sexta-feira, janeiro 25, 2019

Presidência da Assembleia do Rio tem 231 cargos, que custam R$ 865 mil por mês


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Cabral e Picciani conseguiram esculhambar a Assembleia
Paulo Capelli e Thiago PradoO Globo
Sob a suspeita de ter assessores que repassam parte de seus salários para deputados, a Assembleia Legislativa do Rio ( Alerj ) registra uma quantidade acima da média nacional quando o assunto é cargo. Apenas para auxiliar o presidente da Casa, estão à disposição 231 postos de trabalho, divididos sob a rubrica “Presidência” e “Assessoria presidência”, o que totaliza um gasto de R$ 865 mil por mês. Os salários vão de R$ 1 mil a R$ 30,4 mil.
Para efeito de comparação, o presidente da Câmara dos Deputados, em Brasília, tem à sua disposição 38 funcionários, numa Casa que abriga 513 parlamentares, enquanto a Alerj tem apenas 70 deputados. Já o presidente do Senado, com 81 senadores, tem o auxílio de 56 servidores. E a presidência da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), com o mesmo número de deputados da Alerj, tem à sua disposição 12 funcionários, 5% do que está disponível no parlamento fluminense.
ADMINISTRAÇÃO – Apenas no setor administrativo da Alerj, a Casa tem 1.726 cargos em sua estrutura, que totalizam, caso preenchidos em sua integralidade, despesa de R$ 6,7 milhões por mês apenas com salários, sem considerar benefícios como auxílio-educação. A conta também não inclui servidores lotados nos gabinetes de parlamentares, o que aumentaria os gastos totais.
Responsável por cuidar de procedimentos administrativos, o deputado responsável pela “primeira secretaria” pode ter à sua disposição, por exemplo, 68 servidores a um custo de R$ 296 mil. Já o secretário-geral da mesa diretora, a quem compete conduzir o trâmite burocrático das votações, tem 66 pessoas em sua equipe. A diretoria-geral da Alerj, por sua vez, tem 97 postos. O número de funcionários destinados à corregedoria da Casa, porém, é mais modesto: há apenas seis vagas reservadas à área.
DENTISTAS DA ALERJ – Ao analisar o organograma do parlamento fluminense, é possível perceber o zelo da Casa com o sorriso e a saúde bucal de deputados e funcionários. A Alerj conta, até mesmo, com um departamento odontológico e uma coordenação odontológica. A estrutura permite que sejam contratados 23 profissionais para o primeiro setor e sete para o segundo.
A comodidade também se reflete na mobilidade dos parlamentares. São 74 funcionários no departamento de Transportes, à disposição para cuidar dos carros dos parlamentares e estacioná-los na garagem.
Procurado, o presidente da Alerj, André Ceciliano (PT), informou que, dos 231 cargos à sua disposição como presidente da Casa, 81 estão vagos. Já os outros 150 estão ocupados com pessoas que recebem salário e, segundo Ceciliano, batem ponto com frequência na Assembleia do Rio.
PROMESSAS — “Vamos fazer uma reestruturação e cortar no mínimo 30% dos cargos da administração da Alerj neste ano. De 2017 (com a saída do presidente Jorge Picciani, do MDB, preso na Lava-Jato) até agora, tenho atuado como presidente interino do interino. A cada 30 dias, o Wagner Montes (PRB), que é o primeiro vice, renovava a licença, e eu, segundo vice, continuava à frente da Alerj. A partir de fevereiro, como presidente efetivo, poderei fazer a reestruturação” — disse Ceciliano.
O petista concorrerá à presidência da Alerj no próximo dia 2 e é favorito na disputa. Ele promete reduzir de 63 para 40 o número de servidores a que cada deputado tem direito, mas não enviou à reportagem a lista de funcionários de cada gabinete.
LIMITES – Hoje, cada deputado estadual pode empregar 60 comissionados e solicitar três concursados, a um custo mensal de R$ 54.932,82 apenas com salários. Alguns gabinetes têm cerca de 25 metros quadrados, o que inviabilizaria, pela limitação de espaço físico, a atuação de 60 pessoas.
A assessoria da Alerj afirma que, muitos dos comissionados lotados em gabinetes de deputados atuam nas bases eleitorais dos políticos, fora do parlamento. A Casa tem hoje 5,5 mil servidores, sendo 4.226, ou 76%, comissionados, nomeados livremente, e 1.274 concursados.
MP investiga
Em função da reportagem de ontem do Globo que revelou a existência de 42 funcionários que recebem salário, assinam a folha de ponto, mas não aparecem na Procuradoria da Alerj, o Ministério Público do Rio informou que investigará os fatos retratados. A denúncia foi feita por duas procuradoras concursadas, Denise Okada Ahmed e Fátima Maria Amaral, que se recusaram a avalizar a lista de presença dos citados.
FISCALIZAÇÃO– Empossado em novembro do ano passado, após o comunicado das procuradoras, o novo procurador-geral da Alerj, Rodrigo Lopes Lourenço, publicou um decreto que criou o Regimento Interno da Procuradoria. Agora, as folhas de ponto são submetidas diretamente a ele.
A comparação com a Procuradoria da Assembleia de São Paulo revela a necessidade de um aumento na fiscalização. A Alesp tem quase a metade do número de funcionários nomeados na Procuradoria da Alerj: são 22, sendo todos concursados, contra 59 no parlamento fluminense, cuja maior parte é de comissionados. (Colaboraram Amanda Almeida e Gustavo Schimitt)
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – A Assembleia Legislativa do Rio se tornou uma usina de corrupção. No Congresso, nas outras Assembleias e nas Câmaras de Vereadores, o panorama visto da ponte é o mesmo. Vamos aguardar as mudanças, se é que acontecerão. (C.N.)

Juiz do DF marca depoimento de Palocci e Jobim sobre compra de caças suecos


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O juiz Vallisney é considerado tão rigoroso quanto Moro
Renato SouzaCorreio Braziliense
O juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal de Brasília, marcou para 18 de março o depoimento dos ex-ministros Antônio Palocci e Nelson Jobim como testemunhas no processo relacionado a compra de 36 aviões de caça da Suécia. A ação penal corre contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o filho dele Luis Cláudio Lula da Silva.
Lula é acusado de tráfico de influência na compra dos aviões de combate. A investigação sobre o assunto ocorreu no âmbito da Operação Zelotes, da Polícia Federal, em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é réu pelos crimes de tráfico de influência, organização criminosa e lavagem de dinheiro na compra de caças Gripen pelo governo federal.
OUTROS RÉUS – Além de Lula e do filho Luis Cláudio Lula da Silva, são réus na ação o casal de lobistas Mauro Marcondes e Cristina Mautoni. Os crimes teriam ocorrido entre 2013 e 2015, quando o petista, já como ex-presidente, teria participado de um esquema para beneficiar empresas durante a gestão de Dilma Rousseff como chefe do Executivo.
Os depoimentos de Palocci e Jobim foram cancelados anteriormente pelo desembargador Néviton Guedes para que outras testemunhas fossem ouvidas na Suécia, França e Reino Unido. Por conta disso, o juiz Vallisney pediu celeridade para esses países. Entre os depoimentos que devem ser tomados no exterior está o do ex-presidente da França, Nicola Sarkozy, nos quais os advogados de Lula dizem ser uma “testemunha imprescindível”.
IRREGULARIDADES – Na denúncia, apresentada em 2016, o Ministério Público Federal acusou os réus por “negociações irregulares que levaram à compra de 36 caças do modelo Gripen, por cerca de R$ 5,4 bilhões, pelo governo brasileiro e à prorrogação de incentivos fiscais destinados a montadoras de veículos por meio da Medida Provisória 627”.
Os procuradores afirmam que os crimes aconteceram entre 2013 e 2015, quando Lula, já ex-presidente, “integrou um esquema que vendia a promessa de que ele poderia interferir junto ao governo para beneficiar as empresas MMC, grupo Caoa e SAAB, clientes da empresa Marcondes e Mautoni Empreendimentos e Diplomacia LTDA (M&M)”.
Em troca, afirma a denúncia, Mauro e Cristina, donos da M&M, repassaram a Luis Cláudio pouco mais de R$ 2,5 milhões. Em maio de 2017, o mesmo juiz Vallisney rejeitou um pedido da defesa de Lula para absolvição sumária do ex-presidente na ação. (Matéria feita com informações da Agência Estado)

Enquanto outras cidades preserva sua história, a história de Jeremoabo está em ruína, no lixo.

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Enquanto outras cidades preserva sua história, a história de Jeremoabo está em ruína, no lixo.
Esse vídeo na inicial é parte da História do Barão de Jeremoabo preservada, noutras cidades, já o que temos de mais importante da nossa história, está em ruínas, no lixo.

Jeremoabo sem cultura, sem historia e sem moral

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“Um povo que não conhece a sua história está condenado a repeti-la”, disse há cerca de 50 anos Ernesto Ché Guevara.
A frase que se enquadra melhor para Jeremoabo é:

"POVO QUE NÃO RESPEITA SEU PASSADO E SUA HISTÓRIA NÃO É DIGNO DE FUTURO"


Todos esses desmandos, esses desgovernos que o povo de Jeremoabo vem amargurando, é porque desconhece a sua história, que de forma irresponsável e criminosa foi e continua sendo jogada no lixo. 

Lembro-me muito bem, que há uns 20 anos atrás o cidadão conhecido como " Lula de Zé de Lalau", encontrou no lixo da prefeitura municipal de Jeremoabo um livro de atas onde constava a posse do primeiro prefeito de Jeremoabo, bem como a sua emancipação politica, livro esse corroído pelo cupim.
Como preservar a história de um povo talvez não ofereça  brechas a curto prazo para improbidades, os aculturados governantes não se interessam.
Quero parabenizar o cidadão Marcelo do Sindicato, cidadão jeremoabense digno de elogios, que enxergando alto e longe, está denunciando uma das maiores riquezas e réliquas da história da origem de Jeremoabo jogada no abandono, tornando-se lixo.
Ser prefeito para se fazer todo mundo quer, agora ter capacidade e responsabilidade, é uma espécie há muito tempo em extinção. 
Fotos do final melancólico da história de Jeremoabo, verdadeiro desrespeito aos nossos antepassados.
















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O previsto está sendo sacramentado, o ex-procurador agora está Chefe de Gabinete do Prefeito

Nenhuma descrição de foto disponível.


Para nós não é novidade, desde o ano passado que anunciamos essa mudança, já que " manda quem pode obedece quem tem juízo".

Muito embora o ex-secretário tenha dito que " tava me dando muito trabalho, não compe

Sem comentários.


Bolsonaro precisa cassar a concessão da Vale em Brumadinho, agora e sem delongas


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Mais uma tragédia que se repete,mas não poderá ficar impune
Jorge Béja
O rompimento na tarde desta sexta-feira da barragem de Brumadinho não pode ficar impune pelo governo federal como ficou a tragédia de Mariana, três anos atrás. Naquela ocasião, foram muitos os apelos que, em artigos aqui na “Tribuna da Internet”, foram dirigidos à presidente Dilma Rousseff para que cassasse a concessão federal à Samarco. Foi em vão. Nada aconteceu.
Hoje, 25 de janeiro de 2019, nova tragédia se repete na mesma Minas Gerais, sem que ainda se saiba a sua verdadeira dimensão. Pelas imagens exibidas pelas televisões os danos não são de pequeno porte. O presidente Bolsonaro já ordenou a formação de uma força-tarefa de três ministros para irem até o local. Isso não dá em nada. Dilma também fez a mesma coisa, até sobrevoou Mariana.
CASSAR A CONCESSÃO – O que é preciso, imediatamente e sem delongas, é baixar um decreto cassando a concessão que a União assinou em favor da empresa responsável por Brumadinho, e no mesmo decreto de cassação abrir prazo para nova licitação, sem a participação do culpado pela tragédia de hoje.
“As jazidas, em lavra ou não, e demais recursos minerais e os potenciais de energia hidráulica constituem propriedade distinta da do solo, para efeito de exploração ou aproveitamento, e pertencem à União, garantida ao concessionário a propriedade do produto da lavra” (Constituição Federal, artigo 176).
Bolsonaro nem precisa esperar para baixaR o decreto. Esperar o quê e por quê? A tragédia está consumada. Consumada e repetida. Se o governo Bolsonaro repetir a frouxidão do governo Dilma, vêm aí mais tragédias iguais.

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