sábado, maio 13, 2017


Comitês se unem para enganar TSE, diz marqueteiro do PT em delação premiada
João Santana, o marqueteiro das campanhas eleitorais do PT, disse em depoimento à Lava Jato que as tesourarias de candidatos rivais promovem acordos subterrâneos para enganar o Tribunal Superior Eleitoral. Combinam os valores que irão declarar na prestação de contas oficial. Com isso, dão aparência de normalidade à contabilidade oficial. E fazem se esbaldam no caixa dois, “uma prática generalizada.” Santana insinuou que esse tipo de acerto foi feito na campanha de 2014 entre os comitês da petista Dilma Rousseff e do tucano Aécio Neves.http://uol.com/brkcMn

João Santana, o marqueteiro das campanhas eleitorais do PT, disse em depoimento à Lava Jato que as tesourarias de candidatos rivais promovem…
JOSIASDESOUZA.BLOGOSFERA.UOL.COM.BR|POR BLOG DO JOSIAS
Implicante
1 h
A senadora será julgada pelo STF, já que tem foro privilegiado. E a tática de questionar a imparcialidade do juiz não é exatamente nova.

Mas ela não é julgada pela primeira instância, pois tem Foro Privilegiado.
IMPLICANTE.ORG

Implicante
5 h
O ataque foi pesado. E disse mais: "Tudo isso faz parte também de um jogo retórico midiático"

Prometeram 50 mil, mas a contagem apontou para cerca de um décimo disso. E aí o petebista não perdoou. #Implicante
Diário do Poder compartilhou um link.
19 h
“Ela sugeriu que a gente mudasse para Cingapura, que ela ouviu falar que era um lugar muito seguro, que a Suíça já estava muito (visada)”, conta Mônica Moura.
DIARIODOPODER.COM.BR

sexta-feira, maio 12, 2017

Palocci decide negociar delação e afasta advogado contrário ao acordo

Negociação será feita por dois advogados de Curitiba; ex-ministro é réu em duas ações

Mônica Moura – Reprodução

Dilma ligou pessoalmente para avisar sobre prisão, afirma delatora


Mônica Moura registrou em cartório as provas do e-mail falso de Dilma

E-mail Dilma
O próprio cartório fez o acesso do e-mail falso
Deu em O Tempo(Agência Estado)
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Como se diz na linguagem policial, as provas cartoriais do e-mail falso podem ser consideradas “batom na cueca”, não tem com o réu se defender desse tipo de documento(C.N.)



Palocci retoma conversa com os advogados especialistas em delação premiada

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Charge do Baptistão (Portal UOL)
Mônica Bergamo
Folha











Odebrecht queria impedir a cooperação com Suíça, mas Dilma sabia que era inútil

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Charge do Sponholz (sponholz.arq.br)
Renata MarizO Globo
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – A estratégia da Odebrecht para evitar rastreamento do dinheiro sujo era pagar caixa 2 e propinas sempre em dinheiro vivo, aqui no Brasil, ou em depósitos nas contas no exterior. Dilma só se recusou a intervir porque Cardozo lhe informara que boicotar o acordo com a Suíça seria confissão de culpa. Além disso, os documentos das contas bancárias seriam enviados do mesmo jeito. A estratégia de Dilma e Cardozo, para evitar o impeachment, então passou a atribuir os “malfeitos” ao governo anterior e seguir em frente. Não foi nenhum ato de grandeza dela a posição de não querer atrapalhar o acordo com a Suíça(C.N.)

Lembrando o manto negro de Adaucto Lúcio Cardoso, que honrava o Supremo

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Adaucto era um juiz de verdade
José Eduardo Leonel Ferreira











E-mails de Dilma, no codinome “Iolanda”, se tornam provas de obstrução à Justiça

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Charge do Sponholz (sponholz.arq.br)
Eduardo BrescianiO Globo







Polícia Federal enfim chega ao BNDES e à Friboi, mas ainda falta Meirelles

Agentes federais cumprem  mandados de prisões
Fabio Serapião e Fausto MacedoEstadão

Onde a coisa funciona é assim, a lei é respeitada

MP recomenda que prefeito interino exonere cargos comissionados e de confiança em Ilha Solteira
Emanuel foi vice de Bento e Bento foi vice de Odília, quando tudo começou
Rodrigo Mariano   -  Hojemais Ilha Solteira
 27/01/2017 13:29:00

Emanuel renomeou quase todos os cargos de comissão e confiança do prefeito Bento (Foto: Rodrigo Mariano)
A promotora de justiça de Ilha Solteira (SP), Luciane Antunes Magnotti, recomendou ao prefeito interino Emanuel Zinezi Rodrigues (DEM), que adote providências necessárias à exoneração dos ocupantes de todos os cargos comissionados e funções de confiança, com exceção dos cargos de secretários municipais e diretores de departamento, no prazo de dez dias.

A recomendação administrativa foi assinada pela promotora na última terça-feira (24), e pede ainda que o prefeito interino promova a extinção de todos os cargos comissionados e as funções de confiança, salvo as acima mencionadas. O prazo de dez dias para a extinção passará a contar a partir da vacância dos cargos.

De acordo com a recomendação, os gastos com pessoal da Prefeitura de Ilha Solteira, em 2016, ultrapassavam os 51,3% da receita, atingindo, portanto, o limite prudencial previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal.

A promotora considera ainda que "foram nomeadas para a ocupação de cargos comissionados e funções de confiança com gratificação, em janeiro de 2017, mais de 130 pessoas, o que certamente, gera impacto financeiro ao orçamento municipal".

Relata ainda que, em 2008, o Tribunal de Justiça de São Paulo determinou a extinção de 81 cargos comissionados, porque possuíam funções meramente técnicas, profissionais e ou administrativas, de natureza permanente, e que não demandavam especial confiança do chefe do Executivo, à época, Odília Giantomassi Gomes.

A promotora lembra que o Tribunal de Justiça entendeu, na ação de inconstitucionalidade, que a crianção dos cargos comissionados criados na Prefeitura de Ilha Solteira afrontava a Constituição Federal e Estadual e permitia a possibilidade de "nomeação com vistas a objetivos particulares daquele que detiver o poder de nomear os eventuais ocupantes, em flagrante desvio de finalidade".

"Após o julgamento da ação em questão, foi editada mais de uma dezena de Leis Municipais criando novos cargos comissionados, em sua maioria, à semelhança daqueles cuja extinção havia sido determinada judicialmente, com aqueles de chefia de setores com função precipuamente burocrática e administrativa", considerou Luciane Magnotti, que completou: "Foram criados cargos de livre nomeação que não podem ser exercidos por comissionamento, nos moldes da Constituição Federal, porque possuem função técnica, burocrática, a qual deve ser ocupada por funcionário efetivo, aprovado em concurso público, como é o caso das funções de chefe de setor, chefe de divisão, assessor jurídico, assessor de imprensa, dentre outros".

Para a representante do Ministério Público, os cargos comissionados e as funções de confiança ora tratadas não retratam funções de assessoramento, chefia e direção e que, por esse motivo, deveriam ser exercidas exclusivamente por servidores ingressos no serviço público por meio de concurso para o exercício dessas funções, sob pena de afronta à Constituição Federal.

Gratificações
A recomendação revela ainda que, apesar da previsão da Lei Complementar Municipal nº 273/13 do pagamento de gratificação de 50% do salário ao servidor que prestar funções adicionais ao seu cargo, "da análise do conjunto legislativo de Ilha Solteira, não se encontra qualquer Lei que preveja quais são as funções gratificadas ou as funções de confiança existentes na estrutura da Administração, salvo na área da educação, do que se conclui pela ilegalidade das nomeações para tais funções".

A promotora ressalta ainda que houve nomeação para cargos e funções sem amparo legal, porque previstas em leis já extintas ou na Lei nº 99/05, cuja inconstitucionalidade fora declarada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo.

Tribunal de Contas
O Tribunal de Contas do Estado de São Paulo também se manifestou quanto às nomeações: "nota-se flagrante despreocupação do Município de Ilha Solteira quanto à obrigatoriedade do concurso público para admissão de pessoal. E, ainda, que 'não se pode dar conotação de necessidade temporária de excepcional interesse público a uma situação que mais se aproxima à falta de planejamento do órgão público'"

O outro lado
O prefeito interino Emanuel Zinezi Rodrigues disse ao Hojemais que está em viagem e que tomará conhecimento da recomendação na segunda-feira (30). Emanuel foi vice do prefeito Bento Sgarboza (DEM), que, por sua vez, foi vice da prefeita Odília Gomes, quando tiveram início as ações contra esses cargos comissionados e confiança.

Nota da redação deste Blog - Onde não respeitam a Lei é assim, vira esculhambação.




Isso é uma imoralidade, um desrespeito a todo cidadão de bem de Jeremoabo.  Um desrespeito a quem paga seus impostos. Isso é o dinheiro do povo jogado fora.


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