto numericamente quanto proporcionalmente, de municípios sem veículos jornalísticos foi o Vale do Jiquiriçá. Das 20 cidades localizadas no trecho baiano, 13 (65%) não registraram nenhum canal de informação local para os residentes da região. Ao todo, somou 10 veículos jornalísticos cadastrados, dentre os quais está o parceiro do Bahia Notícias, Blog Marcos Frahm.

 

Algo observado na pesquisa é: os municípios que possuem o menor número de habitantes, normalmente, são mais propensos a serem desertos de notícia. No caso do Vale do Jiquiriçá, dos 13 municípios sem veículos jornalísticos, 10 integram o ranking de menor densidade populacional da região.

 

Em um exemplo contrário, a Região Metropolitana de Salvador (RMS), que é a mais populosa da Bahia, foi a que menos registrou desertos de notícia, tanto numericamente quanto proporcionalmente. Das 13 cidades da RMS, apenas uma não registrou nenhum meio de informação local para a população, sendo o município de São Sebastião do Passé o “responsável”.

 

A região somou 114 veículos jornalísticos, sendo que Salvador, município mais populoso da Bahia, registrou 71, liderando a estatística no estado.

 

JORNAL ONLINE E RÁDIO DOMINAM A BAHIA
Sendo a única fonte de informação de 85 municípios baianos, o jornal online foi quem mais apareceu na Bahia. Ao todo, o Atlas da Notícia reportou 446 jornais digitais ao redor do estado, sendo o tipo de veículo com maior abrangência numérica.

 

O tradicional rádio aparece logo atrás, com a presença de radiojornais ao redor da Bahia. O rádio local, inclusive, é a única fonte de informação de 55 municípios baianos. No município de Quijingue, que já foi um deserto de notícias, foi criada a Rádio Quijingue que promove debates sobre demandas da população e entrevista autoridades locais. 

 

O também tradicional jornalismo impresso registrou 76 jornais físicos locais diferentes ao redor da Bahia, aparecendo em 42 cidades baianas.

 

A Televisão foi quem menos registrou veículos locais, aparecendo apenas 31 vezes em 17 municípios diferentes. A única cidade que possui como “única” fonte de informação a TV é Dário Meira, por meio da Televisão Município de Dário Meira.

 

Confira o gráfico elaborado pelo BN com a quantidade e os tipos de veículos jornalísticos de cada município da Bahia:

 

ROTA BAHIA E O JORNALISMO NO INTERIOR
Em junho deste ano, o Bahia Notícias lançou uma parceria que visa fortalecer e expandir o trabalho da imprensa baiana. O projeto uniu onze sites com credibilidade e força, nas principais regiões do estado, buscando permitir troca de informações, experiências e mais agilidade no compartilhamento das principais notícias (veja mais aqui).

Bahia Notícias

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