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Investigado por rachadinhas, ex-assessor faz sucesso nas ruas: ‘É o Queiroz do Bolsonaro!’

Publicado em 11 de setembro de 2022 por Tribuna da Internet

'É o Queiroz do Bolsonaro!': como o ex-assessor de Flávio investigado por 'rachadinha' faz campanha nas ruas e nas redes

Bolsonarista faz selfie com o candidato das “rachadinhas”

Paolla Serra
O Globo

No dia 7 de setembro, o policial militar da reserva Fabrício Queiroz se posicionou desde cedo num trio elétrico na Avenida Atlântica, em Copacabana, para esperar a chegada do presidente Jair Bolsonaro para o apoio à sua reeleição. Um locutor gritava no microfone sobre o ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro, que já foi preso acusado de comandar o esquema da rachadinha no gabinete do então deputado na Assembleia Legislativa: “É o homem mais injustiçado do Brasil, porque ninguém encontrou nada contra ele”.

Nas últimas duas semanas, O Globo acompanhou nas ruas e nas redes a campanha de Queiroz, agora filiado ao PTB e em busca pela primeira vez de um mandato de deputado estadual. Assim como o locutor de Copacabana, o ex-assessor de Flávio também repete o argumento para quem o aborda sobre o tema.

É INOCENTE? – “Nunca fiz rachadinha e isso já está provado e superado, tanto é que os processos foram anulados” — garante Queiroz, a despeito de um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), revelar movimentação atípica de R$ 1,2 milhão em sua conta, ao longo dos anos de 2016 e 2017, além de inúmeros saques de valores semelhantes e repasses de outros oito assessores do gabinete para ele.

A estratégia de Queiroz para se eleger é a de colar a sua imagem à da família Bolsonaro — ainda que o presidente e seu filho Flávio procurem falar o mínimo possível sobre as acusações de rachadinhas.

Em uma agenda recente de uma hora e 40 minutos no Calçadão de Bangu, na Zona Oeste do Rio, ele vestia uma camisa com o mapa do Brasil e a mensagem “Verás que um filho teu não foge à luta” estampada no peito. Distribuindo santinhos em que aparece com uma foto ao lado de Bolsonaro e a frase “Lealdade de verdade”, Queiroz diz que quer levar adiante os debates. “Todas as bandeiras da minha campanha são as do nosso presidente”.

LUTA PELA POLÍCIA – “Por eu ser PM, vou lutar pela valorização da classe, em pautas como a paridade de remuneração entre ativos e inativos” — promete o ex-assessor de Flávio, hoje com 56 anos.

Como conta em vídeos publicados nas redes, em 1985 o soldado Queiroz conheceu o então tenente Jair Bolsonaro na Brigada Paraquedista, na Vila Militar do Exército. Desde então, chegaram a viajar juntos e tornaram-se amigos.

“É o Queiroz do Bolsonaro! Tira uma foto comigo? Minha família toda gosta de você. Estou tremendo de emoção” — disse uma estudante de 28 anos que passava pelos camelôs do Calçadão de Bangu. No entanto, a empolgação do eleitorado nas ruas não se refletiu, até o momento, nas contas da candidatura.

NÃO HÁ DOAÇÕES – De acordo com o site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Queiroz só recebeu uma doação de mil reais — feita pelo próprio candidato. A estrutura da campanha também é modesta, com apenas um funcionário contratado com recursos do fundo partidário, que também arcaram com os gastos de material de divulgação.

No Instagram, onde é seguido por 2.396 pessoas, Queiroz relata ser natural de Belo Horizonte (MG) mas “carioca de coração”. “31 anos de PMERJ — subtenente — paraquedista — cristão conservador”, diz a biografia de seu perfil.

Na página, coleciona centenas de fotos e vídeos em que mostra os compromissos da campanha. As imagens mostram a chamada “#TropadoQueiroz”, como ele chama seus apoiadores.

TUDO EM FAMÍLIA – Em algumas das publicações, exibe mensagens de incentivo a Bolsonaro: “Bom debate, presidente. Estarei te acompanhando pela TV. Não caia na pilha desses vagabundos e, já que a mídia não divulga os feitos do governo, aproveite o tempo para isso”, escreveu no último domingo. “Esse é meu presidente. Está dando uma aula no debate. Que Deus o abençoe. Será no primeiro turno”, publicou horas depois.

Entre as postagens, há também menções a Flávio Bolsonaro, inclusive durante a campanha do deputado estadual ao Senado Federal, em 2018.

Foi no gabinete do político na Alerj que Queiroz foi lotado como assessor e chegou a empregar outros quatro parentes por sua indicação: Márcia de Oliveira Aguiar (atual mulher), Evelyn Melo de Queiroz (filha), Evelyn Mayara Gerbatim (enteada) e Marcio Gerbatim (ex-marido de Márcia).

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– Ao mesmo tempo, Queiroz é como Lula e como Bolsonaro. Tremendo cara-de-pau, diz ser “inocente” igual a Lula, embora seja mais sujo do que pau de galinheiro e diretamente ligado a milícias. Da mesma forma, Queiroz alega ser como Bolsonaro e tudo faz pela família, arranjando empregos-fantasmas para os parentes. Com esse currículo, é adorado pelos eleitores de Bolsonaro e consta como um dos favoritos para a Assembleia, vejam a que ponto decaímos. (C.N.)  


Para atrair eleitores, Bolsonaro aposta em discurso populista clássico, de alto risco

Publicado em 11 de setembro de 2022 por Tribuna da Internet

Candidato à reeleição, o presidente Jair Bolsonaro (PL) transformou o Bicentenário da Independência, comemorado nesta quarta-feira, 7. Foto: Wilton Junior/Estadão - 07/09/2022

Bolsonaro alimenta a “guerra santa” e a “guerra cultural”

Oliver Stuenkel
Estadão

Em seu livro “O que é populismo?”, Jan-Werner Müller, professor de ciência política da Universidade de Princeton, argumenta que os populistas, no fundo, sempre rejeitam o pluralismo e afirmam ser os representantes exclusivos e morais do “povo” e de seus interesses.

O populismo seria, segundo Müller, antes de tudo, uma imaginação moralista da política e uma tentativa de deslegitimar a oposição.

MAIORIA SILENCIOSA – Os populistas muitas vezes se referem, como costumava fazer o ex-presidente americano Richard Nixon, a uma “maioria silenciosa”, que, segundo eles afirmam, os apoia.

É por isso que, em sua forma mais extrema, como na Venezuela chavista, os populistas não organizam mais eleições livres: o pleito tornou-se desnecessário, pois o líder populista já sabe o que “o povo” realmente quer.

Depois de uma eleição perdida em 2002, o primeiro-ministro hungaro Viktor Orbán lançou mão de um bordão populista típico e declarou que “a nação não pode estar na oposição”. No México, o atual presidente Obrador chamou, certa vez, a vitória da direita de “moralmente impossível”.

BEM CONTRA O MAL – Os discursos do presidente Bolsonaro em Brasília, após o desfile de 7 de Setembro em comemoração ao Bicentenário da Independência assim como no Rio de Janeiro, se encaixam na mesma lógica.

Descrevendo as eleições de outubro como uma “luta do bem contra o mal”, Bolsonaro questiona o elemento-chave que diferencia sistemas democráticos de regimes autoritários: a aceitação de que aqueles que pensam diferente não apenas têm legitimidade, mas também que sua chegada periódica ao poder é essencial para o funcionamento da democracia.

O famoso chavão “nossa bandeira jamais será vermelha”, bem como o chamado da primeira-dama Michelle de “resgatar o patriotismo”, tem o mesmo objetivo: apropriar-se de símbolos nacionais para promover uma suposta divisão da população entre patriotas de um lado e inimigos da pátria de outro.

EM NOME DE DEUS – Apesar de menos aguerridos do que no ano passado, quando o presidente fez ameaças diretas ao STF, os discursos de Bolsonaro no dia 7 de setembro tiveram como público-alvo os convertidos, com um esforço limitado para dialogar com os indecisos, a maioria dos quais dificilmente se identifica com o discurso do bem contra o mal.

A ênfase nas “guerras culturais” e a constante ênfase em Deus, família e promessas de não permitir a legalização das drogas, tudo isso sugere que Bolsonaro aposta que a sua estratégia de 2018 pode funcionar novamente.

Acima de tudo, em função de um contexto econômico muito mais desafiador hoje do que quatro anos atrás, trata-se de uma aposta de alto risco.

Números de Lula e Bolsonaro inviabilizam a chance de Ciro Gomes ir ao segundo turno

Publicado em 11 de setembro de 2022 por Tribuna da Internet

Por voto útil, aliados de Lula comemoram "derrapadas" de Ciro Gomes

Se conseguisse chegar ao segundo turno, Ciro seria eleito

Bruno Boghossian
Folha

Jair Bolsonaro foi até o púlpito em que estava Ciro Gomes pouco antes do debate entre os presidenciáveis, há duas semanas. Depois de um cumprimento, o presidente perguntou ao adversário: “Ô, Ciro, vai deixar o Lula voltar?”. Aos risos, o pedetista retrucou: “Isso é problema seu. Renuncia que eu derroto ele”.

O relato, feito por Ciro Gomes para explicar uma foto em que Bolsonaro cochicha em seu ouvido, mostra que o pedetista conhece o bloqueio numérico que o ameaça. Ainda que ele consiga melhorar seus números, a trajetória de recuperação de Bolsonaro torna reduzidas as chances de qualquer outro candidato enfrentar Lula num segundo turno.

DIFÍCIL VIRADA – Reviravoltas na reta final da campanha não são impossíveis, mas dificilmente ocorrem na dimensão que seria necessária para mexer na corrida deste ano.

Nas últimas cinco eleições, nenhum candidato que ostentava apenas um dígito nas pesquisas a três semanas da votação conseguiu uma vaga no segundo turno.

A principal mudança foi registrada em 2014. Na segunda semana de setembro, Dilma Rousseff liderava a disputa (36%), seguida de perto por Marina Silva (33%), com Aécio Neves em terceiro lugar (15%). O tucano drenou os votos de Marina e foi ao segundo turno com 11 pontos de vantagem sobre a ex-senadora.

NA ELEIÇÃO PASSADA – Em 2018, o próprio Ciro dividia a vice-liderança com Fernando Haddad a três semanas da votação. Ambos apareciam com 13%, atrás de Jair Bolsonaro (26%), mas o petista travou o crescimento de Ciro e foi ao segundo turno com o capitão. O pedetista chegou às urnas com 12,47%.

Nos dois casos, o cenário favoreceu aquele que era visto como principal desafiante de quem liderava as pesquisas. Como em 2018, pesa contra Ciro o fato de que ele não ocupa esse papel na cabeça do eleitor.

O pedetista ainda insiste nesse caminho ao manter Lula na mira. É provável que ele ajude a aumentar a rejeição ao ex-presidente, mas não consiga reduzir a diferença de 27 pontos para ultrapassar Bolsonaro e enfrentar o petista.

Nos EUA, Steve Bannon já está preso. Enquanto isso, aqui no Brasil, há uma outra realidade

Publicado em 11 de setembro de 2022 por Tribuna da Internet

EUA: aliado de Trump, Steve Bannon se entrega à Justiça em Nova York

Perdão de Trump a Bannon não tinha validade estadual…

Roberto Nascimento

O marqueteiro e investidor Steven Bannon, arquiteto das fake news que favoreceram a eleição de Donald Trump, foi preso sexta-feira em Nova York, acusado de lavagem de dinheiro, conspiração e formação de quadrilha. Bannon, que ainda é conselheiro da família Bolsonaro, recebia doações de campanha e usava o dinheiro para esquemas multimilionários, fraudando os doadores.

Centenas de investidores republicanos foram vítimas das trapaças de Bannon. Acreditaram nas crenças políticas do marqueteiro, e milhões de dólares foram desviados, objetivando o enriquecimento dele e de seus cúmplices;

PERDÃO PRESIDENCIAL – Uma das acusações é de que Bannon desviou um milhão de dólares das doações feitas para construção do novo muro na fronteira com o México.

Antes de deixar o cargo, Trump concedeu um perdão judicial ao seu marqueteiro, mas não contava que a decisão valesse somente para processos federais. E agora Bannon está sendo encarcerado no processo estadual, em que pode pegar 15 anos de cadeia.

Nos Estados Unidos, Bannon está liquidado, mas continua a influenciar a família Bolsonaro. Em relação à mecânica do Sete de Setembro, com atos nas ruas e discursos nos palanques de Brasília e Rio, a jornalista Malu Gaspar, de O Globo, mostrou que é semelhante à estratégia de Bannon. Além disso, é da grife dele a tática de causar uma desorientação nos eleitores, confundindo as massas através de fake news, posts e vídeos.

NOVA REALIDADE – Aqui no Brasil, a estratégia não está dando muito certo como em 2018, porque os resultados econômicos na vida real das pessoas está muito ruim, devido à carestia nas feiras e nos supermercados.

Nessa fase, os ataques do gabinete do ódio vão aumentar em todas as mídias e subir nas alturas no segundo turno, de modo a tornar o adversário num monstro do mal, para reconquistar votos perdidos devido aos múltiplos erros do governo nestes quatro anos.

Vamos aguardar os próximos capítulos da novela eleitoral, lembrando que No Brasil um deputndo federal também foi perdoado pelo nosso presidente, seguindo o exemplo de Trump. A diferença é que nos EUA a Justiça funciona melhor. Que inveja do sistema penal americano…

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