quinta-feira, outubro 02, 2025

Centrão dividido põe em xeque hegemonia de Lula no Nordeste


Veja como fica o cálculo do IR com proposta aprovada na Câmara

 Foto: Joedson Alves/Arquivo/Agência Brasil

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (1º), por unanimidade, o projeto de lei que isenta de IR02 de outubro de 2025 | 06:37

Veja como fica o cálculo do IR com proposta aprovada na Câmara

economia

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (1º), por unanimidade, o projeto de lei que isenta de IR (Imposto de Renda) quem ganha até R$ 5.000 por mês, uma das principais promessas de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O texto ainda precisa passar pelo Senado para começar a valer e só terá efeito sobre os valores recebidos pelos brasileiros a partir de janeiro de 2026.

Caso seja aprovada, a isenção poderá garantir um desconto de até R$ 312,89 no imposto mensal que seria pago pelo trabalhador com renda de até R$ 5.000, de modo que ele não tenha mais cobrança do IR sobre seus rendimentos. A mudança pode beneficiar 16 milhões de pessoas, segundo o relator do texto na Câmara, deputado Arthur Lira (PP-AL).

Por outro lado, para compensar a perda de arrecadação, pessoas físicas que recebem rendimentos acima de R$ 600 mil por ano (o equivalente a R$ 50 mil por mês) estarão sujeitas à cobrança de um imposto mínimo, que terá uma alíquota progressiva de até 10%.

Entenda como a mudança do Imposto de Renda poderá alterar seus rendimentos.

ISENÇÃO MAIOR E DESCONTO NO IMPOSTO
O projeto isenta de Imposto de Renda os contribuintes com renda mensal de até R$ 5.000. Para isso, o texto prevê um desconto de até R$ 312,89 mensais no imposto que seria devido pelo trabalhador, de modo que o valor a ser pago seja zero.
Quem ganha de R$ 5.000,01 a R$ 7.350 por mês não será isento, mas terá um desconto no imposto, que vai diminuir progressivamente conforme a renda aumenta. Para saber quanto será a redução do tributo, é preciso aplicar a seguinte fórmula: R$ 978,62 – (0,133145 x rendimentos tributáveis mensais).
Na prática, quanto mais próximo de R$ 7.350 for o ganho mensal, menor será o desconto, até que ele chegue a zero.
Quem ganha mais de R$ 7.350 por mês não passará a pagar menos imposto a partir de 2026, ou seja, a cobrança de Imposto de Renda segue o modelo atual.

IMPOSTO MÍNIMO PARA OS MAIS RICOS
Pessoas físicas que recebem rendimentos acima de R$ 600 mil por ano (o equivalente a R$ 50 mil por mês) estarão sujeitas à cobrança de um imposto mínimo, que terá uma alíquota progressiva de 0% a 10% para rendimentos de R$ 600.000,01 a R$ 1.199.999,99.
A partir de R$ 1,2 milhão, a cobrança mínima será sempre de 10%.
O valor efetivamente devido pelo contribuinte vai depender do quanto ele já recolhe habitualmente sobre suas fontes de renda, ou seja, quanto é a sua alíquota efetiva.
Se o imposto pago já tiver sido maior que 10% da renda, não haverá cobrança adicional. O imposto mínimo valerá para aqueles que ficarem abaixo desse patamar —na prática, contribuintes que são grandes recebedores de rendimentos isentos (como lucros e dividendos de empresas).
Ainda que o imposto mínimo seja uma forma indireta de tributar os rendimentos isentos, o texto prevê exceções.
Serão excluídos da base de cálculo os ganhos de capital (exceto os de Bolsa), heranças e doações, rendimentos de poupança, LCI, LCA, CRI, CRA, rendimentos de certos fundos imobiliários (FII) e Fiagros, e algumas indenizações, entre outros.

FolhapressPolitica Livre

Jovens querem virar a página da polarização política no Brasil



Não dá para comparar Jackson de 1998 com possibilidade de Rogério p/ 2026

 em 2 out, 2025 3:35

log Cláudio Nunes: a serviço da verdade e da justiça
“O jornalismo é o exercício diário da inteligência e a prática cotidiana do caráter.” Cláudio Abramo.

O titular deste espaço bem antes de decidir pela carreira de jornalista, quando estudante secundarista da antiga ETFSe, hoje, IFS, teve a oportunidade de coviver e conhecer grandes nomes do jornalismo sergipano por conta do pai, Célio Nunes. Entre estes nomes, faz parte Adiberto de Souza, colunista aqui da Infonet. Porém, um texto de ontem dele com o título “Rogério pode repetir o erro de Jackson se apoiar a reeleição de Mitidieri”, este jornalista discorda.

E a discordância é por conta de alguns pontos abordados. Primeiro que em 1998, quando foi apoiar à reeleição de Albano Franco, Jackson era o maior líder da oposição que tinha sido derrotado no segundo turno em 1994, após vencer o primeiro turno. Para surpresa de todos e coincidência no período da venda da antiga Energipe, Jackson caiu nos braços de Albano num anúncio “embaraçoso” que ocorreu no Palácio de Veraneio. Ali, Jackson rasgou a história dele como esquerdista e se “rendeu ao mel do cabaú” como ele mesmo criticava (porque a família Franco tinha usina de cana-de-açúcar). Apesar de ser governador, Jackson teve o sonho de ser senador frustrado por duas vezes: em 1998 e em 2018, quando renunciou o governo deixando Belivaldo no lugar dele.

Ou seja, este é o ponto mais importante que não tem como comparar a possibilidade de Rogério Carvalho se unir ao grupo de Fábio Mitidieri: o petista é Senador da República e, além disso, se baterem o martelo pela união é por conta do projeto maior de reeleição de Lula e também da bancada federal, principalmente da reeleição do próprio Rogério. Aliás, o próprio Lula já deu declaração que a prioridade é reeleger os senadores do PT que disputarão reeleições por conta do avanço da bancada da extrema-direita do Senado Federal.

E outro detalhe: Albano Franco jamais apoiou algum nome da esquerda. Já Fábio Mitidieri foi contra o impeachment de Dilma, apoiou Lula e já declarou voto favorável à reeleição do petista. Não dá para comparar. É uma separação clara do joio e do trigo. Neste caso o joio é Jackson que rasgou sua história de esquerda apoiando Albano em 1998 e depois foi castigado como o pior governador da história de Sergipe. Já Rogério Carvalho tem um mandato de senador cujo destaque é ressaltado até mesmo pelos que não são admiradores do PT.

https://infonet.com.br/blogs/claudio-nunes/nao-da-para-comparar-jackson-de-1998-com-possibilidade-de-rogerio-p-2026/

Isenção do IR sempre foi prioridade. Ahã!

 

Tixa News tixanews@substack.com

Arte: Marcelo Chello

O presidente da Câmara dos Deputados, nosso eterno Huguito Motta, acordou fanfarrão nesta quarta-feira. Foi para o X-Twitter dizer que o projeto que isenta salários de até R$ 5 mil do imposto de renda sempre foi uma prioridade. Ahã, claro. Todo mundo viu que, até semana passada, os deputados só queriam saber de falar de blindagem para não serem investigados. Detalhe: o governo mandou o projeto em abril deste ano.

E, nesta semana, quando finalmente Motta decidiu botar o assunto na agenda de votação, choveu lobby para fazer com que o projeto tirasse a taxação dos super-ricos (é com esse dinheiro que o governo compensa a perda de arrecadação com a isenção para os mais pobres).

Tinha deputado querendo aproveitar para botar na legislação a possibilidade de se abater personal trainer do imposto de renda. Ahã. Teve até isso.

Precisamos lembrar que nosso Fernandinho Cabelo Haddad, ministro da Fazenda, tinha ido para rede nacional de televisão dizer que iria mandar a isenção do IR no ano passado. E o que fez Lira, nosso Arthurzito, que era, na época, o presidente da Câmara? Avisou ao Haddad que o projeto não iria passar de jeito nenhum, porque não rolaria taxar os super-ricos. Na época, o mercadinho reagiu ferozmente, dizendo que o governo só queria gastar. Haddad recuou e não mandou o projeto, que só foi neste ano.

Como na política o mundo não gira, ele capota, quem é o relator do projeto agora? Sim, ele, Arthur Lira, que agora defende que os super-ricos sejam taxados. Já sabem, né? Sim, BRASEW, tudo se resolve com as emendas que usam o dinheiro público para agradar parlamentares.

Mas tem um outro motivo básico para essa demora em se votar esse projeto. Essa é uma promessa de campanha de Lula e, portanto, todo o Congresso sabe que, ao aprovar esse projeto, Lula ganha pontos na corrida eleitoral. Ao mesmo tempo, os parlamentares não tinham como não votar, em algum momento, algo que isenta os mais pobres de pagarem imposto de renda.

Enfim, essa foi a confusão.

A próxima parada do projeto é no Senado. Mas, por lá, a relação de Lula com o presidente da Casa tem sido só amores.

Crise com crise

Motta segue na linha de que crise se resolve com a crise dos outros. O presidente da Câmara anunciou que, nesta quinta, vai votar a urgência de um projeto de lei que aumenta as penas para o crime de falsificação de bebidas. Detalhe: o projeto está parado há uns seis anos.

Pelo fim do céu de Magnit, ou Magnitsky

O supremo Gilmar Mendes anda defendendo publicamente que se discuta uma lei para evitar que empresas e bancos tenham que cumprir embargos determinados por países estrangeiros. Pois agora já anda circulando entre o Supremo e a Advocacia-Geral da União até uma minuta do tal projeto. É tipo um PL anti-Magnitsky. (Magnitsky é a lei americana na qual Xandão foi enquadrado e que fez ele ficar sem cartão de crédito e que até poderá fazer ele ficar sem conta bancária).

O ex do Xandão

Tagliaferro, aquele ex-assessor do Xandão que se bandeou para o lado bolsonarista e agora faz mil acusações contra o ministro supremo, teve que dar uma chegada lá na polícia da Itália. Motivo: Xandão pediu para a Justiça italiana que o cidadão fosse preso por divulgar informações sigilosas, violando seus deveres funcionais.

Ele era assessor do Xandão no Tribunal Superior Eleitoral, e foi a partir dele que se soube que o Xandão mandava e desmandava a galera investigar as redes de várias pessoas que ameaçavam as eleições ou o Supremo, em reportagem que foi divulgada pela Folha.

A Justiça italiana até concordou que Tagliaferro está tentando atacar a credibilidade suprema. Mas apenas aplicou ordens restritivas e pegou o passaporte dele. O ex-assessor tem cidadania italiana.

Fecha tudo

Os Estados Unidos estão vivendo uma paralisação do governo federal conhecida como shutdown. Basicamente, o governo e o Congresso não chegaram a um consenso para aprovar o Orçamento. Quando isso acontece, o dinheiro não flui, os servidores não recebem salários e os serviços públicos param.

Trump agora está aproveitando o rolê para ameaçar demitir um monte de gente e interromper também o repasse de bilhões de dólares em fundos para estados que são de governos democratas. Aff. Eles que lutem.

Abaixo o hambúrguer

Mas o que queria mesmo contar aqui do Trump, o Donald Laranjão, é que ele e seu secretário de Defesa, um tal de Pete Hegseth (que era comentarista da Fox News), resolveram chamar 800 generais e almirantes que estavam espalhados pelo mundo todo para uma reuniãozinha. Ficou todo mundo pensando: ferrou-se. Sabe o que eles queriam? Dizer que, a partir de agora, os generais precisam atender certas medidas de cintura. Sim, juro. Se eles não estiverem no shape que o Hegseth definiu, serão demitidos.

Outro detalhe nada básico: os generais também ouviram que o inimigo está agora dentro dos Estados Unidos mesmo, e o Trump meio que deu a entender que eles agora vão fazer treinamento nas cidades que o presidente considerar inseguras país afora. É, darling, nunca antes na História.

E você já se inscreveu no nosso zap? Aqui ó.

Fui, BRASEW.


quarta-feira, outubro 01, 2025

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