domingo, maio 27, 2018

Respondendo comentário e recomendação do Dr. Jorge Varjão a respeito da próxima eleição suplementar em Jeremoabo

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Prezado amigo Dr. Jorge Varjão

Com todo respeito que tenho ao amigo, pois sempre mantivemos um bom relacionamentos independente de partido politico, respeitosamente quero dizer que esse seu CD devido a repetição periódica  da mesma música está inaudível.
Seria de bom alvitre que quando o amigo citasse a Bíblia expusesse a  parte onde menciona os " falsos profetas": " “Cuidado com os falsos profetas: Eles vêm até vós vestidos com peles de ovelha, mas por dentro são lobos ferozes" (Mt 7,15)..
Esse trecho  Bíblico é uma fotografia em preto e branco dos profissionais da politicagem de Jeremoabo, dos cafetões da viúva.
Acredito que o amigo chegou cansado de viagem e não teve tempo de conhecer a Jeremoabo que o povo não quer.
Sugiro que o amigo ande pela Avenida do Contorno, faça um visita ao Hospital, visite a Rua Aracaju, Avenida Recife, dialogue com o os universitários ou então com o pessoal da Zona Rural, para te informar o que é passar sede.
E por falar em Hospital o mesmo devido a incompetência dos governantes que o amigo recomenda que o povo vote neles, regrediu, pois no seu tempo ainda fazia parto e pequenas cirurgias, hoje a mulher sequer tem direito a parir em Jeremoabo.
A única coisa que a administração  municipal de Jeremoabo progrediu foi em improbidades, o número de gestores que tiveram a oportunidade de sentar na cadeira da viúva, saíram encharcados de processos.
Sugiro ao amigo que quando dispor de tempo dê um passeio no site  da JUSTIÇA FEDERAL EM SALVADOR, DA JUSTIÇA FEDERAL EM PAULO AFONSO, ou mesmo DA JUSTIÇA ESTADUAL DA BAHIA.
Caso não disponha de tempo para navegar na internet, e como suponho que esteja em Jeremoabo, sugiro que no próximo dia 29 corrente compareça ao Foro local  da cidade para assistir a audiência do  " líder tista de deda", que é réu no processo da Câmara Frigorifica de Jeremoabo, o dinheiro chegou para construção da tal Câmara, o dinheiro sumiu, a mesma foi inaugurada como invisível, virtual, fantasma.
Já da administração atual, que o amigo sugere que o povo vote no mesmo para o bem de Jeremoabo,  acredito que devido as seus afazeres, não teve tempo para ouvir  o Programa Conexão Verdade, Chico Sabe Tudo e TV de Coronel João Sá, programas esses que denunciou e desnundou todo tipo de corrupção e improbidade que se possa imaginar.
Ah, ia esquecendo, ainda a respeito do Hospital teve um seu colega que além de salvar vidas, foi obrigado a conviver com lixo, baratas, ratos, cobras e até cachorros, isso sem falar no rombo de milhões, onde inclusive os chefes do grupinho que apoiam o interino e hoje candidato a prefeito, são réus na Justiça Federal, a exemplo de  "tista de deda"  a ex-prefeita Anabel, Pedrinho de João Ferreira, e mais outros seis ou sete comparsas.
Dr. Jorge, mesmo a passos curtos Jeremoabo mudou, hoje tem muitos jovens, centena de universitários, comerciantes oriundos de outros estados, que estão contribuindo para o progresso de Jeremoabo; a mentalidade hoje é outra.
Acredito que o amigo devido ao cansaço  da viagem, ou quem sabe até preocupado com as consequências da greve dos caminhoneiros. ao gravar uma recomendação para o povo de Jeremoabo, esqueceu de descer do palanque, pois falou como PRÉ-CANDIDATO A PREFEITO DE MASCOTE, onde citarei apenas alguns itens ditos pelo amigo para os eleitores daquela localidade.
O que o amigo falou a respeito de Mascote: 
"Doutor Jorge - Olha Arnaldo a vontade do povo do município de Mascote é por mudanças, a população do município cansou da mesmice e não admite mais conviver com a situação de descaso na qual se encontra o município, onde vivemos numa situação de total abandono:
Com uma educação sucateada. Apesar do grande esforço empreendido pelo professorado, que faz do impossível possível para levar uma educação de qualidade ao alunado, porém não têm o respaldo necessário do poder público


Falta de políticas públicas de saúde a qual vive num estado lastimável, onde nós médicos que atuamos no município somos às vezes questionados por que ela funciona tão mal e não temos uma resposta, a não ser o descaso pela vida dos que infelizmente adquirem uma enfermidade e necessitam ser atendidos nos postos de saúde do município que funcionam precariamente. É esgoto a céu aberto, é coleta de lixo ineficiente, ruas sem pavimentação de qualquer espécie, etc.
Segurança não existe visto o assombroso número de homicídios ocorridos no município nos últimos três anos. Levando às polícias militar e civil a considerarem o distrito de São João do Paraíso zona de Perigo, na sede do município de igual modo a insegurança também se evidencia não tendo um único policial a zelar pela segurança daquela comunidade.
Falta de trabalho para a nossa juventude e para muitos pais de famílias que têm que deixar seus familiares e irem embora para terras estranhas e às vezes muito longe à procura do seu sustento.
Nossas comunidades não têm lazer; os esportes foram esquecidos as festas tradicionais são realizadas de acordo com a vontade dos governantes e não do povo, nem o prazer de ver o seu prefeito no dia a dia a população tem a não ser nos períodos eleitorais e nas poucas ocasiões festivas.

O de concreto hoje é que a população está cansada de político que promete e não cumpre o prometido, que só comparece ao município em velório, para temporada de lazer, ou em época de campanha eleitoral, que administra para grupo, ela quer um governante comprometido com a causa pública que pense mais, trabalhe mais pelo município e seu povo e não para si e uns poucos amigos, que viva o dia a dia das comunidades, que tenha capacidade de administração comprovada através de uma exemplar história de vida construída ao longo de sua existência."(Sic)

Prezado amigo Dr. Jorge Varjão, tudo que o senhor condena e diz está errado em Mascote, vem acontecendo  em Jeremoabo, portanto faço a seguinte pergunta: é justo o povo de Jeremoabo arcar e suportar todos esse desmandos que está acontecendo no desgoverno municipal há mais de 20(vinte) anos?

O povo de Jeremoabo que você diz tanto gostar, merece continuar com um castigo desse, pior do que as 07 (sete)pragas do Egito?
O amigo tem conhecimento que o último Prefeito ficha Limpa de Jeremoabo foi Lula de Dalvinho, vice prefeito da atual chapa Deri do Paloma?
O  companheiro desconhece que DERI DO PALOMA, É FICHA LIMPA E NUNCA RESPONDEU PROCESSO POR IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA.?

“Posso não concordar com o que tu dizes, mas lutarei, para que o possas dizer em liberdade” (Voltaire)




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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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