sábado, fevereiro 05, 2011

PM é preso acusado de participar de roubo a banco em Salvador

Fernando Amorim/Agência A TARDE
Soldado Robson, preso na 7ª CP, portava armas ilegais

Felipe Amorim l A TARDE*


Um policial militar foi preso, nesta sexta-feira, 4, em Salvador, acusado de participar de um assalto a um posto bancário localizado dentro do campus da Universidade Católica do Salvador (Ucsal), na Federação, em janeiro. Robson dos Santos, de 42 anos, é lotado na 38º Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM) e foi detido em flagrante por porte ilegal de uma pistola e de um revólver calibre 38.

Um outro suspeito foi preso: Márcio Batista Moreira, 37, ex-comissário de menores e segurança, que também portava ilegalmente uma arma. Além deles, um vigilante da GP Segurança, que trabalhava no posto bancário assaltado, foi ouvido pela polícia e é considerado suspeito. A prisão preventiva dele já foi solicitada à Justiça. Marcos Roberto Pinto, 82 anos, teria facilitado o acesso dos criminosos ao local.

O trio é acusado de contratar dois homens para fazer o roubo. Segundo a polícia, ambos foram mortos depois do assalto, para que não participassem da divisão do dinheiro. Os corpos ainda não foram encontrados.

Os três supostos mandantes do crime foram presos pela polícia no bairro do Beiru e serão autuados por roubo, homicídio e ocultação de cadáver. As investigações foram fruto de um trabalho conjunto entre as polícias Civil e Militar.

O roubo ao posto bancário do Bradesco da Ucsal ocorreu em janeiro. Dois homens armados renderam seguranças e prenderam funcionários e clientes no banheiro. Cerca de R$ 5 mil foram roubados. A quadrilha é suspeita de participar de um outro assalto a banco em Salvador, em novembro de 2010, na avenida Garibaldi.

A polícia cogita esta possibilidade porque descobriu que um dos suspeitos, Marcos Roberto Pinto, trabalhava como segurança na agência do Santander no dia do crime. A quantia roubada nesta ação não foi divulgada.

*Com redação de Filipe Costa l Agência A TARDE

Leia reportagem completa na edição impressa do Jornal A Tarde deste sábado

Comentarista da Fox News chama Dilma de "ex-comunista e ex-terrorista"


Glenn Beck comparou "PEC da Felicidade" com antiga constituição soviética. Segundo ele, "comunistas acham que as pessoas do Brasil são estúpidas"

04/02/2011 | 19:29 | G1/Globo.com

O comentarista conservador Glenn Beck chamou a presidente Dilma Rousseff de "ex-comunista e ex-terrorista" em seu programa desta quinta-feira (3) na emissora Fox News, dos Estados Unidos.

Beck fez a afirmação no contexto de um comentário sobre a atual crise política no Egito. O G1 procurou a assessoria do Palácio do Planalto, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem.

Reprodução/ Fox News

Reprodução/ Fox News / O apresentador da Fox News Glenn Beck no programa em que fez comentários sobre a presidente Dilma Rousseff Ampliar imagem

O apresentador da Fox News Glenn Beck no programa em que fez comentários sobre a presidente Dilma Rousseff

"Vocês lembram quando eu falei a vocês sobre o Brasil. Eles elegeram uma ex-comunista e ex-terrorista, que esteve na prisão por um tempo”, afirmou o comentarista.

Segundo Beck, “os comunistas acham que as pessoas do Brasil são estúpidas. Eles acabaram de anunciar e votar ontem [2] uma emenda sobre a busca da felicidade como objetivo a ser alcançado”.

A proposta de emenda constitucional apelidada de PEC da Felicidade, de autoria do senador Cristovam Buarque (PDT-DF), foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado em novembro passado. Para alterar a Constituição, no entanto, tem de ser aprovada por três quintos dos senadores (49 votos) e três quintos dos deputados (308 votos) em duas votações em cada casa legislativa.

Beck disse que a busca da felicidade do projeto brasileiro foi inspirada pelo texto da declaração de independência dos Estados Unidos. “A mídia saudou como “democracia”. “Ohh, não é formidável? É praticamente Thomas Jefferson”, disse, em referência ao terceiro presidente norte-americano, autor de grande parte do texto da declaração.

O apresentador afirma que a ideia de felicidade expressa no projeto brasileiro poderia ser entendida como “a garantia de renda, moradia, empregos”, mas que esses mesmos objetivos estavam expressos na antiga constituição soviética.

"Você lê que a felicidade nessa nova emenda à Constituição significa a garantia de renda, moradia, empregos, uau! [...]. Eu li a constituição comunista soviética, que garante direitos a trabalho, descanso, lazer, proteção à saúde, cuidados aos idosos, aos doentes, moradia, educação, benefícios culturais. Quase como a busca pela felicidade, de uma forma distorcida", declarou.

Então, Beck passa a criticar a proposta brasileira, o comunismo e as manifestações no Egito pela queda do ditador Hosni Mubarak.

“Você vê o que eles fizeram. Ele estão pegando ideias horríveis do comunismo. Assistência não produz nada a não ser miséria, pobreza e o massacre de dezenas de milhões de pessoas, centenas de milhões globalmente, embaladas em democracia, república, Thomas Jefferson. Eles pensam que você é retardado. Isso não é uma revolução no Egito. Isso é uma revolução socialista islâmica no Egito. Não tem nada a ver com democracia”, afirmou.

Cristovam Buarque

Autor da PEC 19/10, que ficou conhecida como PEC da Felicidade, o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) criticou a forma como a proposta foi tratada pelo comentarista.

“Essa Fox é uma idiota completa. Quem olha com cuidado a proposta vê que não é nada disso”, afirmou o senador.

Buarque disse que se inspirou na Constituição Americana para elaborar a proposta que, segundo ele, prevê que saúde, educação e segurança sejam direitos sociais essenciais para a busca da felicidade.

“Para se ter felicidade, não basta apenas ter os direitos. Na visão capitalista estúpida da Fox, basta ter US$ 40 mil dólares por mês para ser feliz”, criticou o senador.

Diante das polêmicas, Buarque afirmou que está estudando a possibilidade de substituir a atual PEC que já está em tramitação no Senado – e que já foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça – por outra, a fim de que o apelido de PEC da Felicidade seja modificado.

Segundo ele, a denominação foi algo que surgiu na mídia, e que acabou tornando a proposta como algo negativo.

“Acho que vamos ter de tirar essa PEC e começar de novo. Eu fico com uma imagem péssima se colocar a tal PEC da Felicidade na Constituição. Eu estou estudando substituir esta PEC por outra chamada PEC da Humanização dos Direitos Sociais”, disse.

O senador ainda afirmou que, enquanto o apelido da PEC se mantiver, ele fará o possível que não seja votada. “Eu vou fazer o possível para que não vá para a pauta do dia para evitar novos transtornos”, disse

Fonte: Gazeta do Povo

O primeiro grande obstáculo

Carlos Chagas

É prerrogativa do presidente da República nomear e demitir quem quiser, na estrutura do Poder Executivo. Sendo assim, Dilma Rousseff está no direito de indicar presidentes e diretores de quantas empresas estatais entender. Os partidos que a apoiam e até ajudaram a elegê-la podem sugerir nomes, sendo até bom que o façam, em nome da harmonia político-parlamentar. Não dá, porém, para aceitar que se sintam donos, senhores feudais de determinadas áreas da administração direta ou indireta. O parlamentarismo, felizmente, ainda não vigora entre nós.
¼br /> Claro que consequências adviriam da aplicação desse princípio presidencialista caso a chefe do governo rejeitasse sistematicamente as indicações do PMDB, no setor elétrico e em outros setores. Não é o que acontece, pois se as bancadas do partido na Câmara tem sido desconsideradas em seus pleitos, o mesmo não acontece com as bancadas no Senado. José Sarney que o diga, sempre ampliando espaços, desde o governo Lula.¼br /> ¼br /> Evitar o choque entre Dilma e deputados peemedebistas constitui tarefa do vice-presidente da República, Michel Temer, até pouco presidente institucional do PMDB e ainda agora seu líder de fato. Porque continuando as coisas como vão, logo engrossará a corrente dos descontentes. Não vem ao caso verificar que a presidente impõe a escolha de técnicos e os deputados, com raras exceções, praticam a fisiologia. Estão de olho nos bilhões destinados às empreiteiras encarregadas de implantar obras e serviços, no mínimo para agradecer contribuições nas campanhas eleitorais. No máximo, quem quiser que conclua…
¼br /> Depois de um mês de governo, Dilma Rousseff defronta-se com o primeiro grande obstáculo: o troco que as bancadas do PMDB na Câmara poderão articular quando começar a votação de projetos de interesse do palácio do Planalto, em março. A pergunta que se faz é sobre os danos capazes de registrar-se na base parlamentar do governo, se a crise não for contida.
¼br /> AMADORISMO
¼br /> Bem que Marta Suplicy poderia ter evitado o primeiro lance amador de sua ascensão à vice-presidência do Senado. Faltou-lhe jogo de cintura, apesar do perfil. Cortou o microfone do ex-marido, comportando-se como a madre superiora do convento, quando a praxe entre os senadores é de tolerância e flexibilização diante do regimento interno. Muita gente fica pensando que se não fosse Eduardo Suplicy, mas qualquer outro representante da Federação, dona Marta teria agido assim.

Deveria valer-se de múltiplos exemplos da crônica da Câmara Alta, inclusive um inesquecível, no início de 1975. Na presidência dos trabalhos estava Magalhães Pinto. Discursava pela primeira vez Paulo Brossard, denunciando os desmandos do regime militar. Apesar de haver ultrapassado o tempo e não obstante os protestos do líder do governo Petrônio Portela, cobrando o corte do microfone, a velha raposa mineira não se mexeu. Deixou o gaúcho falar pelo tempo que bem entendesse. Já não se fazem senadores como antigamente…
¼br /> ANACRONISMO¼br /> ¼br /> Lamentável foi o programa de propaganda partidária gratuita do PSDB, na noite de quinta-feira, em rede nacional de televisão. A maior parte utilizada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, envolveu desnecessária volta ao passado, com pitadas de crítica ao Lula. Tudo encenado como se tivesse ocorrido numa sala de aula. Enquanto isso, viu-se por um segundo a imagem de José Serra, concedido o dobro do tempo a Aécio Neves, Teotônio Vilela Neto e outros governadores. Um pouquinho mais a Geraldo Alckmin. Foi como se em plena era da comunicação eletrônica alguém nos desse para ler o “Fon-Fon” ou a “Careta”…
¼br /> FALTA DE TERRA¼br /> ¼br /> Voava sobre Mato Grosso o DC-3 da Varig com a comitiva do candidato Jânio Quadros, em setembro de 1960. Viajava com políticos variados e alguns jornalistas o companheiro de chapa, Milton Campos, quando se descobriu estar a aeronave perdida, sem conseguir localizar o aeroporto da cidade onde deveria aterrissar. Nem qualquer outro aeroporto. O tempo passava, a tensão aumentava e a gasolina diminuía. Alguém percebeu o candidato à vice-presidência, cardíaco, de olhos fechados. Veio a pergunta: “está com falta de ar, dr. Milton?” A resposta devolveu o otimismo aos presentes: “meu filho, estou é com falta de terra…” Desnecessário dizer que o DC-3 acabou descendo, ainda que numa cidade de Goiás, onde ninguém aguardava a comitiva.
¼br /> A historinha se conta a propósito do clima carregado que se registra no PMDB. Seus líderes estão perdidos, sem rumo. Falta alguém sugerir que se o partido perdeu o setor elétrico, o remédio é encontrar outro setor…

Fonte: Tribuna da Imprensa

Dona Dilma garantiu depois da eleição, e reafirmou ao ser empossada: “Uma das reformas importantes, é a político-partidária”. Será derrotada ou então ignorada. “Caciques”? Vitoriosos.

Helio Fernandes

Não se fazem mais socialistas como antigamente. Em plena campanha para 2014, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, já trabalha intensamente. Amigos dele, dizem: “Como ele já foi reeleito, no primeiro turno e com votação insuperável, só pode pensar na Presidência da República”.

Não é bem assim, embora possa ser parecido. Na História brasileira, senadores são governadores, quase sempre governadores se transformam em senadores. E muitas vezes atingem mesmo a Presidência da República.

Nos EUA, isso sempre vigorou, e até com mais força, por causa da legislação eleitoral, mais avançada. São dois senadores por estado, mandato de 6 anos, portanto, de 3 em 3 anos existe eleição, sempre para um senador. Aqui, de 4 em 4 anos é eleito um senador, e depois de mais quatro, são eleitos dois.

Em 1954, Democratas e Republicanos, assustados com o fato de Roosevelt ter obtido 4 mandatos seguidos, e ter morrido em 1945 com 61 anos e a expectativa de obter mais dois mandatos (possíveis, o que aconteceria em 1948 e 1952), resolveram mudar a Constituição.

Aprovaram então, por unanimidade, a Emenda número 24, que estabelecia que os presidentes da República só podiam exercer 2 mandatos presidenciais, uma eleição e uma reeleição. Depois estavam para sempre fora da vida pública. Não podiam EXERCER mais nenhum cargo, eleito ou nomeado, fosse qual fosse, pelo resto da vida.

Isso começou com Eisenhower, ficou 8 anos, e foi para casa. Continuou com Reagan, Clinton, Bush filho (o pai foi derrotado para o segundo mandato) e agora Obama, que deve ser reeleito em 2012.

Os Estados Unidos podem ter muitos defeitos de domínio e relacionamento com o mundo, e têm mesmo, mas estão sempre aperfeiçoando o sistema partidário-político-eleitoral. Uma decisão que está na Constituição, magistral, jamais será aprovada no Brasil, por mais que falem em reforma.

Funciona assim, podem se estarrecer: qualquer cidadão só pode ocupar o cargo para o qual foi eleito. Digamos que seja eleito senador ou congressista (como são mais conhecidos os deputados), só pode exercer esse cargo. Se quiserem ocupar uma secretaria de Estado, terão que renunciar ao cargo para o qual foram eleitos.

O melhor exemplo, aconteceu há 2 anos, todos vão se lembrar. Dona Hillary Clinton, era senadora reeleita. Ainda tinha 4 anos e 3 meses de mandato. Convidada para secretaria de Estado, teve que renunciar (não apenas se licenciar) para assumir o outro cargo.

Quer dizer, trocou mais de 4 anos dela mesma, por um cargo do qual pode ser demitida. (Já aconteceu no passado). Nessa tumultuada condição religiosa-política (Egito, Tunísia e todo o mundo árabe) pode ter divergências com Obama e ser demitida. Não é provável, é possível, mas é uma realidade; o cidadão elege alguém para um cargo, não pode ser ludibriado, e o seu escolhido mudar de lugar.

Também não existem suplentes, a maior negação do sistema de votação. Dois exemplos dos EUA e do Brasil. Na Matriz, com a renúncia de Dona Hillary, o Estado de Nova Iorque ficou com menos um senador. O governador (eleito pelo povo) nomeou um substituto para um ano e três meses. Faltavam os outros 3 anos. Esse mesmo que estava no cargo por 15 meses, disputou e foi derrotado.

Aqui na Filial: no primeiro dia de funcionamento da nova Legislatura, suplentes assumindo, o titular será secretário estadual. O fato irrefutável e mais desastroso para o sistema. Alfredo Nascimento era Ministro dos Transportes, foi se despedir de Lula, “serei candidato ao Senado”.

Lula não perdeu a chance, disse a ele: “Puxa, bota aí como teu suplente o meu amigo João Pedro”. Botou e raciocinou (?): “Se for eleito, voltarei para o Ministério dos Transportes”. Puxa, adivinhou. Quatro anos depois, agora em 2010, franco favorito para governador do Amazonas, teria que renunciar, João Pedro deixaria de ser suplente, “ganharia” 4 anos como efetivo.

Lula achou que o seu Ministro duas vezes (com atuação sempre NOTA ZERO, o grande problema do Brasil, está exatamente nesse setor) parecia mesmo eleito, Lula tratou apenas de liquidar a reeleição do senador Artur Virgilio. Não houve problema. Nascimento derrotado, foi nomeado Ministro pela terceira vez.

Nossa Senhora, três vezes ministro? Que calamidade. Com isso, João Pedro ficou no Senado, provavelmente por mais 3 anos e meio. Para ser isento e não cometer injustiças: João Pedro é infinitamente melhor do que Nascimento, exerce o mandato com eficiência e competência, não participa de negociatas, não é citado em escândalos. Só que não foi eleito. Como se o “mandato” do Ministro tivesse validade, credibilidade, representasse alguma coisa.

Portanto podem se desesperar, não conseguirão nada, a reforma política-partidária-eleitoral, não sairá do papel como exigência do cidadão-contribuinte-eleitor. O presidente da Câmara, do Senado, alguns “caciques” dos diversos partidos, já disseram; “Não faremos essa reforma de uma vez, ela será F-A-T-I-A-D-A”. O que será isso?

É o seguinte. O que os “caciques” que compõem a “cúpula” dos partidos querem fazer, é a chamada LISTA FECHADA. O cidadão deixa de votar em PESSOAS, vota na LEGENDA. Só um ou dois partidos do mundo ocidental têm isso, e assim mesmo em parte. Como acontece na Alemanha, que com sistema político complicado mas histórico.

Esse sistema, se dependesse apenas das “cúpulas”, já estaria aprovado. Qual a razão? É que essas mesmas “cúpulas” colocam os nomes dos candidatos nas listas, e evidentemente os deles estarão na frente de todos. Digamos que num estado, a previsão de um partido é eleger 10 deputados. Então os 10 primeiros, serão os privilegiados. Se elegerem 8, sobram 2, não serão esquecidos.

Por mais surpreendente que seja, essa única reforma com chance de ser aprovada i-m-e-d-i-a-t-a-m-e-n-t-e, escandalosa, vergonhosa, legítimo retrocesso, pode ser vetada pelos deputados sempre esquecidos, desprezados e marginalizados.

Esses deputados, em todos os partidos, (grandes, médios ou pequenos) sabem que nas listas, só ocuparão lugares bem abaixo da previsão do número de eleitos. Então, nas campanhas, trabalharão duramente, para eleger os que dominam a legenda.

***

PS – Os “líderes” querem esse “VOTO DE LISTA”, já começam a “trabalhar” os deputados de “segunda categoria”, (como são chamados) com o argumento: “Todos serão beneficiados”.

PS2 – Farsa, fraude, mistificação, mentira, mais enganação para o cidadão. As legendas não terão eleito número maior de parlamentares.

PS3 – Mas Henrique Eduardo Alves, Eduardo Cunha, Geddel Vieira Lima, Michel Temer, (quando acabar o mandato que não conquistou), voltarão para a Câmara, continuarão como lobistas e aproveitadores da comunidade.

PS4 – Por hoje é o que está na agenda. Dona Dilma, como presidente, pelo que afirmou, pelo que é melhor para o país, deve consultar “especialistas” fora dos partidos, e não aprovar esse F-A-T-I-A-M-E-N-T-O. Estarão F-A-T-I-A-N-D-O o Poder e a autoridade dela. Uma excrescência.

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INSS deve cobrar valor pago a mais a segurado

Ana Magalhães e Carolina Rangel
do Agora

O INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) deverá cobrar os valores que foram pagos a mais aos segurados que tiveram os benefícios calculados de forma incorreta pelo instituto entre 2005 e 2009.

Segundo o Agora apurou, em reunião feita na última quinta-feira em uma agência previdenciária, o INSS confirmou a cobrança dos valores retroativos aos últimos cinco anos. O Ministério da Previdência Social nega.

Entretanto, o INSS já sabe como a cobrança será feita, de acordo com a fonte do Agora. Quem continua recebendo o benefício terá um pagamento menor. Além disso, o segurado sofrerá um desconto de até 30% no holerite (referente ao que recebeu a mais nos últimos cinco anos). Quem não tem o benefício ativo --caso de quem recebeu auxílio-doença por um tempo-- ficará com uma "dívida" registrada no sistema do INSS, para cobrança em benefícios futuros.

  • Leia esta reportagem completa na edição impressa do Agora neste sábado

sexta-feira, fevereiro 04, 2011

Denúncia leva polícia a pegar o rei do golpe

Lucimário de Oliveira tornou-se sócio e ainda conseguiu mudar os planos da vítima

Um dos maiores estelionatários do Brasil foi apresentado, na manhã de hoje, por policiais civis da 2ª DP (Asa Norte). Lucimário Lima de Oliveira, 33 anos, já tem vários mandados de prisão em aberto e mais de oito passagens por essa prática de crime. Ele foi preso em flagrante, na tarde de ontem, quando aplicava um golpe em um empresário de 35 anos.


A polícia recebeu, por volta de 12h de ontem, uma denúncia anônima de que um homem estaria no cartório da Quadra 504 Norte para praticar um estelionato. Com as características dos suspeitos, os investigadores encontraram três pessoas que haviam acabado de serem atendidas. Lucimário e um rapaz identificado pela polícia como Anderson de Sousa Grangeiro, 25 anos, acabaram abordados. Eles queriam aplicar um golpe contra o empresário. Os dois foram indiciados por tentativa de estelionato. Se condenados, podem pegar até cinco anos de reclusão.


De acordo com o delegado-chefe Marcelo de Paula Araújo, a vítima tinha colocado um anúncio no jornal há um mês com o objetivo de encontrar um sócio para comandar as duas empresas de sua propriedade: um restaurante e uma escola de língua estrangeira. Lucimário ligou para a vítima e mostrou ter se interessado pela sociedade. “Ele ficou colega da vítima, disse que pagaria R$ 25 mil pela sua parte nas empresas, mas que pagaria em várias parcelas. Ele chegou a dar palpites na decoração do estabelecimento”, comenta Marcelo. No dia 20 de janeiro deste ano, o acusado fez com que o empresário pagasse R$ 4 mil para que ele mandasse realizar uma reforma no restaurante, mas as mudanças não foram feitas. “A intensão dele era enrolar a vítima para conseguir extorquir dinheiro dela. Ele chegou a inverter o objetivo do empresário, que era ter um sócio. Tudo leva a crer que Lucimário o convenceu a abrir uma outra empresa para pegar esse dinheiro e fugir”, acredita.


De pastor a empresário em vários Estados

Depois da prisão do acusado os investigadores descobriram que ele aplicava golpes em todo o Brasil, que já tinha sido preso várias vezes pelo crime de estelionato. Os jornais de outras cidades chegaram a publicar matérias dos casos. Lucimar já se passou por pastor de igreja, onde pegava dinheiro dos fiéis e realizava casamentos, festas caras para se passar por empresário, chegou a fazer algumas reuniões na Câmara Municipal de Guarulhos (SP) onde se passava por dono de uma grande empresa, fingiu ser dono de uma empresa chamada Eco Biodíesel na Bahia, entre outras enganações. A partir de agora ele vai para a carceragem.

Tiririca começa a saber o que faz um deputado

Governo anuncia remédio grátis para hipertensão e diabetes

Edson Sardinha

Os medicamentos contra hipertensão e diabetes serão distribuídos gratuitamente a partir do próximo dia 14 pelo programa Aqui Tem Farmácia Popular, do governo federal. A medida foi anunciada esta manhã (3) pela presidenta Dilma Rousseff e pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Atualmente, o governo subsidia 90% do valor desse tipo de remédio, deixando os 10% restantes por conta do paciente.

Qualquer cidadão pode ter acesso ao benefício. É preciso procurar uma das 15 mil farmácias conveniadas ao programa e apresentar documento com foto, CPF e receita médica. A distribuição de medicamento gratuito contra hipertensão e diabetes fez parte dos compromissos de campanha de Dilma.

Segundo o Ministério da Saúde, 33 milhões de brasileiros sofrem de hipertensão e 7,5 milhões, de diabetes. Como não há uma lista dos medicamentos que poderão ser retirados de graça, o atendimento dependerá da disponibilidade do remédio nas farmácias conveniadas. O governo banca 90% de 24 tipos de medicamentos para pacientes com asma, rinite, mal de Parkinson, osteoporose e glaucoma, hipertensão e diabetes.
Fonte: Congressoemfoco

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