segunda-feira, março 16, 2026

Decisão de Dino pouco muda e juízes criminosos podem ter aposentadoria


TRT-1 aposenta dois juízes por infrações funcionais - Espaço Vital

Charge do Pelicano (Arquivo Google)

Carolina Brígido e Felipe de Paula
Estadão

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu que a aposentadoria compulsória com vencimentos proporcionais ao tempo de serviço não pode mais ser aplicada como punição disciplinar a magistrados. Ele determinou que infrações graves cometidas por juízes devem resultar na perda do cargo.

“Não faz mais sentido que os magistrados fiquem imunes a um sistema efetivo de responsabilidade disciplinar, com a repudiada e já revogada ‘aposentadoria compulsória punitiva’”, pontuou Dino na decisão.

CASO BUZZI – A decisão foi tomada enquanto está em curso procedimentos administrativos contra o ministro Marco Buzzi, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), por assédio sexual supostamente cometido contra duas mulheres. Buzzi enfrenta processos no próprio tribunal e no Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Dino notificou o ministro Edson Fachin, presidente do STF e do CNJ, sobre a decisão tomada para que seja revisto “o sistema de responsabilidade disciplinar no âmbito do Poder Judiciário”.

A aposentadoria compulsória dos juízes é a pena mais severa prevista em decorrência de um processo administrativo disciplinar. Ela está prevista no artigo 42 da Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman), que entrou em vigor durante a ditadura militar, em 1979.

FALSA PUNIÇÃO – A punição é aplicada hoje em casos de corrupção, desvios de conduta e venda de sentenças. Magistrados que recebem a pena continuam recebendo vencimentos proporcionais ao tempo de serviço. A decisão de Dino encerra esse privilégio.

Na percepção do ministro, “a aposentadoria é um benefício previdenciário que tem por finalidade garantir ao trabalhador condições dignas de vida quando não mais for possível o desenvolvimento de atividade laboral em virtude de idade-limite, incapacidade permanente para o trabalho ou pela conjugação dos critérios idade mínima e tempo de contribuição”.

A decisão foi tomada no julgamento de uma ação apresentada em 2024 por um juiz afastado do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Ele recorreu das punições disciplinares impostas, que foram confirmadas pelo CNJ.

UM CASO NO RIO – O juiz atuava em Mangaratiba (RJ) e foi punido com censura, remoção compulsória e duas aposentadorias compulsórias após uma inspeção realizada pela corregedoria apontar irregularidades como morosidade processual deliberada, liberação de bens bloqueados sem manifestação do Ministério Público e decisões que beneficiariam policiais militares envolvidos com milícias.

Dino explicou na decisão que, depois de promulgada a Emenda Constitucional 103, de 2019, a possibilidade de aposentadoria compulsória como punição administrativa foi extinta. Embora a decisão tomada por Dino valha apenas para o caso específico do juiz de Mangaratiba, o entendimento deve ser aplicado a outros magistrados daqui para frente – inclusive Buzzi.

De acordo com a decisão, o CNJ passa a ter três alternativas em casos de infrações na magistratura. Poderá absolver o juiz, aplicar outra sanção administrativa ou encaminhar o caso à Advocacia-Geral da União (AGU) para que seja proposta ação de perda do cargo do magistrado. A aposentadoria compulsória, portanto, deixa de ser uma forma de punição.

JÁ EXISTIA – Antes da decisão de Dino, magistrados condenados criminalmente já não tinham direito à aposentadoria compulsória. Nesses casos, a legislação prevê a perda do cargo como efeito da condenação, o que na prática resultava na expulsão do juiz da magistratura.

Na avaliação do ministro, a perda do cargo como maior penalidade aplicável a magistrados se justifica pela “impossibilidade de se manter a relação jurídica com servidor a quem tenha sido atribuída conduta que implica alto grau de desmoralização do serviço público e perda da confiança nas instituições públicas”.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – A decisão é confusa e pode não ser adotada na prática, porque a maioria dos juízes “punidos” já tem tempo para aposentadoria, um pecúlio que eles pagaram, e nenhuma condenação pode lhes anular esse direito adquirido, como é o caso do ministro Marco Buzzi. A perda do cargo não afeta a aposentadoria. Quanto aos mais jovens, ainda sem tempo para se aposentar, podem continuar pagando o teto máximo, como se fossem motoristas de táxi, por exemplo, até completar o tempo de serviço. Será uma aposentadoria de valor ainda bem alto, em relação aos demais brasileiros que não estão no serviço público. É o que diz a lei. Ou seja, a decisão de Dino pouco muda na prática. (C.N.)

Combate das Marcas movimenta R$ 47 milhões e vende cerca de 480 veículos em um único fim de semana em Salvador



Evento automotivo realizado no Centro de Convenções Salvador confirma aquecimento do setor e forte demanda do consumidor


Fotos: Soma Marketing


A 31ª edição do Combate das Marcas Salvador confirmou a força do mercado automotivo na Bahia ao movimentar cerca de R$ 47 milhões em negócios durante apenas três dias de evento. Ocorrido no último fim de semana (entre 13 e 15 de março), o CDM reuniu 19 concessionárias e concentrou em um curto espaço de tempo um volume expressivo de negociações de veículos 0km na capital baiana.


De acordo com o balanço divulgado pela Soma, uma das entidades promotoras do evento, aproximadamente 480 veículos foram comercializados, entre automóveis e motocicletas. O desempenho indica um ticket médio próximo de R$ 98 mil, refletindo a presença de modelos de diferentes faixas de preço e a competitividade das condições de compra oferecidas pelas concessionárias participantes.


Público qualificado impulsiona vendas - O desempenho comercial também foi favorecido pela forte presença de público. No sábado (14), dia de maior movimentação, 2.960 pessoas circularam pelos corredores do Centro de Convenções Salvador, ampliando as oportunidades de negociação ao longo do fim de semana. Um levantamento realizado com visitantes apontou que 24% tinham intenção de compra imediata, enquanto outros 20% pretendiam fechar negócio em até 30 dias, demonstrando um público altamente qualificado para aquisição de veículos. 


Preferência por automóveis e financiamento - Entre os visitantes entrevistados, 89% demonstraram interesse em automóveis, enquanto as motocicletas representaram 11% das intenções de compra. No ranking de preferência por marcas, a Volkswagen liderou com 17%, seguida por Caoa Chery (13%), Chevrolet (10%), Fiat (8%) e Hyundai (7%). Outro dado relevante é que 52% dos consumidores indicaram o financiamento como principal forma de pagamento, enquanto 19% pretendiam comprar à vista. 


Para o idealizador do evento, Leonardo Sahade, "os números confirmam o Combate das Marcas como uma das principais plataformas de vendas do setor automotivo na Bahia, reunindo condições comerciais atrativas, diversidade de marcas e grande concentração de consumidores interessados em fechar negócio". 


Uma nova edição do Combate das Marcas está agendada para ocorrer no mês de outubro, em Salvador. Antes disso, o evento desembarca em Fortaleza (CE), no mês de abril, e, em maio, também chega para mais uma nova edição em Aracaju. 


Mais informações estão disponíveis no Instagram @combatedasmarcas.of


  • Pauta jornalística enviada por Fábio Almeida para publicação neste blog.

Hospital de Brotas abre Programa de Residência Médica

 

                                          Foto capa / divulgação


O Hospital de Brotas inicia a primeira turma do Programa de Residência Médica em Clínica Médica aprovado pelo MEC.


Neste mês de março, um marco importante para o Hospital de Brotas (HB): a Unidade dá início à sua primeira turma do Programa de Residência em Clínica Médica. Com um ano e nove meses de funcionamento, o hospital foi reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC) como campo de prática para Programas de Residência, obtendo aprovação sem ressalvas já no primeiro pleito.


Neste ano, serão ofertadas três vagas para residência médica em Clínica Médica, com duração de dois anos, integrando a formação teórica à prática assistencial. “O aprendizado na Residência Médica, em dois anos, equivale a anos de conhecimento acumulado de forma autônoma” – comentou Dr Ricardo Madureira, Diretor Médico do Hospital de Brotas.


“A Residência Médica em Clínica Médica será desenvolvida na modalidade de treinamento em serviço, destinada a médicos egressos de cursos de graduação em Medicina, devidamente registrados no Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia. O corpo docente do Programa é composto por profissionais médicos qualificados, com reconhecida ética e ampla experiência na condução de programas de Residência Médica. Além disso, ter o pleito do Programa de Residência, integralmente, atendido pelo MEC, representa como estamos avançando na qualidade dos serviços ofertados e cada vez mais capazes de contribuir com a formação médica” – explicou Márcia Uzêda, supervisora de Ensino e Pesquisa. 


Credibilidade e excelência do corpo docente fazem a diferença


A supervisão do Programa está sob a tutela do Prof. Dr Silvestre Sobrinho que é Especialista em Clínica Médica e Mestre em Medicina Interna. E como preceptores estão: Dra. Fabiana Perrone - Especialista em Clínica Médica, Dr. Marcílio Batista - Especialista em Cardiologia e Hemodinâmica, Dra. Natália Pires - Especialista em Gastroenterologia e Endoscopia Digestiva e Dra. Olívia Silva - Especialista em Clínica Médica. A Coordenação da Comissão de Residência Médica (COREME) está a cargo de Dr. Leonardo Redig - Especialista em Cirurgia Geral, Trauma, Cirurgia Laparoscópica e Especialista em Medicina Intensiva.


A Residência Médica é um curso imprescindível para todo médico que se forma. O Ministério da Educação, a Comissão Nacional de Residência Médica, a Associação Médica Brasileira, os Conselhos de Medicina - tanto o federal, como os estaduais - e as próprias instituições de saúde reconhecem e chancelam essa pós-graduação Lato Sensu. É o curso que dá ao médico o título de especialista e o seu RQE (Registro de Qualificação de Especialidade). Existem Unidades de Saúde, inclusive, que somente contratam profissionais médicos com o seu RQE.


O médico residente faz na prática inúmeros atendimentos, sempre supervisionados por seus preceptores. É um treinamento em serviço que aumenta a quantidade e a qualidade da assistência. Os hospitais que lidam com o ensino, como Internato e Residência – e o Hospital de Brotas tem esses dois segmentos, formam profissionais com melhores referências que, inclusive, podem retornar à Unidade com cargos de referência, de liderança, de ensino e pesquisa. É um investimento em formação e qualificação de mão de obra, visando a melhoria assistencial.


O Hospital de Brotas é a única Unidade hospitalar da Bahia que atende com 100% de exclusividade os beneficiários do Planserv. O Programa de Residência Médica enriquece os serviços do HB, melhorando a qualidade de assistência ao paciente, o seu corpo assistencial fica mais robusto e ganha, também, o paciente, com médicos bem formados no treinamento em serviço de assistência. Serviço esse que oferece uma diversidade de patologias, casos e a prática constante de discussão em grupo. Esse perfil de treinamento e aprendizado é muito mais amplo e intenso do que na graduação.


“O Residente estuda no livro uma determinada patologia e, às vezes, um mesmo paciente tem quatro, cinco patologias simultâneas. Então, o Residente, estando junto aos seus colegas, aos preceptores, à supervisão e ao corpo assistencial da instituição, vai aprendendo e aprimorando a sua prática médica, tendo ferramentas para melhorar raciocínio clínico, tomada de decisões, terapêuticas acertadas e inúmeras outras questões que contribuem para a melhoria da assistência e alcance de bons indicadores hospitalares” – ressalta Dr. Silvestre Sobrinho.


Se você está em fase de Residência Médica e obteve aprovação no processo seletivo da Cerem-Bahia (Comissão Estadual de Residência Médica da Bahia), tem essa oportunidade de fazer parte da Residência em Clínica Médica do Hospital de Brotas  em um Programa de muito aprendizado e formação qualificada de médicos.

Pauta encaminhada pelo jornalista Fábio Aumeida para publicação neste blog.

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Guerra no Oriente Médio faz Copom tratar de corte de juros de modo mais cauteloso

 

Poder. Política. Sua plataforma. Direto do Planalto

REUNIÃO NA QUARTA

Guerra no Oriente Médio faz Copom tratar de corte de juros de modo mais cauteloso | O Copom (Comitê de Política Monetária) se reunirá nesta quarta-feira, 18, com o peso de fatores que, até recentemente, não estavam no cenário, desenhado até então com um horizonte seguro de redução dos juros. A razão principal é a guerra no Oriente Médio, que encareceu o petróleo no mundo e o preço dos combustíveis e do dólar no Brasil, com uma forte pressão inflacionária. O contexto conturbado tem levado o mercado a reavaliar a aposta sobre o tamanho do ciclo de cortes e qual será a decisão da reunião desta quarta. Quem apostava em uma redução de 0,5 ponto percentual já considera a possibilidade de um percentual menor de corte, de 0,25 ponto percentual. Essa é, por exemplo, a aposta do diretor de Pesquisa Econômica do Bradesco, Fernando Honorato Barbosa. Ele afirma que a guerra deflagrada pelos ataques de Estados Unidos e Israel ao Irã trouxe bastante volatilidade para o mercado, o que se traduz em incertezas para o ciclo de cortes de juros. O início do ciclo de cortes não deve ser ameaçado, mas Barbosa considera de que a autoridade monetária pode fazer a opção por um movimento cauteloso. LEIA+

GIRO POLÍTICO

Drops da semana: saída de Haddad da Fazenda, Bolsonaro na UTI e reunião do Copom | O ministro Fernando Haddad (Fazenda) deixa o cargo nesta semana para se candidatar ao governo de São Paulo. Embora ele não tenha confirmado o lugar que ocupará na cédula, no governo e no PT seu nome é tido como certo para disputar a sucessão do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos). Com a saída do ministro, o secretário-executivo da pasta, Dario Durigan, passa a comandar a equipe econômica. Haddad entra na corrida pelo Palácio dos Bandeirantes com bandeiras ligadas à defesa das políticas econômicas do terceiro mandato de Lula. LEIA+

TEMAS DE CAMPANHA

Bandeiras eleitorais: as propostas gestadas por Flávio Bolsonaro para a economia | O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tem conversado com alguns economistas para formular seu programa de governo e tem encomendado algumas medidas que considera essencial para tirar do papel caso seja eleito presidente da República. LEIA+

CONFIANÇA ABALADA

Supremo mergulha em crise de imagem e ‘antídotos’ não funcionam | Ao abrir os trabalhos do Judiciário neste ano, o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Edson Fachin, buscou um discurso moralizador para colocar nos trilhos o trabalho do Poder Judiciário que já vinha sofrendo críticas por cometer excessos. LEIA+

CONTEÚDO DE MARCA

A Ferrogrão não vai calar a voz de quem protege a Amazônia | A imagem de Luiz Inácio Lula da Silva subindo a rampa do Planalto ladeado por lideranças indígenas em 2023 correu o mundo como um pacto do Brasil com os povos originários. Mas, em 2026, esse pacto corre o risco de ficar sob o peso de trilhos de ferro. Porque a Ferrogrão (EF-170) não é um projeto de infraestrutura, mas um projeto de invasão que ignora a Amazônia e silencia o direito de escuta de quem realmente protege a floresta. Em fevereiro de 2026, entretanto, recebemos um sopro de lucidez vindo do Tribunal de Contas da União (TCU). A área técnica do órgão recomendou a suspensão imediata do processo. O motivo? O de sempre: falhas graves na viabilidade socioambiental e um desrespeito flagrante ao direito de escuta. O agronegócio, em sua pressa voraz para escoar soja, tenta atropelar a nossa existência. LEIA+

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"A Desaposentação no Ordenamento Jurídico..." by Bethsaida de Sá Barreto Diaz Gino

 

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2016, Id on Line REVISTA DE PSICOLOGIA
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