sábado, janeiro 15, 2022

Entrevista: Sergio Moro: "Eleger Lula ou Bolsonaro é suicídio".




Num tom mais agressivo que o habitual, ex-juiz diz que entregar o país ao petista é dar aval à roubalheira e que atual presidente é leniente com a corrupção. 

Por Laryssa Borges

Desde que anunciou sua pré-candidatura a presidente da República, em novembro passado, a rotina, os hábitos e o comportamento de Sergio Moro mudaram substancialmente. Dois meses atrás, se alguém perguntasse ao ex-juiz a opinião dele sobre o retorno do ex-presidente Lula ao centro do debate político, receberia uma resposta evasiva, insossa, na linha do “eu prefiro não falar sobre pessoas”. Moro demonstrava então uma extrema dificuldade em reagir a ataques, se recusava a criticar de maneira veemente quem quer que fosse e não se sentia à vontade em caracterizar adversários com adjetivos mais contundentes. O máximo que o léxico do ex-ministro da Justiça conseguia produzir em uma situação de confronto era classificar Jair Bolsonaro como “populista” — ainda assim, no calor de sua demissão do cargo e depois de ser xingado de traidor e mentiroso pelo antigo chefe. Se a disputa fosse por uma vaga no Itamaraty, Moro estaria habilitado naquele tempo. Para uma batalha eleitoral que promete ser uma das mais acirradas desde a redemocratização e competindo com profissionais da política, havia dúvidas.

Na terça-feira 11, o pré-candidato do Podemos concedeu uma entrevista a VEJA. Confrontado com a mesma pergunta feita há dois meses sobre Lula, o juiz foi rápido: “É um acinte, um tapa na cara dos brasileiros, um desastre, um sinal verde para a volta da roubalheira”. E, na sequência, ainda emendou críticas pesadas à Justiça, particularmente ao Supremo Tribunal Federal, que anulou as condenações impostas a Lula pela Operação Lava-Jato. “As pessoas sabem quem está do lado certo dessa história, quem combateu a corrupção, quem cometeu corrupção e quem favoreceu a corrupção”, alfinetou. E sobre Bolsonaro? O insosso “populista” agora vem acompanhado de “mentiroso, enganador, irracional e inconfiável”. Moro diz tudo isso sem pensar muito, em um tom de voz acima do natural, cheio de inflexões, resultado de horas e horas de treinamento com fonoaudiólogos, sessões de media training e ensaios com especialistas em oratória.

Mais agressivo, o ex-ministro dispara até na direção de possíveis aliados. Explica que não pensava em ser candidato e esperou até o último instante por alguém que representasse uma alternativa eleitoralmente competitiva para liderar a chamada terceira via, o que na opinião dele não aconteceu. Agora, se irrita com as especulações de que poderá trocar a disputa presidencial por uma vaga no Senado por São Paulo, numa chapa encabeçada por João Doria (PSDB). Moro desconfia que os boatos são turbinados por campanhas “irmãs” e reafirma que não vai desistir, especialmente “em prol de alguém que aparece nas pesquisas com 1%, 2% ou 3%” — mais uma alfinetada, desta vez indireta.

Mesmo com essa mudança de comportamento, não será fácil o desafio. Levantamento da Quaest Consultoria encomendado pela Genial Investimentos, a primeira feita em 2022, mostra o ex-juiz na terceira colocação, com apenas 9%. Lula lidera, com 45%, e Bolsonaro (PL) aparece em segundo, com 23%. Ciro Gomes (PDT) e João Doria registram, respectivamente, 5% e 3%. Numa análise mais cuidadosa, o levantamento até sugere que há espaço para a construção de uma candidatura de terceira via. Do total de entrevistados, 26% não querem nem a vitória de Lula nem a de Bolsonaro. Entre eles, 44% disseram que votariam ou poderiam votar no ex-juiz. Mas hoje nenhum dos candidatos dessa ala consegue personificar essa insatisfação. A seguir, os principais trechos da entrevista em que Sergio Moro também fala de economia, aborto, drogas e revela quem será seu alvo inicial nos primeiros meses de campanha.

Por que o senhor quer ser presidente? 

Precisamos romper essa polarização, que tem transformado os brasileiros e dividido as pessoas entre amigos e inimigos. Estamos todos no mesmo barco. Tenho a credibilidade construída durante minha carreira de juiz, especialmente na Operação Lava-Jato, em que conseguimos responsabilizar pessoas que tinham cometido grandes crimes de corrupção, e durante minha passagem pelo Ministério da Justiça, para onde entrei a fim de realizar um projeto e de onde saí porque vi que havia sabotagem do presidente. Isso demonstra minha integridade e meu compromisso com princípios e valores que são importantes para construir um projeto para o Brasil. Infelizmente, não vejo nas candidaturas de extremos uma proposta de país.

Por que os eleitores devem acreditar que sua candidatura é para valer? 

Esperei por uma candidatura que rompesse a escolha trágica entre Lula e Bolsonaro, mas ela não veio. Agora que apresentei meu nome e minha candidatura é a mais viável da terceira via, por que abrir mão dela? Não faz sentido eu desistir em prol de alguém que tem 1%, 2% ou 3%. Temos de respeitar todo mundo que quer colocar seu nome à disposição, mas é importante que em algum momento haja uma aglutinação em torno de um projeto e das pessoas que têm condições de realizá-lo. Hoje, vejo minha candidatura com as melhores chances de êxito.

Como é concorrer com um político que o senhor, como juiz, condenou por corrupção? 

É triste, constrangedor. O Brasil está retrocedendo. Infelizmente, temos uma Justiça muito formal, que acaba privilegiando as pessoas poderosas em detrimento da aplicação da lei. Todo mundo sabe que aconteceram os crimes na Petrobras, que a empresa foi saqueada por um projeto de enriquecimento ilícito de pessoas inescrupulosas e de financiamento ilegal de partidos políticos, entre eles o PT. Assistir às anulações de condenações como as de Sérgio Cabral, Eduardo Cunha e Lula é desalentador. Não é essa ideia de justiça que os brasileiros querem.

As maiores críticas sobre a sua atuação como juiz partiram de alguns ministros do Supremo Tribunal Federal.

Até gente que confessou crimes tem tido condenações anuladas pelo STF. As pessoas precisam saber que a lei vale para todos, mas o Supremo, com essas decisões, reacendeu a crença de que não se pode confiar na Justiça para punir poderosos. As pessoas sabem quem está do lado certo dessa história, quem combateu a corrupção, quem cometeu corrupção e quem favoreceu a corrupção. Prova disso é que eu posso sair às ruas com tranquilidade, mas tem corrupto com condenação anulada e magistrado que anulou essas condenações que não podem fazer isso nem aqui nem no exterior.

Se for eleito, vai poder indicar o procurador-geral da República e o diretor-geral da Polícia Federal. Reeditar operações como a Lava-Jato faz parte dos planos? 

Hoje, os governantes não acham que combater a corrupção é prioritário. Se for eleito, as grandes operações policiais serão retomadas, garantindo independência e autonomia à Polícia Federal e ao Ministério Público, que já não são mais os mesmos da época da Lava-Jato. O poder infelizmente gera tentações e é preciso ter mecanismos formais para proteger as instituições. A lista tríplice para a escolha do procurador-geral da República é um mecanismo importante. Fixar um mandato para o diretor-geral da Polícia Federal também.

A pecha de traidor difundida pelos apoiadores do presidente Bolsonaro incomoda?

Tem muita gente sendo enganada. O presidente mente ao falar que acabou a corrupção. Os mecanismos que levaram ao mensalão e ao petrolão voltaram com a aproximação com o Centrão e com a política fisiológica do toma lá dá cá. Bolsonaro não queria combater nada. Queria apenas se blindar, ficar longe do alcance da Justiça. Ele me disse que eu tinha de sair do governo porque não aceitava protegê-lo de investigações. Prefiro ser alvo de críticas injustas e até de mentiras a permanecer como cúmplice de coisa errada.

A economia, dizem as pesquisas, deve ser o fator definidor do voto a presidente em 2022. Qual o papel dela em sua plataforma de campanha? 

O ponto primário do nosso programa é a retomada do crescimento econômico porque isso gera emprego e renda e abre oportunidade para negócios. Temos de diminuir a inflação, propiciar a redução dos juros, recuperar a credibilidade fiscal do país, acelerar as privatizações. O mercado está se enganando se realmente acredita no Lula bonzinho do primeiro mandato. É uma ilusão. Um novo governo petista será desastroso. E do outro lado, você tem um governo errático, irracional e inconfiável, que enganou os eleitores ao prometer e não realizar as reformas de que o país precisa.

O senhor tem defendido uma reforma administrativa. É a favor de restringir a estabilidade do servidor público?

Não parto do pressuposto de que o servidor público é o vilão da história, mas precisamos de meritocracia. Foi aprovada em 1998 a possibilidade de demissão por insuficiência de desempenho, mas isso nunca foi regulamentado. Demissão é o último remédio a ser aplicado, mas é preciso ter um mecanismo para aqueles que não respondem a contento.

O país está maduro para ampliar as hipóteses de aborto legal ou para descriminalizar o uso de drogas recreativas? 

Nosso projeto envolve a manutenção da legislação atual, que proíbe o aborto e o permite em caso de risco à vida da mãe e em casos de estupro. Tenho uma postura pessoal contra o aborto. Também sou contra o uso de drogas, inclusive para uso recreativo. Drogas geram um dano à saúde das pessoas e expõe nossas crianças e adolescentes. Sempre fui muito rigoroso contra grandes traficantes de drogas.

Quem é o seu principal adversário nesta fase da campanha? 

O adversário principal no primeiro turno é o Bolsonaro. Quero dar às pessoas a alternativa de que não é preciso tratar quem pensa diferente como inimigo. As pessoas sabem que esse governo não tem compromisso com o combate à corrupção e que não funcionou na economia. Elas precisam de uma outra alternativa, inclusive para enfrentar o outro extremo, que é o Lula. Se insistirem na polarização vamos acabar entregando o poder ao Lula.

Qual seria a consequência desse cenário? 

O governo do PT foi baseado em modelos de corrupção. Ele poderia dar a volta por cima se reconhecesse os erros e crimes que praticou, mas como nega esses fatos, apesar das confissões de empreiteiras e da devolução de milhões de dólares, minha única conclusão é que ele quer repetir a história. Isso é inaceitável. O retorno de Lula ao poder depois dos escândalos do mensalão e do petrolão seria um acinte, um tapa na cara de todos os brasileiros. É a mesma coisa que falar para a sociedade que se pode roubar à vontade. Além disso, o PT tem a mesma vocação autoritária do bolsonarismo, e vai tentar manietar as instituições.

O senhor recusará algum tipo de apoio político na campanha? 

Não recusarei nenhum apoio incondicionado. O que não dá é um político apoiar e em troca exigir um ministério ou a Petrobras. Pela minha experiência é difícil ter um apoio incondicional, mas é preciso dialogar com as pessoas para ver que tipo de aliança podemos construir. Não dá para fazer uma aliança quando os projetos são diferentes. Não há possibilidade de diálogo com o Ciro Gomes, por exemplo.

Estima-se que a campanha presidencial será uma das mais virulentas da história. Isso preocupa? 

Sei que os ataques dirigidos a mim são baseados em mentiras, são coisas de quem não tem argumento para debater na campanha. Tenho casca grossa. Mas há também o risco de violência física. Estou tomando precauções contra atentados.

O TCU suspeita que o senhor enriqueceu ilegalmente após deixar o governo e ir trabalhar na iniciativa privada. Não sou milionário e nem fiquei milionário na carreira privada. Nunca prestei nenhum serviço — e isso estava proibido no meu contrato com a consultoria — a empresas vinculadas à Operação Lava-Jato. Quem divulga isso mente. O TCU tem responsabilidade de fazer controle sobre a administração pública e devia se focar nisso, porque há muito a ser feito.

O senhor poderia dizer quanto ganhou como consultor depois que deixou o Ministério da Justiça? 

Não revelo o valor do contrato por ser uma relação privada. O tribunal tem uma atuação indevida e ilegal nesse caso e vai quebrar a cara porque não tem nada de errado na minha relação privada com a consultoria que me empregou. Repito: não enriqueci nem como juiz nem como ministro. Meu trabalho na iniciativa privada era ajudar as empresas a prevenir casos de suborno. Minha carreira privada de certa maneira é uma continuidade da minha vida pública, de combate à corrupção e em prol da integridade. Tudo será declarado no seu devido tempo e lugar.

O senhor sempre disse que não reconhecia o teor das mensagens que trocou com procuradores da Lava-Jato e que mostram uma relação, no mínimo, conivente entre juiz e acusação. Não é o caso de fazer um mea-culpa? 

As pessoas vêm criticar a mim e ao Deltan (Dallagnol, então chefe da Lava-Jato em Curitiba), mas sobre o pessoal que mandou anular tudo, sobre o Congresso que reviu as leis e sobre o Bolsonaro, que desmantelou o combate à corrupção, ninguém fala nada? Não existe nada naquelas mensagens de alguém que tenha sido condenado e era inocente, não teve fabricação de provas, não teve nada ali que justificasse a anulação das condenações. O que acontece é a velha história de que rico e poderoso nunca vai para a prisão. Desta vez usaram essas mensagens como álibi para impunidade.

Por que grande parte das críticas à Lava-Jato vem de advogados? 

Há um grupo de advogados, como esse Prerrogativas, trabalhando pela impunidade de corruptos. Esses mesmos advogados se arvoram de alguma espécie de ética, de alguma espécie de superioridade moral em relação ao Ministério Público e em relação aos juízes que participaram desses casos. No fundo a vergonha está neles.

Na condição de eleitor, em quem o senhor votaria num eventual segundo turno entre Lula e Bolsonaro? 

O Brasil não corre o risco de ter essa escolha trágica. Eleger Lula ou Bolsonaro é suicídio.

Revista Veja

Interventor judicial rebate denúncia alvo de inquérito pela PCPE. Confiram

 

Blog da Noelia Brito



Posted: 14 Jan 2022 03:15 AM PST

Foto: Reprodução 

Em nota enviada ao Blog, o interventor do Condomínio Imperial Suítes, Arnaldo Fernandes de Lima, afirma que "já prestou o seu depoimento, perante a DP que apura a denúncia, havendo uma legítima expectativa de que o Delegado, responsável pelas investigações, represente pelo seu arquivamento, em razão de os atos, acima indicados, não apresentarem qualquer prejuízo ou ofensividade a alguém ou à sociedade."


RESPOSTA À MATÉRIA PUBLICADA NO “BLOG DA NOELIA BRITO” EM 12/01/2022. 

Um grupo pequeno de condôminos, que juntos somam uma dívida de taxa condominial acima de R$ 150.000,00 (cento e cinquenta mil reais), é mentor da infundada denúncia mencionada na matéria publicada no Blog da Noelia Brito, em 12/01/2022. 

De forma objetiva, a denúncia refere que o Sr. Arnaldo teria praticado 02 atos criminosos: I) Levado a erro o Juiz da 8ª Vara Cível do Recife, que o nomeou como interventor judicial, pois teria declarado ser advogado; e II) Utilizado um documento de identificação que apresenta um simples erro de grafia, por omitir a partícula “DE”, expressa ARNALDO FERNANDES LIMA, quando a correta seria ARNALDO FERNANDES “DE” LIMA.   

A matéria induz o leitor a acreditar que o Sr. Arnaldo teria se locupletado financeiramente em razão dos supostos atos ilícitos acima mencionados. Porém, alguns esclarecimentos são fundamentais para a correta compreensão dos fatos.  

Primeiramente, o magistrado JAMAIS foi ludibriado. O Sr. Arnaldo é perito judicial há mais de oito anos, sendo nomeado para essa função em mais de quarenta processos judiciais, por diversos magistrados, inclusive pelo Juízo da 8ª Vara Cível. Possui formação em contabilidade, administração e direito, porém não é habilitado como advogado perante a OAB. Essa informação é da ciência do magistrado, responsável por sua nomeação como interventor judicial, que possui o Currículo do Sr. Arnaldo em seu gabinete, além de conhecer a sua qualificação profissional, já o tendo nomeado como perito noutros processos. 

No caso específico do Condomínio Imperial Suites, o Juízo da 8ª Vara nomeou o Sr. Arnaldo como interventor, para gerir o empreendimento nas funções típicas de um síndico, não para exercer diretamente uma atuação jurídica na qualidade de advogado. Tanto é assim que o condomínio sempre manteve o contrato de consultoria e assessoria jurídica com um escritório de advocacia. Houve apenas um mero erro material na redação do termo de nomeação, que, além de contador, indicou que o Sr. Arnaldo também seria advogado. Esse detalhe, no entanto, não invalida o termo de nomeação, porque não ocasiona qualquer prejuízo à função de interventor judicial. Mesmo assim, o Sr. Arnaldo Fernandes apresentará um requerimento formal no processo judicial, para que o magistrado retifique a informação sobre a sua formação profissional, no termo de nomeação.   

Com isso, demonstrado está, que o Sr. Arnaldo não obteve vantagem indevida alguma, em razão de constar, no seu termo de nomeação como interventor, um erro material quanto à habilitação na OAB. 

Já em relação à grafia do seu nome sem o acréscimo da partícula “DE”, segunda e última parte da acusação, veiculada na matéria publicada no Blog, novamente, não há qualquer indicação de que o Sr. Arnaldo teria auferido alguma vantagem ou ocasionado prejuízo a alguém. Apesar desse erro de digitação, cometido pelo órgão expedidor de sua identidade profissional, os números do seu RG, CPF e data de nascimento estão corretos e são idênticos em ambos os documentos. Ademais, não há qualquer pendência ou dívida vinculada ao seu CPF ou a qualquer das Pessoas Jurídicas das quais é sócio. De todo modo, uma solicitação será encaminhada ao órgão de expedição do conselho profissional, para que seja saneado o referido erro de grafia.  

O Sr. Arnaldo Fernandes já prestou o seu depoimento, perante a DP que apura a denúncia, havendo uma legítima expectativa de que o Delegado, responsável pelas investigações, represente pelo seu arquivamento, em razão de os atos, acima indicados, não apresentarem qualquer prejuízo ou ofensividade a alguém ou à sociedade.  

O que se sabe é que, o Dr. Rafael Alves, autor da denúncia noticiada no Blog, que, como determina a lei, passou a ser formalmente apurada pela autoridade policial, é advogado contratado por um morador do condomínio, que ocupa um imóvel gravado por uma dívida condominial superior à R$ 150.000,00 (cento e cinquenta mil reais). Esse morador, que não era instado a pagar pela gestão anterior do condomínio, quando teve a dívida cobrada (inclusive judicialmente, proc. nº 0004279-31.2019.8.17.2001), passou a tratar o Interventor Judicial de forma ríspida e descortês, chegando a ameaçá-lo de morte, em razão do que foi processado no âmbito civil (proc. nº 0058026-17.2019.8.17.8201) e criminal (proc. nº. 0000556-25.2020.8.17.8126), já tendo sido julgado e condenado naquela esfera.  

Interessante ainda mencionar que, no mesmo dia que a matéria foi publicada no Blog (12/01/2022), o morador da referida unidade inadimplente com a taxa condominial, fixou na área comum do edifício, uma ata convocatória de assembleia extraordinária para a eleição de um novo síndico e destituição do Interventor Judicial. Isso apenas reflete que a denúncia, comprovadamente infundada, apresentada pelo advogado do morador inadimplente, tem 02 (dois) interesses bem definidos: I) Represália ao Sr. Arnaldo; e II) Denegrir a sua imagem, perante os demais condôminos, para a facilitar a eleição de um novo síndico e destituí-lo da gestão do condomínio.      

Quem conhece a realidade do Condomínio Imperial Suites é plenamente ciente do "antes e depois" da atuação do Sr. Arnaldo à frente a administração. A intervenção judicial evitou que o empreendimento sucateasse, à mingua da gestão anterior e do alto inadimplemento da taxa condominial, como o emblemático caso do Edifício Holiday, também localizado no bairro de Boa Viagem. Desde o início da gestão do Sr. Arnaldo, o empreendimento não só parou de decair no plano estrutural e financeiro, mas também passou a executar as manutenções necessárias e adimplir suas obrigações perante os credores, o que é fruto de um suado trabalho de gestão administrativa e contábil, que já ocasionou a valorização das unidades imobiliárias em 50% .     


O Sr. Arnaldo Fernandes adotará as medidas judiciais cabíveis, tanto cíveis quanto penais, para responsabilizar o autor das aludidas comunicações falsas de crime, que ocasionaram mácula a sua imagem e reputação.  




São Miguel das Matas: Lei de pintura de prédios públicos com cores de partido é suspensa

por Cláudia Cardozo

São Miguel das Matas: Lei de pintura de prédios públicos com cores de partido é suspensa
Foto: Magno Bastos - Criativa

A desembargadora Regina Helena, do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), suspendeu uma lei de São Miguel das Matas, que permite a padronização das cores de imóveis públicos do Município com as cores do partido do atual prefeito. A lei foi questionada em uma ação direta de inconstitucionalidade movida pelo MDB. A decisão da desembargadora é monocrática e ainda será submetida ao plenário do TJ-BA.

 

Segundo a ação do partido, o prefeito da cidade, Valdelino de Jesus Santos, apresentou um projeto de lei que permite a padronização das cores dos imóveis municipais nas cores verde e amarelo, as mesmas utilizadas pelo seu partido - o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB). A Lei 163/2021 foi sancionada em 20 de maio de 2021. Para o MDB, a lei viola o artigo 13 da Constituição da Bahia e o artigo 37 da Constituição Federal. 

 

A sigla também pontua que as mesmas cores foram utilizadas pelo prefeito enquanto candidato, durante a campanha eleitoral de 2020, além do que as cores não possuem relação com as da bandeira do município. O MDB também afirma que a intenção da lei é “caracterizar e eternizar a revitalização das obras, imóveis e arquiteturas públicas como sendo realizações de uma determinada gestão municipal e de determinado partido político”. Por fim, ainda aponta que a lei causa custos ao erário por ser uma despesa inconstitucional e que ainda, para ser desfeito, gerará mais ônus para os cofres públicos.

 

Para a desembargadora relatora, a ação apresenta os requisitos para concessão da liminar para suspender os efeitos da referida lei pelas violações constitucionais que provoca. Por isso, a magistrada determinou a suspensão da norma, com comunicação da Prefeitura e Câmara Municipal de São Miguel das Matas para cumprimento da decisão.

 

Em muitas cidades brasileiras, gestores são condenados por improbidade administrativa por pintar imóveis públicos dos municípios com as cores do partido. O entendimento é de que as cores dos partidos são uma espécie de promoção pessoal do gestor municipal, ferindo os princípios da impessoalidade. No caso de São Miguel das Matas, as cores também coincidem com as da bandeira do Brasil.


Nota da redação deste Blog -  Em São Miguel das Matas o prefeito ainda aparentou um Projeto de Lei, situação pior é em Jeremoabo, que é "banda vou"; o prefeito administra o bem público como se fosse sua propriedade particular, pinta prédios centenários com as cores do seu partido, pinta praças e pinta até o diabo,   ficando tudo por isso mesmo, a lei é desrespeitada e nenhuma providência é tomada. Os vereadores faz de conta que estão cegos surdos e mudos.

 Estranho, muito estranho! Será que o MPE não está vendo ou tomando conhecimento dessas ilegalidades "Como autêntico defensor do interesse público do Estado, visto enquanto povo, o Ministério Público não poderá se afastar do seu dever ético-jurídico de estar na permanente luta pela realização dos mais elementares e transcendentais valores da sociedade".(Cláudio Barros Silva)

Para haver um pouco de paz, a solução talvez seja esquecer tudo o que Jair Bolsonaro diz

Publicado em 15 de janeiro de 2022 por Tribuna da Internet

Não se justifica": Bolsonaro critica 'pressa' por vacina contra a covid-19 - YouTube

A quantidade de sandices que Bolsonaro diz é fora do normal

Duarte Bertolini

Por favor, será que ninguém consegue dizer e mostrar a este senhor que ele foi eleito para administrar o pais? Se alguém tiver tempo e paciência, poderia fazer um levantamento de quantos pronunciamentos do mito foram sobre economia, inflação, desemprego, saúde pública, desenvolvimento, educação (enfim, temas importantes para a administração do pais), e quantas declarações foram sobre fake news, provocações baratas, baixarias, teorias conspiratórias de baixo nível etc. etc.

Quem, em sã consciência, ainda acha que essa caricatura de político tem condições para conduzir a vida de 213 milhões de pessoas? E decidir o presente e o futuro de várias gerações?

ALGUM RESPEITO? – Quem, com um mínimo de cérebro, pode confiar em algum respeito à democracia, às instituições e a seus agentes ou pressupostos, por parte de Jair Bolsonaro e seus adoradores? Em qual das eternas polêmicas absurdas que se meteu, o suposto presidente da República reconsiderou suas posições frente aos argumentos racionais a ele apresentados?

Alguém conhece algum bolsonarista (não confundir com quem votou em Bolsonaro) que tenha mudado de ideia ou conceito em qualquer assunto, mesmo depois de ser confrontado com dados, números, fotos, vídeos, comprovações científicas?

Ser governado por Jair Bolsonaro é viver uma tragédia diária, que nos surpreende a cada momento. O presidente não tem nada para apresentar, absolutamente nada, só baixarias e bazofias.

CAIR NA ARMADILHA – E o pior é que acabamos caindo na armadinha de discutir e contestar cada “declaração” estapafúrdia do presidente e dos luminares que o assessoram.

Não adianta nada apresentar argumentos científicos e culturais, nada disso interessa nessa fase obscurantista. O pior que pode acontecer e haver constatação de que temos um desequilibrado incompetente e sádico no poder.

Então o que temos a perder? É melhor largar de mão e viver a vida. Para que nos torturarmos com essas asneiras diariamente divulgadas? E o que o presidente faria, sem plateia para repercutir seus pensamentos distorcidos e suas “máximas”?

UM POUCO DE PAZ – Então, vamos simplesmente ignorá-lo, para que entre em depressão profunda ou então chute o balde e mostre seus reais propósitos.

Assim, não mais seriam nossas atitudes que iriam influir e provocar qualquer reação dele. Talvez o presidente então desperte e lembre que precisa governar este país, foi para isso que apresentou sua candidatura e também se empenhou por ela.

Acho que vale a pena experimentar um pouco de paz, porque já temos tragédias demais, que sempre atingem – de uma forma ou outra – as pessoas que ainda têm um mínimo de consciência.

Por uma eleição com ideias em debate e sem brutalidade, sem selvageria, sem bestialidade

Publicado em 15 de janeiro de 2022 por Tribuna da Internet

Blog Ed Ondo: Discurso de Ódio

Charge do Ed Ondo (Arquivo Google)

Marco Antonio Villa
IstoÉ

Como será 2022? Teremos o processo eleitoral mais violento desde 1989. Isso é mais que uma previsão, é uma certeza. O cenário dos três anos de governo Bolsonaro aponta para uma eleição marcada não pela disputa de ideias, mas pela brutalidade, pela selvageria, pela bestialidade.

Por um lado, porque Bolsonaro fomentou o ataque sistemático às instituições, aos valores consagrados na Constituição de 1988. Foram meses e meses de ameaças ao Estado democrático de Direito, culminando no trágico 7 de setembro de 2021.

SEM REALIZAÇÕES – Por outro lado, porque o governo não tem nada a mostrar, nada realizou, não tem o que se chama popularmente de “vitrine”. Desta forma, só pode apostar na violência, na desqualificação pelo ódio dos adversários.

Teremos, certamente, confrontos de rua, que vão servir, para o extremismo bolsonarista, como instrumentos de mobilização de suas bases e para justificar o discurso de hostilidade à democracia.

As bandeiras políticas de Bolsonaro são frágeis. Não têm consistência. Servem apenas para mobilizar sua militância e, especialmente, os robôs nas redes sociais, que espalham fake news como se fossem propostas de governo.

ATAQUE ÀS URNAS – A tendência é que, como sinal de desespero frente ao derretimento eleitoral da sua candidatura, ele retome o ataque às urnas eletrônicas e aponte uma suposta fraude no sistema de apuração dos votos. Será um artifício para desviar a atenção do essencial: ele não vai chegar ao segundo turno pois será humilhado à 2 de outubro, quando da primeira consulta aos eleitores.

A tarefa de todos os democratas, independentemente dos matizes político-ideológicos, é de transformar o processo eleitoral em um palco de discussão dos grandes problemas nacionais.

DEBATER PROPOSTAS – O Brasil não pode perder esta oportunidade histórica. Será o momento da apresentação de propostas para que o eleitorado livremente possa escolher um caminho.

E para isso é necessário ampla discussão de ideias e não se perder em questões menores ou, muito menos, cair em provocação de extremistas que priorizaram temas absolutamente secundários e carregados de reacionarismo, como, por exemplo, ser ou não favorável a “banheiro trans.”

A segunda década desde século foi marcada por anos de recessão econômica. E, socialmente, o país deu um grande salto para trás. Hoje, mais da metade da população vive em insegurança alimentar, isto só para apresentar um dado.

É tarefa urgente, urgentíssima, apontar soluções para que o Brasil volte a crescer e possa retomar – e vencer – os grandes problemas nacionais.

(Artigo enviado por Loriaga Leão)

sexta-feira, janeiro 14, 2022

No Bicentenário, a miscigenação é que consolidou a ideia de um só povo e uma só nação

Publicado em 14 de janeiro de 2022 por Tribuna da Internet

Idealismo utópico e idealismo orgânico em Oliveira Vianna - Integralismo |  Frente Integralista Brasileira

Ideias autoritárias de Oliveira Vianna continuam vivas

Luiz Carlos Azedo
Correio Braziliense

Uma nação é formada, historicamente, de território, população, Estado, idioma e identidade comum, para a qual a literatura é sua referência mais importante. Não à toa, Machado de Assis é um totem da nossa cultura. Entretanto, há aqueles que imaginam que tudo aqui está fora do lugar. O debate proposto, em 1920, por Oliveira Viana, sobre as nossas instituições republicanas, 100 anos depois, está vivíssimo.

Seu “Populações Meridionais do Brasil” arrancou aplausos unânimes na época, com exceção de Astrojildo Pereira — que defendia a industrialização, condenou suas teses racistas e era um intelectual de origem anarquista, que viria a fundar o Partido Comunista, em março de 1922.

ANO DO BALACOBACO -O Centenário da Independência foi um ano do balacobaco. Desnudou mudanças em curso no mundo e no Brasil, balançou os alicerces da Primeira República. O otimismo da belle époque fora substituído pelo trauma da I Guerra Mundial (1914-1918), o comunismo rondava o mundo após a Revolução Russa de 1917.

Ambições civilizatórias levaram o presidente Epitácio Pessoa a mudar a face da capital federal para celebrar a data e sediar a Exposição Universal do Rio de Janeiro. Em São Paulo, houve a polêmica Semana de Arte Moderna.

Que país era esse? Com suas greves nas principais cidades, os sindicatos ganharam força. O povo queria melhores condições de vida e de trabalho. A economia da Primeira República (1889-1930), regida pela Constituição de 1891, estava mal das pernas. E lideranças militares, que não reconheciam a derrota do candidato oposicionista Nilo Peçanha nas eleições presidenciais de março, queriam impedir que Artur Bernardes assumisse a Presidência da República, em novembro.

OS 18 DO FORTE – A prisão do presidente do Clube Militar, marechal Hermes da Fonseca, provocou um levante militar, logo debelado. Porém, um grupo de jovens oficiais do Exército resolveu enfrentar, em plena praia de Copacabana, as forças legais. Foram fuzilados.

Sobreviveram apenas os tenentes Eduardo Gomes e Siqueira Campos, além de dois soldados. O governo decretou o estado de sítio, os militares envolvidos foram presos e processados. Foi a gênese do movimento tenentista.

Nesse contexto, Oliveira Vianna concluiu que era impossível reproduzir no Brasil o parlamentarismo inglês, o liberalismo democrático francês, o federalismo e a descentralização à americana, que apenas reforçaram “a anarquia branca, o predomínio das oligarquias e o risco de fragmentação”.

IDEIAS AUTORITÁRIAS – Oliveira Vianna defendia “contravir intensivamente às ideias de liberdade” e construir um Estado capaz de se impor a todo o país, inspirado nos “reacionários audazes que salvaram o Império”.

Suas ideias embalaram a Revolução de 1930, serviram de alicerce para o Estado Novo, em 1937, e inspiraram os líderes do regime de militar (1964-1985). Infelizmente, renasceram das cinzas com a eleição do presidente Jair Bolsonaro.

A chave da política brasileira é a conciliação, mas nossa história social é cruenta. “Entre índios convertidos e os selvagens, os negros escravos, libertos, africanos e crioulos, os brancos reinóis e os mazombos, os mamelucos, os mulatos e os cafuzos, diversos e conflitantes, venceram os conciliadores”, dizia o mestre José Honório Rodrigues, em “Conciliação e Reforma no Brasil”.

VIVA A MISCIGENAÇÃO – Apesar de tantos pelourinhos, quilombos, motins, revoltas, repressões sangrentas, fuzilamentos, enforcamentos, esquartejamentos, guerras e guerrilhas, a miscigenação consolidou a ideia de um só povo e uma só nação, muito mais do que a conciliação das elites para se manter no poder, perpetuar o patrimonialismo, a política de compadrio e clientela, e a exclusão social.

Por conveniência, quase não se fala das lutas cruentas: Balaiada (1838-41); Cabanagem (1835-40); Sabinada (1837-38); Levante dos Malês (1835); Cabanada (1832-35); Guerra dos Farrapos (1835-45).

Houve as ditaduras de Vargas (1937-45) e dos militares (1964-85), com seus assassinatos, prisões e torturas. A abolição da escravidão mudou o modo de produção e derrubou o Império, mas a República manteve, até hoje, a iniquidade social desnudada pela Guerra de Canudos (1896-97) mesmo nos grandes ciclos de modernização.

CASO DE POLÍCIA – Na ditadura Vargas, com a modernização do Estado, a questão operária deixou de ser um caso de polícia, mas a política passou a ser.

Os governos de Juscelino Kubitschek e de Fernando Henrique Cardoso reformaram o Estado e modernizaram a economia em bases democráticas, mas a velha desigualdade social continuou na ordem do dia. Mesmo no governo Lula, que atacou o problema da miséria absoluta, a mudança social acabou abduzida pelo transformismo político.

As ideias de Oliveira Vianna estão vivíssimas desde a eleição do presidente Jair Bolsonaro, um saudosista do regime militar, que termina o primeiro mandato nos braços do Centrão. Confronto ou conciliação, atraso ou reformas, autoritarismo ou democracia. Neste Bicentenário da Independência, nossa nação está numa nova encruzilhada do destino.


Doação jogando no chão como se lixo fosse

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Um morador de Jeremoabo que solicitou o anonimato com receio de represália, enviou esse vídeo dizendo ele indignado e envergonhado da maneira como entregaram as doações na cidade de Mutuípe, jogando no chão como se lixo fosse.
Segundo o remetente, não é porque os moradores daquela localidade estão necessitando de ajuda, que devem ser humilhados e desrespeitados,.
Abstenho-me de fazer qualquer comentário, apenas digo que " o uso do cachimbo deixa a boca torta", educação e boas maneiras deveria ser para todos, mas infelizmente não chega para todo mundo.
  Nunca espere de alguém algo que esse alguém não tenha a lhe oferecer,
“Jesus disse: conhece-se a árvore boa ou má, pelos frutos.” Cada um dá aquilo que têm, não podemos esperar maçãs, de um limoeiro, assim como o monge não esperou carinho do escorpião. "


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O Cafezinho

 

O Cafezinho


Após críticas de Moro, grupo Prerrogativas desafia ex-juiz para debate público

por Fábio Zanini | Folhapress

Após críticas de Moro, grupo Prerrogativas desafia ex-juiz para debate público
Foto: Reprodução / Brasil 247

Após ser criticado por Sergio Moro (Podemos) em redes sociais e numa entrevista à revista Veja nesta sexta-feira (14), o grupo Prerrogativas, que reúne advogados e profissionais do direito, diz que desafia o ex-juiz e ex-ministro para um debate público.
 

"Estamos convidando o ex-juiz Moro para um debate público sobre o sistema de Justiça. Queremos saber se ele tem coragem e espírito público para aceitar", diz o advogado Marco Aurélio de Carvalho, coordenador do grupo.
 

Nesta sexta (14), Moro postou em uma rede social uma crítica a uma fala do advogado Antonio Claudio Mariz de Oliveira, membro do grupo.
 

"Leio na Folha que o líder do clube dos advogados pela impunidade ('o crime já aconteceu, o que adianta punir?') é contra o meu projeto de reforma da Justiça. Pelo jeito, estamos mesmo fazendo a coisa certa já que os advogados de corruptos são contra", afirmou.
 

Além disso, à Veja, Moro acusou o grupo de "trabalhar pela impunidade de corruptos". "Esses mesmos advogados se arvoram de alguma espécie de ética, de alguma espécie de superioridade moral em relação ao Ministério Público e em relação aos juízes que participaram desses casos. No fundo a vergonha está neles", disse.
 

O Prerrogativas, que começou como um grupo de WhatsApp, se tornou um dos principais antagonistas hoje da Lava Jato e da candidatura de Moro.
 

O grupo tem adotado como prática polarizar com o ex-juiz e responder a diversas de suas declarações, como a que sugere uma revisão no sistema judicial.
 

No final do ano passado, o Prerrogativas organizou o jantar em São Paulo que reuniu o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ex-governador Geraldo Alckmin (ex-tucano), que poderão formar chapa para a eleição presidencial.

Bahia Notícias

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