Juliana Colombo e Anay Curydo Agora
Quem está a procura de um imóvel usado não terá nenhum incentivo do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida. É preciso usar os financiamentos com recursos do FGTS ou da poupança, e as taxas variam bastante.
A edição impressa do Agora, nas bancas neste domingo (3 de maio) traz todas as taxas cobradas por nove instituições bancárias do país
No SFH (Sistema Financeiro da Habitação), que usa a grana da poupança para o crédito, o limite do valor do imóvel comprado foi elevado há cerca de um mês --passando de R$ 350 mil para R$ 500 mil. O prazo e a cota máxima de financiamento também foram aumentados, segundo regulamentação do CMN (Conselho Monetário Nacional).
É preciso ficar atento porque nem sempre a taxa mínima é mais baixa nos bancos públicos. As taxas mínimas são de 7,95% ao ano no Santander e no Real. Os valores variam de acordo com o valor do imóvel. A Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil são os únicos que financiam 90% do valor do imóvel. Os demais emprestam até 80%.
RendaNesse tipo de financiamento, com a grana da poupança, a maioria dos bancos não exige renda mínima para liberar o empréstimo, que tem prazo de 20 a 30 anos. Os bancos costumam fazer uma conta para saber o quanto o mutuário poderá pagar, já que será por muitos anos. Normalmente, o valor da prestação máxima fica em torno de 27% a 30% da renda familiar.
Para saber da capacidade de pagamento, os bancos realizam uma entrevista, na qual o mutuário leva seus documentos, como Imposto de Renda e extratos bancários. Quem está com o nome sujo não consegue o crédito.
Uma dica para antes de iniciar o pagamento é ter uma grana guardada. Isso porque as custas cartoriais e o pagamento de ITBI (Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis) podem chegar a 4% do valor de compra do imóvel. É possível usar a grana do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para amortizar o saldo devedor ou também pagar as parcelas.
Fonte: Agora
domingo, maio 03, 2009
Saiba como garantir três meses de aposentadoria
Paulo Muzzolondo Agora
Quem for pedir a aposentadoria após sair da empresa deve ficar atento para não perder até três meses de benefício. A DIB (data de início de benefício) do segurado considerada para o benefício deve ser o dia de de desligamento do emprego, quando a aposentadoria for solicitada até 90 dias após essa data.
Quem se aposenta nesse limite recebe pelo período entre a saída da empresa e a data que pediu o benefício.
Por outro lado, após o prazo de 90 dias, e para os segurados que ainda trabalham, a DIB a ser considerada será a do pedido --nesse caso, o trabalhador não terá direito de receber os valores atrasados.
Por isso, ao se aposentar, é melhor pedir o benefício dentro dos 90 dias após o desligamento da empresa para não ficar sem essa grana.
Fonte: Agora
Quem for pedir a aposentadoria após sair da empresa deve ficar atento para não perder até três meses de benefício. A DIB (data de início de benefício) do segurado considerada para o benefício deve ser o dia de de desligamento do emprego, quando a aposentadoria for solicitada até 90 dias após essa data.
Quem se aposenta nesse limite recebe pelo período entre a saída da empresa e a data que pediu o benefício.
Por outro lado, após o prazo de 90 dias, e para os segurados que ainda trabalham, a DIB a ser considerada será a do pedido --nesse caso, o trabalhador não terá direito de receber os valores atrasados.
Por isso, ao se aposentar, é melhor pedir o benefício dentro dos 90 dias após o desligamento da empresa para não ficar sem essa grana.
Fonte: Agora
Peça o benefício na hora certa e ganhe mais
Paulo Muzzolondo Agora
Quem está para se aposentar e quer ganhar um pouco a mais do INSS pode esperar um pouco para pedir o benefício e garantir um aumento de até 5,07%. O aumento vale para quem esperar até o aniversário para pedir a aposentadoria por tempo de contribuição.
Nessa aposentadoria, há a incidência do fator previdenciário, que pode diminuir em até 40% o valor do benefício. Quanto mais novo for o segurado, menor será o valor de seu benefício, e vice-versa.
Quem completar 35 anos de contribuição poucos meses antes de seu aniversário, poderá esperar até essa data para pedir a aposentadoria e garantir o aumento.
Se um segurado do INSS que começou a trabalhar aos 20 anos pedir o benefício aos 55 anos, quando completar 35 anos de contribuição, terá um fator de índice 0,726. Assim, se seu salário de benefício --a média das 80% maiores salários de contribuição-- for de R$ 1.000, ele terá uma aposentadoria inicial de R$ 726.
Se ele completar 56 anos de idade alguns meses depois de ter completado os 35 anos de contribuição, poderá passar a receber R$ 754, já que seu fator, nesse caso, será de 0,754.
"Ele vai perder poucos meses de aposentadoria, mas terá um aumento no benefício que irá lhe acompanhar pelo resto da vida", diz a advogada previdenciária Marta Gueller.
Nesse exemplo, o aumento só leva em conta a idade do segurado. Se ele esperar atingir os 56 anos trabalhando, seu aumento será ainda maior, porque, além de ter mais idade, terá também um tempo maior de contribuição.
Para ter uma ideia de quanto poderá ter de aumento, ele pode consultar o quadro. A tabela mostra de quanto será seu aumento se esperar o aniversário para pedir o benefício.
Fonte: Agora
Quem está para se aposentar e quer ganhar um pouco a mais do INSS pode esperar um pouco para pedir o benefício e garantir um aumento de até 5,07%. O aumento vale para quem esperar até o aniversário para pedir a aposentadoria por tempo de contribuição.
Nessa aposentadoria, há a incidência do fator previdenciário, que pode diminuir em até 40% o valor do benefício. Quanto mais novo for o segurado, menor será o valor de seu benefício, e vice-versa.
Quem completar 35 anos de contribuição poucos meses antes de seu aniversário, poderá esperar até essa data para pedir a aposentadoria e garantir o aumento.
Se um segurado do INSS que começou a trabalhar aos 20 anos pedir o benefício aos 55 anos, quando completar 35 anos de contribuição, terá um fator de índice 0,726. Assim, se seu salário de benefício --a média das 80% maiores salários de contribuição-- for de R$ 1.000, ele terá uma aposentadoria inicial de R$ 726.
Se ele completar 56 anos de idade alguns meses depois de ter completado os 35 anos de contribuição, poderá passar a receber R$ 754, já que seu fator, nesse caso, será de 0,754.
"Ele vai perder poucos meses de aposentadoria, mas terá um aumento no benefício que irá lhe acompanhar pelo resto da vida", diz a advogada previdenciária Marta Gueller.
Nesse exemplo, o aumento só leva em conta a idade do segurado. Se ele esperar atingir os 56 anos trabalhando, seu aumento será ainda maior, porque, além de ter mais idade, terá também um tempo maior de contribuição.
Para ter uma ideia de quanto poderá ter de aumento, ele pode consultar o quadro. A tabela mostra de quanto será seu aumento se esperar o aniversário para pedir o benefício.
Fonte: Agora
Lula defende liberdade de imprensa
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ontem que a revogação da Lei de Imprensa não deixa vácuo na legislação brasileira sobre o setor. Para o presidente, é preciso garantir a manutenção "total" da liberdade de imprensa. "Acho que não existe vácuo. O que precisamos garantir no Brasil é a manutenção da total liberdade de imprensa, que garante a consolidação do processo democrático nesse país", afirmou Lula, no Rio de Janeiro.
Anteontem à noite, o STF (Supremo Tribunal Federal) revogou a Lei de Imprensa, criada no regime militar. Agora, os jornalistas ficam submetidos à Constituição Federal e aos códigos Penal e Civil. A extinção da lei teve voto favorável de sete dos 11 ministros da Corte. Votaram a favor da revogação total os ministros Carlos Alberto Menezes Direito, Cezar Peluso, Carmen Lucia, Ricardo Lewandowski e Celso de Mello. Eles seguiram os votos do relator do caso, Carlos Ayres Britto, e do ministro Eros Grau, que apresentaram seus posicionamentos na sessão de 1º de abril.
Os ministros Joaquim Barbosa, Ellen Gracie e Gilmar Mendes, presidente do STF, sugeriram a revogação parcial da lei. O ministro Marco Aurélio Mello votou pela manutenção da norma e a criação de novas regras. Após a votação, Mendes disse que revogação da lei não impende que o Congresso Nacional formule uma nova regra para regulamentar as práticas jornalísticas.
No entendimento de Mendes, uma norma sobre direito de resposta é importante para garantir preceitos constitucionais. Para o presidente do STF, como julgamentos de ações contra jornalistas passam a ser feitos com base na Constituição Federal e nos códigos Penal e Civil, há dispositivos que precisam ser regulamentados, como o direito de resposta. Para Mendes, o artigo quinto da Constituição, que trata do tema, é vago.
O presidente nacional da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Cezar Britto, elogiou a decisão da maioria dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) de tornar sem efeito a Lei de Imprensa. A partir de agora, os jornalistas ficam submetidos à Constituição Federal e aos códigos Penal e Civil.
Segundo Britto, a decisão foi fundamental para a defesa da liberdade de expressão, a fim de se evitar a volta do autoritarismo. Ele afirma que a suspensão da lei coloca o Brasil na melhor trilha democrática e retira do mundo jurídico um dos chamados entulhos autoritários.
O presidente da OAB também defendeu um "novo disciplinamento" pelo Congresso Nacional para criar mecanismos que regulem o direito de resposta. Segundo a entidade, a tese é apoiada pelo presidente da ABI (Associação Brasileira de Imprensa), Maurício Azêdo. "É evidente que, com a revogação, haverá questões que remanescem. Serão objeto de cuidado do Legislativo." A extinção da lei foi apoiada por sete dos 11 ministros da Corte. Votaram a favor da revogação total os ministros Carlos Alberto Menezes Direito, Cezar Peluso, Carmen Lucia, Ricardo Lewandowski e Celso de Mello.
Eles seguiram os votos do relator do caso, Carlos Ayres Britto, e do ministro Eros Grau, que apresentaram seus posicionamentos na sessão de 1º de abril. Os ministros Joaquim Barbosa, Ellen Gracie e Gilmar Mendes sugeriram a revogação parcial da lei e o ministro Marco Aurélio Mello votou pela manutenção da norma e a criação de novas regras. Para os ministros favoráveis, a lei é incompatível com a Constituição.
"O preço do silêncio para a liberdade dos povos é muito mais alto do que a livre circulação das ideias. Não é possível legislar com conteúdo punitivo que criem condições de intimidação. Por outro lado, a dignidade da pessoa humana deve ser assegurada para a liberdade de imprensa", afirmou Menezes Direito no seu voto.
Fonte: Tribuna da Bahia
Anteontem à noite, o STF (Supremo Tribunal Federal) revogou a Lei de Imprensa, criada no regime militar. Agora, os jornalistas ficam submetidos à Constituição Federal e aos códigos Penal e Civil. A extinção da lei teve voto favorável de sete dos 11 ministros da Corte. Votaram a favor da revogação total os ministros Carlos Alberto Menezes Direito, Cezar Peluso, Carmen Lucia, Ricardo Lewandowski e Celso de Mello. Eles seguiram os votos do relator do caso, Carlos Ayres Britto, e do ministro Eros Grau, que apresentaram seus posicionamentos na sessão de 1º de abril.
Os ministros Joaquim Barbosa, Ellen Gracie e Gilmar Mendes, presidente do STF, sugeriram a revogação parcial da lei. O ministro Marco Aurélio Mello votou pela manutenção da norma e a criação de novas regras. Após a votação, Mendes disse que revogação da lei não impende que o Congresso Nacional formule uma nova regra para regulamentar as práticas jornalísticas.
No entendimento de Mendes, uma norma sobre direito de resposta é importante para garantir preceitos constitucionais. Para o presidente do STF, como julgamentos de ações contra jornalistas passam a ser feitos com base na Constituição Federal e nos códigos Penal e Civil, há dispositivos que precisam ser regulamentados, como o direito de resposta. Para Mendes, o artigo quinto da Constituição, que trata do tema, é vago.
O presidente nacional da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Cezar Britto, elogiou a decisão da maioria dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) de tornar sem efeito a Lei de Imprensa. A partir de agora, os jornalistas ficam submetidos à Constituição Federal e aos códigos Penal e Civil.
Segundo Britto, a decisão foi fundamental para a defesa da liberdade de expressão, a fim de se evitar a volta do autoritarismo. Ele afirma que a suspensão da lei coloca o Brasil na melhor trilha democrática e retira do mundo jurídico um dos chamados entulhos autoritários.
O presidente da OAB também defendeu um "novo disciplinamento" pelo Congresso Nacional para criar mecanismos que regulem o direito de resposta. Segundo a entidade, a tese é apoiada pelo presidente da ABI (Associação Brasileira de Imprensa), Maurício Azêdo. "É evidente que, com a revogação, haverá questões que remanescem. Serão objeto de cuidado do Legislativo." A extinção da lei foi apoiada por sete dos 11 ministros da Corte. Votaram a favor da revogação total os ministros Carlos Alberto Menezes Direito, Cezar Peluso, Carmen Lucia, Ricardo Lewandowski e Celso de Mello.
Eles seguiram os votos do relator do caso, Carlos Ayres Britto, e do ministro Eros Grau, que apresentaram seus posicionamentos na sessão de 1º de abril. Os ministros Joaquim Barbosa, Ellen Gracie e Gilmar Mendes sugeriram a revogação parcial da lei e o ministro Marco Aurélio Mello votou pela manutenção da norma e a criação de novas regras. Para os ministros favoráveis, a lei é incompatível com a Constituição.
"O preço do silêncio para a liberdade dos povos é muito mais alto do que a livre circulação das ideias. Não é possível legislar com conteúdo punitivo que criem condições de intimidação. Por outro lado, a dignidade da pessoa humana deve ser assegurada para a liberdade de imprensa", afirmou Menezes Direito no seu voto.
Fonte: Tribuna da Bahia
Após Cunha Lima e Jackson Lago, TSE pode cassar mais oito governadores
Folhapress
Após cassar o mandato de Cássio Cunha Lima (PSDB), ex-governador da Paraíba, e de Jackson Lago (PDT), ex-governador do Maranhão, o Tribunal Superior Eleitoral(TSE ) vai julgar processos contra outros oito governadores, que também estão ameaçados de perderem seus cargos.
Estão sob ameaça de perderem seus mandatos os governadores Luiz Henrique da Silveira (PMDB), de Santa Catarina; Ivo Cassol (sem partido), de Rondônia; Marcelo Déda (PT), de Sergipe; Marcelo Miranda (PMDB), de Tocantins; José de Anchieta Júnior (PSDB), de Roraima; Waldez Goés (PDT), do Amapá; e os recém empossados José Maranhão (PMDB), da Paraíba, e Roseana Sarney (PMDB), do Maranhão.
Maranhão foi empossado em fevereiro deste ano após Cunha Lima ter o mandato cassado pelo TSE. Agora, responde a um processo de cassação apresentado pelo PSDB. O partido alega que Maranhão foi beneficiado por interferência dos veículos de comunicação ligados ao seu suplente no Senado, Roberto Cavalcanti (PRB-PB).
Os partidos de oposição no Maranhão, PSDB, PSB e PT, ingressaram com uma ação no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) pedindo a cassação do diploma de Roseana, que no mês passado assumiu o governo no lugar de Jackson Lago. Os partidos argumentam que a governadora cometeu irregularidades nas eleições de 2006.
O governador de Santa Catarina é acusado de abuso de poder e propaganda ilegal durante campanha eleitoral. Já o de Sergipe responde a processos por abusos de poder econômico e político, assim como o do Amapá, que também é acusado de conduta proibida a agente público.
Em fevereiro do ano passado, o processo contra Luiz Henrique foi iniciado e interrompido. Na ação, o peemedebista é acusado de uso indevido dos meios de comunicação, propaganda eleitoral ilegal do governo em jornais do Estado, emissoras de rádio e televisão - supostamente com as despesas pagas pelos cofres públicos.
Já o governador de Rondônia contabiliza uma vitória, pois obteve no TSE liminar suspendendo a execução de decisão do TRE de Rondônia, que determinava o afastamento dele do cargo. Cassol é acusado de abuso econômico e compra de votos.
O governador de Sergipe responde a processo por propaganda irregular na campanha eleitoral de 2006. O governador de Tocantins também é processado no TSE sob a acusação de realização de propaganda eleitoral irregular e utilização ilegal de meios de comunicação.
O governador de Roraima é acusado no processo contra o governador Ottomar Pinto (PSDB), que morreu em 2007. Como Anchieta assumiu o lugar de Ottomar, o Ministério Público Eleitoral entende que o processo deve ser transferido para Anchieta. Ottomar é acusado de ter distribuído geladeiras e outros bens no Dia das Mães de 2006, o que configuraria crime eleitoral.
Fonte: Tribuna da Bahia
Após cassar o mandato de Cássio Cunha Lima (PSDB), ex-governador da Paraíba, e de Jackson Lago (PDT), ex-governador do Maranhão, o Tribunal Superior Eleitoral(TSE ) vai julgar processos contra outros oito governadores, que também estão ameaçados de perderem seus cargos.
Estão sob ameaça de perderem seus mandatos os governadores Luiz Henrique da Silveira (PMDB), de Santa Catarina; Ivo Cassol (sem partido), de Rondônia; Marcelo Déda (PT), de Sergipe; Marcelo Miranda (PMDB), de Tocantins; José de Anchieta Júnior (PSDB), de Roraima; Waldez Goés (PDT), do Amapá; e os recém empossados José Maranhão (PMDB), da Paraíba, e Roseana Sarney (PMDB), do Maranhão.
Maranhão foi empossado em fevereiro deste ano após Cunha Lima ter o mandato cassado pelo TSE. Agora, responde a um processo de cassação apresentado pelo PSDB. O partido alega que Maranhão foi beneficiado por interferência dos veículos de comunicação ligados ao seu suplente no Senado, Roberto Cavalcanti (PRB-PB).
Os partidos de oposição no Maranhão, PSDB, PSB e PT, ingressaram com uma ação no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) pedindo a cassação do diploma de Roseana, que no mês passado assumiu o governo no lugar de Jackson Lago. Os partidos argumentam que a governadora cometeu irregularidades nas eleições de 2006.
O governador de Santa Catarina é acusado de abuso de poder e propaganda ilegal durante campanha eleitoral. Já o de Sergipe responde a processos por abusos de poder econômico e político, assim como o do Amapá, que também é acusado de conduta proibida a agente público.
Em fevereiro do ano passado, o processo contra Luiz Henrique foi iniciado e interrompido. Na ação, o peemedebista é acusado de uso indevido dos meios de comunicação, propaganda eleitoral ilegal do governo em jornais do Estado, emissoras de rádio e televisão - supostamente com as despesas pagas pelos cofres públicos.
Já o governador de Rondônia contabiliza uma vitória, pois obteve no TSE liminar suspendendo a execução de decisão do TRE de Rondônia, que determinava o afastamento dele do cargo. Cassol é acusado de abuso econômico e compra de votos.
O governador de Sergipe responde a processo por propaganda irregular na campanha eleitoral de 2006. O governador de Tocantins também é processado no TSE sob a acusação de realização de propaganda eleitoral irregular e utilização ilegal de meios de comunicação.
O governador de Roraima é acusado no processo contra o governador Ottomar Pinto (PSDB), que morreu em 2007. Como Anchieta assumiu o lugar de Ottomar, o Ministério Público Eleitoral entende que o processo deve ser transferido para Anchieta. Ottomar é acusado de ter distribuído geladeiras e outros bens no Dia das Mães de 2006, o que configuraria crime eleitoral.
Fonte: Tribuna da Bahia
sábado, maio 02, 2009
A CIDADE É A NOSSA REALIDADE

* Laerte Braga
O fator decisivo para a Revolução Francesa foram os burgos. As cidades. O esvaziamento do poder dos senhores feudal. A percepção da importância e da força das cidades. Não importa que as características do movimento tenham sido como derivado da própria palavra burgo, características burguesas. Foi o primeiro instante de afirmação da cidade no contexto de tempo e espaço, evidente, no mundo Ocidental. Na Grécia antiga, berço da nossa civilização, ou da forma de ser de nossa civilização, as cidades, a polis, abrigava a essência do que viria a ser a nação grega do ponto de vista histórico. Hoje temos consciência e se não ainda a adquirimos devemos buscá-la que a cidade é a realidade imediata de cada um de nós. O resto é ficção jurídica. Não existe Nação forte sem cidade forte. A palavra cidadão lembra cidade. O exercício da cidadania se dá na cidade. É na cidade que nascemos, que crescemos, nos formamos, constituímos nossas famílias, nascem nossos filhos, produzimos, vivemos e morremos.É nesse ciclo que continuamos a vida nos nossos descendentes. Os últimos anos, principalmente depois da queda da União Soviética, com a chamada Nova Ordem política e econômica, as cidades têm sido esvaziadas e perdido o seu poder. O poder de decidir sobre seus destinos. Educação, saúde, meio-ambiente, toda uma gama de problemas que dizem respeito direto ao cidadão e seus direitos por conta do Estado centralizado, do poder tecnológico em mãos de poucos e da obsessão de uma forma de progresso que, na prática, por não ser comum a todos os cidadãos acaba sendo privilégio de uns poucos. A ditadura militar retirou da cidade e dos cidadãos, lógico, direitos básicos e fundamentais que não foram repostos pela Constituição de 1988, à medida que os castelos políticos dos donatários das novas capitanias hereditárias (Sarney no Maranhão e no Amapá, por exemplo) não permitiram. Querem as cidades submetidas ao jugo dos seus interesses mesquinhos e coronelescos e para isso se valem do poder local, de cada cidade, para perpetuar uma situação de crescente e contínua injustiça. Usam todos os meios e a centralização permite que o próprio Judiciário seja instrumento de opressão. Não vamos encontrar saída e nem vamos legar aos nossos filhos um mundo justo e livre, se não formos capazes de resgatar a importância e o peso das nossas cidades como instrumentos de construção de uma Nação forte e livre. Daí a importância da comunicação local. Que foge às formas de espetáculo da sociedade em nossos dias e que nos impinge uma cultura padronizada e única como sendo verdade absoluta, em detrimento de valores essenciais de cada uma das nossas cidades. De sua história. De sua gente. Esse o desafio que enfrentamos. A comunicação. É partir da capacidade que vamos adquirir pela compreensão e percepção da história, que vamos a partir das cidades, de cada uma de nossas cidades, promover o reencontro com valores como liberdade, solidariedade, fraternidade, colocar cada tijolo de um mundo onde possamos respirar ar puro em todos os sentidos, falo inclusive do moral, do ético, tomando a ética como sendo a do bem. Não nos valem, em boa parte das vezes, as grandes chaminés, ou os grandes fornos do chamado progresso se não formos capazes de nos reconhecermos no outro, no vizinho, no amigo, no próprio adversário, mas na cidade. Na preservação de cada um canto e recanto, não importa quantos anos tenha a sua cidade, de cada passo dado em cada calçada, pisada por nossos ancestrais, em última instância, os que nos possibilitaram a vida. Recobrar o sentido cidadão da vida. Muitas vezes procuram desqualificar a cidade em nome do suposto progresso com adjetivos negativos. O maior de todos os adjetivos de uma cidade é sua identidade. E sua identidade é seu povo que forja. O resto? O resto é o resto. São as bandas, os coretos, as cadeiras na calçada no fim da tarde que fazem do ser humano, exatamente um ser humano e não um objeto consumidor. É o comadrio e compadrio no seu sentido de solidariedade e afeto. A mão estendida Essa é a nossa primeira luta. É na cidade que encontramos roseiras e frutos. E na cidade que colhemos as rosas e os frutos.
* Laerte Braga é jornalista e analista político nascido em Juiz de Fora, trabalhou no Estado de Minas e no Diário Mercantil.
Presenteou este Blog com a matéria acima, tendo em vista o mesmo haver atingido 200 mil visitações com muito suor, sangue e lágrmas.
OS CORDEIROS E A GRIPE SUÍNA
Laerte Braga
Não sei se Gilmar Mendes tem alguma coisa a ver com isso. Sei que o presidente da STF DANTAS INCORPORATION LTD ligou para a governadora do Pará e pediu a ela que tomasse providências enérgicas contra o MST – Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra –. O “presidente” da empresa dita suprema corte tem negócios por lá em parceria com Daniel Dantas. Sei também que o ministro Carlos Alberto Menezes “Direito” (cúmulo da esculhambação), funcionário qualificado da STF DANTAS INCORPORATION LTD e empregado de Gilmar Mendes no tal Instituto Brasiliense de Direito Público, desde os tempos de ministro – vá lá – do STJ – dito Superior Tribunal de Justiça – entrou na farra das passagens. As passagens em si existem em qualquer parlamento ou tribunal de qualquer país do mundo e se prestam a que parlamentares e juízes possam se movimentar no exercício de suas funções, ou para o melhor exercício dessas funções e, como gostam de dize, “em sendo necessário”. O tal “Direito” – putzgrila é o fim – gostava de viajar de primeira classe, furar as filas de embarque em viagens para o exterior com a mulher, com toda a certeza no tal “em sendo necessário” e no regresso com a “missão cumprida” passava ao largo da Alfândega. Tudo isso tem um nome segundo outro ministro Marco Aurélio Melo – liturgia –. A liturgia da tal suprema corte. Difere na forma, só na forma, na essência é a mesma coisa da liturgia do Comando Vermelho, ou do PCC. Aproxima-se da liturgia, por exemplo, de qualquer banco do mundo, ou laboratório especialista em produção de medicamentos contra gripes. Nesse diapasão vivemos a temporada da gripe suína. Já tivemos aquela atribuída aos frangos e com certeza teremos a dos canários, dos urubus, a dos beija-flores, tudo na esteira dos cordeiros que William Bonner chama de Homer Simpson. Corrida às farmácias. E a culpa é do México. Com transformação do México em estado da federação norte-americana e o tal do NAFTA, tratado de livre comércio que envolve os EUA e o Canadá – o México repito é província, estado – os norte-americanos descobriram que poderiam despejar todos os dejetos industriais, químicos, nucleares, hospitalares no seu mais novo estado. Podiam criar um muro para evitar que mexicanos fossem lá perturbá-los e aproveitar alguns para serviços domésticos, ou funções outras que não aquelas compatíveis com os altos desígnios dos senhores do mundo. Uma tal Smithfiel Foods mantém a 10 quilômetros da cidade de La Glória, um daqueles povoados onde ainda se toca La Malagueña uma criação de porcos das Granjas Carrol. Foi por ali nesse antro de progresso que se manifestaram pela primeira vez sintomas do que hoje com todas as letras se intimida como pandemia. E foi que um menino de 4 anos, Edgard Hernández contraiu o vírus. Vírus originário de suínos, os populares porcos, em ser humano, pelo menos em tese, mutações genéticas e pronto. Prato feito. Está na coluna de “decorrências previsíveis do progresso” É só juntar as empresas do setor, os laboratórios que produzem os medicamentos para o combate a esse tipo de gripe e tirá-los da perspectiva de falência. Uma boa verba publicitária e um ajuste com a Organização Mundial de Saúde, monitorada pelos grandes laboratórios e qualquer William Bonner da vida muda de expressão e assume ares de respeitabilidade e preocupação com o próximo – não tem a menor idéia do que seja isso, mas tem que representar – e coloca todos os cordeiros em fila indiana nem tanto na busca de proteção contra a tal gripe. Fatura ainda a indústria de máscaras. Pandemia, tantos casos não sei onde, ameaça de morte de tantas pessoas e reflexo na economia, claro. As ações dos laboratórios GLAXO e ROCHE, ambos em baixa, disparam nas bolsas do mundo inteiro. Um médico que viveu semelhante situação na gripe aviária dá conta que passado o pânico forjado, montado, boa parte dos hospitais tiveram que jogar fora mais de 90% dos medicamentos estocados para o combate à gripe. Como não houve a tal pandemia, expirou a data de validade dos ditos medicamentos. Um golpe desse porte nem Gilmar Mendes, ou Fernando Henrique Cardoso – apesar da familiaridade com porcos, ou porcarias, como a filha no Senado, recebendo sem trabalhar –. É negócio de bilhões, de fazer inveja a qualquer quadrilha em qualquer canto do mundo. Só não explicam que as tais Granjas Carroll produzem um milhão de porcos por ano e as fezes e urinas dos ditos são depositadas em tanques de oxidação, ao ar livre e ali vira uma espécie de moradia de moscas. Formam assim que nem nuvens de gafanhotos e depois vão se espalhando pelos quatro cantos dos quatro cantos do mundo. Os moradores de La Glória uma cidade em nível inferior ao das granjas – solo –, recebe, de quebra, água poluída nos riachos e nos chamados lençóis freáticos. O subsolo está contaminado pelos tanques. Denúncias? As mais diversas. Providências. Paciência, alguém tem que pagar pelo “progresso”. Nos EUA não querem saber das tais granjas. Os governos dos estados – esses com estrelas na bandeira do Tio Sam, o México ainda não alcançou esse galardão – da Virginia e da Carolina do Norte expulsaram a empresa de suas áreas que por conta do NAFTA, foram para o México em 1994. Atanásio Duran é o nome de um deputado que levou documentos desse fato ao Parlamento do extinto México – extinto como país livre e soberano. Para ficar por aqui, sem considerar outras tantas questões, como a forma como os porcos são criados, a alimentação que recebem, hormônios, antibióticos, etc, tudo para estalar um lombo dourado e suculento no churrasco de domingo, ou do feriado, nos melhores restaurantes em criações de arte dos melhores chefes de cozinha, sem falar que a empresa mantém uma “fundação social” em La Glória, onde aplica uma miséria para disfarçar os crimes que comete. Obama quando fala em Cuba, Venezuela, Bolívia, etc, fala em “esperamos gestos de boa vontade desses governos para conversarmos”. Quem disse que ele é negro no sentido histórico da palavra? Branco de olhos azuis. Que gestos de boa vontade? Pense bem. Um esforço assim de meia hora sem televisão. Que diferença tem o tratamento dispensado aos porcos em La Glória e aos humanos no resto do mundo pela indústria do progresso e dos avanços tecnológicos? Entra aí a questão das pequenas propriedades rurais em que a criação de animais atende à demanda de cada uma das localidades e pessoas, lógico, mas não proporciona lucros fabulosos às grandes empresas à direita do deus MERCADO. Aí a reforma agrária é mal negócio. Para eles. As gripes são reflexo do modelo, conseqüência do modelo – político e econômico – e uma especialista no assunto, Dona Miriam Leitão recebe para defender todas as porcarias necessárias aos porcos que comandam os “negócios” dos suínos animais. É uma grande cadeia. Mas aquela onde deveriam estar os empresários do “progresso”, Gilmar Mendes, o tal “Direito” Daniel Dantas, todos à direita do deus MERCADO ou braços do esquema como a mídia, a grande mídia que vende a idéia de PANDEMIA. Palavra trissílaba, mas com um efeito devastador para os cordeiros cá embaixo e altamente lucrativo por porcões lá de cima. Soa até assim que nem os Cavaleiros da Távola Redonda chegando para libertar o povo inglês oprimido e o diabo a quatro. Só que isso é lenda, gostosa de se ler, de se ver, mas o tal “progresso” não. Não tem como um rei Artur arrancar a espada da pedra e Merlin preparar poções mágicas. Os laboratórios em associação com a agroindústria, o agro negócio, os bancos, as grandes corporações, a turma toda, empresários, latifundiários e banqueiros, sumiram com a espada, com a pedra, com tudo e tangem o rebanho de cordeiros no milagre da tecnologia, a tal televisão, entre nós com destaque para a REDE GLOBO e outras menores.Ah! Tem um trem aí chamado peróxido de hidrogênio (água oxigenada), que mata qualquer vírus ou bactéria aeróbica. É só inalar. Oxiflower em um copo de água fervente, cobrir a cabeça, inalar o vapor e o vírus e liquidado. Pela manhã e à noite. Essa história que água oxigenada é só para tornar louras ou louros algumas mulheres e homens é conversa. Serve para outras coisas também.E o vírus da gripe suína é muito mais fraco que alguns dos vírus de gripes que anualmente assolam as pessoas no mundo.A velha fábula do lobo, no caso lobos e os cordeiros. Eles bebem a água limpa lá em cima e para devorarem os cá de baixo, dizem que quem bebe aqui embaixo está sujando a deles. Invertem até a lei da gravidade.Culpa do Protógenes, do juiz De Sanctis, do MST. É possível que para uma averiguação in loco o ministro dito Direito viaje com a mulher na primeira classe para a eventualidade de qualquer ação na dita corte suprema por aqui em termos de gripe suína. E tem um detalhe. A chancelaria do estado terrorista de Israel chamou o embaixador do Brasil naquele país criado em terras palestinas, para exigir explicações sobre a visita do presidente do Irã agora dia 6 de maio.Deveríamos devolver o embaixador deles aqui. A palavra de ordem de Obama não é combater o terrorismo? Os caras assaltam, matam, torturam, estupram palestinos e ainda querem explicações da gente? Essa é a gripe nazi/sionista. E nem pense que é brincadeira não, mas já criaram um game com o nome de swinefighter.com. Você mata os porcos voadores que rondam e ameaçam o planeta. O negócio consiste em aplicar injeções letais nos tais porcos. Mais ou menos como as injeções letais do tal “progresso” de fezes e urina de porcos. Se o tal ministro “Direito” for o relator de algum caso relativo à gripe suína o parecer, ou relatório do tal ministro “Direito”, evidente, será OINC, OINC, OINC. Como nos filmes de Miguel Aceves Mejia, cantando, eliminando bandidos e tudo em seu cavalo branco. Como te llamas? José. Bam, bum! Te llamavas. A diferença hoje é que as balas seriam de material extraído de pernis traseiros. “Beijar teus lábios quisera/Malagueña minha amada...” Mas a máscara não deixa!É o “progresso”.
Não sei se Gilmar Mendes tem alguma coisa a ver com isso. Sei que o presidente da STF DANTAS INCORPORATION LTD ligou para a governadora do Pará e pediu a ela que tomasse providências enérgicas contra o MST – Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra –. O “presidente” da empresa dita suprema corte tem negócios por lá em parceria com Daniel Dantas. Sei também que o ministro Carlos Alberto Menezes “Direito” (cúmulo da esculhambação), funcionário qualificado da STF DANTAS INCORPORATION LTD e empregado de Gilmar Mendes no tal Instituto Brasiliense de Direito Público, desde os tempos de ministro – vá lá – do STJ – dito Superior Tribunal de Justiça – entrou na farra das passagens. As passagens em si existem em qualquer parlamento ou tribunal de qualquer país do mundo e se prestam a que parlamentares e juízes possam se movimentar no exercício de suas funções, ou para o melhor exercício dessas funções e, como gostam de dize, “em sendo necessário”. O tal “Direito” – putzgrila é o fim – gostava de viajar de primeira classe, furar as filas de embarque em viagens para o exterior com a mulher, com toda a certeza no tal “em sendo necessário” e no regresso com a “missão cumprida” passava ao largo da Alfândega. Tudo isso tem um nome segundo outro ministro Marco Aurélio Melo – liturgia –. A liturgia da tal suprema corte. Difere na forma, só na forma, na essência é a mesma coisa da liturgia do Comando Vermelho, ou do PCC. Aproxima-se da liturgia, por exemplo, de qualquer banco do mundo, ou laboratório especialista em produção de medicamentos contra gripes. Nesse diapasão vivemos a temporada da gripe suína. Já tivemos aquela atribuída aos frangos e com certeza teremos a dos canários, dos urubus, a dos beija-flores, tudo na esteira dos cordeiros que William Bonner chama de Homer Simpson. Corrida às farmácias. E a culpa é do México. Com transformação do México em estado da federação norte-americana e o tal do NAFTA, tratado de livre comércio que envolve os EUA e o Canadá – o México repito é província, estado – os norte-americanos descobriram que poderiam despejar todos os dejetos industriais, químicos, nucleares, hospitalares no seu mais novo estado. Podiam criar um muro para evitar que mexicanos fossem lá perturbá-los e aproveitar alguns para serviços domésticos, ou funções outras que não aquelas compatíveis com os altos desígnios dos senhores do mundo. Uma tal Smithfiel Foods mantém a 10 quilômetros da cidade de La Glória, um daqueles povoados onde ainda se toca La Malagueña uma criação de porcos das Granjas Carrol. Foi por ali nesse antro de progresso que se manifestaram pela primeira vez sintomas do que hoje com todas as letras se intimida como pandemia. E foi que um menino de 4 anos, Edgard Hernández contraiu o vírus. Vírus originário de suínos, os populares porcos, em ser humano, pelo menos em tese, mutações genéticas e pronto. Prato feito. Está na coluna de “decorrências previsíveis do progresso” É só juntar as empresas do setor, os laboratórios que produzem os medicamentos para o combate a esse tipo de gripe e tirá-los da perspectiva de falência. Uma boa verba publicitária e um ajuste com a Organização Mundial de Saúde, monitorada pelos grandes laboratórios e qualquer William Bonner da vida muda de expressão e assume ares de respeitabilidade e preocupação com o próximo – não tem a menor idéia do que seja isso, mas tem que representar – e coloca todos os cordeiros em fila indiana nem tanto na busca de proteção contra a tal gripe. Fatura ainda a indústria de máscaras. Pandemia, tantos casos não sei onde, ameaça de morte de tantas pessoas e reflexo na economia, claro. As ações dos laboratórios GLAXO e ROCHE, ambos em baixa, disparam nas bolsas do mundo inteiro. Um médico que viveu semelhante situação na gripe aviária dá conta que passado o pânico forjado, montado, boa parte dos hospitais tiveram que jogar fora mais de 90% dos medicamentos estocados para o combate à gripe. Como não houve a tal pandemia, expirou a data de validade dos ditos medicamentos. Um golpe desse porte nem Gilmar Mendes, ou Fernando Henrique Cardoso – apesar da familiaridade com porcos, ou porcarias, como a filha no Senado, recebendo sem trabalhar –. É negócio de bilhões, de fazer inveja a qualquer quadrilha em qualquer canto do mundo. Só não explicam que as tais Granjas Carroll produzem um milhão de porcos por ano e as fezes e urinas dos ditos são depositadas em tanques de oxidação, ao ar livre e ali vira uma espécie de moradia de moscas. Formam assim que nem nuvens de gafanhotos e depois vão se espalhando pelos quatro cantos dos quatro cantos do mundo. Os moradores de La Glória uma cidade em nível inferior ao das granjas – solo –, recebe, de quebra, água poluída nos riachos e nos chamados lençóis freáticos. O subsolo está contaminado pelos tanques. Denúncias? As mais diversas. Providências. Paciência, alguém tem que pagar pelo “progresso”. Nos EUA não querem saber das tais granjas. Os governos dos estados – esses com estrelas na bandeira do Tio Sam, o México ainda não alcançou esse galardão – da Virginia e da Carolina do Norte expulsaram a empresa de suas áreas que por conta do NAFTA, foram para o México em 1994. Atanásio Duran é o nome de um deputado que levou documentos desse fato ao Parlamento do extinto México – extinto como país livre e soberano. Para ficar por aqui, sem considerar outras tantas questões, como a forma como os porcos são criados, a alimentação que recebem, hormônios, antibióticos, etc, tudo para estalar um lombo dourado e suculento no churrasco de domingo, ou do feriado, nos melhores restaurantes em criações de arte dos melhores chefes de cozinha, sem falar que a empresa mantém uma “fundação social” em La Glória, onde aplica uma miséria para disfarçar os crimes que comete. Obama quando fala em Cuba, Venezuela, Bolívia, etc, fala em “esperamos gestos de boa vontade desses governos para conversarmos”. Quem disse que ele é negro no sentido histórico da palavra? Branco de olhos azuis. Que gestos de boa vontade? Pense bem. Um esforço assim de meia hora sem televisão. Que diferença tem o tratamento dispensado aos porcos em La Glória e aos humanos no resto do mundo pela indústria do progresso e dos avanços tecnológicos? Entra aí a questão das pequenas propriedades rurais em que a criação de animais atende à demanda de cada uma das localidades e pessoas, lógico, mas não proporciona lucros fabulosos às grandes empresas à direita do deus MERCADO. Aí a reforma agrária é mal negócio. Para eles. As gripes são reflexo do modelo, conseqüência do modelo – político e econômico – e uma especialista no assunto, Dona Miriam Leitão recebe para defender todas as porcarias necessárias aos porcos que comandam os “negócios” dos suínos animais. É uma grande cadeia. Mas aquela onde deveriam estar os empresários do “progresso”, Gilmar Mendes, o tal “Direito” Daniel Dantas, todos à direita do deus MERCADO ou braços do esquema como a mídia, a grande mídia que vende a idéia de PANDEMIA. Palavra trissílaba, mas com um efeito devastador para os cordeiros cá embaixo e altamente lucrativo por porcões lá de cima. Soa até assim que nem os Cavaleiros da Távola Redonda chegando para libertar o povo inglês oprimido e o diabo a quatro. Só que isso é lenda, gostosa de se ler, de se ver, mas o tal “progresso” não. Não tem como um rei Artur arrancar a espada da pedra e Merlin preparar poções mágicas. Os laboratórios em associação com a agroindústria, o agro negócio, os bancos, as grandes corporações, a turma toda, empresários, latifundiários e banqueiros, sumiram com a espada, com a pedra, com tudo e tangem o rebanho de cordeiros no milagre da tecnologia, a tal televisão, entre nós com destaque para a REDE GLOBO e outras menores.Ah! Tem um trem aí chamado peróxido de hidrogênio (água oxigenada), que mata qualquer vírus ou bactéria aeróbica. É só inalar. Oxiflower em um copo de água fervente, cobrir a cabeça, inalar o vapor e o vírus e liquidado. Pela manhã e à noite. Essa história que água oxigenada é só para tornar louras ou louros algumas mulheres e homens é conversa. Serve para outras coisas também.E o vírus da gripe suína é muito mais fraco que alguns dos vírus de gripes que anualmente assolam as pessoas no mundo.A velha fábula do lobo, no caso lobos e os cordeiros. Eles bebem a água limpa lá em cima e para devorarem os cá de baixo, dizem que quem bebe aqui embaixo está sujando a deles. Invertem até a lei da gravidade.Culpa do Protógenes, do juiz De Sanctis, do MST. É possível que para uma averiguação in loco o ministro dito Direito viaje com a mulher na primeira classe para a eventualidade de qualquer ação na dita corte suprema por aqui em termos de gripe suína. E tem um detalhe. A chancelaria do estado terrorista de Israel chamou o embaixador do Brasil naquele país criado em terras palestinas, para exigir explicações sobre a visita do presidente do Irã agora dia 6 de maio.Deveríamos devolver o embaixador deles aqui. A palavra de ordem de Obama não é combater o terrorismo? Os caras assaltam, matam, torturam, estupram palestinos e ainda querem explicações da gente? Essa é a gripe nazi/sionista. E nem pense que é brincadeira não, mas já criaram um game com o nome de swinefighter.com. Você mata os porcos voadores que rondam e ameaçam o planeta. O negócio consiste em aplicar injeções letais nos tais porcos. Mais ou menos como as injeções letais do tal “progresso” de fezes e urina de porcos. Se o tal ministro “Direito” for o relator de algum caso relativo à gripe suína o parecer, ou relatório do tal ministro “Direito”, evidente, será OINC, OINC, OINC. Como nos filmes de Miguel Aceves Mejia, cantando, eliminando bandidos e tudo em seu cavalo branco. Como te llamas? José. Bam, bum! Te llamavas. A diferença hoje é que as balas seriam de material extraído de pernis traseiros. “Beijar teus lábios quisera/Malagueña minha amada...” Mas a máscara não deixa!É o “progresso”.
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O blog é feito para atender vocês, por isso, nós agradecemos a todos pelas mais de duzentos MIL VISITAS.
Agradecemos aos fiéis leitores e a todos aqueles que levam o nome do blog aos vários cantos do mundo.
Pessoalmente sinto, que todas estas visitas provam, que acrescentamos algo ao debate dentro da comunidade de Jeremoabo, mas também nos dizem, que somos cada vez mais visitados por internautas de outras paragens. Essa possibilidade, que a internet nos oferece é fenomenal e é exatamente por isso que somos abrangentes.
Pensamento positivo atrai coisas positivas!
A todos os que nos visitam um grande obrigado. Sem leitores nada disto faria sentido, nem chegado perante estes números que traduzem o nosso sucesso, temos mesmo é de nos sentir orgulhosos deste blog.
Valeu a pena todos os percalços e dificuldades que enfrentamos. Agradeço a cada pedra que apareceu no meu caminho, pois foram elas que me fizeram crescer. Cada pessoa que cruzou meu caminho acabou deixando coisas boas - mesmo as que me fizeram mal - pois a cada dia eu percebo que independente dos caminhos que tomamos e das escolhas que fazemos, quando realmente queremos muito algo o universo sempre conspira a nosso favor! E a cada dia eu tenho mais certeza de uma coisa, que os maiores “pretensos candidatos a garotos propagandas” do site foram: Marco Antonio de Codó porque estávamos denunciando as trambicagens do prefeito (o hoje recompensado como chefe de gabinete da prefeitura) disse que se tratava de uma “site do mal”, tista de deda – quando pensou que me intimidava, e faria eu parar de denunciar suas falcatruas e improbidades com o erário público, e o ex-padre moura, que desconhecendo a CONSTITUIÇÃO E A LIBERDADE DE EXPRESSÃO, como saudosista do tempo da inquisição, tentou através do arbítrio “calar essa voz”.
Aos fanáticos de Jeremoabo/Bahia, queiram ou não, O BLOG já é possuidor de grandes serviços prestados, porque o tista de deda, mesmo sendo eleito prefeito, é um “ficha suja”, responde a uma centena de processos por improbidades administrativas.
Portanto, eu encerro citando Sandra Nasrallah quando diz:
"que não importa o latido dos cães, não
importa o barulho que façam
a caravana segue seu caminho, apesar deles...
Existe uma estrela a ser seguida, um
Sentimento a ser preservado
E nada vai impedir que a caravana siga seu
rumo...
mesmo que pare por alguns momentos, mesmo
que alguns cães se julguem alimentados
pegando os restos que caíram durante a
passagem ...
a caravana segue seu rumo, mais fortalecida,
mais coesa
deixando cada vez mais longe o barulho dos
cães esfomeados
uma caravana é feita de sonhos, de gestos, de
atitudes
de longas vivências, de cumplicidade
de sentimentos fortes, de amizade, de amor e
de desejo
ela segue seu caminho, totalmente indiferente
ao ganido dos cães enlouquecidos
atrás de alguma cadela no cio..."
De propósito deixei para prestar meus agradecimentos ao meu irmão Dr. Fernando Montalvão, que gratuitamente presta toda assistência jurídica, além da sua constante colaboração, ao BLOG SARAIVA 13 do Juiz de Direito já aposentado pelo TJ/RJ, ao site do Jailson Costa da cidade de Ribeira do Pombal/Bahia, bem como, de um modo especial ao BLOG PORTAL DO DIREITO em Homenagem Póstuma a Daniel Rego Barros Junior, meu primeiro leitor e incentivador.
Não poderia também esquecer de citar o Joralista e comentarista político Laerte Braga, que quase diárimante envia matérias para publicação neste Blog, e que tanto nos orgulha principalmente com a matéria de sua autoria( A CIDADE É A NOSSA REALIDADE) , que nos presenteou para publicação nesta data, e em homenagens ao nosso sucesso e de todos vocês.

A gripe dos porcos e a mentira dos homens
Por Mauro Santayana
O governo do México e a agroindústria procuram desmentir o óbvio: a gripe que assusta o mundo se iniciou em La Glória, distrito de Perote, a 10 quilômetros da criação de porcos das Granjas Carroll, subsidiária de poderosa multinacional do ramo, a Smithfield Foods. La Glória é uma das mais pobres povoações do país. O primeiro a contrair a enfermidade (o paciente zero, de acordo com a linguagem médica) foi o menino Edgar Hernández, de 4 anos, que conseguiu sobreviver depois de medicado. Provavelmente seu organismo tenha servido de plataforma para a combinação genética que tornaria o vírus mais poderoso. Uma gripe estranha já havia sido constatada em La Glória, em dezembro do ano passado e, em março, passou a disseminar-se rapidamente. Os moradores de La Glória – alguns deles trabalhadores da Carroll – não têm dúvida: a fonte da enfermidade é o criatório de porcos, que produz quase 1 milhão de animais por ano. Segundo as informações, as fezes e a urina dos animais são depositadas em tanques de oxidação, a céu aberto, sobre cuja superfície densas nuvens de moscas se reproduzem. A indústria tornou infernal a vida dos moradores de La Glória, que, situados em nível inferior na encosta da serra, recebem as águas poluídas nos riachos e lençóis freáticos. A contaminação do subsolo pelos tanques já foi denunciada às autoridades, por uma agente municipal de saúde, Bertha Crisóstomo, ainda em fevereiro, quando começaram a surgir casos de gripe e diarreia na comunidade, mas de nada adiantou. Segundo o deputado Atanásio Duran, as Granjas Carroll haviam sido expulsas da Virgínia e da Carolina do Norte por danos ambientais. Dentro das normas do Nafta, puderam transferir-se, em 1994, para Perote, com o apoio do governo mexicano. Pelo tratado, a empresa norte-americana não está sujeita ao controle das autoridades do país. É o drama dos países dominados pelo neoliberalismo: sempre aceitam a podridão que mata. O episódio conduz a algumas reflexões sobre o sistema agroindustrial moderno. Como a finalidade das empresas é o lucro, todas as suas operações, incluídas as de natureza política, se subordinam a essa razão. A concentração da indústria de alimentos, com a criação e o abate de animais em grande escala, mesmo quando acompanhada de todos os cuidados, é ameaça permanente aos trabalhadores e aos vizinhos. A criação em pequena escala – no nível da exploração familiar – tem, entre outras vantagens, a de limitar os possíveis casos de enfermidade, com a eliminação imediata do foco. Os animais são alimentados com rações que levam 17% de farinha de peixe, conforme a Organic Consumers Association, dos Estados Unidos, embora os porcos não comam peixe na natureza. De acordo com outras fontes, os animais são vacinados, tratados preventivamente com antibióticos e antivirais, submetidos a hormônios e mutações genéticas, o que também explica sua resistência a alguns agentes infecciosos. Assim sendo, tornam-se hospedeiros que podem transmitir os vírus aos seres humanos, como ocorreu no México, segundo supõem as autoridades sanitárias.As Granjas Carroll – como ocorre em outras latitudes e com empresas de todos os tipos – mantêm uma fundação social na região, em que aplicam parcela ínfima de seus lucros. É o imposto da hipocrisia. Assim, esses capitalistas engambelam a opinião pública e neutralizam a oposição da comunidade. A ação social deve ser do Estado, custeada com os recursos tributários justos. O que tem ocorrido é o contrário disso: os estados subsidiam grandes empresas, e estas atribuem migalhas à mal chamada “ação social”. Quando acusadas de violar as leis, as empresas se justificam – como ocorre, no Brasil, com a Daslu – argumentando que custeiam os estudos de uma dezena de crianças, distribuem uma centena de cestas básicas e mantêm uma quadra de vôlei nas vizinhanças.O governo mexicano pressionou, e a Organização Mundial de Saúde concordou em mudar o nome da gripe suína para Gripe-A. Ao retirar o adjetivo que identificava sua etiologia, ocultou a informação a que os povos têm direito. A doença foi diagnosticada em um menino de La Glória, ao lado das águas infectadas pelas Granjas Carroll, empresa norte-americana criadora de porcos, e no exame se encontrou a cepa da gripe suína. O resto, pelo que se sabe até agora, é o conluio entre o governo conservador do México e as Granjas Carroll – com a cumplicidade da OMS.
Fonte: JB Online
O governo do México e a agroindústria procuram desmentir o óbvio: a gripe que assusta o mundo se iniciou em La Glória, distrito de Perote, a 10 quilômetros da criação de porcos das Granjas Carroll, subsidiária de poderosa multinacional do ramo, a Smithfield Foods. La Glória é uma das mais pobres povoações do país. O primeiro a contrair a enfermidade (o paciente zero, de acordo com a linguagem médica) foi o menino Edgar Hernández, de 4 anos, que conseguiu sobreviver depois de medicado. Provavelmente seu organismo tenha servido de plataforma para a combinação genética que tornaria o vírus mais poderoso. Uma gripe estranha já havia sido constatada em La Glória, em dezembro do ano passado e, em março, passou a disseminar-se rapidamente. Os moradores de La Glória – alguns deles trabalhadores da Carroll – não têm dúvida: a fonte da enfermidade é o criatório de porcos, que produz quase 1 milhão de animais por ano. Segundo as informações, as fezes e a urina dos animais são depositadas em tanques de oxidação, a céu aberto, sobre cuja superfície densas nuvens de moscas se reproduzem. A indústria tornou infernal a vida dos moradores de La Glória, que, situados em nível inferior na encosta da serra, recebem as águas poluídas nos riachos e lençóis freáticos. A contaminação do subsolo pelos tanques já foi denunciada às autoridades, por uma agente municipal de saúde, Bertha Crisóstomo, ainda em fevereiro, quando começaram a surgir casos de gripe e diarreia na comunidade, mas de nada adiantou. Segundo o deputado Atanásio Duran, as Granjas Carroll haviam sido expulsas da Virgínia e da Carolina do Norte por danos ambientais. Dentro das normas do Nafta, puderam transferir-se, em 1994, para Perote, com o apoio do governo mexicano. Pelo tratado, a empresa norte-americana não está sujeita ao controle das autoridades do país. É o drama dos países dominados pelo neoliberalismo: sempre aceitam a podridão que mata. O episódio conduz a algumas reflexões sobre o sistema agroindustrial moderno. Como a finalidade das empresas é o lucro, todas as suas operações, incluídas as de natureza política, se subordinam a essa razão. A concentração da indústria de alimentos, com a criação e o abate de animais em grande escala, mesmo quando acompanhada de todos os cuidados, é ameaça permanente aos trabalhadores e aos vizinhos. A criação em pequena escala – no nível da exploração familiar – tem, entre outras vantagens, a de limitar os possíveis casos de enfermidade, com a eliminação imediata do foco. Os animais são alimentados com rações que levam 17% de farinha de peixe, conforme a Organic Consumers Association, dos Estados Unidos, embora os porcos não comam peixe na natureza. De acordo com outras fontes, os animais são vacinados, tratados preventivamente com antibióticos e antivirais, submetidos a hormônios e mutações genéticas, o que também explica sua resistência a alguns agentes infecciosos. Assim sendo, tornam-se hospedeiros que podem transmitir os vírus aos seres humanos, como ocorreu no México, segundo supõem as autoridades sanitárias.As Granjas Carroll – como ocorre em outras latitudes e com empresas de todos os tipos – mantêm uma fundação social na região, em que aplicam parcela ínfima de seus lucros. É o imposto da hipocrisia. Assim, esses capitalistas engambelam a opinião pública e neutralizam a oposição da comunidade. A ação social deve ser do Estado, custeada com os recursos tributários justos. O que tem ocorrido é o contrário disso: os estados subsidiam grandes empresas, e estas atribuem migalhas à mal chamada “ação social”. Quando acusadas de violar as leis, as empresas se justificam – como ocorre, no Brasil, com a Daslu – argumentando que custeiam os estudos de uma dezena de crianças, distribuem uma centena de cestas básicas e mantêm uma quadra de vôlei nas vizinhanças.O governo mexicano pressionou, e a Organização Mundial de Saúde concordou em mudar o nome da gripe suína para Gripe-A. Ao retirar o adjetivo que identificava sua etiologia, ocultou a informação a que os povos têm direito. A doença foi diagnosticada em um menino de La Glória, ao lado das águas infectadas pelas Granjas Carroll, empresa norte-americana criadora de porcos, e no exame se encontrou a cepa da gripe suína. O resto, pelo que se sabe até agora, é o conluio entre o governo conservador do México e as Granjas Carroll – com a cumplicidade da OMS.
Fonte: JB Online
No palanque, Protógenes chora durante o Hino Nacional

Portal Terra
DA REDAÇÃO - Vagner Magalhães
Direto de São Paulo
O delegado afastado da Polícia Federal Protógenes Queiroz, que presidiu a Operação Satiagraha, chorou nesta sexta-feira durante a execução do Hino Nacional no palanque montado pela Força Sindical para as comemorações do Dia do Trabalho em São Paulo.
Diante de um público estimado em cerca de 450 mil pessoas pela Polícia Militar do Estado de São Paulo, Queiroz se emocionou no final da execução. Tirou os óculos, enxugou as lágrimas e terminou de cantar o hino com o punho da mão direita cerrado e erguido.
"Sempre que escuto o hino me emociono. Ainda mais com uma platéia imensa dessas", disse o delegado. "Tenho muito orgulho de ser brasileiro." Queiroz admitiu que pode disputar uma vaga na Câmara nas eleições de 2010, mas diz que ainda não fechou posição sobre o assunto.
Apresentado ao público pelo presidente da Força Sindical, o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT), o delegado foi breve em seu pronunciamento e se disse solidário aos desempregados.
"Eu também estou afastado do trabalho, estou junto com vocês. Mas somos honestos", afirmou. "Lugar de bandido é na cadeia." Protógenes comandou a operação Satiagraha, deflagrada em 8 de junho do ano passado. Ele reuniu cerca de 300 agentes da Polícia federal e prendeu o banqueiro Daniel Dantas, o empresário Naji Nahas e o ex-prefeito de São Paulo Celso Pitta.
Durante a Satiagraha, Dantas chegou a ter sua prisão decretada por duas vezes e foi levado à carceragem da PF. Dois habeas-corpus concedidos pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, durante o recesso do Poder Judiciário, no entanto, o colocaram em liberdade.
Em seguida, ele afastado da operação após as suspeitas de que teria vazado informações das investigações. O delegado responde a um inquérito por isso. Na época, a PF afirmou que o delegado deixava a operação para realizar um curso.
Em novembro, ao retomar suas atividades, Protógenes foi informado de seu afastamento também da Diretoria de Inteligência da PF. Depois disso, o delegado afirmou que entraria com um pedido de indenização contra a PF, mas disse que não tinha pressa para mover a ação.
DA REDAÇÃO - Vagner Magalhães
Direto de São Paulo
O delegado afastado da Polícia Federal Protógenes Queiroz, que presidiu a Operação Satiagraha, chorou nesta sexta-feira durante a execução do Hino Nacional no palanque montado pela Força Sindical para as comemorações do Dia do Trabalho em São Paulo.
Diante de um público estimado em cerca de 450 mil pessoas pela Polícia Militar do Estado de São Paulo, Queiroz se emocionou no final da execução. Tirou os óculos, enxugou as lágrimas e terminou de cantar o hino com o punho da mão direita cerrado e erguido.
"Sempre que escuto o hino me emociono. Ainda mais com uma platéia imensa dessas", disse o delegado. "Tenho muito orgulho de ser brasileiro." Queiroz admitiu que pode disputar uma vaga na Câmara nas eleições de 2010, mas diz que ainda não fechou posição sobre o assunto.
Apresentado ao público pelo presidente da Força Sindical, o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT), o delegado foi breve em seu pronunciamento e se disse solidário aos desempregados.
"Eu também estou afastado do trabalho, estou junto com vocês. Mas somos honestos", afirmou. "Lugar de bandido é na cadeia." Protógenes comandou a operação Satiagraha, deflagrada em 8 de junho do ano passado. Ele reuniu cerca de 300 agentes da Polícia federal e prendeu o banqueiro Daniel Dantas, o empresário Naji Nahas e o ex-prefeito de São Paulo Celso Pitta.
Durante a Satiagraha, Dantas chegou a ter sua prisão decretada por duas vezes e foi levado à carceragem da PF. Dois habeas-corpus concedidos pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, durante o recesso do Poder Judiciário, no entanto, o colocaram em liberdade.
Em seguida, ele afastado da operação após as suspeitas de que teria vazado informações das investigações. O delegado responde a um inquérito por isso. Na época, a PF afirmou que o delegado deixava a operação para realizar um curso.
Em novembro, ao retomar suas atividades, Protógenes foi informado de seu afastamento também da Diretoria de Inteligência da PF. Depois disso, o delegado afirmou que entraria com um pedido de indenização contra a PF, mas disse que não tinha pressa para mover a ação.
Fonte: JB Online
México reduz para 101 número de mortes suspeitas pela gripe suína
As autoridades mexicanas revisaram para baixo o número de casos suspeitos de mortes provocadas pela gripe suína, de 176 para 101, indicando que o surto da doença pode ser menos grave do que se pensava.Até agora, foram confirmadas apenas 16 mortes provocadas pela gripe suína no México.
O ministro da Saúde do México, José Ángel Córdova, disse à BBC que, com base nas amostras testadas, a taxa de mortalidade provocada pela gripe suína poderia ser comparada com a das gripes sazonais comuns.
A declaração do ministro ocorre em meio a uma paralisação de cinco dias em todos os serviços não-essenciais no México para tentar conter a propagação do vírus H1N1.
Novos casos
Neste sábado a Coreia do Sul e a Itália confirmaram seus primeiros casos de gripe suína, elevando para 17 o número de países com registros da doença.
Além do México, onde o surto teria começado, os demais países com casos confirmados são Estados Unidos, Canadá, Nova Zelândia, Grã-Bretanha, Espanha, Alemanha, França, Israel, Costa Rica, Holanda, Suíça, Áustria, Dinamarca e China (Hong Kong).
Cinco desses países também confirmaram casos de transmissão da doença para pessoas que não haviam estado no México.
Vários países estão adotando medidas para tentar conter a propagação do vírus. A União Europeia pediu aos seus cidadãos que evitem viajar para México, Estados Unidos e Canadá. Argentina e Cuba foram além e suspenderam todos os voos vindos do México.
A China, que teve o primeiro caso confirmado em Hong Kong na sexta-feira, de um mexicano que havia entrado no país por Xangai, anunciou uma quarentena para todas as pessoas que viajaram no mesmo voo do que o homem infectado.
O hotel onde ele se hospedou em Hong Kong também foi fechado por sete dias e todos os seus hóspedes e funcionários receberam o antiviral Tamiflu, um dos dois medicamentos recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para tratar a gripe suína.
No Egito, as autoridades iniciariam neste sábado o sacrifício de 300 mil porcos como medida de precaução, apesar de os especialistas afirmarem que não há risco de infecção pela ingestão de carne de porco e que não há indicações científicas de que o sacrifício de porcos possa conter a doença.
Casos confirmados
Até agora, foram confirmados 615 casos de infecção pelo vírus da gripe suína em todo o mundo, com 17 mortes - apenas uma fora do México, de um bebê de 23 meses no Estado do Texas, nos Estados Unidos.
Anne Schuchat, sub-diretora interina do Centro para Controle e Prevenção de Doenças, do governo americano, disse que apesar da preocupação provocada pelo aparecimento do surto de gripe suína, a maioria dos casos registrados até agora têm apenas provocado enfermidades "leves e limitadas".
Segundo ela, o novo vírus não tem as mesmas características que fizeram, por exemplo, o vírus da gripe espanhola tão letal. A pandemia de gripe espanhola, entre 1918 e 1919, matou até 50 milhões de pessoas em todo o mundo.
O ministro da Saúde do México concorda com a avaliação, dizendo que as autoridades mexicanas podem ter superestimado o perigo.
Segundo ele, 43,7% das amostras de casos suspeitos tiveram resultado positivo nos testes, num total de 397. "Todas as amostras retiradas nos dão uma idéia da porcentagem dos casos confirmados nos testes", diz Córdova.
"Isso significa que, aparentemente, o índice de infecção não é tão amplo quanto se pensava", afirmou.
O ministro afirmou, porém, que o risco de um aumento no número de casos permanece e que alguns elementos da paralisação de cinco dias no país podem ser estendidos.
Restaurantes, repartições públicas e escritórios foram fechados, e o governo sugeriu que os mexicanos permaneçam em casa durante esses cinco dias.
O prefeito da Cidade do México, Marcelo Ebrard, disse que as medidas de emergência estão dando resultados, com os números "mostrando melhoras a cada dia".
Fonte: BBC Brasil
Mulheres do Quênia fazem greve de sexo por governo de união
Grupos de ativistas mulheres no Quênia estão promovendo uma semana de greve de sexo em protesto contra as disputas dentro do governo de coalizão do país. Segundo elas, a greve é uma tentativa de evitar que se repita a onda de violência que afetou o país depois das eleições de 2007.
O grupo Organização de Mulheres pelo Desenvolvimento afirmou que também vai pagar prostitutas para que elas participem da greve. As ativistas pediram ainda às mulheres do presidente e do primeiro-ministro do Quênia que se unam ao protesto.
As relações entre os parceiros da coalizão de governo do Quênia, liderada pelo presidente Mwai Kibaki e pelo primeiro-ministro Raila Odinga, vêm se tornando cada vez piores.
Campanha no quarto
Patricia Nyaundi, diretora-executiva da Federação de Advogadas Mulheres (Fida), uma das organizações que participam da campanha, disse esperar que a greve de sete dias obrigue os rivais a se entender.
Ela afirmou que a campanha vai começar no próprio quarto, e que já foram enviadas emissárias para convencer Ida Odinga (mulher do primeiro-ministro) e Lucy Kibaki (mulher do presidente) a participar e liderar o protesto.
"Grandes decisões são tomadas durante conversas na cama, então, estamos pedindo a essas duas senhoras que neste momento de intimidade peçam aos maridos: ‘Querido, você pode fazer alguma coisa pelo Quênia?'", disse Patricia ao programa Focus on Africa, da BBC.
Mas segundo a correspondente da BBC em Nairóbi Anne Waithera, a campanha deve enfrentar dura resistência por parte de alguns homens.
Segundo ela, alguns homens podem argumentar que não aguentam nem dois dias de abstinência.
A campanha está sendo apoiada por vários outros grupos, entre eles uma rede de grupos de mulheres na zona rural do país.
O presidente Kibaki e o premiê Odinga concordaram em formar uma coalizão de governo no ano passado para por fim à violência que tomou conta do país após as eleições. Na ocasião, 1.500 pessoas morreram e 300 mil tiveram que deixar suas casas.
Mas as relações entre os dois pioraram, com o partido de Odinga reclamando que ele foi colocado em segundo plano e protestando contra tudo, desde a reforma eleitoral até a falta de um banheiro para o primeiro-ministro durante uma recente visita oficial.
Fonte: BBC Brasil
O grupo Organização de Mulheres pelo Desenvolvimento afirmou que também vai pagar prostitutas para que elas participem da greve. As ativistas pediram ainda às mulheres do presidente e do primeiro-ministro do Quênia que se unam ao protesto.
As relações entre os parceiros da coalizão de governo do Quênia, liderada pelo presidente Mwai Kibaki e pelo primeiro-ministro Raila Odinga, vêm se tornando cada vez piores.
Campanha no quarto
Patricia Nyaundi, diretora-executiva da Federação de Advogadas Mulheres (Fida), uma das organizações que participam da campanha, disse esperar que a greve de sete dias obrigue os rivais a se entender.
Ela afirmou que a campanha vai começar no próprio quarto, e que já foram enviadas emissárias para convencer Ida Odinga (mulher do primeiro-ministro) e Lucy Kibaki (mulher do presidente) a participar e liderar o protesto.
"Grandes decisões são tomadas durante conversas na cama, então, estamos pedindo a essas duas senhoras que neste momento de intimidade peçam aos maridos: ‘Querido, você pode fazer alguma coisa pelo Quênia?'", disse Patricia ao programa Focus on Africa, da BBC.
Mas segundo a correspondente da BBC em Nairóbi Anne Waithera, a campanha deve enfrentar dura resistência por parte de alguns homens.
Segundo ela, alguns homens podem argumentar que não aguentam nem dois dias de abstinência.
A campanha está sendo apoiada por vários outros grupos, entre eles uma rede de grupos de mulheres na zona rural do país.
O presidente Kibaki e o premiê Odinga concordaram em formar uma coalizão de governo no ano passado para por fim à violência que tomou conta do país após as eleições. Na ocasião, 1.500 pessoas morreram e 300 mil tiveram que deixar suas casas.
Mas as relações entre os dois pioraram, com o partido de Odinga reclamando que ele foi colocado em segundo plano e protestando contra tudo, desde a reforma eleitoral até a falta de um banheiro para o primeiro-ministro durante uma recente visita oficial.
Fonte: BBC Brasil
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