domingo, março 15, 2026

Operação da PF amplia ruído político entre Alcolumbre e governo Lula


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Sob risco de cassação, Cláudio Castro recua e reavalia plano tentar o Senado

 

Sob risco de cassação, Cláudio Castro recua e reavalia plano tentar o Senado

Mimos de Vorcaro a Moraes e Toffoli não salvaram o Master da liquidação


CPI do Senado para investigar Moraes e Toffoli reúne assinaturas  necessárias #charge #cartum #caricatura #editorialcartoon #politicalcartoon

Charge do Clayton (O Povo/CE)

Elio Gaspari
O Globo

O banqueiro Daniel Vorcaro tinha um gosto pelo espetáculo e um agudo sentido de oportunidade. Em setembro de 2023, quando ele começou a brilhar no mercado, torrou R$ 363 milhões com uma festa em Taormina, na Itália.

Em dezembro de 2023 Vorcaro lançou o nome do ministro Alexandre de Moraes em sua agenda. Meses depois o Master contratou a banca Barci de Moraes, da mulher e dos filhos do ministro. A essa época o Banco Central começava a prestar atenção nos números do Master.

FAROFA EM LONDRES – Em abril de 2024, Vorcaro copatrocinou uma farofa em Londres enfeitada, entre outros, por Moraes e Dias Toffoli. Num ágape lateral, bancou um “serviço de degustação Macallan no George Club” que lhe custou R$ 3,3 milhões.

Em setembro de 2024, a Polícia Federal passou a investigar o Master. Em novembro de 2024 Banco Central deu seis meses para que o Master acertasse suas contas.

Em dezembro, Vorcaro conseguiu que o ex-ministro Guido Mantega lhe abrisse a porta do gabinete de Lula. Não adiantou, em novembro de 2025, depois de vários ultimatos, o Banco Central liquidou o Master.

FONTE DA FORTUNA – Enquanto a revista Forbes colocava o brasileiro Eduardo Saverin no topo da lista de bilionários brasileiros, com US$ 35,9 bilhões, soube-se que Mark Zuckerberg está de olho numa casa de US$ 170 milhões.

Ela fica em Miami, tem nove suítes, 11 banheiros e quatro lavabos em cerca de 8.000 metros quadrados de terreno. A casa ainda está em obras. Em novembro passado, o dono da casa pedia US$ 200 milhões.

Em 2004 Saverin era um colega de turma de Zuckerberg em Harvard e acreditou na ideia de criar o Facebook. De lá para cá, os dois administraram seus patrimônios com rara competência. Desde 2009 ele vive em Singapura.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Resumo da ópera: Moraes e Toffoli venderam

EXEMPLO DE OUTRAS CIDADES LEVANTA QUESTIONAMENTO: POR QUE JEREMOABO FICA DE FORA?

15/02/2026

 Fonte Portal JV Portal/Jeremoabo TV

RP : 9891/BA

                                                       ,


Abra o Link  e leia Matéria completa:

https://blogportaljv.blogspot.com/2026/03/exemplo-de-outras-cidades-levanta.html?m=1


Nota da Redação Deste Blog -  A Lei Está em Vigência: Por que a EMBASA ainda não baixou a conta em Jeremoabo?

Por José Montalvão

Você trouxe o dado que faltava para fechar o cerne da questão. Se o Prefeito de Jeremoabo já apresentou o Projeto de Lei, a Câmara de Vereadores já o aprovou e a Lei já foi sancionada, o cenário muda de figura: agora não estamos mais discutindo uma "vontade política", mas sim o cumprimento de uma Lei Municipal.

O fato de a EMBASA continuar cobrando 80% é um desrespeito direto à legislação local e à soberania do município. 


A Lei já existe: A omissão agora é o problema

Muitas vezes, o povo critica a gestão ou os vereadores sem saber que o dever de casa já foi feito. Se o projeto de redução para 40% já percorreu todo o rito legal (Lei Sancionada), a prefeitura cumpriu sua obrigação legislativa.

A pergunta agora é: Por que a EMBASA se sente acima da lei em Jeremoabo?

A resposta é simples: a concessionária joga com o tempo e com o silêncio da população. Em outras cidades, a empresa só reduziu a tarifa após ser pressionada judicialmente pelo Ministério Público (MP) ou por ações coletivas de associações.

O Papel do Ministério Público e do Cidadão

Como a lei já existe, o próximo passo não é mais na Câmara, mas na Promotoria de Justiça.

  • O Ministério Público: É o guardião da lei e dos direitos do consumidor. Cabe ao MP ajuizar uma Ação Civil Pública para obrigar a EMBASA a cumprir a lei municipal de Jeremoabo imediatamente, sob pena de multa diária.

  • O Cidadão: O prejudicado não pode apenas reclamar na rede social. Ele deve levar sua conta de água (com os 80%) e uma cópia da lei sancionada ao Ministério Público. A denúncia individual e coletiva é o que "empurra" a justiça para agir.


Conclusão: Do Papel para o Bolso

Ter uma lei sancionada e não cobrar o seu cumprimento é o mesmo que não ter lei nenhuma. O governo municipal fez a sua parte ao legislar; agora, a sociedade civil organizada precisa sair da "zona de conforto" das festas e entrar na "zona de combate" dos seus direitos financeiros.

Se a lei diz 40%, cobrar 80% é enriquecimento ilícito por parte da estatal. Jeremoabo precisa acordar, bater à porta do Ministério Público e exigir que o que foi assinado no papel chegue, de fato, ao bolso do trabalhador.


Blog do Montalvão: Onde a fiscalização não para e o direito do povo é prioridade.

José Montalvão Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública, Pós-Graduado em Jornalismo. Membro da ABI (C-002025)



Editorial – Entre o poder, o dinheiro e a verdade

 



Editorial – Entre o poder, o dinheiro e a verdade

Por José Montalvão

Nos bastidores de Brasília, poucas figuras da política nacional podem afirmar, com absoluta convicção, que nunca tiveram qualquer tipo de contato ou relacionamento com o empresário Daniel Vorcaro. Durante anos, sua presença circulou com naturalidade nos ambientes de poder. Políticos, empresários, assessores e até integrantes de diferentes esferas institucionais não escondiam a proximidade com alguém que representava influência econômica e acesso a recursos.

O dono do Banco Master tornou-se, em determinado momento, uma espécie de personagem central nas relações entre dinheiro, política e prestígio social. Em Brasília, não era raro ver autoridades disputando espaço em eventos patrocinados ou frequentados por ele. Festas luxuosas, jantares sofisticados, encontros empresariais e articulações políticas reuniam nomes influentes. Para alguns, estar próximo de Vorcaro significava visibilidade — uma forma de aparecer, ainda que por poucos minutos, no círculo das elites do poder. Para outros, porém, a relação poderia esconder interesses menos nobres.

Agora, com o avanço das investigações conduzidas pela Polícia Federal e com a possibilidade de que Vorcaro adote o caminho da delação, um clima de inquietação começa a se espalhar pelos corredores da política nacional. Fala-se, nos bastidores, em nervosismo e até em pânico entre figuras públicas que temem ver seus nomes associados a práticas irregulares. relatos de políticos que passaram a viver dias de grande tensão ao perceber que as investigações podem alcançar pessoas de diferentes áreas do poder — não apenas da política, mas também de outros setores da estrutura institucional brasileira.

No entanto, é necessário que prevaleça o bom senso. Estar em uma lista de contatos, participar de eventos ou manter relacionamento social com um empresário influente não significa, automaticamente, participação em qualquer ato ilícito. O ambiente político e empresarial de Brasília sempre foi marcado por relações amplas e complexas. Muitos mantiveram contato com Vorcaro simplesmente porque ele representava um agente econômico relevante, com forte presença no financiamento de eventos, encontros institucionais e iniciativas que reuniam autoridades.

Por isso, a responsabilidade das investigações é justamente separar os fatos das suposições. A justiça não pode se basear em especulações, mas em provas concretas. Se houve irregularidades, que sejam devidamente apuradas e punidas dentro do devido processo legal. Caso contrário, corre-se o risco de transformar suspeitas em condenações antecipadas, algo que também fere os princípios do Estado de Direito.

Ao mesmo tempo, a sociedade brasileira tem o direito de exigir transparência. O país conviveu, em diferentes momentos de sua história recente, com grandes escândalos que revelaram esquemas de corrupção sofisticados. Experiências como a Operação Lava Jato mostraram que estruturas aparentemente sólidas podem esconder relações pouco republicanas entre poder político e interesses financeiros.

É exatamente por isso que o caso precisa ser conduzido com independência, seriedade e profundidade. O Brasil não pode permitir que a chamada “turma do abafa” transforme mais um episódio grave em silêncio conveniente. Sempre que fatos relevantes são empurrados para debaixo do tapete, quem perde é a democracia e quem paga a conta é a sociedade.

O momento exige maturidade institucional. Se houver culpados, que respondam por seus atos. Se houver inocentes, que sejam preservados de julgamentos precipitados. Mas, acima de tudo, que a verdade venha à tona — sem pressões, sem privilégios e sem medo.

Porque, em uma República verdadeira, nenhum poder deve estar acima da lei, e nenhum escândalo pode ser enterrado antes de ser plenamente esclarecido.

José Montalvão Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública, Pós-Graduado em Jornalismo. Membro da ABI (C-002025)

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