sexta-feira, julho 14, 2023

Lula e Lira lucram com a briga irracional entre Bolsonaro e o governador paulista

Publicado em 14 de julho de 2023 por Tribuna da Internet

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Tarcíisio precisa ter paciência para segurar essa descarga

Alvaro Costa e Silva
Folha

O que parecia ser um destino natural —liderar a oposição— torna-se um desastre diante da irracionalidade de Bolsonaro. Inelegível em estado de negação, acreditando que poderá concorrer à Presidência em 2026, o ex-presidente jogou aquele que era tido e havido como seu herdeiro político, Tarcísio de Freitas, às feras do extremismo.

Com o tempo, a treta entre os dois poderá evoluir para um rompimento definitivo, dando adeus à chapa Tarcísio/Michelle, sonho de certos líderes evangélicos.

VIROU COMUNISTA – Depois de apoiar a Reforma Tributária, o governador de São Paulo virou comunista de carteirinha. A milícia digital não perdoa: cancela. Se existisse alguma lógica, o certo seria classificá-lo como oportunista. Tarcísio não quis perder o bonde da história —coisa que Bolsonaro não se cansa de fazer.

Seu atual patrão, Valdemar Costa Neto, terá trabalho para disciplinar o empregado. Isso se ele não levar uma justa causa no caminho.

Lula não meteu a mão na cumbuca. Ficou de longe, deixando o trabalho de articulação e convencimento para Fernando Haddad, um nome mais palatável. Evitou que o projeto fosse etiquetado como uma reforma do PT —o que de fato é. Ao mesmo tempo em que estabelece uma cesta básica nacional de alimentos com isenção de tributos, amplia a mesma isenção para organizações ligadas a igrejas.

AMIGO DE SAFADÃO – O estilo chantagista de Arthur Lira venceu. O Planalto, que também conseguiu aprovar a mudança nas regras do Carf, teve de abrir o cofre.

Na véspera da votação, bateu um recorde na liberação de emendas —R$ 5,3 bilhões autorizados para projetos e obras em redutos eleitorais de parlamentares.

Para descansar e comemorar a suspensão do inquérito que investiga supostos desvios em compras de kit de robótica, Lira agendou uma viagem com a família. Um cruzeiro de Wesley Safadão, que sai da Flórida com passagem pela chamada “ilha exclusiva do Safadão nas Bahamas”. Ele merece.

Ao elogiar Mauro Cid, fica claro que o então vice Mourão era partidário do golpe


Presença de Moro no Twitter enobrece o Governo e a rede social, diz Mourão | Jovem Pan

Mourão diz que o golpista Mauro Cid é “muito boa gente”

Roberto Nascimento

Como depoente, o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens da Presidência da República, optou pelo silêncio, não respondendo a nenhuma pergunta dos membros da CPI. Diante dessa atitude, é preciso concordar com o mestre Pedro do Coutto, que ensina: “A estratégia do mudo, o silêncio, não se coaduna com a certeza santa dos inocentes”.

Seus advogados provavelmente não endossaram essa estratégia, que não ajuda em nada a tese da defesa. Quem não deve nada teme, fala até pelos cotovelos para se defender. Presume-se então, que Mauro Cid não disse nada, porque, se falasse, poderia comprometer a si mesmo, além de colegas de farda, seus superiores e o ex-chefe maior.

ADEUS, TRIBUNA – É importante lembrar que, se o golpe de estado tivesse obtido sucesso, com toda a certeza a Tribuna da Internet estaria censurada ou extinta. Quem não é da extrema-direita, teria sido preso, e até torturado ou morto, como aconteceu no passado recente. Creio que seria até pior, comparando-se os personagens de ontem e os medievais personagens de hoje.

Vejam o posicionamento do general da reserva Hamilton Mourão, que nos últimos anos imitou Jair Bolsonaro e até defendeu a tortura de presos políticos, que é considerada crime contra a humanidade, segundo a Convenção de Genebra.

Atual senador pelo Rio Grande do Sul, o general Mourão não deve ser levado a sério, pois se posiciona sempre na contramão da democracia. Sua declaração agora, ao chamar o tenente-coronel golpista de “muito boa gente”, chega a ser ridícula.

UM NOVO DITADOR? – Nas mensagens trocadas com o coronel Jean Lawand Jr., ficou claro que o “boa gente” estava se preparando para uma intervenção militar. Aí, reside a minha dúvida shakespeariana: Bolsonaro seria o escolhido para comandar o núcleo do novo Supremo Comando Militar ou surgiria um novo ditador?

Quanto a Mourão, o general não desconhece que, numa intervenção militar, inimigos seriam abatidos, presos, torturados, Congresso e Judiciário estariam fechados e haveria muita injustiça contra cidadãos, sem direito a receber advogados, sem habeas corpus, sem direito de defesa, à mercê dessa “boa gente”.

Como ex-vice-presidente, Mourão foi isolado, humilhado e escanteado. Assim, jamais entenderei seu estoicismo. Não fui preparado para sofrer injustiças e ficar calado. Mas há quem se sujeite a sofrer toda forma de humilhações, sem que haja a menor necessidade, apenas para satisfazer o desejo de conquistar uma vaga de senador ou outro tipo de vaidade.


E agora Deri do Paloma, será que esse seu compromisso com o povo de Jeremoabo de não haver corrupção em seu governo foi apenas promessa enganosa de campanha.???

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No dia 05 de julho a professora Edilma se deslocou até a secretaria de educação pela 12º (décima segunda)vez para reinvidicar  resposta de 18(dezoito) requerimentos que já estava completando dois anos que a mesma vem entregando requerimentos seguindo os trâmites legais; informou a preposta da secretária que nesse mês de junho estava completando um ano e dois meses que vem sendo descontado do seu contracheque 04(quatro) faltas, sendo que já deu entrada em vários requerimentos e nada foi resolvido,  que precisa resolver senão no dia 06,07.2023 iria procurar a imprensa para fazer uma reportagem, pois através da câmara de filmagem instalada na secretaria poderá comprovar todas as vezes que compareceu  a secretaria para tentar resolver seus direitos.

A represália covarde veio de imediato,  prometeu suspende-la, caracterizando um ato irresponsável e perverso praticado pela secretária de educação chamado de  assédio moral que se dá pelo bullying, em que o assediador pretende colocar sua vítima em uma situação de inferioridade em razão de uma característica pessoal, em geral, devido à condição física (peso, altura, etnia, etc.).

Insatisfeita com a coragem da professora Edilma na luta por seus direitos, para demonstrar perante seus subordinados que é a poderosa chefona, por perversidade, covardia. perseguição e arbítrio,  prometeu suspender a mesma por 15 dias.

Pergunto: o servidor defender seus direitos roubados, desrespeita o Estatuto do Servidor Público Municipal?

A não ser que esteja sendo desleal ao conluio dos improbos, dos que superfaturam, aos adoradores de laranjas, e aos que usam cargo público em benefício proprio.

O prefeito Deri do Paloma para ser honesto como gaba-se no vídeo, ao invés de permanecer omisso nesse absurdo contra a professora Edilma por ser proba, deveria a bem do serviço público Afastar a Secretária de Educação e Instaslar uma Comissão de Inquérito para apurar afonta contra o Art. 114 Inciso IV - IX - XV - )Lei -249/1958 todos por supsotos atos de Improbidades Administrativas.

Além dos Arts. acima tem o Art. 37 da Constituição, Decreto 201/67, lei das licitações e abuso de poder, isso sem falar no crime de Calúnia ao acusar a professora Edilma de falsificar seu diploma.

Contra esse suposto ato imoral e ilegal cabe  indenização do servidor que sofre PAD indevido.

Cabe também uma ação de Assédio moral no serviço público que é considerado improbidade.

O assédio moral, mais do que apenas uma provocação no local de trabalho, como sarcasmo, crítica, zombaria e trote, é uma campanha psicológica com o objetivo de fazer da vítima uma pessoa rejeitada. Ela é submetida a difamação, abusos verbais, agressões e tratamento frio e impessoal. A definição integra uma decisão judicial do Superior Tribunal de Justiça (STJ), de relatoria da ministra Eliana Calmon, em um dos muitos casos de assédio moral contra servidores públicos que chegam ao Poder Judiciário. "

Em julgamento em setembro passado, a 2ª Turma tomou inclusive uma decisão inédita na Corte Superior: reconheceu o assédio moral como ato de improbidade administrativa. No caso, foi demonstrado que o prefeito de uma cidade gaúcha perseguiu servidora que denunciou problema com dívida do município ao Ministério Público do Rio Grande do Sul. (https://www.blogger.com/blog/post/edit/25162499/3983482393407685670)


💣 Tentaram defender golpistas mas foram atropelados por jornalista 💣 Flá...

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 por jornalista 💣 Flávio Bolsonaro desmoralizado!

Só a valorização dos salários e a redistribuição de renda poderão derrotar a fome no Brasil

Publicado em 14 de julho de 2023 por Tribuna da Internet

Insegurança alimentar no Brasil está atingindo 70,3 milhões de pessoas

Pedro do Coutto

A ONU revelou na quarta-feira informações extremamente importantes sobre a fome no mundo que atinge 10% da população universal, assinalando também que a insegurança alimentar no Brasil está atingindo 70,3 milhões de homens e mulheres que ao anoitecer não têm certeza de que poderão se alimentar a partir da manhã seguinte.

É preciso destacar que 30 milhões de brasileiros e brasileiras passam fome e assim tornam-se mais vulneráveis às doenças, inclusive porque metade da população de nosso país não conta com rede de tratamento de esgotos, e um terço não consome água potável.

GRAVE SITUAÇÃO – A fome é um fenômeno terrível, desesperador e depressivo que faz com que, como a GloboNews revelou no jornal de quarta-feira, pessoas recorram ao lixo para buscar alimentos. É uma vergonha que um dos maiores produtores de alimentos do mundo, o Brasil, exportador de grãos e carne, principalmente, não tenha disponibilidade de produtos para serem consumidos pela sua própria população.

Trata-se de um processo deplorável que se agravou acentuadamente no governo Jair Bolsonaro, sobretudo porque os salários perderam disparados para a inflação. Permaneceram estacionados, enquanto os preços dispararam. Agora, sobem menos, mas o déficit acumulado tem consequências dramáticas que não foram ainda resgatadas.

O programa Bolsa-Família é um investimento assistencial extremamente importante. Mas por si só, não resolve o desafio porque não influi na redistribuição de renda. Em matéria de concentração de renda – exatamente o oposto – os juros da Selic estão funcionando como um instrumento de pressão terrível, inclusive porque só podem usufruir os resultados das aplicações com base nestes juros, os que possuem altos recursos financeiros.

RETRAÇÃO – A população, é claro, não pode fazer aplicações em títulos públicos à base de 13,75% ao ano Com isso, os investimentos econômicos se retraem dando lugar às aplicações financeiras que concentram a renda nacional cada vez mais. O relatório da ONU é focalizado no O Globo em reportagem de Alice Cravo e Jeniffer Gularte. Na Folha de S. Paulo a reportagem é de Lucas Lacerda. É incrível como a situação de fome não motiva e desperta consciência dos que concentram a renda. O fenômeno é mundial e se repete há dois mil anos depois da morte e ressurreição de Jesus Cristo.

O posicionamento conservador, no fundo, significa um impulso favorável a esse absurdo no século XXI. No Brasil, a campanha eleitoral vitoriosa do presidente Lula da Silva assegurou o combate frontal à fome. Ele está, sem dúvida alguma, empenhado nesse propósito, mas para isso terá que enfrentar os desafios contidos na valorização do trabalho humano, na expansão do mercado de empregos e na desconcentração de renda que abalam o país. As imagens da noite de quarta-feira na GloboNews não são novas, mas repetem cenas de alguns anos na Venezuela, onde milhares de pessoas foram ao lixo em busca de alimentos e sobrevivência.

APELO – Agora, a cena humilhante se repete no Brasil, o lixo transforma-se em fonte de alimentação e combate ao flagelo da fome. Trata-se de um quadro negativo e depressivo que representa sobretudo um apelo à consciência de todos os que conseguem se alimentar, vivendo longe dos rios de esgoto que passam nas portas e seguem o traçado das ruas das favelas cariocas e de todo o país.  

O combate à fome desperta a solidariedade humana, mas ela sozinha, conforme os fatos comprovam, não pode derrotar a humilhação. O governo precisa agir urgentemente para desconcentrar a renda e valorizar os salários. Sem isso, a fome vencerá mais uma vez em nossa história. Vamos esperar que o quadro se altere para muito melhor.  

PETRÓLEO – Nicola Pamplona, Folha de S. Paulo de ontem, revela que o preço do barril de petróleo (159 litros) ultrapassou os US$ 80, causando provavelmente um aumento dos produtos refinados, como a gasolina e o óleo diesel, além do GLP, gás liquefeito do petróleo.

O Brasil é exportador de petróleo bruto, portanto, o aumento do mercado internacional o beneficia, mas ao mesmo tempo é importador de gasolina e diesel, entre outros produtos refinados, o que representa acréscimo das despesas. O preço do petróleo no mercado internacional, entretanto, abre a oportunidade para que finalmente a Petrobras realize um cálculo essencial; qual a receita que decorre do aumento do óleo bruto e qual a despesa que a consequência nos refinados que importa?

No governo Bolsonaro fazia-se o cálculo apenas do aumento da despesa e se esquecia do aumento da receita. É preciso, conforme todos perceberam, que sejam realizados dois cálculos simples: o que acrescenta de um lado e o que retira de outro. Conhecer o saldo, seja negativo ou positivo, é uma medida fundamental para as contas da Petrobras e do próprio país.

ATIVOS IMOBILIÁRIOS – Em reportagem publicado no O Globo de quarta-feira sobre a ideia da construção de um condomínio residencial na área que foi de Furnas, Selma Schmidt, no final do texto, acentuou que por uma medida estabelecida pelo governo federal, até 20230, os fundos de pensão e de complementação de aposentadoria terão que se desfazer dos investimentos do setor imobiliário.

Confirmada tal hipótese, ela acarreta uma desvalorização desses imóveis pelo aumento da oferta no mercado e, na minha opinião, não faz sentido, a não ser apenas o de aumentar as aplicações financeiras e a mobilidade do mercado.

Chefe do Estado-Maior desmente Flávio Dino sobre o Alto Comando e o golpe

Publicado em 14 de julho de 2023 por Tribuna da Internet

Alto Comando não torcia pelo golpe, diz general Soares

Alto Comando não torcia pelo golpe, diz o general Soares

Bela Megale
O Globo

O general Fernando José Sant’Ana Soares e Silva, chefe do Estado-Maior do Exército e número dois na hierarquia da Força, reagiu à afirmação do ministro da Justiça, Flávio Dino, de que “a maioria do Alto Comando torcia” para o sucesso dos atos golpistas de 8 de janeiro.

— O Alto Comando do Exército nunca quis intervenção militar nem antes, nem durante e nem depois das eleições e da posse do presidente Lula — disse o general à coluna, ao ser questionado sobre a frase de Dino.

DISSE FLÁVIO DINO – O ministro da Justiça disse à revista Veja que “a maioria do Alto Comando torcia – e friso este verbo – para que o levante tivesse dado certo. Não significa participar e orientar. As Forças estavam na torcida, mas não se engajaram”, disse Dino.

À coluna, o general destacou ainda que há, nas Forças Armadas, o temor de sua politização.

— O grande medo que temos é a politização das Forças. Afastamos isso cumprindo o que manda a lei, que estabelece que militares da ativa não podem ter filiação partidária e não podem se manifestar politicamente. Outro ponto essencial é a manutenção de dois pilares rígidos: hierarquia e disciplina para que todo mundo faça a mesma coisa.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – O ministro Flávio Dino exagerou no comentário, porque a maioria do Alto Comando do Exército jamais torceu a favor do golpe. Muito pelo contrário, aliás. O certo seria dizer que havia integrantes do Alto Comando que torciam pelo golpe, porém a iniciativa foi obstada em função da firme atitude legalista da maioria do Alto Comando, que livrou o país de novo regime militar. Aliás, Flávio Dino é boquirroto, como se dizia antigamente. Fala mais do que deve, por isso acaba sendo desmentido na lata, como o general Fernando Soares acaba de fazer(C.N.)   

 

Escapamos por pouco! A Petrobras seria mesmo privatizada com Bolsonaro reeleito

Publicado em 14 de julho de 2023 por Tribuna da Internet

Sachsida diz ter recebido sinal verde de Bolsonaro para iniciar os estudos para a privatização da Petrobras

Até Sachsida defende a exploração na Foz do Amazonas

José Fucs
Estadão

O advogado e economista Adolfo Sachsida, de 50 anos, foi um dos poucos integrantes da equipe do ex-ministro Paulo Guedes que ficou no governo Bolsonaro do começo ao fim. Primeiro, no próprio Ministério da Economia, como secretário de Política Econômica, depois, chefe da Assessoria Especial de Assuntos Estratégicos e, por fim, ministro de Minas e Energia.

Nesta entrevista ao Estadão, a primeira desde que deixou o governo, Sachsida diz que, se o ex-presidente Jair Bolsonaro tivesse conseguido se reeleger, a Petrobras seria privatizada.

Como o sr. vê a mudança da política de preços da Petrobras e o abandono na prática do PPI (preço de paridade de importação), que vinculava os preços do petróleo no País aos praticados no mercado internacional?
O atual governo tem uma visão de mundo muito diferente da nossa. Quando fui ministro de Minas e Energia, sempre procurei colocar um norte muito claro para cada uma das áreas que estavam sob minha direção. Nos setores de petróleo e gás, o meu norte era gerar competição. Vou até dar uma nova informação aqui: nós iríamos privatizar a Petrobras se o presidente Bolsonaro ganhasse a eleição. Embora muita gente não acreditasse que isso fosse possível, a privatização da Petrobras estava sendo preparada pelo governo. Nós iríamos trazer, no espaço de um ano e meio, muita competição aos setores de petróleo e gás no Brasil.

Como seria feita essa privatização?
Havia várias propostas de como privatizar a Petrobras na mesa, mas nós estávamos estudando uma maneira de fazer a privatização gerando competição nos setores de petróleo e gás. A gente não iria trocar um monopólio estatal por um monopólio privado. Isso iria facilitar e melhorar muito a vida dos brasileiros. No caso da PPSA (Pré-Sal Petróleo S/A), o processo já estava mais adiantado. Nós chegamos a enviar ao Congresso um projeto de lei para vender os recebíveis de trinta anos da PPSA, que era uma maneira de privatizar a empresa. Na época, pelos nossos cálculos, isso renderia cerca de R$ 390 bilhões, mas, como o preço do petróleo caiu um pouco de lá pra cá, hoje esse valor ficaria em torno de R$ 300 bilhões.

Qual era a posição do presidente Bolsonaro em relação à questão?
Quando ele me chamou para ser ministro, no meio daquela discussão toda sobre a alta dos preços dos combustíveis, eu falei: “Presidente, existem maneiras estruturais de diminuir os preços da gasolina e do diesel no País”. Entre os pontos que eu listei para ele estava a realização dos estudos para a privatização da Petrobras. Eu disse: “Tem de ser assim. Nós temos de gerar competição nesse mercado e só isso é que vai diminuir os preços dos combustíveis e melhorar o atendimento”. Então, ele falou prontamente: “Vai adiante”. 

O sr. acreditava que, se o presidente ganhasse a eleição, isso realmente seria levado adiante?
Você sabe como é política. Se a gente tivesse ganho a eleição, eu teria de continuar como ministro, né? E você nunca sabe qual vai ser o arranjo político. Agora, pelo entendimento que eu tive com ele até o fim do governo, tinha sinal verde para tocar a privatização da Petrobras. Meu primeiro ato oficial foi solicitar ao ministro Paulo Guedes, a quem o PPI era subordinado, para incluir a PPSA e a Petrobras no processo de privatização. Então, eu acredito que teria o apoio do presidente para dar continuidade ao processo, caso ele ganhasse a eleição. Só que, agora, tudo mudou. O presidente Lula determinou a exclusão da Petrobras, da PPSA e de mais seis empresas, como os Correios, a EBC (Empresa Brasileira de Comunicação) e o Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados), do PPI.

Voltando à nova política de preços da Petrobras, qual é a sua posição nessa questão?
Acredito que ela vai levar a um aumento excessivo no endividamento da Petrobras, que foi bem reduzido desde 2019, e a outros problemas que nós já vimos no passado. Vai afetar a rentabilidade e reduzir os dividendos, cuja maior fatia vai para o governo, como principal acionista da companhia. Estão querendo também parar com a venda das refinarias. O atual governo pretende construir novas refinarias. Eu respeito essas ideias, mas discordo delas. Acho que o melhor para o Brasil é desconcentrar o setor, trazer competição e diminuir a intervenção do Estado na economia. 

Recentemente, o Ibama negou o licenciamento para a Petrobras realizar a exploração de petróleo na foz do Amazonas. O que o sr. pensa sobre isso?
Nós temos de entender que a margem equatorial vai ser explorada, de um jeito ou de outro. Se não for pelo Brasil, será pela Guiana. Aliás, várias empresas petrolíferas já estão perfurando para extrair petróleo na Guiana. O mundo todo está de olho na margem equatorial porque são reservas de valor significativo. A França, por exemplo, explora petróleo na margem equatorial. Se a França pode fazer isso, acho justo que o Brasil também possa. Acredito que não podemos perder essa oportunidade. O Brasil tem de se dar a chance de ser rico. Quando você fala da margem equatorial, está falando de um montante enorme de recursos, que vai beneficiar vários Estados do Norte e Nordeste. 

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Caramba! Escapamos por pouco. O nacionalismo desse ministro chega a ser comovente. Espera-se que não volte a fazer carreira na vida pública e permaneça na privada, como dizia o Barão de Itararé. (C.N.)

Inversão de valores, o prefeito deveria baixar uma portaria para apurar as supostas trambicagens da Secretária de Educação e não contra a professora Edilma


 Ptofessora Edilma, continue com a cabeça levantada, você talvez responda a processo não por desonestidade mas, por perseguição da Secretária de educação em conluio com o prefeito, que para desviar a atenção contra a coleção de processossos por improbidades, procura um " bode expiatório" para ser sacrificado injustamente.
Nesse (des)governo o servidor/a por ser honesto não participar de esquemas não republicano paga um preço muito alto.
Qualquer pessoa que pelo menos tenha dois neurônios irá entender que estão  perseguindo a professora Edilma, isso porque a aludida nunca recebeu uma advertência ou mesmo alguma suspensão por escrito, apelaram logo para a ignorância atropelando os estágios da Estatudo do servidor Público indo para a penalidade mais drástica, no mínimo carta marcada, ato de tirano.
O prefeito deveria deixar de ser omisso e prevaricador, para isso baixando uma portaria para apurar a suposta Malversação contra o erário público preticado pela Secretária de Educação ao receber gratifificação imoral e ilegal, usando o cargo em benefício próprio.
De acordo com a Lei Orgânica do Município de Jeremoabo, de acordo com a LEI N.º 591, DE 13 DE NOVEMBRO DE 2020.  LEI COMPLEMENTAR N . °  019  DE 15 DE SETEMBRO DE 2021, e  o pior desrespeitando o art. 37 da Constituição de 1988, agratificação da Secretária de Educação é fora da lei.
Quem  desrespeita a Constituição é TRAIDOR DA PÁTRIA.
Ao promulgar a Constituição Federal, em 5 de outubro de 1988, Ulisses Guimarães proferiu a frase histórica: “Quanto a ela [Constituição], discordar, sim. Divergir, sim. Descumprir, jamais. Afrontá-la, nunca”. Estava sendo profético. E aproveitou para caracterizar aqueles que ousariam tal afronta: “Traidor da Constituição é traidor da Pátria”.
Prefeito Deri do Paloma,  "não há caminho fora da absoluta observância da lei."
Você para acobertar e prevaricar improbidades cometidas pela secretária de educação, está agindo fora da lei para perseguir uma professora, só porque a mesma teve a "ousadia e coragem" de lutar por seus direitos.
Ontem você já entrou numa fria ao ser condenado pelo TCM-BA por acobertar acumulação ilícita, no TCM-BA você e a secretária  foram apenas repeendidos e multados, porém no Ministério Público Federal tenha certeza que a conta irá chegar e vocês irão responder por esse ato imoral e ilegal.
Professora Edilma você está sendo perseguida, humilhada e talvez até penalizada injustamente, porém, tudo isso por lutar por seus direitos de acordo a Lei, talvez se você fosse uma fora da lei, esstivesse fraudando gratificações para engordar seu contra-cheque, o prefeito te gratificasse com uam secretaria.
 "Os humilhados serão exaltados".
Essa é apenas a primeira matéria em defesa dos seus direitos e da sua honra, para encerrar reproduzo as palvras do companheiro José Mário Varjão.

Eu aprendi que reputação é algo atribuído por terceiros, mas em nossa cidade, tem gente buscando reputação como se fosse uma mercadoria qualquer encontrada em prateleira de supermercado, assim, esquecendo de fazer por onde merecer. Nesta linha de pensamento e análise, vemos que quem faz a coisa tece o elogio, esquecendo de que é o terceiro quem avalia, mas nada a estranhar, cada um é o que é e por esse prisma, expõem sua verdadeira essência sem que percebam o quanto ridículos são. É aquela velha história: não dê pérolas aos porcos, pois eles irão preferir os restos jogados à lama."


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