domingo, março 15, 2026

O retorno da geopolítica do petróleo na era dos motores elétricos



Direita domina o tabuleiro político fluminense e pressiona Lula rumo a 2026

Publicado em 15 de março de 2026 por Tribuna da Internet


SMTT fará mudanças no trânsito para obras no viaduto da Francisco Porto

 As intervenções no trânsito visam garantir a segurança viária e a organização do fluxo de veículos durante a execução dos serviços

(Foto: Ascom/SMTT)

O viaduto que liga as avenidas Francisco Porto e Gonçalo Rollemberg Leite passará por obras de recuperação estrutural a partir do dia 18 de março, e a Prefeitura de Aracaju, por meio da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT), realizará intervenções no trânsito, visando garantir a segurança viária e a organização do fluxo de veículos durante a execução dos serviços.

Segundo o diretor de Planejamento e Sistemas da SMTT, Flávio Novais, as intervenções acontecerão em quatro etapas, e a primeira, que terá início no dia 18 de março, será na alça do viaduto que dá acesso à avenida Francisco Porto, na altura do Centro de Excelência Professor José Carlos de Sousa, antigo Colégio Estadual João Alves Filho. Durante esse período, condutores que trafegam pela avenida Hermes Fontes, no sentido DIA–Centro, poderão seguir em frente normalmente. No entanto, o acesso à direita para a avenida Francisco Porto estará temporariamente interditado.

Como rota alternativa, os motoristas deverão seguir pela avenida Hermes Fontes e, logo após a UBS Sinhazinha, virar à direita na rua Deosane Vieira Freitas, seguir direto pela rua Urquiza Leal, até acessar novamente a avenida Francisco Porto. “Outra situação é quem trafega pela rua Nelson Hungria e deseja acessar a avenida Francisco Porto. Neste caso, a orientação é seguir direto, cruzar a avenida Hermes Fontes e virar à esquerda na rua Urquiza Leal, seguindo até chegar à avenida Francisco Porto”, explicou o diretor de Planejamento e Sistemas, Flávio Novais

Retorno na Francisco Porto

Já os condutores que trafegam pela avenida Francisco Porto, no sentido Beira-Mar em direção à avenida Gonçalo Rolemberg Leite, poderão seguir normalmente por cima do viaduto. No entanto, o retorno por baixo do viaduto para voltar à avenida Francisco Porto estará interditado durante essa fase da obra. O condutor poderá acessar a avenida Hermes Fontes à direita.

“Nessa situação, a rota alternativa será, após o semáforo da avenida Pedro Paes Azevedo, acessar à direita na rua Américo Curvelo, fazer a volta no quarteirão e retornar para a avenida Pedro Paes Azevedo. Em seguida, o condutor deverá seguir em frente, virar à direita na rua Terêncio Sampaio, acessar a rua Urquiza Leal e retornar novamente à avenida Francisco Porto”, disse.

Obra

A obra de recuperação do viaduto no cruzamento das avenidas Francisco Porto e Hermes Fontes, orçada em R$ 1.709.038,95 milhões e tem como objetivo principal a recuperação estrutural e a revitalização estética da infraestrutura. A partir de 18 de março, terá início a instalação dessas peças, com interdições progressivas nas alças do viaduto, começando pela que fica em frente ao Colégio José Carlos Silva. A etapa final será a pintura da estrutura, para proteção e melhoria estética. As demais interdições ocorrerão de forma progressiva, conforme o avanço do cronograma de execução.

Posteriormente, será realizada a pintura da estrutura, etapa final voltada à proteção superficial e à revitalização estética do viaduto, contribuindo para a melhoria da paisagem urbana e para o aumento da vida útil da infraestrutura.

Fonte: Ascom/SMTT

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Agrese publica adequação da Tarifa Social de água e esgoto em Sergipe

Norma estabelece critérios para inclusão de novas famílias no benefício e define procedimentos para implementação pela concessionária

(Foto: Thiago Santos)

A Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de Sergipe (Agrese) publicou a Portaria nº 15/2026, que dispõe sobre a adequação da Tarifa Social de água e esgoto no âmbito dos serviços públicos de abastecimento de água e esgotamento sanitário no estado. A medida estabelece critérios para a inclusão de novas famílias no benefício, além de definir procedimentos para sua implementação pela concessionária responsável pelos serviços.

A portaria autoriza a concessionária Iguá Sergipe S.A. a realizar a adequação da Tarifa Social, ampliando o acesso ao benefício para famílias que atendam aos critérios definidos na norma. A iniciativa está alinhada às diretrizes estabelecidas pela legislação federal que regulamenta a tarifa social de água e esgoto em todo o país.

Até o momento, a concessionária possui 32 mil usuários contemplados pela Tarifa Social, tendo iniciado a operação, em maio de 2025, com 17 mil. A expectativa é que, com o recebimento da base do Cadastro Único (CadÚnico) o número de clientes alcançados pelo benefício chegue a 100 mil clientes. A ampliação dos beneficiários deverá acontecer de forma gradativa.

De acordo com a regulamentação, poderão ser contempladas famílias com renda familiar per capita de até meio salário mínimo e consumo mensal de até 15 metros cúbicos de água por unidade residencial. Também poderão ter direito ao benefício famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) ou que possuam entre seus integrantes pessoa idosa ou com deficiência que receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

A Tarifa Social prevê desconto de 50% sobre o valor da tarifa de abastecimento de água e esgotamento sanitário para o consumo de até 15 m³ por residência. Caso o consumo ultrapasse esse volume, o desconto será aplicado apenas sobre a faixa inicial de consumo, sendo cobrada a tarifa regular sobre o excedente.

A inclusão das unidades beneficiárias ocorrerá de forma automática, com base nos dados do CadÚnico fornecidos à concessionária pela Agrese, podendo também ocorrer mediante solicitação do usuário, desde que atendidos os critérios estabelecidos

A implementação do benefício deverá ocorrer de forma gradual, priorizando famílias em situação de maior vulnerabilidade social, especialmente aquelas residentes em áreas com infraestrutura urbana precária, em municípios com menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e com maior número de integrantes no núcleo familiar.

A concessionária deverá encaminhar mensalmente à Agrese relatórios com informações sobre as unidades cadastradas na Tarifa Social, permitindo o acompanhamento e a evolução do número de beneficiários do programa.

A Portaria nº 15/2026 entra em vigor com a publicação de seu extrato no Diário Oficial do Estado, estando disponível na íntegra no site da Agrese.

Fonte: ASN

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Ex-agente da Polícia Federal é preso após ser condenado por extorsão em SE

As investigações apontaram que o ex-agente utilizou o cargo para extorquir vítimas na capital sergipana

A Polícia Federal, em ação conjunta com a Polícia Civil de Sergipe, cumpriu, na última quinta-feira, 12, um mandado de prisão por condenação definitiva contra um ex-agente de Polícia Federal. A prisão é decorrente de crimes cometidos enquanto o sentenciado ainda exercia a função pública.

A ordem judicial foi expedida pela 2ª Vara Criminal de Aracaju, do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE). O ex-servidor foi condenado por extorsão majorada.

Após a captura, o preso foi encaminhado à Central de Flagrantes para os procedimentos de registro e, na sequência, conduzido à unidade de custódia, onde permanece à disposição do Poder Judiciário para o início do cumprimento da pena.

Histórico do caso

As investigações apontaram que o ex-agente utilizou o cargo para extorquir vítimas na capital sergipana. O caso foi alvo de inquérito instaurado pela própria PF que, após concluído, seguiu para o trâmite na Justiça Estadual.

Além da apuração na esfera criminal, a Polícia Federal instaurou, à época, um Processo Administrativo Disciplinar (PAD). O procedimento culminou na demissão do então agente no ano de 2020. A prisão realizada nesta quinta-feira, 12, ocorreu após o trânsito em julgado da sentença condenatória.

Fonte: PF

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O Tripé da Sustentabilidade Rural: Como Jeremoabo está Blindando o Campo contra a Seca e o Isolamento

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O Tripé da Sustentabilidade Rural: Como Jeremoabo está Blindando o Campo contra a Seca e o Isolamento

Por José Montalvão

O desenvolvimento de um município com a extensão territorial de Jeremoabo não se faz apenas no asfalto da sede; ele se consolida na poeira das estradas vicinais e na profundidade das aguadas. O prefeito Tista de Deda tem pautado sua gestão rural em um tripé estratégico que une engenharia, assistência social e consciência ecológica: Estradas, Água e Meio Ambiente.

Mais do que ações isoladas, o que se vê hoje em Jeremoabo é um plano de Desenvolvimento Rural Sustentável. Não se trata apenas de "fazer a obra", mas de garantir que ela dure e respeite a natureza.


1. Estradas Vicinais: Técnica que Vence a Erosão

O tempo das máquinas que apenas "aplainavam" o chão ficou para trás. A readequação das estradas agora foca na drenagem inteligente.

  • Caixas Secas (Bacias de Retenção): A construção dessas bacias ao longo das vias é uma solução de engenharia simples e eficaz. Elas captam a água das chuvas, evitam que a enxurrada destrua a estrada (gerando as famosas valas) e, ao mesmo tempo, ajudam a infiltrar a água no lençol freático.

  • Conservação do Solo: Ao evitar o transporte de terra para dentro dos riachos, a prefeitura impede o assoreamento dos rios, mantendo a trafegabilidade o ano todo.

2. Água: Segurança Hídrica para o Homem e o Bicho

Em nossa região, a água é o divisor entre a prosperidade e a crise. A gestão intensificou o desassoreamento e a abertura de barragens e aguadas, garantindo que o acúmulo de água seja maximizado nos períodos de chuva.

  • Poços Artesianos: O apoio à perfuração e instalação de poços é o que garante a dessedentação animal e o consumo humano nos períodos mais críticos, fixando o homem no campo com dignidade.

3. Meio Ambiente: A Proteção das Nascentes

Não existe água sem preservação. O incentivo à recuperação das Áreas de Preservação Permanente (APPs) é, talvez, o legado mais silencioso e importante desta gestão.

  • Matas Ciliares: Proteger olhos d'água e margens de rios com vegetação nativa é o que garante que a fonte não seque. Isso melhora a qualidade da água e evita desastres ambientais, como as grandes enxurradas que levam tudo o que o agricultor plantou.


A Visão de Tista de Deda: Produzir Conservando

O foco do prefeito Tista de Deda nestes três pontos revela uma visão administrativa moderna: não existe produção agrícola forte com estradas ruins ou falta de água. E não haverá água no futuro se não protegermos o meio ambiente hoje.

Ao integrar essas medidas, a prefeitura melhora a vida de quem produz, facilita o transporte escolar e o escoamento da produção, e garante que Jeremoabo esteja preparada para enfrentar os ciclos de seca com muito mais resiliência.


Blog Dede Montalvão: Fiscalizando e informando o progresso da nossa terra.

José Montalvão Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública, Pós-Graduado em Jornalismo. Membro da ABI (C-002025).

“De Tanto Ver Triunfar as Nulidades: Quando Ainda se Diz ‘Esse é Meu Deputado’”

 

“De Tanto Ver Triunfar as Nulidades: Quando Ainda se Diz ‘Esse é Meu Deputado’”

Por José Montalvão

Em muitas cidades do Brasil, inclusive em Jeremoabo, ainda se um fenômeno político que revela muito sobre a fragilidade da consciência cidadã: pessoas que se orgulham de afirmar esse é meu deputado”, mesmo quando o parlamentar carrega sobre si denúncias, práticas questionáveis ou uma trajetória marcada pela improbidade administrativa.

Esse tipo de postura revela uma distorção profunda do verdadeiro papel da representação política. O deputado não pertence a um grupo, a uma família ou a um conjunto de aliados circunstanciais. Ele deveria pertencer ao povo, atuar em defesa do interesse coletivo, respeitar a lei e honrar o mandato que lhe foi confiado.

Quando alguém se gaba de ter um deputado”, como se fosse propriedade pessoal ou instrumento de favores, evidencia-se o velho vício do clientelismo que tanto atrasou o desenvolvimento político do país. É a política reduzida ao compadrio, à troca de benefícios e à proteção de interesses particulares.

Essa situação lembra a célebre frase de Rui Barbosa, que, indignado com os rumos da vida pública, escreveu:

De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude.”

A reflexão continua extremamente atual. Quando a sociedade passa a normalizar ou até a celebrar políticos desonestos, abre-se espaço para que a mediocridade e a corrupção se tornem rotina na vida pública.

Jeremoabo, como qualquer município brasileiro, precisa superar essa mentalidade. O orgulho do cidadão não deveria ser 

, mas sim ter representantes honestos, competentes e comprometidos com o bem comum. A política se fortalece quando o eleitor deixa de agir como torcedor de político e passa a agir como fiscal da democracia. 

José Montalvão Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública, Pós-Graduado em Jornalismo. Membro da ABI (C-002025).

O ROSTO REVELADO: HIPOCRISIA MIDIÁTICA E CUMPLICIDADE COLETIVA

 


O ROSTO REVELADO: HIPOCRISIA MIDIÁTICA E CUMPLICIDADE COLETIVA 


Jornalista Luis Celso 


No epicentro desse escândalo bilionário envolvendo o Banco Master, fraudes no INSS e vazamentos seletivos, o "verdadeiro Alexandre" citado por Daniel Vorcaro emerge não como o ministro Alexandre de Moraes, mas como Alexandre Caetano dos Reis – contador do lobista Antônio Carlos Camilo Antunes (o "Careca do INSS") e amigo de Flávio Bolsonaro, apelidado "Rachadinha" por seu envolvimento em escândalos de crimes de peculato (Apropriação de dinheiro, valor ou bem móvel que tem posse em razão do cargo). 


Análises técnicas dos dados telemáticos de Vorcaro, divulgados pela CPMI do INSS, confirmam que mensagens atribuídas a Moraes na verdade apontam para outros contatos, incluindo esse contador, que nega qualquer ligação com Vorcaro. Essa distinção expõe uma operação deliberada de desinformação, onde prints manipulados e vazamentos parciais alimentam narrativas para incendiar reputações – especialmente a de Moraes, alvo constante de bolsonaristas.


Malu Gaspar e a "grande mídia" (como O Globo, Estadão e UOL) vestem a capa de investigativos, mas revelam uma face dúbia: publicam com estardalhaço supostas conexões entre Vorcaro e Moraes, baseadas em "ilações mentirosas", só para recuarem discretamente após desmentidos técnicos do STF. Gaspar, em particular, amplificou mensagens que, na verdade, visavam o contador, fomentando o caos sem rigor – uma tática que beneficia cliques e agendas políticas, enquanto ignora o contexto de fraudes reais ligando Vorcaro ao "Careca" e ao círculo bolsonarista. A plateia brasileira, anestesiada por polarização, engole isso como entretenimento. Onde estão as reações? Silenciadas pela cumplicidade: mídia prioriza sensacionalismo, audiência compartilha sem checar, e instituições como PF e STF reagem tardiamente, permitindo que fake news criminosas queimem carreiras e desgastem a democracia.


Sim, cabem ações judiciais robustas. Mas sem uma CPI ampla ou regulação rigorosa de IA, isso é enxugar gelo – o verdadeiro crime é a impunidade que perpetua o ciclo de mentiras, beneficiando elites corruptas enquanto o povo paga a conta. Impactante? Sim: isso não é jornalismo, é guerra híbrida contra a verdade.


A versão correta circula amplamente em redes e na CPMI do INSS: a sócia-administradora do escritório de advocacia de Flávio Bolsonaro (Flávio Bolsonaro Sociedade Individual de Advocacia, aberta em 2021) é Letícia Caetano dos Reis, que é irmã de Alexandre Caetano dos Reis – o contador apontado pela Polícia Federal como sócio de Antônio Carlos Camilo Antunes, o "Careca do INSS", em empresas como a Camilo & Antunes Limited (registrada nas Ilhas Virgens Britânicas, usada supostamente para ocultação de patrimônio).


Letícia atua como administradora do escritório de Flávio desde sua fundação, no mesmo endereço da mansão dele em Brasília (financiada pelo BRB, também sob escrutínio) - Local protegido pela inviolabilidade funcional (Estatuto da Advocacia, Lei 8.906/94) e pelo sigilo profissional. Alexandre é citado em relatórios da PF como operador financeiro do núcleo do "Careca", incluindo visitas confirmadas ao escritório dele por testemunhas na CPMI (ex-secretária Aline de Sá Cabral reconheceu isso em depoimento). Requerimentos na CPMI (apresentados por deputados do PT, como Lindbergh Farias e outros) pedem convocação de Letícia e Alexandre, alegando "conexão familiar" e suspeita de elo indireto com o esquema de fraudes em consignados (descontos ilegais em benefícios de aposentados, R$ bilhões desviados). O presidente da CPMI (Carlos Viana) tem barrado ou adiado pautas de convocação desses nomes, o que oposicionistas chamam de "blindagem". 


Isso não prova participação direta de Flávio no esquema – é uma ligação familiar e societária indireta (irmãos, não o próprio Flávio). Mas expõe hipocrisia na polarização: enquanto bolsonaristas amplificam narrativas contra Lulinha (com mesada alegada via lobista ligada ao Careca), o cerco familiar volta para o clã Bolsonaro. A mídia tradicional (Metrópoles, Valor, O Globo) cobre como "pressão petista" ou "alvo na CPMI", mas evita estardalhaço similar ao dado a supostas ligações do governo atual.


Impacto real? A CPMI expõe redes de influência transpartidárias (governos Temer/Bolsonaro/Lula), mas a seletividade (convoca uns, blinda outros) reforça que o verdadeiro "inimigo" é a impunidade sistêmica – aposentados lesados pagam, elites familiares se protegem. Se há crime, ações judiciais cabem; se é só parentesco, é mais um capítulo da guerra de narrativas que queima reputações sem justiça plena. O cerco aperta, mas o desfecho depende de quem controla a pauta.

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