Há uma sabedoria popular que diz que só erra quem trabalha. Se a vereadora de Coronel João Sá se equivocou em sua atuação, ela merece aplausos, pois seu suposto equívoco não foi por omissão ou prevaricação, mas por exercer seu legítimo dever de fiscalizar o erário público. O caso, que envolveu uma licitação de grande vulto, chamou a atenção e exigiu esclarecimentos. A atitude da vereadora demonstra um compromisso fundamental com a transparência e a responsabilidade na gestão pública.
Nesse contexto, também merece aplausos a coragem do professor Marcelão. Numa pequena cidade do interior da Bahia, ele exerce seu direito de cidadania de forma voluntária, sem temer ser injustamente processado ou silenciado por aqueles que utilizam a justiça para amordaçar e calar quem tem a coragem de denunciar improbidades. A sua atuação, assim como a da vereadora, serve de exemplo e inspiração para a população.
A fiscalização dos gastos públicos é um pilar essencial da democracia. É dever de todo cidadão e, principalmente, de todo vereador, estar vigilante e cobrar explicações sobre como o dinheiro do povo está sendo utilizado.
Você acredita que a atuação de vereadores e cidadãos como a vereadora de Coronel João Sá e o professor Marcelão é fundamental para fortalecer a democracia em municípios menores?