quinta-feira, maio 28, 2020

Celso de Mello vai relatar pedido de impeachment de Augusto Heleno, feito pelo PT


Em resposta após ameaças de Heleno, STF afirma que Celso de Mello ...
De repente, Heleno parece que não está mais agradando…
Raphael VeledaMetropoles
A nota assinada pelo ministro Augusto Heleno, do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) na última semana, prevendo “consequências imprevisíveis para a estabilidade nacional” se a apreensão do celular do presidente Jair Bolsonaro fosse determinada já rendeu dois pedidos de impeachment do ministro militar protocolados no Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro Celso de Mello será o relator de ambos.
O primeiro pedido de afastamento de Heleno por causa do tom de ameaça institucional da nota foi protocolado pelo advogado Ricardo Bretanha Schmidt na última segunda (25/05). Nesta terça, os deputados federais Célio Moura (PT-TO), Margarida Salomão (PT-MG) e Rogério Correia (PT-MG) apresentaram outro requerimento com o mesmo tema. Por isso, o sistema do Supremo entregou a relatoria do segundo ao ministro decano do Supremo, que já estava com o primeiro.
OS MOTIVOS – Na nota, publicada no último dia 22, o ministro diz que o pedido de apreensão do celular do presidente é “inconcebível” e “inacreditável”. O ministro diz ainda que a medida representaria uma “afronta” a Bolsonaro e “interferência inadmissível” de outro Poder na privacidade do presidente da República e na segurança institucional do país.
“O Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República alerta as autoridades constituídas que tal atitude é uma evidente tentativa de comprometer a harmonia entre os poderes e poderá ter consequências imprevisíveis para a estabilidade nacional”, diz trecho da nota do GSI.
A apreensão do celular de Bolsonaro, porém, nunca foi realmente determinada. Deputados que o denunciaram numa noticia-crime pediram a medida e Celso de Mello consultou a Procuradoria Geral da República, conforme determina a legislação processual, e assim o noticiário e as os debates nas redes sociais foram esquentados com uma medida normal de qualquer processo.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Só não é pura perda de tempo porque o general precisa aprender como é que a banda toca. Suas duas notas à nação foram absolutamente dispensáveis. (C.N.)

Dono da SmartFit pediu a empresários que financiassem rede de intrigas contra o Legislativo

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Corona financiou publicações e vídeos com conteúdo ofensivo ao STF
Alice Cravo
O Globo
O empresário Edgard Gomes Corona, de 63 anos, dono da maior rede de academias da América Latina, fundador da Bio Ritmo e Smart Fit, pediu em grupo de empresários financiamento para impulsionar mensagens contra o Legislativo. No grupo “Brasil 200 Empresarial”, Edgard escreveu que “Temos de impulsionar estes vídeos. Precisamos de dinheiro para investir em mkt”, depois de compartilhar pelo menos quatro mensagens contra o presidente da Câmara dos Deputados Rodrigo Maia (DEM).
O print foi apresentado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes em sua decisão que deflagrou a operação desta quarta-feira. Edgard está entre os empresários investigados no inquérito que apura fake news e ameaças ao Supremo.
SIGILO QUEBRADO – Por determinação de Moraes, responsável pelo inquérito, Edgard Corona teve o sigilo bancário e fiscal quebrado, além de ter sido alvo de busca e apreensão na operação desta quarta-feira. Ele deverá ser ouvido pela PF no prazo máximo de 10 dias.
Em sua decisão, Moraes pontua que o empresário é um dos possíveis financiadores de inúmeras publicações e vídeos com conteúdo ofensivo ao STF, bem como mensagens que defendem a “subversão da ordem” e incentivam a “quebra da normalidade institucional e democrática”.
INDÍCIOS – Ainda de acordo com o ministro, há indícios de que essas mensagens sejam disseminadas por robôs para que atinjam um número expressivo de leitores. É essa a estrutura financiada pelo grupo de empresários, incluindo Edgard Corona, que são investigados no inquérito. Alguns fazem parte de um grupo de WhatsApp chamado “Brasil 200 Empresarial”, onde organizariam o impulsionamento das publicações.
Criado em 2018 para dar suporte à tentativa de Flávio Rocha, dono da varejista Riachuelo, de se candidatar à Presidência, o “Brasil 200 Empresarial” conta com cerca de 300 empresários, entre eles os de grupos de varejo como Havan, Polishop, Bio Ritmo, Centauro e Gocil Segurança.
Edgard tem negócios no México, Chile e República Dominicana, além de ser dono de empresas no ramo agropecuário e imobiliário. Procurado pelo GLOBO, a assessoria do empresário disse que “Edgard Corona está à disposição da Justiça para os devidos esclarecimentos em investigação do STF”.
ATIVIDADES ESSENCIAIS – Recentemente, o presidente Jair Bolsonaro incluiu academias de ginástica no rol de atividades essenciais, para que sejam retiradas das proibições de abertura durante a pandemia de Covid-19. A medida teria sido pedida por Corona.
Aberto em março do ano passado por ordem do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, o inquérito é tocado pelo ministro relator Alexandre de Moraes,  por designação de Toffoli. O inquérito foi aberto por meio de portaria, e não a pedido da Procuradoria Geral da República (PGR), como é a praxe. Apesar de incomum, a situação está prevista no Regimento Interno do Supremo.
Seis deputados federais bolsonaristas são investigados: Bia Kicis, Carla Zambelli, Daniel Silveira, Filipe Barros, Cabo Junio Amaral e Luiz Philippe de Orléans e Bragança. Todos os seis ainda estão filiados ao PSL.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 –  Para quem não havia entendido o motivo da inclusão das academias de ginástica entre as atividades essenciais em plena pandemia por Bolsonaro, agora, desenhado, pode entender. Quando o presidente diz que as pessoas precisam voltar às rotinas, não está preocupado com a população, mas com os empresários que o apertam diariamente e cobram a fatura do apoio. (Marcelo Copelli) 

Está provado! Bolsonaro cometeu crime de prevaricação e Aras não pode arquivar o inquérito


Aras tem o dever de denunciar Bolsonaro", diz Fonteles, ex-PGR ...
Cláudio Fonteles diz que crime de Bolsonaro ficou comprovado
Cláudio Fonteles               
O caso Jair Messias Bolsonaro, que surge a partir de comportamento de Sergio Moro ao exonerar-se do cargo de Ministro da Justiça, e ante as razões que a tanto sublinhou, está em se saber se Jair Messias Bolsonaro interferiu ilegalmente no âmbito da Polícia Federal, ou não. Na investigação em curso – e ao que tudo indica prestes está a findar-se – tem-se que:
1º- Jair Messias Bolsonaro, em mensagem encaminhada a Sergio Moro, via celular, diz: “Moro: você tem 27 superintendências, eu quero apenas uma, a do Rio de Janeiro”.
2º- Em nova mensagem, mandada a 23 de abril, passado, e ante publicação no site “O Antagonista” estampando que a Polícia Federal estava no encalço de deputados bolsonaristas, disse Jair Messias Bolsonaro a Sergio Moro: “Mais um motivo para troca”.
3º- O delegado federal Maurício Valeixo, então Diretor-Geral da Polícia Federal, em seu depoimento afirmou que Jair Messias Bolsonaro desde agosto de 2019 desejava trocar a chefia da Polícia Federal no Rio de Janeiro. Disse mais: que nunca pediu, formalmente, exoneração do cargo que exercia, fazendo-o Jair Messias Bolsonaro por ato próprio.
4º- Os generais Augusto Heleno, Chefe do Gabinete de Segurança Institucional, e Luiz Eduardo Ramos, Chefe da Secretaria de Governo, testemunharam que Jair Messias Bolsonaro, na reunião ministerial do passado dia 22 de março, mencionou expressamente a Polícia Federal, além de outros órgãos de inteligência, em tom crítico.
5º- O delegado federal Carlos Henrique de Oliveira, depondo por uma segunda vez, disse ter se encontrado com Jair Messias Bolsonaro, no ano passado, provavelmente em outubro ou novembro, no Palácio do Planalto, em reunião intermediada pelo delegado federal Alexandre Ramagem.
DISSE BOLSONARO – No vídeo da reunião ministerial do dia 22 de março, Jair Messias Bolsonaro diz, textual e agressivamente:
“Eu não vou esperar f. a minha família toda, de sacanagem, ou amigos meus porque eu não posso trocar alguém da segurança na ponta da linha que pertence a estrutura nossa. Vai trocar! Se não puder trocar, troca o chefe dele! Não pode trocar o chefe dele? Troca o ministro! E ponto final! Não estamos aqui prá brincadeira”. (transcrição como reproduzida pelo jornal Correio Braziliense de 23.05 – pg. 04).
Esses fatos já são bastantes a que se tenha por bem caracterizada “a fumaça do bom direito” – fumus boni iuris – que é o que se exige ao ajuizamento de toda e qualquer acusação pública – denúncia – ante o Poder Judiciário.
Com efeito, inquestionável as invectivas que culminaram, por parte de Jair Messias Bolsonaro, na consolidação de ato de sua lavra, que sacramentou a demissão de Maurício Valeixo da Direção-Geral da Polícia Federal.
O QUE ALEGA A DEFESA? – Qual é a argumentação de Jair Messias Bolsonaro para pugnar pelo arquivamento da investigação e o consequente não oferecimento da denúncia?
Simplesmente, asseverar que na reunião do dia 22 de março não mencionara a Polícia Federal e que tratava, usando unicamente a palavra “segurança”, de sua segurança e de seus familiares.
Ora, os depoimentos, inclusive de seus Ministros militares, que lhe são mais chegados, desmentem objetivamente essa sua afirmação.
Aliás, na edição do dia 14 de maio, na página 03, o jornal Correio Braziliense estampa frase lacônica de Jair Messias Bolsonaro a dizer: “Ramos se equivocou”.
NÃO SE DIRIGIA A HELENO – Referia-se, sem qualquer base, eis que apresenta mera e solta frase, ao depoimento do general Luiz Eduardo Ramos como antes aqui se realçou.
Também, e por óbvio, sua ira não se voltava ao general Augusto Heleno – inclusive há passagem no vídeo em que justifica a crítica à ABIN por carência de pessoal – dada a notória amizade e ligação estreita entre ambos.obrar, na área da segurança, o Ministro Sergio Moro a quem, inclusive, dirige ostensivo olhar quando fala de: “Trocar o ministro”.
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ARQUIVAMENTO É JURIDICAMENTE IMPOSSÍVEL
Assim apresentado o caso, juridicamente impossível assuma o Procurador-Geral da República diretriz de arquivamento.
Insisto: os dados fáticos, incontroversos, são exuberantes à caracterização do fumus boni iuris a validar a acusação pública ante o Supremo Tribunal Federal.
Inequívoca a presença do crime de prevaricação, assim tipificado no artigo 319 do Código Penal brasileiro:
Artigo 319: “Retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal”. (grifei).
DEMISSÃO ILEGAL – Portanto, Jair Messias Bolsonaro ao demitir Maurício Valeixo do cargo de Diretor-Geral da Polícia Federal fê-lo em ato ilegal, porque despido de qualquer motivação válida, antes para atender sentimento pessoalescudar familiares e amigos, como está, cristalino, na transcrição de sua fala na reunião ministerial.
E o ato é ilegal porque, na dicção constitucional, a Polícia Federal não é Polícia do Poder Executivo, mas, e exclusivamente, polícia judiciária, assim constituindo-se em órgão do Estado (artigo 144 – §1º – inciso IV, da Constituição Federal).
APENAS PREVARICAÇÃO -Não cabe – como tenho ouvido aqui e acolá – tipificar-se criminalmente a conduta de Jair Messias Bolsonaro como advocacia administrativa. A incidência é plena do crime de prevaricação, e não de advocacia administrativa.
Que o Procurador-Geral da República, presente o princípio reitor da atividade do Ministério Público, que é o princípio constitucional da independência funcional – §1º do artigo 122, da Constituição Federal – cumpra com o seu dever funcional e, no caso Jair Messias Bolsonaro, acuse-o ante o Supremo Tribunal Federal pelo crime de prevaricação.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 –  Este artigo publicado no Blog de Cláudio Fonteles, ex-procurador-geral da República, mostra com previsão que Augusto Aras não tem condições jurídicas de arquivar o inquérito. Se o fizer, estará agindo de forma ainda mais criminosa do que o próprio Bolsonaro(C.N.)

Alvo de operação da PF, ativista bolsonarista ameaça Alexandre de Moraes : “Nunca mais vai ter paz”


Moraes pedirá que PGR tome providências sobre ameaças
Thais Arbex
O Globo
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, vai pedir ao procurador-geral da República, Augusto Aras, que tome providências cabíveis em relação aos ataques da ativista Sara Winter. Alvo da operação da Polícia Federal desta quarta-feira, dia 27, no inquérito que apura fake news e ataques contra integrantes da Corte, a ativista ameaçou em vídeo o ministro que conduz as investigações no Supremo.
Winter afirmou que “essa foi a pior decisão da vida” de Moraes e que o ministro “nunca mais vai ter paz”. “Pois você me aguarde, Alexandre de Moraes, o senhor nunca mais vai ter paz na vida. Hoje, o senhor tomou a pior decisão da vida do senhor”, disse.
VÍDEO – Segundo O Globo apurou, Moraes já encaminhou o vídeo para a Procuradoria-Geral da República. Como a ativista não tem foro perante ao Supremo, a tendência é a de que Aras encaminhe o caso para o Ministério Público Federal na primeira instância.
No filme, replicado nas redes sociais, a ativista também afirmou que vai “infernizar a vida” do ministro, bem como “descobrir os lugares” frequentados por ele, e “quais são as empregadas domésticas que trabalham” para Moares. “A gente vai descobrir tudo da sua vida, até o senhor pedir pra sair.”
AMEAÇA – Winter diz que sua vontade é “trocar soco” com o ministro, a quem se referiu como “filha da puta desse arrombado”. Ela ainda afirma que, “infelizmente”, não pode fazer isso porque o ministro não mora no mesmo estado que ela.
“Pena que ele mora em São Paulo porque se ele estivesse aqui eu já tava lá na porta da casa dele convidando ele pra trocar soco comigo. Juro por Deus, essa era a minha vontade, trocar soco com esse filha da puta desse arrombado. Infelizmente, eu não posso. Mas eu queria.”
TÁTICAS DE GUERRILHA – Apoiadora do presidente Jair Bolsonaro e criadora do grupo “300 pelo Brasil”, que chegou a montar barracas na Esplanada e divulgar manifestos sugerindo o uso de táticas de guerrilha para “exterminar a esquerda” e “tomar o poder para o povo”, Sara Winter foi uma dos 29 alvos de busca e apreensão da Polícia Federal nesta manhã.
“A PF acaba de sair da minha casa. Bateram aqui às 6h da manhã a mando do Alexandre de Moraes. Levaram meu celular e notebook. Estou praticamente incomunicável! Moraes, seu covarde, você não vai me calar!”, escreveu em suas redes sociais.
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NOTA DA REDAÇÃO DO SITE
 – Ainda que considere a ação ilegal, a modelo de ativista política, cuja prepotência soa mais para uma mera figuração em tempos de pseudo-celebridades virtuais, ultrapassa os limites da lei. Tenta conquistar audiência e desenhar a imagem de uma “líder de rebanho” revoltada, mas ignora o artigo 312 do Código de Processo Penal, que diz: “A prisão preventiva poderá ser decretada como garantia da ordem pública, da ordem econômica, por conveniência da instrução criminal, ou para assegurar a aplicação da lei penal, quando houver prova da existência do crime e indício suficiente de autoria.” Se em algum momento foi “vítima” de suposta ilegalidade, meteu os pés pelas mãos e conseguiu dar um tiro no próprio pé.  (Marcelo Copelli)

"Quem sabe o que planta nao teme a colheita"



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Hoje pela manhã 28.05.2020, logo ao adentar no WhatsApp encontro de cara com a perola acima exposta, onde como cidadão e por uma questão de justiça, obrigo-me a mais uma vez publicar uma matéria a respeito do assunto a bem da verdade, da moralidade para com a coisa pública, e da liberdade de expressão do cidadão de bem.
Não conheço o cidadão José Marcos Andrade Cruz nem tão pouco possuo procuração para defender o mesmo, mas como estão tentando amordaçar o aludido do mesmo modo de operar como tentaram amordaçar esse Blog por décadas para que a verdade não fosse dita,  no intuito da população ficar alheia as improbidades e aos desmandos, quero informar que o cidadão não fez nada mais nada menos do que exercer seu direito de cidadania defendendo a sua saúde e da população do povo de Jeremoabo.
Quem já teve a oportunidade de ler a Cartilha da ONG AMARRIBO que fala dos principais tipos de corrupção, já está familiarizado com a pratica que os improbos usam para inibir a população de se manifestar denunciando irregularidades, já que para isso usam a justiça.
O Senhor Marcos está sendo acusado na Justiça por haver de forma corajosa e honesta denunciado irregularidades na instalação ou implantação de Barreiras Sanitárias, cujo crime foi falar a verdade.
Portanto, em Jeremoabo para o cidadão ser honesto terá que pagar  preço alto.
É bom o povo de Jeremoabo entender que servidor público tem fé de ofício, fé pública, com isso quero informar a todos vocês cidadãos  de Jeremoabo, que o senhor Marcos além de provas através de fotos e vídeos tem a prova mais concreta, segura, que supera qualquer tentativa de mentira ou engodo
O Senhor Marcos se não possui  só é procurar a ONG-Transparência Jeremoabo, que lá nos seus arquivos existe ou áudio que rolou tanto no Facebook quanto em vários grupos do Watsapp  onde afirma e confirma que o lixo colocado na barreira sanitário foi autorizado por secretário da Prefeitura Municipal de Jeremoabo.
Portanto, senhor Marcos, o senhor não mentiu, o senhor está respaldado em fatos, respaldado na verdade, respaldado na informação de um servidor da Prefeitura Municipal de Jeremoabo que tem FÉ DE OFÍCIO.

quarta-feira, maio 27, 2020

Pedido de Aras para suspender inquérito das fake news tem "chance zero", dizem ministros do STF

Corte está unida para barrar "tentativa de intimidação"

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(Roberto Jayme/TSE)

Dois ministros do Supremo Tribunal Federal ouvidos pelo Blog de Gerson Camarotti no G1 disseram que não há possibilidade de o plenário da Corte atender ao pedido de suspensão do inquérito das fake news apresentado pelo procurador-geral da República, Augusto Aras.

Nas palavras de um dos ministros consultados, o tribunal está unido para barrar "qualquer tentativa de intimidação" de seus integrantes. Segundo ele, "chance zero" de prosperar o pleito de Aras.

Outro ministro considerou "estranho" o fato de o procurador-geral ter feito o pedido neste momento, horas depois de a Polícia Federal deflagrar uma operação para cumprir mandados de busca e apreensão contra figuras ligadas ao chamado Gabinete do Ódio do bolsonarismo.

https://www.conversaafiada.com.br/

Prefeito de Manaus, xingado por Bolsonaro na reunião ministerial, vai pedir prisão do presidente


Foto: Reprodução

Ouça a matéria clicando aqui!

O prefeito Arthur Virgílio Neto (PSDB), chamado de “bosta” pelo presidente Jair Bolsonaro, afirmou nesta quarta-feira (27) que vai entrar com uma queixa-crime contra o ex-capitão no Supremo Tribunal Federal (STF).

“Aproveitaram o vírus, tá um bosta de um prefeito lá de Manaus agora, abrindo covas coletivas. Um bosta”, disse Bolsonaro na reunião de 22 de abril.

Em nota enviada ao Uol, o tucano disse “esperar uma retratação formal daquele que deveria se portar na liturgia que o cargo exige […] principalmente no momento de grave crise na saúde e áreas afins provocada pela pandemia do novo coronavírus e que tem Manaus como uma das capitais brasileiras mais afetadas”.

Caso o prefeito concretize a acusação contra o presidente por injúria, o processo não dependeria de uma ação da Procuradoria-Geral da República (PGR), o que pode “acelerar” o processo.

Apresentada a queixa de crime contra a honra, o STF fica responsável por avaliar a acusação e, em caso de não-arquivamento, já envia um pedido de afastamento do presidente para a Câmara dos Deputados.

Com informações do Uol

https://revistaforum.com.br/






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