domingo, março 29, 2026

Repórter prova que mulher de Moraes cometeu crimes ao assessorar o Master


Escritório de Viviane Barci divulga nota sobre o Master

Viviane de Moraes plagiou trabalhos de outros escritórios

Weslley Galzo
Estadão

Contratada por R$ 129 milhões pelo Banco Master para se dedicar à produção e à revisão de políticas de compliance, a advogada Viviane Barci de Moraes, que é esposa do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, faturou até 645 vezes mais do que outros advogados ouvidos pelo Estadão que afirmam ter realizado, poucos anos antes, parte do mesmo trabalho que ela diz ter feito.

O escritório Barci de Moraes Advogados, do qual Viviane é sócia-administradora, divulgou uma nota à imprensa no dia 9 de março em que descreve os serviços prestados ao banco de Daniel Vorcaro, alvo de investigação no STF por suspeitas de fraudes financeiras bilionárias.

POR 200 MIL… – De acordo com a nota, a equipe de 15 pessoas chefiada por Viviane foi responsável, principalmente, por produzir, revisar e implementar as políticas de compliance do Banco, o que envolveu, por exemplo, a edição de um novo código de ética. As pessoas envolvidas nesta prestação de serviço trabalhavam no Barci de Moraes Advogados e em outros três escritórios subcontratados pela Viviane para atender a demanda.

Uma das pessoas contratada pelo Master antes de Viviane afirmou em conversa reservada com o Estadão que recebeu R$ 200 mil para prestar serviços na área de controle e governança, o que envolveu a produção de duas políticas de compliance — uma delas foi revisada por Viviane no período em que trabalhou para o banco.

Os documentos foram criados por esse prestador de serviço em 2022 e, dois anos depois, um deles foi submetido a revisão.

ACESSO E ANÁLISE – O Estadão acessou e analisou os documentos de 13 políticas na área de compliance do Master. Desse material, Viviane afirma ter se dedicado especificamente a seis delas, além de revisar “as demais políticas e procedimentos da área de Compliance para adequação ao exigido pela Corregedoria Geral da União”.

Os metadados apontam que a documentação revisada pelo escritório Barci de Moraes foi produzida entre 2022 e 2025 por pessoas que trabalhavam no próprio Master ou por advogados que foram contratados especificamente para essa função e que não pertenciam à equipe do Barci de Moraes advogados.

O escritório de Viviane manteve contrato com o Master entre fevereiro de 2024 e novembro de 2025 com recebimentos mensais de R$ 3,6 milhões. No período, a esposa e os filhos de Moraes, que são os sócios da empresa, receberam R$ 75,6 milhões. O valor total de R$ 129 milhões seria atingido após três anos de contrato, mas o banco foi liquidado pelo Banco Central em novembro do ano passado.

REVER COMPLIANCE – Dono de um dos maiores escritório de compliance do País, o advogado Fabiano Machado explica que há uma certa periodicidade entre as empresas para promover mudanças nessa área. “Estima-se que um programa de compliance deve ser revisto, numa lógica de atualização, a cada três anos, como prática, e a cada cinco ou seis anos é possível fazer uma mudança profunda no programa”, afirmou.

“Na área bancária, em que você tem um setor hiper regulado e de certa maneira estável, não há tantas mudanças, exceto na dimensão tecnológica com o compliance digital”, completou.

O Estadão também entrevistou um ex-funcionário do Master que consta como autor de uma política criada em março de 2024, quando Viviane já figurava como prestadora de serviços para o Master. Ele afirmou que era comum o banco contratar escritórios de advocacia para auxiliá-los na construção de suas políticas internas, mas que nunca interagiu com Viviane ou qualquer outro membro do Barci de Moraes Advogados. A política construída por esse advogado não consta no rol de serviços prestados por Viviane.

PEGA NA MENTIRA – Contudo, os rastros digitais dos documentos mostram que outras cinco políticas citadas por Viviane na nota foram criadas por outros funcionários do Master ou escritórios de advocacia entre novembro de 2024 e agosto de 2025, mesmo período em que o Barci de Moraes prestava serviços ao Master.

Um dos documentos que caberia ao Barci de Moraes produzir ou revisar é a política de PLDFT (Prevenção à Lavagem de Dinheiro, ao Financiamento do Terrorismo e ao Financiamento da Proliferação de Armas de Destruição em Massa) do Master. Esse documento consta, no entanto, como criado em julho de 2025 pela funcionária Patrícia Silveira, que trabalhou como superintendente de Risco Operacional do Banco Máxima, antecessor do Master, entre 2018 e 2020.

O Estadão questionou a ex-funcionária sobre a utilização da sua antiga conta profissional para produção de documentos do banco num período em que não atuava mais na instituição, mas não houve retorno.

OUTRAS FRAUDES – Patrícia Silveira também consta como a criadora autora da política de investimentos pessoais do Master, que também teria sido revisada pelo escritório de Viviane. Ela também assina outras duas políticas (anticorrupção e compliance) que não foram citadas na nota do Barci de Moraes Advogados, mas que constam no escopo dos serviços prestados pelo escritório ao Master.

Outra servidora do Master que assina documentos supostamente produzidos pelo Barci de Moraes Advogados é a gerente de compliance do Master, Marina Durval, que consta como autora da política de controle de limites operacionais em janeiro de 2025. O Estadão tentou contato com ela, mas não houve resposta.

Já a política de Transparência e Remuneração do Master foi criada em novembro de 2024 pelo escritório Saback Dau & Bokel Advogados. O Estadão questionou se a banca foi subcontratada pelo Barci de Moraes Advogados e um dos sócios respondeu que os serviços foram prestados diretamente ao Master e que jamais trabalharam com o escritório da família Moraes.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Os ministros que se corromperam em suas atuações podem até não ser punidos, mas a imprensa livre vai apontar seus erros, suas armações e seus crimes. A reportagem de Weslley Galzo é sensacional e altamente reveladora. Como qualquer estudante de Direito sabe, assumir a autoria de trabalho alheio é crime e tem consequências nas esferas cível e penal, conforme o Código Penal Brasileiro (art. 184) e a Lei de Direitos Autorais (Lei nº 9.610/98). Quem comete plágio está sujeito a penas que podem incluir indenização, detenção ou reclusão e multa. A Dra. Viviane Barci de Moraes que se cuide e peça delação premiada, porque seus crimes já foram descobertos. (C.N.)

Nota da Redação deste Blog - 

EDITORIAL: O Alvo Escolhido – Por que o Barulho em Torno de Viviane Moraes?


Por José Montalvão  

O cenário jurídico e político brasileiro parece ter encontrado um novo passatempo: o escrutínio milimétrico sobre os honorários da advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do Ministro Alexandre de Moraes. Recentemente, reportagens trouxeram à tona o contrato de R$ 129 milhões firmado pelo seu escritório com o Banco Master para serviços de compliance. O barulho é ensurdecedor, mas cabe aqui uma provocação necessária: será que esse barulho todo não é uma cortina de fumaça para esconder uma lista muito maior de privilegiados?

Não se trata de passar pano para cifras astronômicas, mas de questionar a seletividade da indignação. Em um país onde o "filhotismo" jurídico é quase uma instituição — com filhos de ministros de tribunais superiores advogando e faturando alto — por que apenas a esposa de Moraes é a "bola da vez"?


1. O Preço do Mercado ou o Preço da Vingança?

O escritório Barci de Moraes defende que os valores refletem a complexidade do trabalho de revisão de políticas internas de uma instituição financeira de grande porte. No livre mercado, um advogado valoriza seu serviço conforme sua especialização e renome; não há obrigação de nenhum cliente pagar, paga quem quer e quem pode.

A comparação feita por setores da imprensa, afirmando que o valor é 645 vezes superior ao de outros profissionais, ignora que, no topo da pirâmide jurídica, o que se contrata não é apenas a escrita de um documento, mas a expertise e a segurança institucional. Se o Banco Master, de Daniel Vorcaro, decidiu pagar, a questão é de foro privado entre cliente e advogado, a menos que se prove o uso de influência ilícita.

2. O Ministro que Barrou a Ditadura

É impossível desassociar os ataques à Viviane da atuação firme de seu marido, o Ministro Alexandre de Moraes. Foi ele quem, em um dos momentos mais críticos da nossa história recente, segurou as rédeas da democracia. Se não fosse a coragem e a rigidez de Moraes frente aos ataques às instituições, muitos indicam que hoje estaríamos vivendo sob uma perversa ditadura.

Para os derrotados pelo Estado Democrático de Direito, atacar a família do Ministro é uma forma de tentar deslegitimar sua atuação no STF. É o "assassinato de reputação" como estratégia política.


3. A "Mameira" do Banco Master e o Silêncio da Imprensa

O que mais causa estranheza é o silêncio sepulcral sobre a lista interminável de outros influentes que, segundo consta, também "mamaram nas tetas" do Banco Master. Por que a imprensa não dá o mesmo destaque aos outros milhões que saíram dos cofres ou de transações nebulosas para outros escritórios e figuras públicas?

O Banco Master é alvo de investigações por suspeitas de fraudes bilionárias. Se há sujeira ali, ela certamente respinga em muitos lados. Focar apenas em Viviane Moraes parece uma manobra estratégica para:

  • Desviar a atenção dos menos esclarecidos sobre outros beneficiários do banco.

  • Enfraquecer a imagem do guardião da democracia no STF.

  • Alimentar narrativas de oposição em ano de pré-campanha.


Conclusão: Quem são os "Mais Iguais"?

Como sempre digo aqui no Blog, a lei deve ser igual para todos. Se houver crime, que se apure. Mas não podemos aceitar que o debate público seja sequestrado por uma indignação seletiva. O Brasil está cheio de "cabides de emprego" e "genealogias do poder" que ninguém ousa tocar.

Atacar a esposa de quem salvou a democracia brasileira parece ser o troco de quem não aceita o império da lei. Antes de atirar pedras em um único telhado, é bom olhar para a vizinhança — tem muito telhado de vidro por aí que a grande imprensa prefere não iluminar.


Blog de Dede Montalvão: Onde a análise não tem medo de enfrentar as narrativas montadas.

José Montalvão Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública, Pós-Graduado em Jornalismo. Membro da ABI (C-002025)

Moraes impõe cerco a Bolsonaro e proíbe que ele seja visitado pelos filho



EDITORIAL: O Título de Eleitor é a Vassoura ou o Prato de Comida do Corrupto?

 


EDITORIAL: O Título de Eleitor é a Vassoura ou o Prato de Comida do Corrupto?


Por José Montalvão 

Alguns leitores do nosso Blog em Jeremoabo me perguntaram recentemente: "Montalvão, o que você acha desses deputados e pré-candidatos que já começaram a aparecer na cidade em busca de votos?". Para ser sincero, o que eu acho pouco importa; o que importa é o que você, eleitor, fará com a caneta na mão no dia da eleição para não se lamentar depois.

É comum ouvirmos a frase generalizada de que "no Congresso e nas Assembleias só tem ladrão". Essa afirmação é mentirosa e injusta. Existem, sim, muitos políticos sérios, competentes e honestos que trabalham de verdade. O problema é que, muitas vezes, o eleitor escolhe justamente o oposto e depois quer culpar o sistema.


Votar no Candidato Errado é Votar no Lixo e no Esgoto

Se você entrega o seu voto para candidatos que possuem contas rejeitadas pelos Tribunais de Contas, você está assinando um cheque em branco para a má gestão. Se você vota em quem está enrolado no escândalo das "emendas PIX" — aquele dinheiro que cai na conta sem rastro e sem fiscalização — você está alimentando a falta de transparência.

Pior ainda: se você escolhe candidatos envolvidos em esquemas de benefícios escusos, como os que cercam certas instituições financeiras e o Banco Master, ou aqueles que possuem o nome manchado por roubos históricos no INSS, você não está votando em um representante; você está votando no esgoto e na podridão.


O Título é a sua Arma e a sua Vassoura

O seu título de eleitor não é um papel qualquer; é a sua arma contra o atraso. É a vassoura que deve ser usada para eliminar a sujeira que já existe e, principalmente, para garantir que não se acrescente mais podridão ao cenário político.

  • Pesquise a Ficha Limpa: Antes de apertar o confirma, veja se o candidato responde a processos por desvio de dinheiro público.

  • Observe as Alianças: Quem caminha com corrupto, raramente é honesto.

  • Analise as Propostas: Desconfie de quem só aparece em véspera de eleição com promessas milagrosas.


A Responsabilidade é de quem Vota

Não adianta reclamar da falta de remédio no hospital, do asfalto de péssima qualidade ou da falta de saneamento se, na hora de escolher o deputado, você escolheu aquele que vive de benesses e privilégios. O político que compra o seu voto hoje, vai roubar o seu direito amanhã para recuperar o "investimento".

Jeremoabo precisa de representantes que tenham história, que tenham ficha limpa e que respeitem o cidadão. Não deixe que o lixo da política estadual ou federal faça da nossa terra o seu lixão eleitoral.


Conclusão: Limpeza Geral

Use o seu voto com consciência. Que em 2026, a nossa vassoura eleitoral funcione com vigor. Vamos manter os bons e varrer os maus. A faxina começa na urna, e o lixeiro, nesse caso, é o próprio cidadão.


Blog de Dede Montalvão: Defendendo a ética e a verdade na política de Jeremoabo.

]José Montalvão Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública, Pós-Graduado em Jornalismo. Membro da ABI (C-002025)

sábado, março 28, 2026

Presidente da CPI do INSS comprou avião de R$ 1,5 milhão

 

Presidente da CPI do INSS comprou avião de R$ 1,5 milhão

Por Augusto Tenório e Thaísa Oliveira, Folhapress

28/03/2026 às 09:19

Foto: Saulo Cruz/Saulo Cruz/Agência Senado/Arquivo

Imagem de Presidente da CPI do INSS comprou avião de R$ 1,5 milhão

O presidente CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), após a vitória contra Omar Aziz (PSD-MG) que lhe deu o comando da comissão

O presidente da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) mista do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), senador Carlos Viana (Podemos-MG), comprou um avião avaliado em R$ 1,5 milhão em outubro do ano passado. O valor corresponde a 42% dos R$ 3,5 milhões em bens declarados pelo parlamentar em 2024.

Trata-se de um avião de modelo EMB-810D, fabricado pela Neiva em 1984, com prefixo PT-RVD. A aeronave é de pouso convencional, tem dois motores e capacidade para até cinco passageiros, além do piloto.

De acordo com dados da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), ele está sob propriedade única da Fazenda Salto Grande, que pertence a Viana. O empreendimento foi lançado pelo parlamentar em 2022, e declarado com valor de R$ 400 mil.

"A aeronave mencionada foi adquirida por pessoa jurídica regularmente constituída, estando devidamente registrada conforme a legislação vigente. A Fazenda Salto Grande não se trata de propriedade rural em nome de pessoa física, mas sim de uma empresa do setor agropecuário, constituída em 2022", afirmou o senador em nota.

De acordo com o registro do QSA (Quadro de Sócios e Administradores) no portal da Receita Federal, a fazenda tem apenas Viana como sócio-administrador. Ela fica no município de Verdelândia (MG) e tem como principal atividade declarada a criação de bovinos para corte.

"As quotas da empresa estão devidamente declaradas no Imposto de Renda desde 2022, regularmente informadas às autoridades fiscais. Todos os atos seguem integralmente a legislação fiscal, patrimonial e registral", completou a equipe do senador.

Viana foi eleito senador em 2018. Depois, concorreu ao governo de Minas Gerais em 2022 e à Prefeitura de Belo Horizonte em 2024. Foi nessa última eleição que ele declarou ter R$ 3.566.739,62 em bens. Neste ano, é pré-candidato à reeleição.

O senador foi eleito presidente da CPI do INSS em uma manobra da oposição durante a instalação da comissão, em agosto de 2025. O chefe do colegiado, porém, passou a ser alvo de denúncias da base governista quando a CPMI passou a se debruçar sobre o escândalo do Banco Master.

O senador entrou em rota de colisão com a cúpula do Congresso ao tratar do escândalo financeiro, uma vez que o objeto inicial da CPI eram os descontos indevidos feitos por entidades no pagamento dos aposentados. Um segundo momento de desgaste ocorreu por causa do vazamento de informações sigilosas em posse do colegiado.

Viana também passou a ser alvo de denúncias da base governista que apontam suposta ligação com o caso Master.

O senador enviou emenda parlamentar de R$ 3,6 milhões à Igreja Batista da Lagoinha, instituição que tinha como um dos seus líderes o pastor Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. O repasse foi feito a um braço da igreja chamado de Fundação Oásis.

Deputados do PT pediram ao Congresso o afastamento de Viana da presidência da CPI. No documento, eles afirmam que surgiram fatos novos que revelariam conflito de interesse e comprometimento da imparcialidade do parlamentar na condução das ações do grupo.

Os petistas sustentaram que as apurações avançaram sobre personagens e entidades que são próximas ao entorno político-religioso de Viana, especialmente o envolvimento do pastor André Valadão e de uma das unidades da Igreja Batista da Lagoinha.

O senador ficou isolado junto à oposição no colegiado e não conseguiu convencer o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), a prorrogar a CPI, que só pode funcionar até este sábado (28). Dessa forma, ele entrou no STF (Supremo Tribunal Federal) e conseguiu, com o ministro André Mendonça, uma liminar para estender os trabalhos da comissão.

Nesta quinta-feira (26), o plenário do STF impôs uma derrota a Viana e Mendonça e derrubou a liminar.

Politica Livre

Moraes manda PM abater drones que sobrevoarem a casa de Bolsonaro

 

Moraes manda PM abater drones que sobrevoarem a casa de Bolsonaro

Por Folhapress

28/03/2026 às 12:47

Foto: Reprodução/Globonews

Imagem de Moraes manda PM abater drones que sobrevoarem a casa de Bolsonaro

Ordem do ministro do STF inclui a prisão em fragrante de operadores dos equipamentos

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal), determinou à Polícia Militar do Distrito Federal neste sábado (28) que abata e apreenda drones que fizerem sobrevoos em um raio de 100 metros da casa de Jair Bolsonaro (PL). A ordem também prevê a prisão em fragrante de operadores dos equipamentos.

Nesta sexta-feira (27), após autorização de Moraes, o ex-presidente recebeu alta do hospital onde esteve internado nos últimos dias e voltou a cumprir prisão domiciliar. A residência fica em um condomínio fechado.

De acordo com a decisão de Moraes, a Polícia Militar "relatou uso irregular" de drones nas proximidades do local nesta sexta.

Moraes autorizou a prisão domiciliar humanitária temporária ao ex-presidente por um prazo inicial de 90 dias, coontados da data de sua alta médica, para recuperação de um quadro de broncopneumonia.

Politica Livre

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