sábado, março 13, 2021

Flávio Bolsonaro compartilha trechos de “A Lista de Schindler”, comparando governadores a nazistas

Publicado em 13 de março de 2021 por Tribuna da Internet

O deputado “rachadinha” atacou quem promove medidas restritivas

Camila Mattoso
Folha

O senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro, compartilhou vídeo no aplicativo Telegram em que compara os governadores a nazistas em um campo de concentração. Ele utilizou trechos do filme “A Lista de Schindler”, do diretor Steven Spielberg, que é judeu, para insinuar a comparação.

Jair Bolsonaro tem atacado os governadores por conta das medidas restritivas para controle da pandemia que eles têm adotado, consideradas fundamentais pela ciência para conter a disseminação do coronavírus.

MEDIDAS DE RESTRIÇÃO – No Brasil, Maceio e Macapá são as únicas capitais com UTIs abaixo de 80%, mostrou a Folha. As medidas de restrição têm sido tomadas para evitar que toda a rede de atendimento de saúde no país entre em colapso.

Ao compartilhar o vídeo, Flávio mandou também mensagem que diz “O seu trabalho é ‘essencial’? A arte imitando a vida”. A montagem publicada pelo senador começa com a mensagem “Não é a primeira vez que as pessoas são classificadas em ‘essenciais’ e ‘não essenciais'”.  A divisão entre atividades essenciais ou não tem sido utilizada pelos planos de contingência dos estados, que assim definem quais poderão ser mantidas no momento crítico da pandemia.

O vídeo de Flávio então mostra uma cena em que guardas nazistas dizem a judeus que eles não exercem trabalhos essenciais e atiram na cabeça de um deles. A montagem termina com uma foto de Jair Bolsonaro com a mensagem “nossa arma é a vacina”, mote que o senador tem tentado disseminar após meses de atuação prejudicial à vacinação por parte do presidente.


ATRIBUIÇÕES DE UM SINDICATO !

 

                                              Foto Divulgação SINDPREV-SE

Por Marcelo do Sindicato



O sindicato é uma associação que reúne pessoas de um mesmo segmento econômico ou trabalhista.
Os sindicatos tem como objetivo principal a defesa dos interesses econômicos, profissionais, sociais e políticos dos seus associados. São também dedicados aos estudos da área onde atuam e realizam atividades ( palestras, reuniões cursos) voltados para o aperfeiçoamento profissional de seus associados.
Os sindicatos de trabalhadores também são responsáveis pela organização de greves e manifestações voltadas pela melhoria salarial e das condições de trabalho de sua categoria.
Os sindicatos são mantidos, principalmente, pelas contribuições sindicais pagas pelos trabalhadores associados.
O movimento sindical teve início e, passou a se organizar durante a revolução industrial na Inglaterra (século XVIII). No começo as associações eram chamadas de trade unions. Mais vale lembrar que, no final da Idade Média, na Europa, já havia um embrião dos futuros sindicatos: AS CORPORAÇÕES DE OFÍCIO.
A própria Constituição Federal brasileira, promulgada em 1988, colocou como função principal, a defesa de direitos e interesses coletivos ou individuais da categoria, tanto em questões judiciais quanto em questões administrativas ( art. 8°, VI).
A partir do presidente artigo, quero me dirigir a cada um servidor público de Jeremoabo/BA, e especificamente aqueles que estão sendo perseguidos, e ao mesmo tempo tendo que assistir de camarotes, os seus direitos e conquistas de classes, sendo suprimidos por este desgoverno que aí está. Quero dizer aos mesmo que se dirijam aos seus respectivos sindicatos e cobre dos mesmo, uma posição enérgica o quanto antes, ou então em breve não restará se quer história para ser contada.
Não sei se é do conhecimento do atual gestor que, perseguição a funcionário público é crime, previsto na ( lei n° 4.898/65).
A perseguição política é característica de gestores desqualificados e sem liderança, é uma das formas mais covardes de pressionar e perseguir os servidores públicos, sendo a "Remoção e Transferência" um jeito velado de se perseguir. Casos como esses costumam aflorar quando as nossas opiniões desagradam aos que estão no poder.
O fato é que temos, no atual governo em particular um alarmante pacote de maldades que, resultam em "medidas punitivas" para seus subordinados que não compactuam com suas ideias totalitárias, ao invés de devotarem tempo e atenção para movimentar, incentivar, qualificar cada trabalhador do serviço público municipal, na perspectiva de sua valorização e autoestima.



Nota da Redação deste Blog - Marcelo, existem Sindicato e " sindicatos", falarei alguma coisa a respeito de Sindicato que se respeita e luta pelos direitos de seus associados, estou me referindo ao SINPREV-SE, sindicato esse que só associado.
Citarei alguns exemplos de sua corajosa e competente luta em defesa dos interesses e direitos de seus associados:

SINDIPREV SERGIPE OFICIA MPT SOBRE DEMISSÃO DE FUNCIONÁRIOS TERCEIRIZADOS DA LIMPEZA NO INSS

Tendo em vista esta situação, o SINDIPREV SERGIPE enviou notificação ao Ministério Público do Trabalho no sentido de proteger os empregos dos terceirizados e a manutenção do trabalho de limpeza e higienização nas dependências do INSS.

Clique aqui e leia a notificação do SINDIPREV SERGIPE ao MPT.


NÃO À INTERVENÇÃO NA UFS! PELA DEMOCRACIA E AUTONOMIA UNIVERSITÁRIA!

Não recuaremos quanto à defesa de nossos valores e princípios, e esperamos que atitudes dessa natureza, que maculam a imagem da nossa unidade/instituição e do Serviço Social brasileiro, bem como afrontam uma luta histórica de trabalhadoras/es brasileiras/os, não possam obter êxito.

SINDIPREV SERGIPE SOLICITA VISTORIAS NAS AGÊNCIAS DO INSS PELA VIGILÂNCIA SANITÁRIA

Já o Secretário Geral do SINDIPREV SERGIPE, Deivid Christian, chama a atenção para a tentativa do INSS em dividir, com as entidades, o caos, as dúvidas e as vistorias. Deivid ainda acrescenta que os servidores estão em estado de pânico devido a situação em que se encontram pela imposição do Governo.

MOÇÃO DE REPÚDIO À POSIÇÃO DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO E DE RODRIGO MAIA SOBRE O FUNCIONALISMO PÚBLICO

Mais uma vez, o funcionalismo público é atacado por parlamentares e meios de comunicação, distorcendo dados e informações sobre a realidade, para justificar a tão proclamada “reforma administrativa”.

Leia a nota na íntegra!

SINDIPREV SERGIPE SE REÚNE COM SUPERINTENDENTE DO INSS NORDESTE

A equipe da SR IV agradeceu as sugestões, registrando que também não veem o momento atual como apropriado para o retorno do atendimento presencial, embora precisem fazer este planejamento. Sobre as orientações de procedimentos e condutas, mencionaram que isto já está sendo pensado pela gestão nacional do INSS e que será reforçado pela Superintendência Nordeste.

SINDIPREV/SERGIPE AJUIZARÁ AÇÃO COLETIVA E INDIVIDUAIS CONTRA O MINISTRO DA ECONOMIA

O SINDIPREV/SE, ajuizará Ação Coletiva e convocando os servidores da sua base para Ação individual por danos morais.

Leia a matéria do G1 sobre o pronunciamento de Guedes.


O famigerado Projeto de Lei oriundo da câmara de vereadores de Jeremoabo aprovada em sessão extraordinária permitindo abertura de academia.

 

                               Foto Divulgação


Apenas após a aprovação ajeitada numa sessão extraordinária sem as formalidades legais, apenas  questiono sua posição  e o descaso  com a saúde e vida habitantes de Jeremoabo mais uma vez de forma oficial e irresponsável expostos ao vírus do COVID-19, sem nenhum recurso na cidade já que no hospital falta até testes e dipirona como denunciado elos próprios vereadores.

Qual o estudo cientifico feito pelos vereadores de Jeremoabo para de maneira enganosa afirmar para população que academias empata a expansão do vírus, principalmente que frequenta as ditas academias.

Digo para os senhores que isso não passa de mais uma propaganda enganosa, fazendo o povo de Jeremoabo de trouxas, de imbecis.


Uso de salões e academias traz riscos, dizem especialistas da área de saúde.

Uso de máscara e de luvas não elimina o risco de contaminação, segundo Eduardo Flores, virologista da UFSM

O uso de máscaras, o distanciamento físico e a higienização com álcool em gel minimizam, mas não eliminam o risco de contaminação do coronavírus nos salões de beleza e barbearias. Nas academias, a situação é ainda mais grave. Os frequentadores tocam o rosto com frequência para remover o excesso de suor, saliva ou secreções oculares e encostam nos equipamentos que serão usados por outras pessoas, causando a disseminação dos vírus.

Essa é a visão de especialistas da área de saúde sobre o decreto publicado pelo presidente Jair Bolsonaro que inclui academias, salões de beleza e barbearias na lista de serviços essenciais e que, portanto, poderiam voltar a funcionar durante a quarentena. O uso de máscara e de luvas não elimina o risco de contaminação, na opinião de Eduardo Flores, virologista da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) no Rio Grande do Sul.

"Prova disso é que médicos e enfermeiras, profissionais treinados, também acabam se infectando. O contato entre o profissional e o cliente é muito próximo nos salões de beleza", completa o especialista.

Outro virologista, Paulo Eduardo Brandão, da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (USP), lembra o fluxo constante de pessoas nesses locais. "Isso eleva a probabilidade de entrada do vírus e de sua disseminação", diz o especialista.

                                                                (...)

Risco maior nas academias

Embora os especialistas sejam unânimes em afirmar que não há evidências sobre a transmissão do vírus pelo suor, todos consideram as academias locais de alto risco de transmissão do vírus, maior que os salões de beleza. A maioria dos frequentadores toca o rosto com frequência para remover o excesso de suor, saliva ou secreções oculares. Com isso, toalhas, bebedouros, halteres, barras e todos os equipamentos que foram tocados são passíveis de contaminação.

Além disso, as pessoas respiram de forma intensa durante os exercícios e podem transmitir, pela respiração, gotículas com mais força e de forma mais abundante. Com isso, elas podem contaminar o instrutor ou outros clientes. "O risco de uma pessoa transmitir o coronavírus é maior do que de uma pessoa em repouso", garante Eduardo Flores.

Especialistas afirmam que o uso de álcool 70% nas mãos, objetos e equipamentos pode ajudar, mas não garante a desinfecção. Além disso, os ambientes são fechados, com grande circulação de pessoas. Brandão afirma que uma saída para diminuir o risco seria reduzir o número de clientes, criando um sistema de rodízios, por exemplo, descontaminando os materiais e equipamentos com álcool em gel. Mesmo assim há riscos, alerta o especialista. "Nem todos sabem usar máscaras adequadamente, nem todas as máscaras são adequadas. "Não consigo imaginar alguém usando máscara numa academia. Não vão usar", argumenta

O guia médico da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para a volta gradual do futebol após a pandemia traz tópicos específicos sobre os treinos em academias. "Deverá observar e manter o ambiente de treino ventilado em caso de treinamento em academia, com uso de ventiladores, portas e janelas abertas", diz trecho do documento entregue ao Ministério da Saúde e aguarda aprovação.

Stanislau afirma que a única forma de diminuir o risco de contaminação nas academias é não as abrir. "Não há como abrir uma academia coletiva em um momento de pandemia. É uma medida tresloucada, sem suporte e que não poderá ser adotada. O exercício teria de ser feito sob controle, em academias individuais ou ao ar livre", opina.

Eduardo Flores concorda que os treinos deveriam ser individuais, com professor e aluno usando máscaras e luvas, e desinfecção total dos aparelhos antes do uso pelo próximo aluno. Por outro lado, ele admite que, na prática, o modelo dificilmente seria adotado.

https://www.correiodopovo.com.br/

Nota da redação deste Blog - Está ai a explicação por cientistas, professores e medicos, onde categoricamente afirmam que: " "Não há como abrir uma academia coletiva em um momento de pandemia. É uma medida tresloucada, sem suporte e que não poderá ser adotada.

Diante do exposto, só encontrei uma justificativas para os vereadores de forma duvidosa e não republicana, encaixar um Projeto de Lei numa sessão extraordinária para beneficiar de forma enganosa  e que põe em risco a vida de toda uma população que é:

Expandir o número de contaminados com o COVID-19, consequentemente aumentar o número de mortes, e quem sabe, angariar mais recursos .

Estão permitindo  o funcionamento em Jeremoabo  de uma máquina de fabricar defuntos!!!


Bolsonaro mais uma vez mente; agora compara toque de recolher no DF com estado de sítio

Publicado em 13 de março de 2021 por Tribuna da Internet

Charge do Bira (humorpolitico.com.br)

Luisa Alcantara e Silva
Folha

“Aqui, no Distrito Federal, toma-se medida por decreto, de estado de sítio. Das 22h às 5h, ninguém pode andar.” A afirmação, feita pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) nesta quinta-feira, dia 11, no Congresso, é enganosa.

Segundo a Constituição Federal e especialistas ouvidos pela Folha, ele erra ao comparar o estado de sítio com o toque de recolher determinado pelo governador do Distrito Federal, Ibanes Rocha (MDB), para conter o coronavírus.

COMOÇÃO GRAVE – De acordo com o artigo 137 da Constituição, o estado de sítio pode ser decretado quando há “comoção grave de repercussão nacional ou ocorrência de fatos que comprovem a ineficácia de medida tomada durante o estado de defesa” e “declaração de estado de guerra ou resposta a agressão armada estrangeira”.

Já o estado de defesa, que o precede, pode ser instaurado, entre outros casos, quando o país é atingido por “calamidades de grandes proporções da natureza”. Mas, segundo Lenio Luiz Streck, jurista e professor de direito constitucional, “a natureza é algo que tu não domina, como um tsunami, e o vírus tu domina, é uma questão de saúde pública”.

“Há remédio contra o vírus [a vacina], isso faz parte de políticas públicas. O fato de Bolsonaro não as ter implementado não daria o direito de um estado de defesa [nem de sítio]”, diz Streck.

LUTA SANITÁRIA – Linha de raciocínio semelhante segue José Gregori, ex-ministro da Justiça do governo FHC. “O estado de sítio é um instrumento de luta política e, por enquanto, estamos em um momento de luta sanitária”, afirma.

Outra grande diferença entre o toque de recolher e o estado de sítio é a consequência trazida para quem o desobedece. “No estado de sítio, a pessoa que sai na rua está sujeita à prisão”, diz Gregori. “Não circular em determinado horário ajuda a conter o vírus, é algo que médicos no mundo todo pedem, e ninguém vai preso por não seguir a regra.”

Streck explica ainda que os governadores e prefeitos foram autorizados pelo STF (Supremo Tribunal Federal) a tomar medidas para conter o vírus, tornando o toque de recolher “absolutamente legítimo”.

“MEDIDA EXTREMA” – Ao questionar a restrição —a que Bolsonaro se referiu como “essa irresponsabilidade do lockdown”—, o presidente disse também que só ele e o Congresso Nacional poderiam tomar uma “medida extrema dessa [decretar o estado de sítio]”.

Segundo a Constituição, antes de levar o pedido ao Senado e à Câmara dos Deputados, o presidente deve consultar os conselhos da República e de Defesa Nacional. Sobre isso, Antonio Carlos Mendes, professor de direito constitucional e de filosofia de direito da PUC-SP, afirma que tanto não há estado de sítio no Distrito Federal como “seria inconstitucional se tivesse sido decretado por outra autoridade que não o presidente da República”.

“O estado de sítio é uma medida tão grave que não é uma simples escolha do presidente; só entra em vigor depois de aprovado pelo Congresso. E não tem nenhuma comparação com as restrições que vêm ocorrendo nas cidades”, afirma Flávio Martins Alves Nunes Júnior, membro da Comissão de Direito Constitucional da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) de São Paulo. Quando decretado, são suspensas garantias constitucionais, como sigilo de comunicações e liberdade de imprensa.

SEM BASE JURÍDICA – “A afirmação do presidente não tem base jurídica nenhuma e só serve para confundir a população. É mais um discurso que ele faz contra o isolamento social, como se a medida fosse uma escolha dos administradores”, completa o advogado.

Não é a primeira vez que Bolsonaro fala em estado de sítio na pandemia. Em março de 2020, quando a crise sanitária estava começando, o presidente afirmou que o instrumento ainda não estava no radar do governo federal. Na época, a OAB considerou a possibilidade inconstitucional.

Procurado pela Folha, o governo do Distrito Federal afirmou que a unidade federativa “não está em estado de sítio e, sim, com restrição na mobilidade das pessoas, a partir das 22h, por medida sanitária”. Ainda esclarece: “O objetivo está claro, trata-se de reduzir a disseminação do coronavírus”.

O fracasso das “autoridades locais” no combate à Covid surge como uma verdade constrangedora


Hospital de Campanha em Teresina tem leitos desativados após queda de internações por Covid-19 | Piauí | G1

Governadores e prefeitos desativaram hospitais de campanha

J.R. Guzzo
Gazeta do Povo

Quase todos os governadores dos 27 estados brasileiros, incluindo-se aí o do Distrito Federal, terão pelo menos uma coisa em comum nas suas biografias: o fracasso diante da Covid. Uns tiveram resultados piores que os dos outros, outros erraram mais do que uns, e a maioria teve a coparticipação entusiasmada dos prefeitos no fiasco geral. Mas todos foram derrotados. Estão querendo, ao que parece, fazer “um pacto nacional” para dizer o quanto são bons. Não vai adiantar nada.

Não é uma questão de ponto de vista. Os fatos mostram que os governadores – “autoridades locais”, como foram definidos pelo STF – estão administrando a Covid com autonomia e com responsabilidade exclusiva, no mundo das coisas práticas, há mais de um ano.

SISTEMA EM COLAPSO – Passado este tempo todo, os hospitais públicos sob a gerência direta deles estão em colapso – sem leitos suficientes nas UTIs, sem equipamento adequado, e sem outras coisas essenciais para o tratamento da doença. São eles mesmos que dizem isso.

Por que os hospitais públicos estão em colapso, se os governadores tiveram um ano inteiro, e mais de R$ 30 bilhões em verbas da União, para cuidarem do serviço? Não pode ser porque foram competentes e tiveram azar.

Não pode ser porque houve uma quantidade de infectados não prevista, ou porque ocorreu alguma outra surpresa. Não foi por culpa de seres extra-terrestres.

SERVIÇO MALFEITO – O que aconteceu, para quem não quer ser enganado com palavrório vazio, é que os responsáveis fizeram mal o trabalho que estavam obrigados a fazer.

Durante este ano em que tiveram plenos poderes para tratar da epidemia, quase todos os governadores brasileiros, com a participação dos prefeitos, fizeram o que bem entenderam e não tiveram de responder legalmente por nada.

Governaram por decreto-lei, fizeram compras sem licitação, proibiram a entrada nos parques públicos, fecharam o comércio, fecharam a indústria, fecharam as escolas. Há um ano vivem e governam para um mundo exclusivo da classe média alta, e daí para cima – o mundo do “home office”, do “delivery” e do “fique em casa”, facilidades não disponíveis para a imensa maioria da população brasileira. Em troca, temos 260 mil mortos e hospitais quebrados.

CULPA DE BOLSONARO? – Os governadores já puseram a culpa do seu fracasso no presidente da República, porque, entre outros delitos antidistanciamento social, ele não usa máscara, faz discurso em aglomeração e diz que se cansou do “mimimi” em torno da epidemia.

Agora, para reforçar, deram de jogar a culpa em ninguém menos que os próprios cidadãos que governam – em seu modo de ver as coisas, são eles que estão causando a doença, por não obedecerem às ordens dos “comitês de salvação pública” montados dentro dos governos estaduais para gerir a Covid.

Não importa que todos obedecem a maioria das ordens, e na maioria do tempo – se foi até a esquina sem máscara, ou coisa parecida, o indivíduo começa a ser visto como um marginal pelas “autoridades locais”. Tanto faz, também, que as ordens que os governadores vêm dando há um ano não tenham servido para rigorosamente nada em termos de reduzir mortes e infecções – que, ao contrário, só aumentam. A culpa, agora, não é mais apenas do presidente. É também da população. Aí eles socam multa em cima das pessoas – e ficam com a consciência em paz.

(artigo enviado por Mário Assis Causanilhas)

Em semana com recorde de óbitos, boletim da FAB diz que pandemia no Brasil está em “situação de queda”

Publicado em 13 de março de 2021 por Tribuna da Internet

Brasil vive o pior momento desde que a pandemia começou

Bela Megale
O Globo

Na semana em que o Brasil bate recordes do número de mortos da Covid-19, chegando a contabilizar 2.349 óbitos em 24 horas, o comando da Aeronáutica enviou um boletim para integrantes da Força Aérea Brasileira (FAB) em que afirma que, na realidade, os óbitos estariam caindo.

“Segundo a OPAS/OMS (Organização Panamericana de Saúde), a situação da pandemia no Brasil mostra estabilização”, afirma o boletim ao qual a coluna teve acesso. Em seguida, o documento relata que “as curvas de diagnósticos e óbitos registram diminuição, demonstrando a saída do platô para situação de queda”.

RETOMADA DA NORMALIDADE –  O comunicado, publicado nesta quarta-feira, dia 10, e que integra o Plano de Contingência do Comando da Aeronáutica para a Covid-19, informa que “diversos planos de retomada da normalidade e medidas de flexibilização estão sendo adotados nas diversas regiões do país”.

O Brasil vive hoje o pior momento desde que a pandemia da Covid-19 começou, um ano atrás, com 19 estados e o Distrito Federal com ocupação de UTIs igual ou superior a 80% e várias cidades com a rede de saúde em colapso. O documento, no entanto, vai além e atesta que “a situação atual se mostra favorável para o restabelecimento de atividades cotidianas”.

Alguns integrantes da FAB que receberam o boletim na manhã desta quinta-feira, dia 11,  se mostraram indignados com o conteúdo do documento, que não reflete a situação atual do Brasil, que contabiliza 273.124 mortes desde o início da pandemia.

“EQUÍVOCO” – Procurada pela coluna, a FAB informou, quase três horas depois, que o Plano de Contingência do Comando da Aeronáutica “foi divulgado equivocadamente, com informações desatualizadas e será republicado em breve com as correções pertinentes”.

Integrantes da FAB disseram à coluna que, até a noite desta quinta-feira, não tinham sido comunicados sobre o erro. O documento foi veiculado na manhã de quarta-feira.

Câmara aprova projeto que permite abertura de academias em Jeremoabo

 Luiz Brito DRT/BA 3.913


Foto: Divulgação

Os vereadores de Jeremoabo aprovaram o Projeto de Lei 01, de 05.03.2021 que institui atividades e serviços relacionados à educação física como serviços essenciais. Pelo Projeto, fica reconhecida no município de Jeremoabo, a prática da atividade física e do exercício físico como essencial para a população, podendo ser realizados em estabelecimentos prestadores de serviços destinados a essa finalidade, bem como em espaços públicos. Na justificativa, o vereador coloca que “[…] a prática de atividades físicas e exercícios físicos moderado e regular deve ser especialmente estimulado durante os confinamentos como medida para a prevenção de doenças, respeitadas as recomendações sanitárias, de higiene e convívio social pelas autoridades […]”.

Deverão ser observadas todas as normas sanitárias e combate ao COVID-19. “A presente propositura se justifica na necessidade das pessoas cuidarem da saúde, tanto física quanto mental, por meio das atividades promovidas pelas academias, o que tende a colaborar com a prevenção da contaminação, uma vez que a atividade física proporciona melhora na saúde e consequentemente na imunidade das pessoas, tornando-as mais fortes e resistentes aos efeitos desta doença”, justificou o vereador Jairo Ribeiro Varjão (PP), autor da proposta. Deverão ser observadas todas as normas sanitárias e combate ao COVID-19.

Nota da redação do Site: Há mais de quadro décadas trabalhando em rádio me ensinaram que, não se deve tomar partido em briga de político, mais cedo ou mais tarde acabam se entendendo, todavia, a Câmara de Jeremoabo já deu o sinal verde e assim não haverá mais tempo para o autor do projeto, vereador Jairo Ribeiro Varjão (PP) rever a sua posição, que rema contra a vida. A aprovação deste PL vai colaborar para que a tragédia que vivemos se agrave. O que se esperava era que ele fosse reavaliado, porque o Legislativo tem que também dar a sua contribuição para o combate à pandemia. Economia se recupera, vidas não se recuperam, senhores vereadores de Jeremoabo. Infelizmente o bom senso não prevaleceu para a rejeição do PL. Projeto semelhante, de autoria do Vereador Marconi Daniel Melo Alencar deverá apreciado na sessão da próxima segunda-feira (15) na Câmara de Paulo Afonso.


Comentário;

Isso é o cumulo da irracionalidade, numa cidade que nem teste tem, ou pior, até dipirona falta no pronto do socorro do hospital, jogar o povo nas garras do COVID-19, no mínimo falta de consciência, desprezo e desrespeito pela vida humana.

O pior que na ânsia de aprovar essa aberração, atropelaram e desrespeitaram a Lei Orgânica do Munícipio, passaram por cima ad Constituição do Estado da Bahia.

Mesmo sendo uma ilegalidade ainda cometeram outra  ilegalidade    de forma seletiva e discricionária, beneficiando uma categoria e perseguindo os donos de Lanchonetes, Restaurante, Casas de Produtos Veterinários  e outras.

Simplesmente os vereadores de Jeremoabo endossaram um aliança, um pacto  com morte, tendo como carrasco o COVID-19; que o povo de Jeremoabo se apegue a Jesus.

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