sábado, agosto 24, 2019

A Praça do Forró antes e agora.

No governo de Anabel critiquei porque estava assim.


O mau uso do dinheiro público em Jeremoabo tornou-se patológico alimentado pela impunidade.

                                   Parece corrente de segurar coqueria de avenca

 Essa foto abaixo é da grade da Prisão de Guantánamo desabando, sorte que na hora não tinha crianças brincando






Praça do Forró Agora na gestão Deri....




Jose Cleoairton Matos da Gama e outras 2 pessoas compartilharam uma publicação.


Uma das principais praças de nossa Jeremoabo: a Praça do Forró, destaca-se, nesse (des)governo, pela falta de organização do espaço e o descuido por parte das autoridades locais, que são responsáveis, ao menos, por manter o ambiente agradável e seguro para moradores, crianças e visitantes que pelo local passam diariamente durante diferentes partes do dia.
Num tempo não tão distante, nessa mesma Praça, crianças brincavam no parquinho, alunos jogavam basquete ou futebol, mas hoje o prefeito, que se titula - fazer tudo com a vontade do povo, não faz nem a devida manutenção do local, ao contrário está deixando tudo entregue ao tempo.
TRISTEZA. #chegalogo2020
Contra fotos, não há argumentos. 



Ministro da CGU participa do 4º Simpósio de Combate à Corrupção em Salvador (BA)

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Com o tema “Novos rumos no combate à corrupção e à criminalidade organizada: o Brasil pós Operação Lava Jato e a experiência italiana”, o simpósio teve por objetivo debater desafios e estratégias no combate à corrupção.
Wagner Rosário fez palestra sobre a atuação da CGU e abordou, em detalhes, os acordos de leniência no âmbito da Lei nº 12.846/2013. Ele abordou as vantagens desse instrumento tanto para a administração pública como para as empresas, explicando que o instituto do acordo de leniência está apoiado em quatro fundamentos: alavancagem investigativa, recuperação de ativos, programa de integridade e risco de perda de benefícios.

Infectologista explica como se prevenir contra

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Leia mais no A8SE: http://a8se.com/r/Ta50e

Governo publica mais de 500 autorizações de desmatamento horas após assinar compromisso pela preservação

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Erica dos Santos de Souza foi a última filha a prestar depoimento para a polícia; ela compareceu espontaneamente na delegacia

Deltan mudou contratos de palestras, e filantropia ficou de lado, apontam mensagens

Deltan Dellagnol repetiu seguidas vezes que o dinheiro ganho com suas palestras era destinado a instituições filantrópicas. Mas, a partir de 2017, o destino dos R$ 580 mil arrecadados com a fama da força-tarefa foi a sua conta corrente. https://interc.pt/VJfsp2308
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Desde 2017, procurador deixou doações em 2º plano e arrecadou ao menos R$ 580 mil; ele diz que seu propósito é cidadania

Em carta, delegados defendem “medidas legislativas” contra interferência de Bolsonaro na PF

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A PF não deve ficar sujeita a declarações polêmicas, diz a carta
Aguirre Talento
O Globo
Delegados da Polícia Federal divulgaram carta nesta sexta-feira, dia 23, na qual afirmam que a instituição não deve ficar sujeita a “declarações polêmicas em meio a demonstrações de força” do presidente Jair Bolsonaro (PSL). Assinada pela Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal (ADPF), a carta marcou o encerramento de evento sobre combate à corrupção organizado em Salvador pela entidade.
DECLARAÇÕES – Em tom crítico, a carta faz referência às declarações do presidente dadas nos últimos dias, nas quais afirmou que cabe a ele demitir o diretor-geral da Polícia Federal e indicar nomes para cargos na instituição. Defende ainda que, para blindar a instituição, o Congresso Nacional precisa aprovar medidas que permitam a independência funcional da PF e um mandato de dois anos para o diretor-geral da instituição, aos moldes como ocorre na Procuradoria-Geral da República.
“Nos últimos dias, veículos de imprensa de todo o Brasil destacaram comentários do Presidente da República sobre a nomeação para cargos diretivos da Polícia Federal. A lei atribui ao chefe do Poder Executivo a prerrogativa de nomear e exonerar o Ministro da Justiça e o Diretor-Geral da Polícia Federal. Respeitamos a autoridade conferida nas urnas ao Presidente da República. Somos uma carreira hierárquica e disciplinada, reconhecida pela qualificação técnica e admirada por toda a população brasileira”, diz trecho da carta.
DEMONSTRAÇÃO DE FORÇA – Prosseguem os delegados: “Contudo, a Polícia Federal não deve ficar sujeita a declarações polêmicas em meio a demonstrações de força que possam suscitar instabilidades em um órgão de imensa relevância, cujos integrantes são técnicos, sérios, responsáveis, e conhecedores de sua missão institucional. Em outros governos, por diversas ocasiões, a instituição sofreu pressões e tentativas de intervenção. Diante do que parece ser mais uma delas, é necessário e urgente que a Polícia Federal conquiste garantias constitucionais e legais para se tornar, de fato e de direito, uma polícia de Estado e não de governo”. O evento foi marcado por um clima de tensão e incerteza sobre os rumos da corporação, diante das declarações de Bolsonaro.
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LEIA A ÍNTEGRA DA CARTA DE SALVADOR:
“Carta de Salvador
Os Delegados de Polícia Federal reunidos na cidade de Salvador, Bahia, por ocasião do IV Simpósio Nacional de Combate à Corrupção, reafirmam suas convicções acerca dos valores, missão, significado e importância da Polícia Federal para o Estado Brasileiro. Nos últimos dias, veículos de imprensa de todo o Brasil destacaram comentários do Presidente da República sobre a nomeação para cargos diretivos da Polícia Federal. A lei atribui ao chefe do Poder Executivo a prerrogativa de nomear e exonerar o Ministro da Justiça e o Diretor-Geral da Polícia Federal. Respeitamos a autoridade conferida nas urnas ao Presidente da República.
Somos uma carreira hierárquica e disciplinada, reconhecida pela qualificação técnica e admirada por toda a população brasileira. Contudo, a Polícia Federal não deve ficar sujeita a declarações polêmicas em meio a demonstrações de força que possam suscitar instabilidades em um órgão de imensa relevância, cujos integrantes são técnicos, sérios, responsáveis, e conhecedores de sua missão institucional. Em outros governos, por diversas ocasiões, a instituição sofreu pressões e tentativas de intervenção. Diante do que parece ser mais uma delas, é necessário e urgente que a Polícia Federal conquiste garantias constitucionais e legais para se tornar, de fato e de direito, uma polícia de Estado e não de governo.
Neste sentido, medidas legislativas são fundamentais para impedir qualquer tentativa de interferência na Polícia Federal. O primeiro passo é a aprovação da proposta de emenda constitucional que confere autonomia administrativa e financeira, em tramitação há mais de dez anos na Câmara dos Deputados. Outro movimento importante é estabelecer o mandato ao Diretor-Geral, com escolha baseada em critérios técnicos, republicanos e com limites impostos pela lei. O dirigente máximo da Policia Federal deve ter o poder de formar a sua própria equipe, sem pressões de cunho político, partidário ou sob o risco de ser exonerado. Tal medida traria estabilidade para o órgão, conferindo previsibilidade administrativa. Nos últimos dois anos, a instituição teve quatro diretores diferentes. Não é produtivo que pessoas se perpetuem no comando, nem que sejam breves ao ponto de sequer poderem implementar os projetos.
A Polícia Federal enfrenta nos últimos anos dificuldades operacionais, estruturais e financeiras por conta de seguidos contingenciamentos sem o direito de encaminhar sua própria proposta orçamentária diretamente ao Congresso Nacional. É praticamente impossível planejar a reposição de mais de quatro mil cargos policiais vagos. Além do mais, é necessário promover concursos complexos para atrair os melhores profissionais do mercado e dispor de meios para treinar e capacitar todo esse contingente. Não se confunde autonomia com independência ou ausência de controle. Defendemos uma autonomia com regras claras, limites e com os critérios definidos pelo Congresso Nacional. Essa mudança não vai implicar em aumento de custos aos cofres públicos. A Polícia Federal deve ser vista como um investimento. Por intermédio de suas investigações, devolve ao Estado um valor muito acima do seu orçamento. Chamar a Polícia Federal de gasto significa ignorar todo o benefício que ela traz para sociedade, principalmente evitando e combatendo a corrupção.
A Polícia Federal já demonstrou à sociedade brasileira que merece toda sua confiança, respeito e apoio. Por isso, a ADPF, entidade representativa nacional dos Delegados Federais, espera que o Congresso Nacional, renovado, cuja base de campanha foi exatamente a valorização das instituições de segurança e o combate à corrupção, possa contribuir na aprovação de um sistema de proteção contra qualquer possibilidade de interferência na Polícia Federal, a fim de garantir a continuidade no combate à corrupção e ao crime organizado. A Polícia Federal tem 75 anos de história. Como diz o trecho do hino que aprendemos ainda na academia: “Somos fortes na linha avançada!”. Com base neste princípio, a ADPF permanecerá atenta na defesa incondicional da instituição e no aprimoramento de sua atuação.
Salvador, 23 de agosto de 2019. Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal – ADPF”

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