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A medida foi determinada pelo corregedor-geral, desembargador Roberto Maynard Frank15 de setembro de 2025 | 08:26TJ-BA instaura sindicância para apurar conduta de servidor no cumprimento de mandado
A Corregedoria-Geral da Justiça da Bahia instaurou, nesta sexta-feira (12), uma sindicância para apurar suposta conduta inadequada de um servidor durante o cumprimento de um mandado expedido em processo judicial. A medida foi determinada pelo corregedor-geral, desembargador Roberto Maynard Frank, por meio da Portaria nº CGJ – 309/2025-GSEC.
De acordo com o documento, o caso será conduzido pelo juiz diretor do Fórum de Senhor do Bonfim, Tardelli Boaventura, que também é titular da Vara do Sistema dos Juizados Especiais. Ele terá prazo de 60 dias para apresentar relatório conclusivo sobre a apuração.
Embora os detalhes do processo e a identidade do servidor não tenham sido revelados, a portaria destaca que a sindicância corre sob sigilo, prática comum em investigações administrativas que envolvem possíveis irregularidades funcionais.
A iniciativa reforça o compromisso do Tribunal de Justiça da Bahia em manter a lisura e a transparência no cumprimento de ordens judiciais, além de assegurar a responsabilização de eventuais desvios de conduta no âmbito do Judiciário.
A Corregedoria informou que seguirá acompanhando o caso e que eventuais medidas disciplinares só serão tomadas após a conclusão da apuração.
Política LivreNpta da Redaç]ap deset blog:
O Silêncio da Procuradoria e o Peso da Corregedoria em Jeremoabo
Infelizmente, Jeremoabo é palco de um caso, no mínimo, surreal. Enquanto uma apuração interna contra um servidor se perdeu por um prazo expirado, a Corregedoria-Geral da Justiça da Bahia agiu de forma decisiva na cidade de Senhor do Bomfim
Nesta sexta-feira, 12 de setembro de 2025, o corregedor-geral, desembargador Roberto Maynard Frank, instaurou uma sindicância para investigar a suposta conduta inadequada de um servidor durante o cumprimento de um mandado judicial.
A ação da corregedoria mostra que, apesar das falhas locais, a fiscalização por parte das instâncias superiores da justiça funciona. No entanto, o caso levanta uma pergunta incômoda: como a procuradoria pôde deixar o prazo expirar em uma apuração tão importante?
A falta de agilidade e o aparente descaso com o processo são uma afronta à população, que espera uma justiça rápida e eficiente. Enquanto alguns ignoram os prazos, o cidadão de Jeremoabo paga o preço com a morosidade e a impunidade.
Você acredita que a fiscalização das corregedorias é fundamental para garantir a eficiência e a transparência do sistema judiciário em nível municipal?