Redação CORREIO
O comandante-geral da polícia de Zurique, Phillip Hotzenkocherie, confirmou que Paula Oliveira pode ser indiciada criminalmente por tentativa de armar uma farsa. A lei suiça prevê tratamento psicológico, multa ou até prisão nesse tipo de caso.Para a cônsul brasileira em Zurique, Vitória Cleaver, não há razão para duvidar dos legistas no que se refere à inexistência de uma gravidez no dia do incidente. Ela acha que o governo Suíço não ia armar uma história que poderia facilmente ser desmascarada, o que provocaria um choque diplomático entre o Brasil e a Suiça. 'Não tenho elementos para duvidar disso', disse.
Sobre as suspeitas de que Paula teria se flagelado, a cônsul prefere evitar comentários e manter a cautela até que tudo seja esclarecido. Mas, segundo ela, Paula se mostra muito convincente. 'Ela demonstra ser esclarecida e parece convencida da versão que apresentou', afirmou a cônsul.
Nos principais jornais suíços, alguns artigos chegam a ironizar o presidente Lula pelas declarações dadas esta semana sobre o caso. Também afirmam que a gravidez inventada seria uma técnica comum entre mulheres brasileiras para pressionar seus namorados, noivos ou maridos. E acusam o Brasil de ser um dos países mais xenófobos do mundo, onde 72% da população seriam contra à recepção de estrangeiros. O pai de Paula afirmou que ainda não tem como comprovar que a filha estava grávida durante o suposto ataque porque não saberia dizer onde ela guarda documentos. O noivo da brasileira, também segundo o pai, já teria confirmado a gravidez. Paulo Oliveira não descarta a possibilidade de contratar um advogado local para acompanhar as investigações na Suíça. Ele diz estar desapontado com as suposições da policia.
O Ministério das Relações Exteriores informou ao G1 que não fará comentários sobre o caso até que as investigações sejam concluídas pela polícia suíça.
(Com informações do G1)/Correio da Bahia
domingo, fevereiro 15, 2009
Marcelo Nilo quer Wagner na Bahia e Serra no Planalto em 2010
Lilia de Souza, do A TARDEUma coisa é certa e o deputado estadual Marcelo Nilo (PSDB), presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, já ecoou aos quatro cantos: “Se Paulo Souto vier para o PSDB, ele entra numa porta e eu saio na outra”, enfatiza o tucano. Eleito presidente com franco apoio de Jaques Wagner e do PT, Nilo disse que “conversará com o governador e com os amigos” para definir seu destino caso se concretize a filiação de Paulo Souto ao tucanato.Nilo afirma que 90% das lideranças do partido, presentes em 360 municípios, e os seus 27 prefeitos são contra a entrada de Paulo Souto na legenda. “Acho que o PSDB não deverá aceitar Paulo Souto, é um retrocesso, pois quando ele estava no poder ele tentou acabar com o partido, sempre foi um adversário ferrenho, ostensivo. Agora, que foi derrotado pelo povo, quer vir para o PSDB. Quer sair de um fusquinha para ir pra uma Ferrari”, ressaltou o deputado.“O partido na Bahia quer apoiar Jaques Wagner e Serra, porque o governador tem sido muito generoso com o PSDB”, complementou.“Inexpressivos” – O tucano considera que os quadros do partido que apoiam a articulação para a entrada de Paulo Souto no PSDB são inexpressivos. “João Almeida (deputado federal) não tem um prefeito, foi destroçado politicamente. O apoio do DEM na Bahia significa perda de voto, a direção nacional do PSDB tem que ter essa preocupação”, pontuou. De acordo com Marcelo Nilo, “o partido nacional sabe que a base na Bahia não quer Paulo Souto”. Além disso, o tucano – que destaca ter 19 anos de filiação ao partido e “ficha abonada por Mário Covas”–, afirma que, se sair da legenda, levará “muita gente” com ele.
Fonte: A Tarde
Fonte: A Tarde
Agerba estima que 500 mil sairão de Salvador até quinta
Luiz Souza, do A TARDE
Pelo menos 500 mil pessoas devem deixar Salvador até a quinta-feira de Carnaval, de acordo com estimativas da Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos da Bahia (Agerba). O órgão trabalha com a perspectiva de que 120 mil pessoas deixem a cidade pela rodoviária e outras 320 mil usando o ferryboat.
“Nos nossos cálculos também contamos com o pessoal que sai da cidade usando carro próprio”, afirma Vilan da Costa e Silva, diretor de qualidade de serviços da Agerba, a fim de justificar a estimativa de meio milhão de pessoas viajando no período.Para atender a esta demanda, o número de horários de ônibus na rodoviária praticamente dobrou. Foram incorporados mais 540 horários, em relação ao período habitual, quando são registrados 520 horários. Silva ainda afirma que a Agerba está preparada para aumentar o volume de horários: “Mas acreditamos que no formato atual consigamos atender ao público”.Ele acrescenta que, em relação ao sistema ferryboat, chegou o reforço de uma embarcação à frota, o Ipuaçu, que fecha a quota de sete barcos, que se revezarão a cada meia hora.TRANQUILIDADE – A família Maia estava ontem na rodoviária, indo para Iaçu (275 km da capital). “A gente prefere a tranquilidade. Vamos passar este feriado com nossos parentes, num ambiente mais tranquilo”, diz Camila Maia, 19, telefonista.A estudante Deiviane Nascimento, 20, praticamente “foge” do Carnaval para o município de Xique-Xique (577 km de Salvador), após ter passado por um assalto num ônibus. “O sujeito pegou um espetinho de churrasco e disse que iria abrir a minha garganta, se eu não desse a minha carteira. E isso foi num ônibus, com todo mundo olhando”, lamenta a estudante.A dona-de-casa Marinalva Gomes, que também iria pegar estrada ontem, revela decepção com o Carnaval de Salvador, que, segundo ela, “prestigia blocos e trios, mas esquece o povo baiano e suas tradições”. Enquanto a dona-de-casa lamentava, a estudante Luana Neves seguia para Muritiba (a 114 km). “Sou pagodeira mesmo”, assume. “E o que tem aqui, tem lá também, não me importo”, diz a estudante.Na manhã do sábado, o clima na rodoviária ainda era de tranquilidade, embora o movimento começasse a se adensar. Boa parte dos que deixavam Salvador eram turistas de outros Estados, em direção a outros roteiros Bahia adentro.
Fonte: A Tarde
Pelo menos 500 mil pessoas devem deixar Salvador até a quinta-feira de Carnaval, de acordo com estimativas da Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos da Bahia (Agerba). O órgão trabalha com a perspectiva de que 120 mil pessoas deixem a cidade pela rodoviária e outras 320 mil usando o ferryboat.
“Nos nossos cálculos também contamos com o pessoal que sai da cidade usando carro próprio”, afirma Vilan da Costa e Silva, diretor de qualidade de serviços da Agerba, a fim de justificar a estimativa de meio milhão de pessoas viajando no período.Para atender a esta demanda, o número de horários de ônibus na rodoviária praticamente dobrou. Foram incorporados mais 540 horários, em relação ao período habitual, quando são registrados 520 horários. Silva ainda afirma que a Agerba está preparada para aumentar o volume de horários: “Mas acreditamos que no formato atual consigamos atender ao público”.Ele acrescenta que, em relação ao sistema ferryboat, chegou o reforço de uma embarcação à frota, o Ipuaçu, que fecha a quota de sete barcos, que se revezarão a cada meia hora.TRANQUILIDADE – A família Maia estava ontem na rodoviária, indo para Iaçu (275 km da capital). “A gente prefere a tranquilidade. Vamos passar este feriado com nossos parentes, num ambiente mais tranquilo”, diz Camila Maia, 19, telefonista.A estudante Deiviane Nascimento, 20, praticamente “foge” do Carnaval para o município de Xique-Xique (577 km de Salvador), após ter passado por um assalto num ônibus. “O sujeito pegou um espetinho de churrasco e disse que iria abrir a minha garganta, se eu não desse a minha carteira. E isso foi num ônibus, com todo mundo olhando”, lamenta a estudante.A dona-de-casa Marinalva Gomes, que também iria pegar estrada ontem, revela decepção com o Carnaval de Salvador, que, segundo ela, “prestigia blocos e trios, mas esquece o povo baiano e suas tradições”. Enquanto a dona-de-casa lamentava, a estudante Luana Neves seguia para Muritiba (a 114 km). “Sou pagodeira mesmo”, assume. “E o que tem aqui, tem lá também, não me importo”, diz a estudante.Na manhã do sábado, o clima na rodoviária ainda era de tranquilidade, embora o movimento começasse a se adensar. Boa parte dos que deixavam Salvador eram turistas de outros Estados, em direção a outros roteiros Bahia adentro.
Fonte: A Tarde
sábado, fevereiro 14, 2009
QUANTO MAIS ECLÉTICO MELHOR
O Poder Legislativo no Brasil é representado pelo Congresso Nacional, Senado e Câmara dos Deputados, Assembléias Legislativas, Assembléia Distrital e as Câmaras Municipais. De todas, as mais vulneráveis são a Câmara dos Deputados e as Câmaras Municipais. A Câmara Federal pelo saco de gatos que se tornou com o seu gigantismo, é deputado demais, tem a cara do Brasil, o sentimento médio do cidadão brasileiro. Lá encontramos assassinos, traficantes, malfeitores do erário público, enfim, uma saga menos nobre da sociedade brasileira, eleita por voto direto e secreto, diga-se.
Ressalva-se a minoria dos bons, dos republicanos e dos idealistas.
Infelizmente, talvez pelos próprios exemplos, os Vereadores em todas as comunidades, diferentemente do que deveria acontecer, são havidos como primos pobres da sociedade (o sentido não é financeiro). A revolta da populaça com os Vereadores é a mesma com toda classe política. A cada anúncio de benefícios e favores em proveito da classe política, logo tem repercussão negativa e merece exploração da imprensa sem que discuta a origem ou a finalidade da destinação.
Cá com meus botões. Sou um municipalista convicto e defensor da figura do Vereador como o representante mais imediato do cidadão. Ali no dia a dia ele adentra nos problemas graves ou não do Município, conhece de perto as pessoas, os seus sonhos e aspirações.
Na prática, o sonho republicano, na maioria das vezes, passa pelos corredores e plenários das Câmaras e vai desaguar nos gabinetes do Prefeito, o que é mais facilmente visto nas pequenas comunidades. O Prefeito que perdeu fez maioria na Câmara e o que ganhou fez minoria, tudo se resolve. O Vereador vai dizer que não pode assistir seus eleitores se não dispuser da ajuda do Prefeito porque vai ter que fornecer transporte, distribuir remédio, arranjar consultas e coisas menores, um manto podre de um discurso doentio Na primeira matéria de importância na Câmara vai dizer ao Prefeito que seu veículo está sem pneus ou que precisa fazer o motor ou mesmo que o veículo merece ser trocado.
A partir do próximo dia 17, salvo melhor juízo, em Paulo Afonso, as perspectivas são positivas pela formação eclética da Casa Legislativa Municipal.
Antonio Alexandre já é um Vereador calejado e sabe da pedreira que vai encontrar para resgatar a credibilidade da Câmara Municipal que saiu muito desgastada na Legislatura anterior. Basta vê o número dos Vereadores reconduzidos para a atual Legislatura. É sintomático.
Antonio pode muito bem abrir as portas da Câmara e chamar o cidadão para participar do dia a dia do Legislativo para que não fique aquela idéia de que os Vereadores se reúnem na 3ª e fica o resto do tempo sem fazer nada, o que não é verdade. A par disso, se Antonio fizer tudo que for possível e não der transparências as contas públicas nada terá feito. Se ao contrário, abrindo as contas públicas, estará criando um modelo para o futuro, embora transparência seja princípio constitucional.
A Câmara de Paulo Afonso tem tudo para ser um catalisador dos grandes temais locais e se constituir como foro de debates e idéias. Basta querer.
A formação eclética da Câmara é um ponto altamente positivo por retirar de um lado ou de outro, o monopólio do Poder.
Dentre os 11, 05 são da oposição, 03 da situação, e 02, independentes, embora deles, independente, até agora, tenha despontado Ozildo Alves, o que foi visto em recente votação. Paulo Sérgio vai ser sempre uma incógnita. Não se sabe se ele fechou com o Prefeito ou se fechou apenas para a eleição de Antonio. Na votação do último Projeto de Lei ele já se declinou pela vala comum.
Conduzir tema relevante na Câmara atual será como 1º Ministro em Regime Parlamentarista, vai ter que se equilibrar o tempo todo.
O Projeto de Lei (PL) nº 001/09, de autoria do Chefe do Executivo Municipal, Anilton Bastos, estava na Câmara para apreciação e continha no seu art. 1º.:
“Fica o Chefe do Executivo autorizado a firmar convênios, acordos, ajustes e contratos com órgãos da Administração Pública e Empresas Privadas, como Concessionárias de Serviços Públicos, Instituições Financeiras, Associações Comunitárias, Autarquias e Fundações, Organizações Não Governamentais (ONGS), Igrejas, Entidades Filantrópicas e Associações de Segmentos Organizados da Sociedade sem fins lucrativos.
Houve alteração ao Projeto de Lei pelos Vereadores de oposição e mais Ozildo Alves. Não sei se acrescendo o parágrafo único ou alterando a redação originária, que ficou assim:
Carecerão de prévia e expressa autorização do Poder Legislativo os convênios, acordos, ajustes e contratos com Associações Comunitárias, Organizações Não Governamentais e Associações de segmentos da sociedade, sem fins lucrativos, bem como com Instituições Financeiras”.
Com o Projeto emendado o Prefeito não ficou cerceado e a Câmara não perdeu o exercício do controle fiscalizatório. É por isso que eu acredito na atual Legislatura.
A palavra agora é com os Srs. Vereadores e o cidadão.
NOTA. Fiquei feliz com a escolha de Josiel Araújo pela Prefeita Ena Vilma para o cargo de Secretário Municipal de Educação de Glória. Durante 04 anos mantivemos bons contatos administrativos e sempre pautados pelo diálogo e compreensão da problemática de Glória. NOTA. Outra boa escolha foi a de Itaíbes para superintender o aeroporto local. Excelente pessoa e profissional.
FRASE DA SEMANA. “É essencial saber o que se deve observar." Clarice Lispector.
Paulo Afonso, 13 de fevereiro de 2009.
Fernando Montalvão.
Ressalva-se a minoria dos bons, dos republicanos e dos idealistas.
Infelizmente, talvez pelos próprios exemplos, os Vereadores em todas as comunidades, diferentemente do que deveria acontecer, são havidos como primos pobres da sociedade (o sentido não é financeiro). A revolta da populaça com os Vereadores é a mesma com toda classe política. A cada anúncio de benefícios e favores em proveito da classe política, logo tem repercussão negativa e merece exploração da imprensa sem que discuta a origem ou a finalidade da destinação.
Cá com meus botões. Sou um municipalista convicto e defensor da figura do Vereador como o representante mais imediato do cidadão. Ali no dia a dia ele adentra nos problemas graves ou não do Município, conhece de perto as pessoas, os seus sonhos e aspirações.
Na prática, o sonho republicano, na maioria das vezes, passa pelos corredores e plenários das Câmaras e vai desaguar nos gabinetes do Prefeito, o que é mais facilmente visto nas pequenas comunidades. O Prefeito que perdeu fez maioria na Câmara e o que ganhou fez minoria, tudo se resolve. O Vereador vai dizer que não pode assistir seus eleitores se não dispuser da ajuda do Prefeito porque vai ter que fornecer transporte, distribuir remédio, arranjar consultas e coisas menores, um manto podre de um discurso doentio Na primeira matéria de importância na Câmara vai dizer ao Prefeito que seu veículo está sem pneus ou que precisa fazer o motor ou mesmo que o veículo merece ser trocado.
A partir do próximo dia 17, salvo melhor juízo, em Paulo Afonso, as perspectivas são positivas pela formação eclética da Casa Legislativa Municipal.
Antonio Alexandre já é um Vereador calejado e sabe da pedreira que vai encontrar para resgatar a credibilidade da Câmara Municipal que saiu muito desgastada na Legislatura anterior. Basta vê o número dos Vereadores reconduzidos para a atual Legislatura. É sintomático.
Antonio pode muito bem abrir as portas da Câmara e chamar o cidadão para participar do dia a dia do Legislativo para que não fique aquela idéia de que os Vereadores se reúnem na 3ª e fica o resto do tempo sem fazer nada, o que não é verdade. A par disso, se Antonio fizer tudo que for possível e não der transparências as contas públicas nada terá feito. Se ao contrário, abrindo as contas públicas, estará criando um modelo para o futuro, embora transparência seja princípio constitucional.
A Câmara de Paulo Afonso tem tudo para ser um catalisador dos grandes temais locais e se constituir como foro de debates e idéias. Basta querer.
A formação eclética da Câmara é um ponto altamente positivo por retirar de um lado ou de outro, o monopólio do Poder.
Dentre os 11, 05 são da oposição, 03 da situação, e 02, independentes, embora deles, independente, até agora, tenha despontado Ozildo Alves, o que foi visto em recente votação. Paulo Sérgio vai ser sempre uma incógnita. Não se sabe se ele fechou com o Prefeito ou se fechou apenas para a eleição de Antonio. Na votação do último Projeto de Lei ele já se declinou pela vala comum.
Conduzir tema relevante na Câmara atual será como 1º Ministro em Regime Parlamentarista, vai ter que se equilibrar o tempo todo.
O Projeto de Lei (PL) nº 001/09, de autoria do Chefe do Executivo Municipal, Anilton Bastos, estava na Câmara para apreciação e continha no seu art. 1º.:
“Fica o Chefe do Executivo autorizado a firmar convênios, acordos, ajustes e contratos com órgãos da Administração Pública e Empresas Privadas, como Concessionárias de Serviços Públicos, Instituições Financeiras, Associações Comunitárias, Autarquias e Fundações, Organizações Não Governamentais (ONGS), Igrejas, Entidades Filantrópicas e Associações de Segmentos Organizados da Sociedade sem fins lucrativos.
Houve alteração ao Projeto de Lei pelos Vereadores de oposição e mais Ozildo Alves. Não sei se acrescendo o parágrafo único ou alterando a redação originária, que ficou assim:
Carecerão de prévia e expressa autorização do Poder Legislativo os convênios, acordos, ajustes e contratos com Associações Comunitárias, Organizações Não Governamentais e Associações de segmentos da sociedade, sem fins lucrativos, bem como com Instituições Financeiras”.
Com o Projeto emendado o Prefeito não ficou cerceado e a Câmara não perdeu o exercício do controle fiscalizatório. É por isso que eu acredito na atual Legislatura.
A palavra agora é com os Srs. Vereadores e o cidadão.
NOTA. Fiquei feliz com a escolha de Josiel Araújo pela Prefeita Ena Vilma para o cargo de Secretário Municipal de Educação de Glória. Durante 04 anos mantivemos bons contatos administrativos e sempre pautados pelo diálogo e compreensão da problemática de Glória. NOTA. Outra boa escolha foi a de Itaíbes para superintender o aeroporto local. Excelente pessoa e profissional.
FRASE DA SEMANA. “É essencial saber o que se deve observar." Clarice Lispector.
Paulo Afonso, 13 de fevereiro de 2009.
Fernando Montalvão.
Goela da Ema, corredor da morte


Por: J. Montalvão
Aproveitando a foto do Portal JV, faço mais um comentário pela falta de respeito com o povo de Jeremoabo, por quem de direito, e que esse trânsito desorganizado e impróprio da “Goela da Ema” vem causando
É como diz o próprio Jovino: “Em pleno século XXI, ano 2009, não se justifica, que entre prefeito e saia prefeito, e, que medidas urgentes e necessárias não sejam tomadas, no sentido de sinalizar, como também não permitir estacionar em qualquer sentido da via, principalmente aos sábados”.
A situação caotica da Goela da Ema nunca foi resolovida pelo simples fato dos prefeitos não ter compromisso com o bem estar da população; é aquela máxima:
“eu me fazendo o povo que se exploda”.
Não tem cabimento, qualquer prefeito para não contrariar um ou dois comerciantes, e também para não perder votos, prejudicar toda uma população.
Devido a precariedade da Goela da Ema, já houve morte, há colizão de veículos constantemente, atropelos; e o povo que para ali se desloca ou mesmo reside convive com o risco de vida, porque aquele local se tornou terra de ninguém, ninguém respeita o pedestre nem qualquer sinal de trânsito, se é que ainda existe, ou se os vândalos não já arrancaram.
O nome mais adequado para aquela minúscula artéria da cidade deveria ser: “corredor da morte.
Vamos aguardar quem será a próxima vítima, talvez no dia que qualquer parente ou a propria autoridade for acidentada, tome as providencias, por enquanto é apelar para boa vontade de São João Batista, que é o nosso padroeiro, e poderá muito bem quebrar mais esse galho.
Vacina contra o ronco
Pesquisadores paulistas testam injeção para acabar com o barulho durante o sono
Greice Rodrigues

NOITES INSONES 40% dos brasileiros roncam, prejudicando o descanso dos parceiros
Não há nada mais desagradável do que ser incomodado por algum barulho durante o sono. Pior ainda se esse ruído for aquele ronco persistente que se estende noite adentro. Para muita gente, é intolerável conviver com um roncador. O problema é que eles, os roncadores, são muitos: estima-se que 40% dos brasileiros façam barulho durante o sono. Um novo tratamento, porém, promete noites mais tranquilas para boa parte dessas pessoas e também para quem vive com elas.
A terapia consiste no uso de uma injeção que, ao ser aplicada no céu da boca, enrijece a musculatura da região. Dessa maneira, vai direto à raiz do problema. Isso porque o ronco é causado pelo barulho resultante da passagem do ar durante a expiração por músculos flácidos e relaxados. É a vibração provocada nesses tecidos que origina o ruído. "As substâncias injetadas deixam os músculos firmes, acabando com o som", diz Michel Cahali, médico do Hospital das Clínicas de São Paulo.
Essa espécie de vacina contra o ronco é objeto de estudo da tese de mestrado do otorrinolaringologista Fábio Lorenzetti, em desenvolvimento no hospital paulista. O tratamento está sendo testado em 18 pessoas, com bons resultados. "Pelo menos 80% dos pacientes tiveram melhora significativa", diz Cahali. Na prática, quer dizer que a maioria parou de roncar ou pelo menos não causa mais incômodo. A recepcionista Loureta de Oliveira, 44 anos, é uma das que comemoram o sono sem barulho. "Estou feliz. Antes, incomodava a todos em casa. Quando viajava com amigos, ficava muito constrangida", conta.
Porém, a novidade não é indicada, por exemplo, a todos os portadores de apneia do sono, distúrbio causado pela interrupção momentânea da respiração durante o sono. Apenas aqueles com grau leve (entre cinco e 15 ocorrências em uma noite) podem se beneficiar. Em casos mais sérios, estão envolvidas outras complicações, além da flacidez muscular, que tornam o tratamento inócuo. Os médicos estimam que a técnica esteja disponível dentro de um ano.
Hoje, há algumas opções de tratamento. Entre elas estão o uso de aparelhos dentários especiais e a aplicação de ondas de radiofrequência para enrijecimento da musculatura do palato.
Greice Rodrigues

NOITES INSONES 40% dos brasileiros roncam, prejudicando o descanso dos parceiros
Não há nada mais desagradável do que ser incomodado por algum barulho durante o sono. Pior ainda se esse ruído for aquele ronco persistente que se estende noite adentro. Para muita gente, é intolerável conviver com um roncador. O problema é que eles, os roncadores, são muitos: estima-se que 40% dos brasileiros façam barulho durante o sono. Um novo tratamento, porém, promete noites mais tranquilas para boa parte dessas pessoas e também para quem vive com elas.
A terapia consiste no uso de uma injeção que, ao ser aplicada no céu da boca, enrijece a musculatura da região. Dessa maneira, vai direto à raiz do problema. Isso porque o ronco é causado pelo barulho resultante da passagem do ar durante a expiração por músculos flácidos e relaxados. É a vibração provocada nesses tecidos que origina o ruído. "As substâncias injetadas deixam os músculos firmes, acabando com o som", diz Michel Cahali, médico do Hospital das Clínicas de São Paulo.
Essa espécie de vacina contra o ronco é objeto de estudo da tese de mestrado do otorrinolaringologista Fábio Lorenzetti, em desenvolvimento no hospital paulista. O tratamento está sendo testado em 18 pessoas, com bons resultados. "Pelo menos 80% dos pacientes tiveram melhora significativa", diz Cahali. Na prática, quer dizer que a maioria parou de roncar ou pelo menos não causa mais incômodo. A recepcionista Loureta de Oliveira, 44 anos, é uma das que comemoram o sono sem barulho. "Estou feliz. Antes, incomodava a todos em casa. Quando viajava com amigos, ficava muito constrangida", conta.
Porém, a novidade não é indicada, por exemplo, a todos os portadores de apneia do sono, distúrbio causado pela interrupção momentânea da respiração durante o sono. Apenas aqueles com grau leve (entre cinco e 15 ocorrências em uma noite) podem se beneficiar. Em casos mais sérios, estão envolvidas outras complicações, além da flacidez muscular, que tornam o tratamento inócuo. Os médicos estimam que a técnica esteja disponível dentro de um ano.
Hoje, há algumas opções de tratamento. Entre elas estão o uso de aparelhos dentários especiais e a aplicação de ondas de radiofrequência para enrijecimento da musculatura do palato.
CARTA AO JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO
Por PAULO CAVALCANTI 13/02/2009 às 23:02
Quata feira 11 de fevereiro
Blog do Paulinho "Jornalismo é a prática diária da inteligência e o exercício cotidiano do caráter." Cláudio Abramo (1923-1987) 11.2.09 CARTA AO JORNAL FOLHA DE S. PAULO Foto: Robson Martins Ao jornal FOLHA DE SÃO PAULO. Prezados: Editor e Ombudsman, Reiteradas vezes, tenho escrito a este jornal, protestando sobre a linha editorial canhestra, que desrespeita as regras mínimas do chamado jornalismo sério, que nunca foi especialidade deste diário, e da família que o representa, os Frias. Desde 2ª feira (09/02) - o jornal vem dando publicidade ao fato de uma liminar ter derrubado a "provinha" prestada pelos professores da rede estadual de educação, dia 17/12/2008, que a própria Secretária da Educação, "vassala" do governador Serra, não sabe explicar qual a finalidade da aplicação da mesma. Algum jornalista já perguntou isso para a Secretária, de modo profissional? Como um jornalista dever perguntar? Não deixando evazivas, ou a velha tática de levantar a bola para o entrevistado escapar da resposta objetiva? Toda a imprensa, de modo "deliberado", tem dado sua versão enviesada, sempre ouvindo somente o lado da governo, e quando ouve representantes da categoria, distorce aquilo que foi declarado. Existe um fato gritante com relação a essa prova, que a imprensa não vai atrás, (pois não lhes interessa), que é o governo do Estado, não ter contratado uma empresa especializada em aplicar esse tipo de prova, isso por sí só demonstra que o intúito da prova foi, fazer terrorismo com a categoria. Vocês falam o tempo inteiro do sindicato, que é corporativista, o que para mim, reles cidadão, trata-se de uma "redundância" - uma vez que desconheço sindicato de classe, que não seja corporativista, pois esse é o papel do sindicato, (defender a corporação). Outro fato que a imprensa (A Folha), em especial omite, pois a ela não interessa espinafrar Serra e Maria Helena, é o de haver ocorrido, um milhão de irregularidades no dia da aplicação da prova, inclusive, a maior delas foi haver "obrigado" os professores titulares, aplicarem provas em professores temporários. Isso por sí só, é o cúmulo do absurdo!!! Pensam que o absurdo para por aí? Claro que não!! Podem procurar no Diário Oficial, aquele dia da aplicação da prova (17/12), ERA UM DIA LETIVO, ou seja, os professores, tanto os titulares que estavam aplicando (indevidamente) a prova, como os temporários que estavam fazendo a prova, teriam que estar em SALAS DE AULAS!!! Portanto, essa aberração, praticada pelo governo, NUNCA foi abordada por nenhum órgão de imprensa, pois faz parte da bilndagem de Serra presidente. Isto posto, QUALQUER PROFESSOR, que fizesse a denúncia ao Ministério Público, DERRUBARIA A PROVA, pois era dia útil no calendário escolar, portanto fazia parte dos 200 dias letivos de aulas, como exige a lei. Outro dado que a imprensa inteira ignorou, foi que a Secretaria da Educação, PERDEU EM SEU SISTEMA, MAIS 60% dos dados da prova, como vocês estão alardeando que 1.500 professores obteram nota zero na prova???? Se o próprio sistema falhou, e ninguém abordou o assunto!!! Como pode haver constatação de que 1.500 professores, tiraram nota zero? Se nem a Secretaria sabe informar, de fato, quanto professores prestaram a tal provinha? Teve professor que prestou a prova, não apareceu na listagem, professsor que prestou prova para português e inglês, a nota de inglês apareceu em português e a de português apareceu em inglês, professor que NÃO PRESTOU A PROVA, apareceu na lista com nota, professor que PRESTOU A PROVA, apareceu na lista como AUSENTE, e a imprensa ignora tudo isso, e escrever páginas e páginas, acabando com a imagem já desgastada por vocês do profissional em educação, sendo que a LAMBANÇA TODA foi efetuada pelo Governador, junto com sua vassala, Maria Helena Guimarães!!! Com certeza isso tudo não está sendo feito, por falta de informação, e sim de maneira D E L I B E R A D A, por um jornal, que deveria ter postura. Em que pese minha discordância da família Mesquita, donos do jornal O Estadão, eles ao menos, não são hipócritas, e assumem, EM TODAS ELEIÇÕES, através de editorial publicado na primeira página, sua posição em favor do PSDB, apoiando Serra, Alckimin e Fernando Henrique. A Folha de S. Paulo, faz questão de IDIOTIZAR o leitor, se dizendo plural, porém é plural naquilo que lhes interessa. Se vocês ainda, tiverem um mínimo de VERGONHA CARA, investiguem os fatos aqui relatados, apurem os e não se envergonhem de vir a público e fazer um "mea-culpa". Eu sei que é pedir demais, pois onde falta vergonha, falta grandeza, falta dignidade, e tudo isso, este periódico já perdeu há muito tempo. Tentou nos enganar na campanha das Diretas-já, porém a carapuça durou pouco, somente confirmando o adágio, que, ninguém consegue mentir prá todo mundo o tempo todo. Muito obrigado, Paulo Cavalcanti Postado por Paulo Cavalcanti às Quarta-feira, Fevereiro 11, 2009 3 comentários
Fonte: CMI Brasil
Quata feira 11 de fevereiro
Blog do Paulinho "Jornalismo é a prática diária da inteligência e o exercício cotidiano do caráter." Cláudio Abramo (1923-1987) 11.2.09 CARTA AO JORNAL FOLHA DE S. PAULO Foto: Robson Martins Ao jornal FOLHA DE SÃO PAULO. Prezados: Editor e Ombudsman, Reiteradas vezes, tenho escrito a este jornal, protestando sobre a linha editorial canhestra, que desrespeita as regras mínimas do chamado jornalismo sério, que nunca foi especialidade deste diário, e da família que o representa, os Frias. Desde 2ª feira (09/02) - o jornal vem dando publicidade ao fato de uma liminar ter derrubado a "provinha" prestada pelos professores da rede estadual de educação, dia 17/12/2008, que a própria Secretária da Educação, "vassala" do governador Serra, não sabe explicar qual a finalidade da aplicação da mesma. Algum jornalista já perguntou isso para a Secretária, de modo profissional? Como um jornalista dever perguntar? Não deixando evazivas, ou a velha tática de levantar a bola para o entrevistado escapar da resposta objetiva? Toda a imprensa, de modo "deliberado", tem dado sua versão enviesada, sempre ouvindo somente o lado da governo, e quando ouve representantes da categoria, distorce aquilo que foi declarado. Existe um fato gritante com relação a essa prova, que a imprensa não vai atrás, (pois não lhes interessa), que é o governo do Estado, não ter contratado uma empresa especializada em aplicar esse tipo de prova, isso por sí só demonstra que o intúito da prova foi, fazer terrorismo com a categoria. Vocês falam o tempo inteiro do sindicato, que é corporativista, o que para mim, reles cidadão, trata-se de uma "redundância" - uma vez que desconheço sindicato de classe, que não seja corporativista, pois esse é o papel do sindicato, (defender a corporação). Outro fato que a imprensa (A Folha), em especial omite, pois a ela não interessa espinafrar Serra e Maria Helena, é o de haver ocorrido, um milhão de irregularidades no dia da aplicação da prova, inclusive, a maior delas foi haver "obrigado" os professores titulares, aplicarem provas em professores temporários. Isso por sí só, é o cúmulo do absurdo!!! Pensam que o absurdo para por aí? Claro que não!! Podem procurar no Diário Oficial, aquele dia da aplicação da prova (17/12), ERA UM DIA LETIVO, ou seja, os professores, tanto os titulares que estavam aplicando (indevidamente) a prova, como os temporários que estavam fazendo a prova, teriam que estar em SALAS DE AULAS!!! Portanto, essa aberração, praticada pelo governo, NUNCA foi abordada por nenhum órgão de imprensa, pois faz parte da bilndagem de Serra presidente. Isto posto, QUALQUER PROFESSOR, que fizesse a denúncia ao Ministério Público, DERRUBARIA A PROVA, pois era dia útil no calendário escolar, portanto fazia parte dos 200 dias letivos de aulas, como exige a lei. Outro dado que a imprensa inteira ignorou, foi que a Secretaria da Educação, PERDEU EM SEU SISTEMA, MAIS 60% dos dados da prova, como vocês estão alardeando que 1.500 professores obteram nota zero na prova???? Se o próprio sistema falhou, e ninguém abordou o assunto!!! Como pode haver constatação de que 1.500 professores, tiraram nota zero? Se nem a Secretaria sabe informar, de fato, quanto professores prestaram a tal provinha? Teve professor que prestou a prova, não apareceu na listagem, professsor que prestou prova para português e inglês, a nota de inglês apareceu em português e a de português apareceu em inglês, professor que NÃO PRESTOU A PROVA, apareceu na lista com nota, professor que PRESTOU A PROVA, apareceu na lista como AUSENTE, e a imprensa ignora tudo isso, e escrever páginas e páginas, acabando com a imagem já desgastada por vocês do profissional em educação, sendo que a LAMBANÇA TODA foi efetuada pelo Governador, junto com sua vassala, Maria Helena Guimarães!!! Com certeza isso tudo não está sendo feito, por falta de informação, e sim de maneira D E L I B E R A D A, por um jornal, que deveria ter postura. Em que pese minha discordância da família Mesquita, donos do jornal O Estadão, eles ao menos, não são hipócritas, e assumem, EM TODAS ELEIÇÕES, através de editorial publicado na primeira página, sua posição em favor do PSDB, apoiando Serra, Alckimin e Fernando Henrique. A Folha de S. Paulo, faz questão de IDIOTIZAR o leitor, se dizendo plural, porém é plural naquilo que lhes interessa. Se vocês ainda, tiverem um mínimo de VERGONHA CARA, investiguem os fatos aqui relatados, apurem os e não se envergonhem de vir a público e fazer um "mea-culpa". Eu sei que é pedir demais, pois onde falta vergonha, falta grandeza, falta dignidade, e tudo isso, este periódico já perdeu há muito tempo. Tentou nos enganar na campanha das Diretas-já, porém a carapuça durou pouco, somente confirmando o adágio, que, ninguém consegue mentir prá todo mundo o tempo todo. Muito obrigado, Paulo Cavalcanti Postado por Paulo Cavalcanti às Quarta-feira, Fevereiro 11, 2009 3 comentários
Fonte: CMI Brasil
As fantasias deste Carnaval
Por: Carlos Chagas
BRASÍLIA – Vem aí o Carnaval. Encurta-se o prazo para a confecção das fantasias. Há ebulição no ministério, ninguém quer revelar como vai desfilar pelas avenidas, até para não ser copiado. Apesar disso, sabe-se que a Abin anda trabalhando como nunca para enviar ao presidente Lula a relação das preferências de seus auxiliares. Entrando ou não clandestinamente nos e-mails da alta administração, um esboço parece preparado pelos nossos arapongas.
Henrique Meirelles, do Banco Central, repetirá anos anteriores, desfilando como “O espião que saiu do frio”, enquanto Guido Mantega, da Fazenda, inovará como “Hamlet”, aquele do ser ou não ser favorável à queda dos juros. Miguel Jorge, do Desenvolvimento Industrial, dará preferência à fantasia de “Motorista de Fusquinha”, arrependido por haver, décadas atrás, trocado a vice-presidência da Volkswagen pelo agora mísero salário de ministro. Paulo Bernardo, do Planejamento, envergará o boné de pelo de onça do “Monge José Maria”, líder da guerra do Contestado.
Carlos Minc, do Meio Ambiente, e Reinhold Stephanes, da Agricultura, aparecerão de “Irmãos Corsos”, aqueles que se comunicavam por telepatia, enquanto Tarso Genro, da Justiça, prefere a roupa de “Garibaldi”, que unificou a Itália. Geddel Vieira Lima, da Integração Nacional, encomenda o camisolão de “Antônio Conselheiro”, defensor da monarquia em plena república, ao tempo em que Mangabeira Unger, do Futuro, aparecerá de orangotango, em homenagem a nossos ancestrais. Para não negar seu passado, Patrus Ananias, do Desenvolvimento Social, virá como “João XXIII”, o verdadeiro Papa.
Dilma Rousseff, candidata, encomendou em segredo as vestes de “Cinderela”, com direito a carruagem de abóbora e ratinhos fazendo as vezes de corcéis.
A febre carnavalesca já toma conta do Congresso, com Ideli Salvatti hesitando entre rainha da bateria da “Escola do Retorno dos Que não Partiram” ou a “Bruxa da Branca de Neve”. O PT formará o bloco de “Napoleão depois da Campanha da Rússia” e o PMDB de “Reis do Universo”, com Michel Temer com a tradicional fantasia de “Mordomo de Filme de Vampiro”. José Sarney, de “Saraminda”, um título à procura de um texto. No ninho dos tucanos, José Serra será o “Zorro preso pelo Sargento Garcia”. Geraldo Alckmin, “Mata Hari”, e Aécio Neves, o “Neto do Tarzan”. Nos demais partidos, Cristóvan Buarque como “Ao Mestre, com Carinho” e Eduardo Suplicy de “São João Baptista, o precursor do Messias”. Pedro Simon virá de “Batman”, tendo o Mão Santa de “Robin”, ao tempo em que Garibaldi Alves será o “Homem que Ri” e Paulo Paim o “Vingador do Rei”.
Há quem suponha o Carnaval chegando ao Supremo Tribunal Federal. Gilmar Mendes seria “O Sombra”, Eros Grau, o “Cupido”, e Helen Gracie, a “Branca de Neve”. Celso Mello, de “Matusalém”.
A pergunta que se faz é a respeito da folia poder chegar ao palácio do Planalto, mas para que fantasias? O Lula seria o Lula...
A mesma tecla
Insiste o senador Pedro Simon em que a impunidade continua sendo a maior desgraça do País. Não há como aceitar que a quase totalidade dos ladrões de colarinho branco permaneçam à margem de processos e de punições, passeando sua arrogância pelas ruas das principais cidades. José Dirceu mostra o implante de seus cabelos, Delúbio Soares prepara sua candidatura a deputado federal por Goiás. O carequinha recompõe suas atividades e manda em Belo Horizonte, enquanto Márcio Lacerda demonstra que Marx e Cristo poderiam unir-se em Belo Horizonte.
Na verdade, os ricos continuam impunes, os ladrões de galinha, atrás das grades. Nem seria preciso mudar a Constituição e as leis. Bastaria um projeto revogando decisão do Supremo Tribunal Federal que manda soltar o preso ainda sem sentença final condenatória e evita a prisão de réu já condenado, mas sem condenação definitiva transitada em julgado.
Ainda esta semana, o STF concedeu habeas-corpus e libertou um estuprador, um ladrão e dois apropriadores de rendas públicas. E mais concederá a quem se habilitar até mesmo o casal que matou uma filha arremessando-a pela janela.
Senadores humilhados
Quinze minutos antes da hora marcada o presidente da Câmara, Michel Temer, cancelou audiência acertada dias atrás com um grupo de senadores liderados por Paulo Paim. Eles iam apelar para que a Câmara vote logo projeto de lei aprovado no Senado determinando a todos os aposentados o mesmo reajuste concedido aos que recebem o salário mínimo. Porque do jeito que as coisas vão, logo todos os aposentados estarão nivelados por baixo. Temer pode ter tido razões de sobra para o adiamento do encontro, mas precisa explicar logo uma delas. Para os senadores ficou a impressão de que a Câmara pretende prestar mais um serviço ao palácio do Planalto...
Uum país descalço
No setor de calçados acabam de ser demitidos 11 mil trabalhadores, sendo que 8.700 só em Nova Hamburgo, no Rio Grande do Sul. “É a crise”, dizem os empresários e o governo, porque as exportações caíram drasticamente. A gente se pergunta para que existe o poder público, porque apesar de inexistirem estatísticas a respeito, pelo menos a metade de nossa população anda de sandálias havaianas. Ignora-se também o número dos pés descalços no País. Não seria o caso de o governo subsidiar a produção e realizar intensa distribuição gratuita de sapatos? Dona Dilma agradeceria os resultados da próxima pesquisa.
Coisas do Brasil
As siderúrgicas passam mal, com o cancelamento de contratos de exportação de aço para a China, Japão e Estados Unidos. Como estamos no Brasil, porém, está em alta a produção de alfinetes. Conclui um gaiato que é para as empresas espetarem notificações de dispensa em seus quadros de aviso...
Fonte: Tribuna da Imprensa
BRASÍLIA – Vem aí o Carnaval. Encurta-se o prazo para a confecção das fantasias. Há ebulição no ministério, ninguém quer revelar como vai desfilar pelas avenidas, até para não ser copiado. Apesar disso, sabe-se que a Abin anda trabalhando como nunca para enviar ao presidente Lula a relação das preferências de seus auxiliares. Entrando ou não clandestinamente nos e-mails da alta administração, um esboço parece preparado pelos nossos arapongas.
Henrique Meirelles, do Banco Central, repetirá anos anteriores, desfilando como “O espião que saiu do frio”, enquanto Guido Mantega, da Fazenda, inovará como “Hamlet”, aquele do ser ou não ser favorável à queda dos juros. Miguel Jorge, do Desenvolvimento Industrial, dará preferência à fantasia de “Motorista de Fusquinha”, arrependido por haver, décadas atrás, trocado a vice-presidência da Volkswagen pelo agora mísero salário de ministro. Paulo Bernardo, do Planejamento, envergará o boné de pelo de onça do “Monge José Maria”, líder da guerra do Contestado.
Carlos Minc, do Meio Ambiente, e Reinhold Stephanes, da Agricultura, aparecerão de “Irmãos Corsos”, aqueles que se comunicavam por telepatia, enquanto Tarso Genro, da Justiça, prefere a roupa de “Garibaldi”, que unificou a Itália. Geddel Vieira Lima, da Integração Nacional, encomenda o camisolão de “Antônio Conselheiro”, defensor da monarquia em plena república, ao tempo em que Mangabeira Unger, do Futuro, aparecerá de orangotango, em homenagem a nossos ancestrais. Para não negar seu passado, Patrus Ananias, do Desenvolvimento Social, virá como “João XXIII”, o verdadeiro Papa.
Dilma Rousseff, candidata, encomendou em segredo as vestes de “Cinderela”, com direito a carruagem de abóbora e ratinhos fazendo as vezes de corcéis.
A febre carnavalesca já toma conta do Congresso, com Ideli Salvatti hesitando entre rainha da bateria da “Escola do Retorno dos Que não Partiram” ou a “Bruxa da Branca de Neve”. O PT formará o bloco de “Napoleão depois da Campanha da Rússia” e o PMDB de “Reis do Universo”, com Michel Temer com a tradicional fantasia de “Mordomo de Filme de Vampiro”. José Sarney, de “Saraminda”, um título à procura de um texto. No ninho dos tucanos, José Serra será o “Zorro preso pelo Sargento Garcia”. Geraldo Alckmin, “Mata Hari”, e Aécio Neves, o “Neto do Tarzan”. Nos demais partidos, Cristóvan Buarque como “Ao Mestre, com Carinho” e Eduardo Suplicy de “São João Baptista, o precursor do Messias”. Pedro Simon virá de “Batman”, tendo o Mão Santa de “Robin”, ao tempo em que Garibaldi Alves será o “Homem que Ri” e Paulo Paim o “Vingador do Rei”.
Há quem suponha o Carnaval chegando ao Supremo Tribunal Federal. Gilmar Mendes seria “O Sombra”, Eros Grau, o “Cupido”, e Helen Gracie, a “Branca de Neve”. Celso Mello, de “Matusalém”.
A pergunta que se faz é a respeito da folia poder chegar ao palácio do Planalto, mas para que fantasias? O Lula seria o Lula...
A mesma tecla
Insiste o senador Pedro Simon em que a impunidade continua sendo a maior desgraça do País. Não há como aceitar que a quase totalidade dos ladrões de colarinho branco permaneçam à margem de processos e de punições, passeando sua arrogância pelas ruas das principais cidades. José Dirceu mostra o implante de seus cabelos, Delúbio Soares prepara sua candidatura a deputado federal por Goiás. O carequinha recompõe suas atividades e manda em Belo Horizonte, enquanto Márcio Lacerda demonstra que Marx e Cristo poderiam unir-se em Belo Horizonte.
Na verdade, os ricos continuam impunes, os ladrões de galinha, atrás das grades. Nem seria preciso mudar a Constituição e as leis. Bastaria um projeto revogando decisão do Supremo Tribunal Federal que manda soltar o preso ainda sem sentença final condenatória e evita a prisão de réu já condenado, mas sem condenação definitiva transitada em julgado.
Ainda esta semana, o STF concedeu habeas-corpus e libertou um estuprador, um ladrão e dois apropriadores de rendas públicas. E mais concederá a quem se habilitar até mesmo o casal que matou uma filha arremessando-a pela janela.
Senadores humilhados
Quinze minutos antes da hora marcada o presidente da Câmara, Michel Temer, cancelou audiência acertada dias atrás com um grupo de senadores liderados por Paulo Paim. Eles iam apelar para que a Câmara vote logo projeto de lei aprovado no Senado determinando a todos os aposentados o mesmo reajuste concedido aos que recebem o salário mínimo. Porque do jeito que as coisas vão, logo todos os aposentados estarão nivelados por baixo. Temer pode ter tido razões de sobra para o adiamento do encontro, mas precisa explicar logo uma delas. Para os senadores ficou a impressão de que a Câmara pretende prestar mais um serviço ao palácio do Planalto...
Uum país descalço
No setor de calçados acabam de ser demitidos 11 mil trabalhadores, sendo que 8.700 só em Nova Hamburgo, no Rio Grande do Sul. “É a crise”, dizem os empresários e o governo, porque as exportações caíram drasticamente. A gente se pergunta para que existe o poder público, porque apesar de inexistirem estatísticas a respeito, pelo menos a metade de nossa população anda de sandálias havaianas. Ignora-se também o número dos pés descalços no País. Não seria o caso de o governo subsidiar a produção e realizar intensa distribuição gratuita de sapatos? Dona Dilma agradeceria os resultados da próxima pesquisa.
Coisas do Brasil
As siderúrgicas passam mal, com o cancelamento de contratos de exportação de aço para a China, Japão e Estados Unidos. Como estamos no Brasil, porém, está em alta a produção de alfinetes. Conclui um gaiato que é para as empresas espetarem notificações de dispensa em seus quadros de aviso...
Fonte: Tribuna da Imprensa
O quadro da sucessão 2010 está consolidado
Por: Pedro do Coutto
A pesquisa que o Instituto Sensus realizou para a Confederação Nacional dos Transportes - os resultados foram publicados em todos os jornais, mas a melhor matéria foi de Daniel Bramati, "O Estado de São Paulo" - consolida mais uma vez o quadro político para a sucessão presidencial de 2010. São muito poucas as alterações percentuais em relação ao levantamento anterior revelado no final de 2008.
José Serra seguiu amplamente na liderança (42,8), seguido de longe por Dilma Roussef (13,5) próxima esta da senadora Heloisa Helena que registrou surpreendentes 11,2 por cento. Numa projeção que substitui Serra por Aécio Neves, o governador de Minas Gerais alcança apenas 23,3%. Heloisa Helena passa para segundo com 18,2, deixando a chefe da Casa Civil em terceiro com 16,4%. Quando colocado o nome de Ciro Gomes, em outra simulação, ele fica no patamar de 10,6. Parece ser a sua escala. Obteve 10% dos votos em 98, 12 pontos em 2002.
O cenário não parece favorecê-lo. Não existe esquema que possa encaixá-lo no próximo jogo sucessório. A grande surpresa continua a ser o prestígio de Heloisa Helena. Mas o PSOL é uma legenda muito pequena. O quadro volta a se restringir não governador de São Paulo e a ministra Dilma, que chegou a 13,5 por cento, representando um avanço de três degraus num prazo de noventa dias. Serra desceu outros três.
Porém o percentual que conquista é suficiente para garantir seu favoritismo no PSDB. Com prévias iu sem prévias, é quase impossível que seja ultrapassado por Aécio. Mas a política, é um processo dinâmico e muda de forma e de rumo a qualquer instante. Porém prever hoje mudanças radicais para amanhã constitui um exercício de futurologia. Só se pode alterar desdobramentos com base nos indicadores concretamente disponíveis. Não em suposições.
Uma delas, entretanto, possui base lógica e sem base lógica não se faz nada na vida. Trata-se da subida de Dilma Roussef. Bastante provável, em função da extraordinária aprovação do presidente Lula e de seu governo. Oitenta e quatro por cento representa um recorde, não só brasileiro, mas mundial. Político algum, presidente algum, alcançou tal índice de popularidade e confiança na história. Claro que Lula vai transferir grande parte dessa confiança e popularidade para Dilma.
Não se pode, neste momento, avaliar o potencial da transferência de votos, algo muito difícil. Mas no caso de Lula, tem que ser substancial. Pois ele está partindo em busca de uma consagração popular inédita nas ruas pó país. Com 84 por cento de aprovação, Lula obtem seu segundo recorde. O primeiro está no fato de ter disputado por cinco vezes a presidência da República. Lula perdeu de 2 a 3. Mas o recorde de disputa lhe pertence. E creio ser imbatível. A não ser por ele próprio, em 2014 ou 2015, conforme decidir o projeto de reforma política quanto a duração do mandato de quem o suceder no Planalto.
O panorama descortinado pela pesquisa Sensus-CNT dificilmente poderá se alterar. É possível que o desfecho termine no segundo turno, colocando Serra e Dilma em confronto isolado. Isso depende da presença de Heloisa Helena e Ciro Gomes na sucessão. Heloisa deve disputar para favorecer sua legenda. Quanto a Ciro Gomes, tenho dúvida.
Fonte: Tribuna da Imprensa
A pesquisa que o Instituto Sensus realizou para a Confederação Nacional dos Transportes - os resultados foram publicados em todos os jornais, mas a melhor matéria foi de Daniel Bramati, "O Estado de São Paulo" - consolida mais uma vez o quadro político para a sucessão presidencial de 2010. São muito poucas as alterações percentuais em relação ao levantamento anterior revelado no final de 2008.
José Serra seguiu amplamente na liderança (42,8), seguido de longe por Dilma Roussef (13,5) próxima esta da senadora Heloisa Helena que registrou surpreendentes 11,2 por cento. Numa projeção que substitui Serra por Aécio Neves, o governador de Minas Gerais alcança apenas 23,3%. Heloisa Helena passa para segundo com 18,2, deixando a chefe da Casa Civil em terceiro com 16,4%. Quando colocado o nome de Ciro Gomes, em outra simulação, ele fica no patamar de 10,6. Parece ser a sua escala. Obteve 10% dos votos em 98, 12 pontos em 2002.
O cenário não parece favorecê-lo. Não existe esquema que possa encaixá-lo no próximo jogo sucessório. A grande surpresa continua a ser o prestígio de Heloisa Helena. Mas o PSOL é uma legenda muito pequena. O quadro volta a se restringir não governador de São Paulo e a ministra Dilma, que chegou a 13,5 por cento, representando um avanço de três degraus num prazo de noventa dias. Serra desceu outros três.
Porém o percentual que conquista é suficiente para garantir seu favoritismo no PSDB. Com prévias iu sem prévias, é quase impossível que seja ultrapassado por Aécio. Mas a política, é um processo dinâmico e muda de forma e de rumo a qualquer instante. Porém prever hoje mudanças radicais para amanhã constitui um exercício de futurologia. Só se pode alterar desdobramentos com base nos indicadores concretamente disponíveis. Não em suposições.
Uma delas, entretanto, possui base lógica e sem base lógica não se faz nada na vida. Trata-se da subida de Dilma Roussef. Bastante provável, em função da extraordinária aprovação do presidente Lula e de seu governo. Oitenta e quatro por cento representa um recorde, não só brasileiro, mas mundial. Político algum, presidente algum, alcançou tal índice de popularidade e confiança na história. Claro que Lula vai transferir grande parte dessa confiança e popularidade para Dilma.
Não se pode, neste momento, avaliar o potencial da transferência de votos, algo muito difícil. Mas no caso de Lula, tem que ser substancial. Pois ele está partindo em busca de uma consagração popular inédita nas ruas pó país. Com 84 por cento de aprovação, Lula obtem seu segundo recorde. O primeiro está no fato de ter disputado por cinco vezes a presidência da República. Lula perdeu de 2 a 3. Mas o recorde de disputa lhe pertence. E creio ser imbatível. A não ser por ele próprio, em 2014 ou 2015, conforme decidir o projeto de reforma política quanto a duração do mandato de quem o suceder no Planalto.
O panorama descortinado pela pesquisa Sensus-CNT dificilmente poderá se alterar. É possível que o desfecho termine no segundo turno, colocando Serra e Dilma em confronto isolado. Isso depende da presença de Heloisa Helena e Ciro Gomes na sucessão. Heloisa deve disputar para favorecer sua legenda. Quanto a Ciro Gomes, tenho dúvida.
Fonte: Tribuna da Imprensa
Horário de Verão termina à meia-noite de hoje
BRASÍLIA - Termina à meia-noite de hoje o Horário de Verão 2008/2009. Os moradores das regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste do País deverão atrasar seus relógios em uma hora. Cálculos preliminares do governo dão conta de que, durante a vigência da medida, houve uma economia média de energia de 2 mil megawatts (MW) no horário de pico, entre as 18h e as 20h. No sistema Sudeste/Centro-Oeste, a redução da demanda foi de 1,5 mil MW e, no Sul, de 500 MW. Esta edição do Horário de Verão havia sido iniciada no dia 19 de outubro do ano passado.
Praticado no Brasil desde 1932, o Horário de Verão tem como objetivo, além da economia de energia propriamente dita, garantir a segurança no abastecimento de energia.
A mudança nos relógios faz com que se reduza o consumo de energia entre o fim da tarde e o começo da noite, uma vez que a luminosidade natural do Verão, maior nessa época do ano, pode ser aproveitada por mais tempo. Assim, o sistema elétrico opera com mais folga, reduzindo os riscos de sobrecarga no horário de pico, quando a maior parte das pessoas chega em casa e começa a usar equipamentos consumidores de energia elétrica.
Outra importante atribuição do Horário de Verão é reduzir a necessidade de usar termoelétricas - mais caras e poluentes - para dar conta da demanda do aumento do consumo no fim do dia.
Fonte: Tribuna da Imprensa
Praticado no Brasil desde 1932, o Horário de Verão tem como objetivo, além da economia de energia propriamente dita, garantir a segurança no abastecimento de energia.
A mudança nos relógios faz com que se reduza o consumo de energia entre o fim da tarde e o começo da noite, uma vez que a luminosidade natural do Verão, maior nessa época do ano, pode ser aproveitada por mais tempo. Assim, o sistema elétrico opera com mais folga, reduzindo os riscos de sobrecarga no horário de pico, quando a maior parte das pessoas chega em casa e começa a usar equipamentos consumidores de energia elétrica.
Outra importante atribuição do Horário de Verão é reduzir a necessidade de usar termoelétricas - mais caras e poluentes - para dar conta da demanda do aumento do consumo no fim do dia.
Fonte: Tribuna da Imprensa
Planalto contesta denúncia da oposição sobre encontro de prefeitos
BRASÍLIA - O Palácio do Planalto apresentou um balanço "técnico" para contestar a denúncia da oposição de que o Encontro Nacional dos Prefeitos, realizado nesta semana, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, teve finalidade eleitoreira. A defesa segue a linha da reação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, que em discursos e declarações inflamados reclamaram da decisão do DEM e do PSDB de entrar com ações no Tribunal de Contas da União (TCU) e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O subchefe de assuntos federativos adjunto, Olavo Noleto, disse que o governo trabalhou durante um ano e meio em parceria com o TCU e até com representantes do DEM na realização do encontro. O assessor afirmou que o Planalto mobilizou uma série de autoridades municipais e estaduais de todos os partidos para elaborar as cartilhas e programas apresentados durante o evento para ajudar prefeitos a melhorar a administração municipal.
Noleto disse que todos os ministros do governo foram tratados pela organização de forma igual, negando que o objetivo principal do evento era o de promover a candidatura da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, à Presidência em 2010. "É legítimo que vocês deem mais visibilidade para um ministro ou uma ministra", disse, referindo-se à imprensa. "Tivemos todos os ministros participando do evento, todos praticamente com o mesmo modelo, o mesmo formato que um ministro falou, os outros falaram".
Como um dos técnicos que trabalharam na organização do evento, Noleto disse considerar "legítimo" que os partidos oposicionistas façam críticas. "É legítimo que o mundo político repercuta, reaja a isso", disse. "Mas eles (oposicionistas) que me desculpem, isso chega a ser ridículo", completou.
Depois, Noleto apresentou uma série de ações e cartilhas que foram divulgadas no evento para ajudar nas gestões municipais. "Queremos que os prefeitos do DEM também utilizem essas cartilhas".
Dados do balanço apresentado por Noleto mostram que o evento custou R$ 253 mil e mobilizou 15.100 pessoas, sendo 5.300 prefeitos e prefeitas. Apenas 264 prefeitos do País não assinaram a lista de presença, segundo o assessor da Presidência Noleto afirmou que não fez um balanço de quantos prefeitos do DEM ou do PSDB participaram. "A gente não fez esse recorte", disse. Ele defendeu o setor de Assuntos Federativos do Planalto, que organizou o evento. "A área não faz política pequena, faz política de Estado, faz política institucional".
Noleto também comentou sobre uma tenda montada na parte de fora do Centro de Convenções Ulysses Guimarães, que vendeu fotomontagem instantânea. Prefeitos e assessores podiam comprar um retrato em que apareciam ao lado da ministra Dilma Rousseff e do presidente Lula. O assessor disse que os proprietários da tenda armaram o negócio dentro do Centro de Convenções, mas foram retirados do local. "Fora do Centro de Convenções, qualquer negócio não é problema nosso".
fonte: Tribuna da Imprensa
O subchefe de assuntos federativos adjunto, Olavo Noleto, disse que o governo trabalhou durante um ano e meio em parceria com o TCU e até com representantes do DEM na realização do encontro. O assessor afirmou que o Planalto mobilizou uma série de autoridades municipais e estaduais de todos os partidos para elaborar as cartilhas e programas apresentados durante o evento para ajudar prefeitos a melhorar a administração municipal.
Noleto disse que todos os ministros do governo foram tratados pela organização de forma igual, negando que o objetivo principal do evento era o de promover a candidatura da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, à Presidência em 2010. "É legítimo que vocês deem mais visibilidade para um ministro ou uma ministra", disse, referindo-se à imprensa. "Tivemos todos os ministros participando do evento, todos praticamente com o mesmo modelo, o mesmo formato que um ministro falou, os outros falaram".
Como um dos técnicos que trabalharam na organização do evento, Noleto disse considerar "legítimo" que os partidos oposicionistas façam críticas. "É legítimo que o mundo político repercuta, reaja a isso", disse. "Mas eles (oposicionistas) que me desculpem, isso chega a ser ridículo", completou.
Depois, Noleto apresentou uma série de ações e cartilhas que foram divulgadas no evento para ajudar nas gestões municipais. "Queremos que os prefeitos do DEM também utilizem essas cartilhas".
Dados do balanço apresentado por Noleto mostram que o evento custou R$ 253 mil e mobilizou 15.100 pessoas, sendo 5.300 prefeitos e prefeitas. Apenas 264 prefeitos do País não assinaram a lista de presença, segundo o assessor da Presidência Noleto afirmou que não fez um balanço de quantos prefeitos do DEM ou do PSDB participaram. "A gente não fez esse recorte", disse. Ele defendeu o setor de Assuntos Federativos do Planalto, que organizou o evento. "A área não faz política pequena, faz política de Estado, faz política institucional".
Noleto também comentou sobre uma tenda montada na parte de fora do Centro de Convenções Ulysses Guimarães, que vendeu fotomontagem instantânea. Prefeitos e assessores podiam comprar um retrato em que apareciam ao lado da ministra Dilma Rousseff e do presidente Lula. O assessor disse que os proprietários da tenda armaram o negócio dentro do Centro de Convenções, mas foram retirados do local. "Fora do Centro de Convenções, qualquer negócio não é problema nosso".
fonte: Tribuna da Imprensa
Lula avisa que Dilma vai continuar viajando
RECIFE - Um dia depois do DEM e do PSDB apertarem o cerco ao governo federal contra o que estão classificando como "antecipação de campanha eleitoral" para beneficiar a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reagiu, ontem, com irritação e respondeu duramente aos adversários, a quem atribuiu "um comportamento injusto e pequeno". As declarações foram feitas durante uma rápida coletiva à imprensa, após a visita do presidente ao primeiro projeto de aquicultura marinha do País, em Recife.
"Eu sinceramente acho isso uma coisa tão absurda, tão pequena. Uma pessoa só é candidata depois que acontece a convenção de seu partido, que só acontecem no ano que vem. É a Dilma que trabalha aos sábados e domingos. É a Dilma que vai até as 3h da manhã. É ela quem acompanha cada obra, que conversa com cada prefeito e governador deste País, incluindo o Serra (José), sobre o andamento das obras do PAC. É ela que vai ao TCU. Foi ela quem eu denominei a mãe do PAC. Por isso, a Dilma vai continuar viajando e acompanhando tudo de perto", avisou.
Lula aproveitou ainda para alfinetar democratas e tucanos ao questionar se os adversários "colocariam seus pré-candidatos em uma redoma, para evitar que viajassem pelo País". "Nós, do governo, estamos interessados em garantir que o trabalho ande, em fazer com que todas as obras do PAC sejam concluídas até o final de 2010. E eles? Qual será o motivo das viagens que os pré-candidatos deles estão fazendo? O nosso é claro. Não estamos fazendo campanha. Quem tem interesse em fazer campanha são eles", afirmou.
Ao ser questionado diretamente sobre a candidatura da ministra em 2010, Lula evitou polemizar. "A Dilma é ministra e vai continuar trabalhando como ministra até que, se for aprovada para ser candidata, se afaste do cargo", destacou.
A ausência da ministra Dilma Rousseff no evento foi comentada por aliados e adversários. Em reserva, um parlamentar pernambucano ligado à oposição garantiu que "só foi ao evento para ver o clima de campanha". Já o ex-prefeito de Recife, João Paulo (PT), conhecido por seus pronunciamento irreverentes lamentou a "falta que a Dilma faz". "Ela é uma pessoa fantástica. Pena que teve que ir embora ontem (quinta-feira) ainda. Mas não tem problema, fizemos um convite e ela disse que iria tentar vir para cá para brincar o Carnaval. Será uma maravilha", garantiu. Dilma estava no Rio Grande do Sul, onde participou da inauguração de obras do PAC na cidade de São Leopoldo.
Quinta-feira, a ministra acompanhou uma extensa programação que incluiu visita às obras da ferrovia Transnordestina e de duplicação da BR-101, no interior de Pernambuco. Por onde passou, Dilma foi o alvo principal de elogios de políticos aliados, integrantes do governo e empresários, além do assédio de populares.
Vice
Perguntado sobre as especulações de que haveria o interesse em convidar o governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB, Eduardo Campos, para ocupar a vaga de vice em uma eventual chapa encabeçada pela ministra Dilma, Lula foi discreto, mas deixou claro nas entrelinhas sua disposição em apoiar o aliado à reeleição. "O Eduardo começou uma obra muito grande em Pernambuco e dificilmente eu acredito que ele vá conseguir fazer tudo o que tem que fazer em quatro anos. Ele é hoje uma das principais lideranças políticas deste País e pode dar o salto que quiser. Mas o que eu realmente acho é que os adversários do Eduardo devem se preparar", concluiu.
fonte: Tribuna da Imprensa
"Eu sinceramente acho isso uma coisa tão absurda, tão pequena. Uma pessoa só é candidata depois que acontece a convenção de seu partido, que só acontecem no ano que vem. É a Dilma que trabalha aos sábados e domingos. É a Dilma que vai até as 3h da manhã. É ela quem acompanha cada obra, que conversa com cada prefeito e governador deste País, incluindo o Serra (José), sobre o andamento das obras do PAC. É ela que vai ao TCU. Foi ela quem eu denominei a mãe do PAC. Por isso, a Dilma vai continuar viajando e acompanhando tudo de perto", avisou.
Lula aproveitou ainda para alfinetar democratas e tucanos ao questionar se os adversários "colocariam seus pré-candidatos em uma redoma, para evitar que viajassem pelo País". "Nós, do governo, estamos interessados em garantir que o trabalho ande, em fazer com que todas as obras do PAC sejam concluídas até o final de 2010. E eles? Qual será o motivo das viagens que os pré-candidatos deles estão fazendo? O nosso é claro. Não estamos fazendo campanha. Quem tem interesse em fazer campanha são eles", afirmou.
Ao ser questionado diretamente sobre a candidatura da ministra em 2010, Lula evitou polemizar. "A Dilma é ministra e vai continuar trabalhando como ministra até que, se for aprovada para ser candidata, se afaste do cargo", destacou.
A ausência da ministra Dilma Rousseff no evento foi comentada por aliados e adversários. Em reserva, um parlamentar pernambucano ligado à oposição garantiu que "só foi ao evento para ver o clima de campanha". Já o ex-prefeito de Recife, João Paulo (PT), conhecido por seus pronunciamento irreverentes lamentou a "falta que a Dilma faz". "Ela é uma pessoa fantástica. Pena que teve que ir embora ontem (quinta-feira) ainda. Mas não tem problema, fizemos um convite e ela disse que iria tentar vir para cá para brincar o Carnaval. Será uma maravilha", garantiu. Dilma estava no Rio Grande do Sul, onde participou da inauguração de obras do PAC na cidade de São Leopoldo.
Quinta-feira, a ministra acompanhou uma extensa programação que incluiu visita às obras da ferrovia Transnordestina e de duplicação da BR-101, no interior de Pernambuco. Por onde passou, Dilma foi o alvo principal de elogios de políticos aliados, integrantes do governo e empresários, além do assédio de populares.
Vice
Perguntado sobre as especulações de que haveria o interesse em convidar o governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB, Eduardo Campos, para ocupar a vaga de vice em uma eventual chapa encabeçada pela ministra Dilma, Lula foi discreto, mas deixou claro nas entrelinhas sua disposição em apoiar o aliado à reeleição. "O Eduardo começou uma obra muito grande em Pernambuco e dificilmente eu acredito que ele vá conseguir fazer tudo o que tem que fazer em quatro anos. Ele é hoje uma das principais lideranças políticas deste País e pode dar o salto que quiser. Mas o que eu realmente acho é que os adversários do Eduardo devem se preparar", concluiu.
fonte: Tribuna da Imprensa
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