domingo, agosto 13, 2023

Pressão contra Bolsonaro | Mortes no Rio | Neymar no futebol árabe

 

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3 pontas soltas sobre o Caso Samuel Klein que queremos amarrar

 

Como foi possível? 

Como Samuel Klein, o fundador das Casas Bahia, um dos maiores empresários do país, teria mantido uma rede de exploração sexual por 30 anos – sem ser parado nem pela polícia, nem pela justiça, nem pela imprensa?

Essa pergunta ficou ecoando na minha cabeça nos últimos dois anos, desde que a Agência Pública revelou essa história, lá em 2021. 

Eu e mais quatro repórteres passamos meses investigando o caso para responder àquelas perguntas básicas do jornalismo nas reportagens que publicamos na época: o que era o suposto esquema de exploração sexual de meninas e mulheres, de quando a quando ele teria durado, os locais onde os abusos teriam acontecido. 


Como Samuel Klein teria mantido o esquema na surdina por tanto tempo, no entanto, é uma dúvida que paira no ar até hoje. E que precisa de resposta. Por isso precisamos da ajuda dos nossos leitores para retomar as investigações e contar essa história completa em um novo podcast. 

 
TOPO AJUDAR A PÚBLICA!
"Mas revisitar esse caso não é chover no molhado? O que mais tem pra descobrir sobre essa história?" Talvez você já tenha se questionado isso desde que lançamos nossa campanha. Então quero te contar sobre três perguntas que pretendemos responder nessa nova etapa da investigação: 

1. Qual o papel da Justiça nessa história? 
Muitas das mulheres com quem conversamos nos contaram sobre os acordos judiciais que foram feitos com as vítimas para que essas denúncias não viessem à tona. A Justiça atuou de maneira diferente nesses casos, em que havia muito dinheiro e poder envolvidos? É fundamental entender isso.

2. Por que a imprensa abafou esse caso?
Por que chefias de reportagem, donos de veículos e jornais escolheram não publicar esse caso quando tiveram acesso às denúncias? A gente vai procurar essas pessoas e, com todo o respeito que a gente tem aos nossos colegas jornalistas, vamos procurar entender por que isso não veio à tona. Será que de fato foi uma questão comercial, como muito se fala, como o próprio público identificou depois das nossas reportagens, ou existem outros elementos que se somam a esse aspecto?

3. Como a polícia atuou nesse caso? 
Algumas apurações que fizemos indicam uma participação muito delicada da policia nesse caso, e a gente também quer entender melhor como se deu isso. 


Esses são três elementos em que queremos mergulhar a fundo nesse podcast. Contamos com a sua ajuda para encontrar essas repostas. Faça parte do jornalismo corajoso da Pública. 
 
VAMOS JUNTOS DESCOBRIR ESSAS RESPOSTAS!
Um abraço,

Thiago Domenici
Diretor e chefe da sucursal de Brasília da Agência Pública

Identitarismo racial tenta fazer do Brasil uma cópia do sinistro modelo americano

Publicado em 13 de agosto de 2023 por Tribuna da Internet

MESTIÇAGEM, IDENTIDADE E LIBERDADE | Amazon.com.br

Mais um grande livro de ensaios de Antonio Risério

Demétrio Magnoli
Folha

Acendam as fogueiras inquisitoriais! O título abre-se com uma palavra classificada como blasfema pelos sacerdotes da religião do racismo estrutural: “Mestiçagem, Identidade e Liberdade”. O autor, caluniado sistematicamente nesta Folha, é o alvo principal da seita Jocevir (Jornalistas pela Censura Virtuosa): Antonio Risério.

Na síntese de Roberto Mangabeira Unger, autor da apresentação, o livro é “uma análise do papel da mestiçagem na formação do povo brasileiro” e uma crítica da “política identitária dessa pseudoesquerda” que “abriu espaço para as guerras culturais da direita”.

DIFERENÇAS CRUCIAIS – O ensaio contém material abundante para reflexão, debate e discordância. Mas seu compasso rigoroso ilumina diferenças cruciais entre as experiências históricas de Brasil e EUA – e, por essa via, desnuda a finalidade política do identitarismo racial.

O rigor está numa distinção conceitual. Risério: “reservo a miscigenação para designar processos de cruzamento genético”, enquanto “a mestiçagem só se manifesta a partir do momento em que a miscigenação é reconhecida social e culturalmente”. Há miscigenação em todas as sociedades, pois os genes humanos entrecruzaram-se ao longo de milênios. Nem todas, porém, admitem essa realidade.

Os EUA são, obviamente, miscigenados – mas as leis de segregação impostas após o fim da escravidão instalaram o mito da pureza racial, fabricando a imagem de uma nação bicolor. O Brasil, pelo contrário, celebrou a mestiçagem – ao menos até agora.

CÓPIA DOS EUA – O identitarismo racial, um contrabando das ideologias predominantes nos EUA, é um projeto de negação tardia da mestiçagem e um experimento de engenharia social que almeja fazer do Brasil uma cópia do modelo americano.

Só se avança nesse empreendimento pela calúnia da miscigenação, exibida por uma historiografia caricatural como incomensurável estupro coletivo de negras escravizadas por brancos escravizadores. As violências – e estupros – do Brasil escravista não são novidade: Gilberto Freyre descreveu-os em pungente detalhe.

Contudo, nosso passado é bem mais complexo que isso e as dores das opressões étnicas perpassam quase todas as histórias nacionais. A invocação do “estupro coletivo” destina-se, apenas, a justificar leis capazes de separar os brasileiros em duas raças estanques.

“RAÇAS PURAS” – A produção política de “raças puras” manifesta-se, no Brasil, pela supressão estatal da mestiçagem: a maioria das pessoas autodeclara-se “parda”, mas os registros oficiais só admitem a existência de “brancos” ou “negros” (com franjas minúsculas de “amarelos” e “indígenas”).

Risério não cai na armadilha de operar no campo ideológico e semântico racialista, sugerindo o reconhecimento de uma paradoxal “raça mestiça”. No lugar disso, reafirma a mestiçagem universal dos brasileiros de todas as cores. É essa mensagem antirracista que enfurece a “pseudoesquerda” identitária.

O livro denuncia a idiotia do senso comum. A tal da “elite branca”, suposta campeã do racismo, encampa a doutrina do identitarismo racial ou, no mínimo, revela-se indiferente diante dela.

CINDEM A SOCIEDADE – As provas estão em leis votadas pelo Congresso, em iniciativas empresariais, nos novos dogmas acadêmicos, no discurso dominante dos veículos de imprensa. Por outro lado, as políticas racialistas cindem a sociedade por baixo, fomentando um racismo popular que nutre o voto na extrema direita e no fundamentalismo religioso. Nesse ponto, o Brasil segue a rota dos EUA.

Mestiçagem é questão de opção. Lá atrás, o Brasil escolheu abraçá-la, enquanto EUA (e Alemanha e África do Sul) instituíam a separação de raças. Atualmente, o Brasil desenvolveu o hábito de copiar o que há de pior nos EUA. Pela direita, imita Trump. Pela esquerda, imita o birracialismo – e ainda, ridiculamente, alega que isso é “decolonial”.

O livro de Risério tem uma contraindicação: não serve para militantes.

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