quarta-feira, março 11, 2026

Lula criticou Toffoli e Moraes, mas agora dá guinada e quer poupar o STF

 

Lula criticou Toffoli e Moraes, mas agora dá guinada e quer poupar o STF

Por Mônica Bergamo/Folhapress

11/03/2026 às 11:09

Foto: Bruno Peres/Arquivo/Agência Brasil

Imagem de Lula criticou Toffoli e Moraes, mas agora dá guinada e quer poupar o STF

Lula

Lula pisou no freio nas críticas que vinha fazendo a ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) pelo envolvimento que tiveram com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

Depois que o Banco Master foi liquidado e vieram à tona negócios entre a instituição e empresas ligadas a familiares de Dias Toffoli e de Alexandre de Moraes, o presidente passou a fazer críticas a ambos em conversas com interlocutores variados.

Ele se dizia perplexo com o valor do contrato firmado entre o escritório de Viviane Barci de Moraes, mulher de Alexandre de Moraes, de R$ 129 milhões em três anos. E criticava duramente Toffoli.

O presidente chegou a dizer a interlocutores que o magistrado deveria deixar não apenas a relatoria do caso Master _o que acabou acontecendo _, mas até mesmo renunciar ao cargo de ministro do STF.

O Master, por meio de fundos ligados a ele, adquiriu parte do resort Tayayá, que pertencia à Maridt, empresa da qual Toffoli é sócio.

Com a evolução do escândalo e a intensificação dos ataques aos magistrados, porém, o petista mudou o discurso.

Passou a se dizer preocupado com o desgaste do STF, afirmando que, mesmo com problemas, a instituição é fundamental para a manutenção da democracia.

O novo comportamento de Lula é impulsionado também pelas pesquisas eleitorais.

Com o escândalo do Master, o noticiário foi tomado por reportagens sobre corrupção, ofuscando o que poderiam ser boas informações para o governo, como inflação baixa e a situação de quase pleno emprego no Brasil.

Na avaliação da equipe mais próxima do presidente, o estrago na imagem do STF atinge também o seu governo.

Lula havia até agora governado em aliança com a Corte, que conteve medidas desfavoráveis ao governo vindas do Congresso.

A relação próxima dele com alguns ministros levaria a população a enxergar Executivo e STF como uma coisa só, segundo diagnóstico do governo.

Para piorar, o próprio filho do presidente, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, está tendo que dar explicações por seu envolvimento com Antonio Carlos Camilo Antunes, o "Careca do INSS". E tem sido vítima de vazamentos que viriam da PF (Polícia Federal).

Com a nova postura, o presidente voltou a buscar um diálogo mais próximo com os magistrados da Corte de quem havia se afastado.

Politica Livre

CPI convoca ex-dirigentes do BC e quebra sigilo de Zettel e empresas do caso Master


Sessão da CPI do Crime Organizado do Senado

Relator Alessandro Vieira acelera os trabalhos da CPI

Luísa Marzullo
O Globo

A CPI do Crime Organizado do Senado aprovou nesta quarta-feira uma série de requerimentos para aprofundar as investigações sobre suspeitas de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master. As medidas incluem convocações de empresários e de ex-dirigentes do Banco Central, além de pedidos de acesso a dados financeiros e quebra de sigilos de pessoas e empresas citadas nas apurações.

Entre as decisões, os senadores autorizaram o envio de pedido ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) para obtenção de relatórios de inteligência financeira e a transferência dos sigilos bancário e fiscal do empresário Fabiano Campos Zettel, apontado nas investigações como participante de operações financeiras consideradas atípicas.

SIGA O DINHEIRO – O objetivo da medida é rastrear movimentações de recursos que teriam transitado por estruturas ligadas ao Banco Master e a empresas investigadas.

Além das quebras de sigilo, a comissão aprovou convocações para ouvir personagens ligados à supervisão do sistema financeiro e a operações investigadas. Foram convocados Paulo Sérgio Neves de Souza, ex-diretor de fiscalização do Banco Central, e Bellini Santana, ex-chefe do Departamento de Supervisão Bancária da autarquia. Os dois foram afastados de seus cargos após investigações internas do BC e deverão explicar à CPI como o órgão acompanhou operações financeiras agora sob investigação.

A comissão também aprovou a convocação de empresários e operadores citados nas apurações, entre eles Vladimir Timerman, fundador da gestora Esh Capital; Leonardo Augusto Furtado Palhares, administrador da Varajo Consultoria Empresarial; Ana Claudia Queiroz de Paiva, sócia da Super Empreendimentos e Participações; e Marilson Roseno da Silva, escrivão aposentado da Polícia Federal.

MAIS PEDIDOS – Outro requerimento aprovado solicita ao ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça o envio de informações e provas já reunidas em investigações relacionadas ao Banco Master. A CPI também pediu documentos encaminhados pela Polícia Federal sobre a morte de Luiz Philippi Machado de Moraes Mourão, o Sicário, investigado na Operação Compliance Zero.

Os senadores ainda aprovaram pedidos de informações à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e à empresa Prime You Táxi Aéreo para identificar passageiros de um jato Embraer Legacy 650, de prefixo PP-NLR, ligado à empresa Prime Aviation e utilizado desde janeiro de 2025.

Dois requerimentos ficaram fora da votação em bloco e deverão ser analisados separadamente pela comissão: o pedido de convocação do ex-senador e ex-governador de Mato Grosso Pedro Taques e o requerimento que solicita a quebra de sigilo bancário e fiscal do ex-ministro da Cidadania João Roma.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Não adianta o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, sentar sobre o pedido de CPI do Master, para se livrar das acusações. A CPI do Crime Organizado está cuidando bem da investigação e logo chegará até Alcolumbre, que recebia o trambiqueiro Daniel Vorcaro fora da agenda e está metido nas mutretagens via Amapá Previdência. É só uma questão de tempo(C.N.)

Planalto manda investigar vazamentos no caso Master para evitar “nova Lava Jato”

Publicado em 11 de março de 2026 por Tribuna da Internet

Charge do Spacca (Arquivo Google)

Guilherme Balza
G1

O Palácio do Planalto decidiu entrar em campo para tentar impedir o vazamento de informações sigilosas no escândalo do Banco Master. Após uma série de queixas de líderes do Congresso e de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), a ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, orientou diretamente o ministro da Justiça, Wellington Lima, a apurar a origem dos vazamentos.

A movimentação ocorreu após uma reunião entre Gleisi e lideranças do governo na Câmara e no Senado na segunda-feira (9). O temor no entorno de Lula é que o caso se transforme em uma “nova Lava Jato”, com o uso de vazamentos seletivos para atingir alvos políticos em pleno ano eleitoral.

GESTO POLÍTICO – A decisão do governo também é um gesto político ao STF. Nos bastidores, ministros da Corte têm relatado insatisfação com a PF e a falta de controle do governo. O mal-estar aumentou após o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, entregar diretamente ao ministro Edson Fachin provas colhidas contra o ministro Dias Toffoli.

Assessores do presidente Lula citam o governo de Dilma Rousseff como um exemplo negativo a não ser repetido. Na época, a avaliação interna era que o então ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, não conseguia conter a autonomia da PF, o que teria alimentado o clima político para o impeachment. Agora, o Planalto quer mostrar que está vigilante.

Apesar da orientação de Gleisi, a leitura atual no Ministério da Justiça é que o inquérito já aberto pela PF na sexta-feira (6), por ordem de André Mendonça, é suficiente por ora. No entanto, a ordem é de alerta máximo para evitar qualquer nova exposição de autoridades.

CRISE COM ALCOLUMBRE –  Enquanto tenta conter os vazamentos, Lula busca apagar outro incêndio: a relação com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), que vive seu pior momento. No fim da semana passada, Lula telefonou para Alcolumbre após o senador decidir não anular a quebra de sigilo de “Lulinha”, filho do presidente. A retaliação de Alcolumbre veio após o petista citar, em entrevista, o envolvimento do Instituto de Previdência do Amapá no escândalo do Master — reduto político do senador.

Os dois combinaram de se encontrar presencialmente esta semana para aparar as arestas. Na pauta, além da crise do Master, estão a indicação de Jorge Messias para o Supremo, a PEC da Segurança e o encontro de Lula com senadores, que está travado desde fevereiro.

LINHA DE DISCURSO –  O governo Lula ainda não encontrou uma linha de discurso e de estratégia de comunicação para o escândalo do Master. A implicação de ministros do Supremo na trama dificulta uma ação mais coordenada e intensa do Planalto. Alguns ministros defendem que o governo adote uma postura mais ofensiva, buscando associar o Caso Master à direita bolsonarista. auxiliares de Lula dizem que o presidente ainda não deu uma linha de como lidar com o tema.

Há queixas no entorno de Lula com o excesso de viagens internacionais, que tiram o presidente das decisões sobre questões domésticas. A percepção é que a ausência do presidente dificulta a definição de uma linha de defesa e de um discurso claro do governo para lidar com o escândalo do Master.

A pressão para que Lula fique mais no Brasil já surtiu efeito: o presidente cancelou a viagem que faria ao Chile para a posse de José Antônio Kast, optando por permanecer em Brasília.


Generais condenados pelo golpe vivem entre livros, cursos e visitas políticas


Militares tentam reduzir pena com leitura e trabalho

Pepita Ortega
O Globo

Tradução de textos para o português, catalogação de livros da Biblioteca do Exército, cortes de cabelo, atividades físicas e assistência religiosa; essas são algumas das atividades que os primeiros militares condenados por crime de golpe de Estado no país procuraram durante seus primeiros 100 dias de cárcere.

Alguns tentaram outras formas de distração na prisão, como a instalação de TV a cabo em cela e trabalhos analíticos para as Forças Armadas, mas os pedidos acabaram barrados pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

PROCESSOS DE EXECUÇÃO – Os detalhes constam nos documentos apresentados à Corte nos últimos três meses sobre os processos de execução de pena de quatro militares condenados como integrantes do núcleo crucial da ação do golpe: o almirante Almir Garnier, ex-comandante da Marinha; o general Augusto Heleno, ex-ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional; o general Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa; e o general Walter Braga Netto, ex-ministro da Defesa e da Casa Civil.

Os integrantes do topo das Forças Armadas foram sentenciados em novembro, pelo STF, junto do ex-presidente Jair Bolsonaro, capitão reformado, e do ex-ajudante de ordens da Presidência Mauro Cid, que foi transferido para a reserva do Exército. Completam o rol de punidos dois personagens não militares: o ex-delegado da Polícia Federal Anderson Torres, ex-ministro da Justiça, e o ex-deputado federal Alexandre Ramagem, considerado foragido.

ROTINAS – Três dos quatro militares condenados pelo Supremo começaram a cumprir pena no dia 25 daquele mês, após o caso transitar em julgado. Desde então, suas rotinas passaram a ser acompanhadas judicialmente. Torres, Bolsonaro e Braga Netto já estavam presos preventivamente naquela data e seguem custodiados. Somente ao general Augusto Heleno foi concedida prisão domiciliar humanitária em razão de ele portar “demência de origem mista em estágio inicial (Alzheimer e complicação vascular, combinadas)”.

Nesses cem dias desde o fim oficial da ação do golpe, uma das coisas em comum entre todos os réus do núcleo crucial foi a visita de políticos, em especial de deputados e senadores. Foram registrados pedidos de políticos como Hamilton Mourão (Republicanos-RS), Carlos Vianna (Podemos-MG), Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), Zucco (PL-RS), Damares Alves (Republicanos-DF), Eduardo Girão (Novo-CE) e Magno Malta (PL-ES), este último oferecendo “assistência espiritual” aos presos.

REVISÃO E TRADUÇÃO – Entre os militares, o principal ponto de convergência foi o trabalho, que ajuda no abatimento de pena. Garnier, por exemplo, atua com a revisão gramatical e tradução para o português de livros, textos literários, publicações e periódicos, em prol da Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha.

Inicialmente, o almirante tentou trabalhar com a avaliação dos sistemas de apoio à decisão que compõem o Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul (SISGAAZ); ou com sistemas relacionados às capacidades defensivas do Brasil. A proposta, no entanto, foi barrada por Moraes pela relação direta com as atividades das Forças Armadas.

Já Paulo Sérgio Nogueira desenvolveu, nos últimos meses, atividades de revisão e análise de algumas obras da Biblioteca do Exército:  “A engenharia militar portuguesa na construção do Brasil”; “Fortificações do Brasil. Rio de Janeiro”; “Do Recôncavo aos Guararapes” e “A guerra do açúcar: as invasões holandesas no Brasil”. Ele já contabilizou pelo menos 16 dias trabalhados. Agora, vai passar a catalogar obras e produzir sinopses e textos técnicos de apoio aos trabalhos da Assessoria Cultural do Comando Militar do Planalto. A mudança do escopo de trabalho do general foi autorizada por Moraes.  

PLANO DE TRABALHO – Braga Netto pediu há pouco tempo a autorização para abater sua pena com trabalho. Na semana passada, o ministro Alexandre de Moraes pediu que o Comando da 1ª Divisão de Exército apresente o plano de trabalho para avaliação. O general também pediu autorização para estudar à distância, escolhendo, preferencialmente, um curso de gestão de projetos. Também manifestou interesse nos cursos de gestão de risco e crises, planejamento estratégico e gestão de segurança privada.

O general seguiu a deixa de Paulo Sérgio. No início do ano, o ex-ministro da Defesa pediu autorização ao STF para fazer o curso de Administração Hospitalar, Legislação e Auditoria, no formato de ensino à distância (EAD), da Faculdade Anhanguera.

EXERCÍCIOS E BANHO DE SOL – Heleno é o único militar que não buscou, por ora, trabalhar para diminuir a pena a que foi condenado. Em domiciliar, o general obteve autorização para acessar o terraço do prédio onde mora, três horas por dia, para praticar exercícios físicos e tomar banho de sol. Em troca do cumprimento de pena em casa, Heleno foi submetido a outras cautelares, como o uso de tornozeleira eletrônica. Ainda entregou à Justiça sete passaportes: três diplomáticos e quatro comuns.

O general ainda obteve, assim como Garnier, autorização para cortes de cabelo periódicos. Por estar em domiciliar, recebe uma cabeleireira uma vez por mês em sua residência, em horário comercial. Já o almirante tem horários marcados, nas instalações da Estação Rádio da Marinha em Brasília (ERMB), com um barbeiro a cada 15 dias.

O integrante da Marinha e Paulo Sérgio Nogueira ainda receberam “assistência religiosa” durante os três primeiros meses na prisão. O general, por exemplo, recebe o atendimento religioso quinzenalmente, prestado por um capelão militar. Também tem acesso a atendimento psicológico semanal.

LEITURA – Paulo Sérgio ainda é um dos condenados que pediram remição de pena por leitura. O general Braga Netto também solicitou a participação em tal programa, assim como o ex-ministro Anderson Torres e sentenciados em outros núcleos da ação do golpe: o coronel Marcelo Costa Câmara e o tenente-coronel Rodrigo de Azevedo. Somente Torres, no entanto, já teve leitura registrada em relatórios apresentados ao STF. O ex-ministro começou a ler a obra ‘A metamorfose’ do escritor austro-húngara Franz Kafka.

O mais ativo dos generais na prisão também tentou obter acesso a TV a cabo na prisão. Pedido semelhante foi feito pelo general Braga Netto, que se dispôs a arcar com os custos de contratação, instalação e manutenção do benefício. As solicitações, no entanto, acabaram barradas por Moraes.


Moraes autoriza conselheiro de Trump a visitar Bolsonaro na Papudinha

 

Moraes autoriza conselheiro de Trump a visitar Bolsonaro na Papudinha

Ministro do STF liberou ainda a ida de um intérprete para o encontro

Por Luísa Martins/Isadora Albernaz/Folhapress

10/03/2026 às 22:55

Foto: Luiz Silveira/STF/Arquivo

Imagem de Moraes autoriza conselheiro de Trump a visitar Bolsonaro na Papudinha

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal)

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal) autorizou nesta terça-feira (10) a visita do conselheiro para relações com o Brasil nos Estados Unidos, Darren Beattie, ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), preso na Papudinha, em Brasília.

O ministro liberou ainda a ida de um intérprete para o encontro.

O pedido foi feito pela defesa de Bolsonaro na terça. No documento, o advogado Paulo da Cunha Bueno solicitou que o encontro com o ex-presidente pudesse ser realizado na próxima semana, em dias excepcionais, devido "ao curto período" de Beattie na capital federal.

Pelas regras de visitação na Papudinha, batalhão da Polícia Militar ao lado do Complexo Penitenciário da Papuda, Bolsonaro só pode receber visitas às quartas-feiras e aos sábados. A defesa do ex-presidente, no entanto, solicitou o encontro na segunda ou na terça-feira.

"Diante dessa limitação objetiva de agenda —comum em compromissos de natureza diplomática—, requer-se autorização excepcional para que a visita possa ocorrer no dia 16 de março, no período da tarde, ou no dia 17 de março, no período da manhã ou início da tarde, observadas todas as demais regras de segurança e controle do estabelecimento custodiante", diz o requerimento.

Darren Beattie é crítico do governo Lula e de Alexandre de Moraes. Ele já chamou o ministro de "principal arquiteto do complexo de censura e perseguição" contra Bolsonaro, além de ser próximo do ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que o agradeceu após a imposição de sanções da Lei Magnitsky sobre Moraes.

O conselheiro de Trump estará em São Paulo e em Brasília para entender o funcionamento do sistema eleitoral brasileiro, segundo apurou a reportagem, e deve se encontrar com o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL).

Beattie também vai tratar de decisões judiciais que determinaram o bloqueio de perfis em redes sociais no âmbito dos inquéritos sobre "fake news" e milícias digitais conduzidos pelo Supremo.

Ele ainda deve ter uma ampla agenda com o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), que a partir de junho será comandado por indicados de Bolsonaro, com o ministro Kássio Nunes Marques na presidência e André Mendonça como vice.

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